Botucatu, sábado, 19 de Outubro de 2019

Cidade / Geral
23/06/2019

Palestra traz como tema central “Tempos de intolerância e desumanidade”



Renato Ruiz Lopes é pastor  da Primeira Igreja Batista em Botucatu e um dos responsáveis pela realização do evento

 

O objetivo é promover um espaço para o aprendizado e entendimento sobre a Comunicação Não Violenta (CNV) e sobre a necessidade do diálogo

 

Na quinta-feira, dia 27 de junho, a Primeira Igreja Batista em Botucatu (PIB) sediará a terceira edição do Conversas, que traz dessa vez a temática “Tempos de intolerância e desumanidade”. A convite do pastor Renato Ruiz Lopes e da diretoria da PIB, Priscila Diacov falará ao público sobre a necessidade de promover o diálogo nos dias atuais, cada vez mais marcados por discursos de ódio, intolerância, individualidade e egocentrismo.

Priscila Diacov integra o Presbitério da IBAB. É Mestre em Direito. Mediadora e Coach com formação ontológica. Pesquisa e desenvolve formas consensuais de solução de conflitos, e terá a fala principal na edição de junho de 2019 do Conversas na PIB.

Evento está previsto para acontecer dia 27 de junho às 19:30 na Primeira Igreja Batista em Botucatu, localizada na Rua Domingos Cariola, 99 - Jardim Peabirú. A entrada é franca.

O objetivo é promover um espaço para o aprendizado e entendimento sobre a Comunicação Não Violenta (CNV) e sobre a necessidade do diálogo. Nas palavras de Renato Ruiz, “como estamos fadados a sempre brigar e a sempre odiar, acabamos não conversando para não ter briga, e isso também é muito ruim, pois assim, não produzimos pensamento”.

 

Sobre o Conversas

O Conversas surgiu a partir de uma caminhada da PIB junto à IBAB, a Igreja Batista de Água Branca, pastoreada pelo teólogo Ed René Kivitz. Por meio de experiências compartilhadas entre as duas igrejas, o pastor Renato notou a importância de conversar sobre como as pessoas têm tido dificuldade em dialogar, por acreditar que quando há o diálogo, há necessariamente a concordância.

“As pessoas confundem muito o conflito com o confronto. O conflito ele é necessário, é saudável para uma sociedade. Ele é o que faz-nos crescer, melhorar, desenvolver uma honestidade intelectual [...]. O que a gente tem tido hoje é o não diálogo e o confronto. Esse confronto promove o choque, o embate, a discordância raivosa [...] tudo isso joga contra o conhecimento” explica o pastor.










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