Botucatu, terša-feira, 17 de Setembro de 2019

23/08/2018

Cempas da Unesp e PolÝcia Ambiental de Botucatu fazem resgate de onša



Animal estava com algumas escoriações na cabeça em cima de uma árvore acuada pelos cachorros da propriedade  sendo necessário evacuar a área para que o trabalho fosse realizado

 

A Polícia Militar Ambiental de Botucatu responsável por uma região que agrega mais de 26 municípios e uma população estimada em 500 mil habitantes, através do cabo Foglia e soldado Sarto, esteve participando do resgate de uma fêmea de onça suçuarana (parda), também conhecida como puma brasileira para que fosse encaminhada ao Centro de Medicina e Pesquisa em Animais Selvagens – Cempas, no câmpus de Rubião Júnior, em Botucatu, para ser avaliada pela equipe do professor doutor Carlos Teixeira.

Ação policial foi realizada em Tatuí quando os cabos Pádua e Arthur e soldados PM Marcondes capturaram esse  de animal no km 111 da SP-127 Rodovia Cornélio Pires,  Bairro Jardim Tóquio área urbana da Cidade, precisamente na empresa Marapé Maquinas, onde a onça estava com algumas escoriações na cabeça em cima de uma árvore acuada pelos cachorros da propriedade.

Também compareceu no local equipes do Corpo de Bombeiros com o capitão Vinícius, sargentos Rogério e Cirineu,  cabos Gregório,  Sobrinho e Assunção e soldados  Alfredo e Teixeira,  que isolaram o local e retiraram os cães e pessoas que estavam observando o animal.

Após breve analise da situação e por se tratar de um felino de médio porte que pode causar risco a integridade física de pessoas no local onde se encontrava, ou seja, na área urbana, dentro de uma empresa ao lado de área residencial, bem como próximo a uma rodovia com grande fluxo de veículos, da dificuldade de se realizar uma contenção segura, somado a distância de uma área com significativa vegetação a ponto de ser considerada uma rota de fuga segura caso o espécie não fosse capturado, foi optado pela realização de contenção química com uso de anestesia.

Foi então solicitado apoio dos médicos  veterinários do Cempas,  Raphael Baldisera e Luna Scarpari Rolim, que  realizaram todos os procedimentos para a contenção química com uso de anestesia, que durou cerca de 2 horas. Depois de sedado o animal, passou por uma analise preliminar, colocado em uma jaula e encaminhado a Botucatu para exames complementares, recuperação e posterior soltura em seu habitat natural.

 










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