Denúncia

Filho furta carro da própria mãe e veículo é recuperado pela ROMU após quatro dias em Botucatu

Um carro furtado foi recuperado pela equipe da Ronda Ostensiva Municipal (ROMU), da Guarda Civil Municipal, quatro dias após o crime, em Botucatu. O veículo havia sido levado pelo próprio filho da proprietária e foi localizado durante patrulhamento preventivo realizado na cidade.

De acordo com a corporação, os agentes identificaram dois indivíduos em atitude suspeita próximos a um Nissan Kicks branco estacionado em via pública. Após consulta da placa, foi constatado que o automóvel já possuía registro de furto. Diante da situação, os envolvidos e o veículo foram encaminhados ao Plantão Policial para as providências cabíveis.

A ocorrência foi registrada como veículo localizado, e o carro devolvido à proprietária. Os dois indivíduos abordados foram ouvidos pela autoridade policial e liberados em seguida.

Segundo relato da vítima, o autor do furto é seu próprio filho, que teria levado o veículo da residência no último dia 15 de abril. Ela informou ainda que o homem é usuário de entorpecentes, possui histórico de comportamento agressivo e já teria feito ameaças a familiares em outras ocasiões, além de causar danos dentro de casa. O caso segue sob acompanhamento das autoridades.

Ministério Público acata denúncia do Jornalista Fernando Bruder que envolve Prefeitura em obras na área da CAIO Induscar

O jornalista Fernando Bruder Teodoro protocolou em 15 de Setembro de 2025, uma representação junto ao Ministério Público do Estado de São Paulo solicitando a apuração de possível uso irregular de maquinário e servidores da Prefeitura de Botucatu em obra realizada nas dependências da empresa CAIO Induscar em setembro de 2025, além da análise de eventual inconstitucionalidade da Lei Municipal nº 4.842/2007 criada pelo Governo do ex-prefeito e vereador Mário Ielo.

Segundo a representação encaminhada à Promotoria de Justiça, os fatos envolvem a utilização de equipamentos e mão de obra pública em intervenções relacionadas a estacionamento localizado dentro da área da empresa. O documento aponta que a prática pode configurar violação aos princípios constitucionais da administração pública, como legalidade, moralidade e impessoalidade, previstos no artigo 37 da Constituição Federal.

A denúncia também menciona possível responsabilidade administrativa do prefeito Fábio Vieira de Souza Leite e do secretário municipal de Infraestrutura Rodrigo Taborda, além de questionar a atuação fiscalizatória dos vereadores da Câmara Municipal de Botucatu, que, segundo o autor da representação, não teriam adotado medidas investigativas diante das informações divulgadas pela imprensa local.

De acordo com o documento, a omissão parlamentar, caso confirmada, pode configurar descumprimento do dever constitucional de fiscalização do Poder Executivo, previsto no artigo 31 da Constituição Federal, além de eventual enquadramento em infrações político-administrativas.

Lei Municipal também é alvo de questionamento jurídico

Outro ponto central da representação trata da constitucionalidade da Lei Municipal nº 4.842/2007, de autoria do ex-prefeito e atual vereador Antonio Mário de Paula Ferreira Ielo. A norma autoriza o Poder Executivo a fornecer obras e serviços de infraestrutura a empresas já instaladas no município que pretendam ampliar suas atividades.

Na avaliação apresentada ao Ministério Público, a legislação pode permitir o fornecimento genérico de bens e serviços públicos para empreendimentos privados sem critérios claros, o que, segundo o documento, poderia contrariar princípios constitucionais como moralidade administrativa, impessoalidade e interesse público.

Com base nesses elementos, foi solicitado ao Ministério Público a abertura de inquérito civil para apurar:

• o uso de máquinas e servidores públicos em obra vinculada à empresa;
• eventual omissão dos vereadores no exercício da função fiscalizatória;
• possíveis responsabilidades nas esferas cível, administrativa e criminal.

Também foi requerido o encaminhamento do caso ao Tribunal de Contas do Estado de São Paulo e ao Ministério Público de Contas.

Ministério Público propõe ação no Tribunal de Justiça

Após análise do caso, a Procuradoria-Geral de Justiça do Estado de São Paulo ingressou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) junto ao Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo questionando formalmente a validade da Lei nº 4.842/2007.

Na petição, o órgão sustenta que a norma municipal permite, de forma genérica, o fornecimento gratuito de infraestrutura pública a empresas privadas, o que pode caracterizar financiamento público de interesse particular e violação aos princípios constitucionais da legalidade, moralidade e impessoalidade previstos na Constituição Estadual.

O Ministério Público também argumenta que a ausência de delimitação objetiva sobre quais serviços podem ser executados abre margem para utilização indevida de maquinário, equipamentos e servidores públicos em atividades b.

A ação inclui pedido liminar para suspender os efeitos da lei até julgamento final pelo Tribunal de Justiça.

Caso a liminar seja concedida, o município poderá ficar impedido de realizar esse tipo de intervenção com base na legislação questionada enquanto o mérito não for decidido.

O processo segue em tramitação e deverá contar com manifestação da Prefeitura e da Câmara Municipal antes da análise do pedido pelo Judiciário.

Foto: Arquivo Rede Alpha

Veja também as matérias anteriores:

Máquinas e servidores sa Prefeitura de Botucatu estão sendo usados em obra da Caio

Após denúncia da Rede Alpha, a Prefeitura de Botucatu retira máquinas da obra na Caio Induscar

Vereadores Abelardo, Welintom Japa, Nuno e Mário Ielo defendem a atuação da prefeitura

 

Vereadores de Botucatu podem responder por omissão em caso de improbidade administrativa

 

 

Moradores denunciam entulho, falta de asfalto e abandono em trecho da Vila Ema

O jornalista Fernando Bruder esteve “in loco” após solicitação de moradores para verificar a situação de abandono em um trecho de continuidade da Rua Plácido Rodrigues Venegas, ligação importante entre os bairros Jardim Paraíso e Vila Ema, em Botucatu. O cenário encontrado reforça a indignação da população: acúmulo de entulho, restos de obras públicas, ausência de pavimentação e iluminação precária ao longo da via utilizada diariamente por estudantes e famílias da região.

Segundo relatos dos moradores, o trecho deveria ter recebido melhorias após intervenções no sistema de drenagem de águas pluviais realizadas durante a gestão do ex-prefeito Mário Pardini. No entanto, o que se observa hoje é uma área marcada por sucessivos problemas estruturais e sinais de planejamento incompleto. A promessa de continuidade da via e revitalização do acesso não se concretizou, transformando o local em um corredor improvisado e inseguro.

Durante a vistoria, a reportagem identificou grande quantidade de restos de calçamento, pedaços de asfalto, tubos de PVC, sacos de cimento e materiais de construção espalhados ao longo da passagem. Moradores afirmam que parte desses resíduos seria proveniente das próprias intervenções realizadas anteriormente na via principal, no Jardim Paraíso. Além disso, o mato alto e a inexistência de pavimentação dificultam a circulação, principalmente em dias de chuva.

Outro ponto que chama atenção é a presença de postes instalados no meio do trajeto, sem alinhamento adequado com o traçado da via, o que inviabiliza a continuidade planejada da rua e evidencia falhas de execução. A iluminação pública também é considerada insuficiente, aumentando a sensação de insegurança no período noturno.

O trecho é utilizado diariamente por estudantes de instituições próximas e por moradores que dependem do acesso como caminho alternativo entre os bairros. Apesar da importância da ligação, o local apresenta hoje características de abandono e falta de manutenção básica.

A situação gera ainda mais indignação por ocorrer em uma data simbólica para o município, o aniversário da cidade, momento em que moradores destacam a necessidade de atenção às demandas essenciais de infraestrutura urbana e zeladoria.

A população cobra providências urgentes da Prefeitura de Botucatu, incluindo:

  • retirada do entulho acumulado
  • limpeza e roçada do trecho
  • regularização da pavimentação
  • reorganização da rede de postes
  • melhoria da iluminação pública

Moradores afirmam que intervenções simples podem recuperar a funcionalidade do acesso e devolver segurança a quem utiliza diariamente o trajeto entre Jardim Paraíso e Vila Ema. Enquanto isso, o cenário atual reforça a cobrança por planejamento, manutenção e respeito ao uso do dinheiro público na infraestrutura urbana.

Espuma no Rio Lavapés após erosão danificar rede de esgoto preocupa moradores em Botucatu

Moradores das proximidades do Rio Lavapés ficaram preocupados ao notar, na manhã desta quarta-feira (16), a presença de espuma na água em um trecho próximo ao viaduto da região do bairro 24 de Maio. A alteração chamou a atenção de quem passa diariamente pelo local e levantou questionamentos sobre possível contaminação.

De acordo com informações apuradas, o problema teve início após uma erosão registrada na tarde de terça-feira (15), que acabou atingindo uma tubulação da rede de esgoto nas imediações. O dano provocou o extravasamento e resultou na formação da espuma observada no leito do rio.

A Sabesp informou que equipes técnicas foram mobilizadas assim que a ocorrência foi identificada. Segundo a companhia, os trabalhos de reconstrução da rede começaram ainda durante a madrugada, com o objetivo de conter o vazamento e restabelecer o funcionamento normal do sistema.

Moradores aguardam a conclusão dos reparos e a normalização da situação, enquanto seguem atentos às condições do rio na região.

Imagens: Redes Sociais

Moradores denunciam risco com árvores, formigueiros e abandono em praça no Comerciários 2

Moradores do Comerciários 2 em Botucatu procuraram a reportagem da Rede Alpha para denunciar problemas estruturais e riscos à segurança em uma área de convivência localizada na Avenida Aparecida Blumen Galendi. A principal preocupação é com a situação das árvores de grande porte existentes no local. Segundo relatos, podas realizadas recentemente teriam fragilizado a estrutura das árvores, o que pode ter contribuído para a queda de galhos e até de um tronco registrado durante a presença da equipe de reportagem. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.

No ponto onde ocorreu a queda, foi possível observar um corte anterior no tronco e a ausência de resíduos que indicassem quebra natural recente, reforçando a suspeita de fragilidade estrutural causada por intervenções inadequadas. Além disso, moradores relatam que outros galhos continuam se partindo com frequência, aumentando o risco para quem circula pela área.

Outro problema apontado pela população é a grande quantidade de formigueiros espalhados por toda a praça. Segundo os moradores, a infestação dificulta o uso do espaço público, especialmente por crianças e idosos, que ficam expostos ao risco de picadas e acidentes. Bancos instalados na área também estariam comprometidos pela presença de formigas, tornando praticamente impossível a permanência no local.

A situação de abandono também inclui lixeiras sem sacos de acondicionamento e lixo espalhado pela praça, o que reforça a sensação de descuido com o espaço público. Moradores afirmam que a área deveria funcionar como ponto de convivência comunitária, mas hoje apresenta riscos e limitações para uso cotidiano.

Diante do cenário, a população solicita que a Prefeitura de Botucatu, através da Zeladoria Municipal realize uma vistoria urgente, com avaliação técnica das árvores, controle da infestação de formigas e melhorias na limpeza e manutenção da praça. A expectativa é que o setor de zeladoria municipal promova intervenções rápidas para garantir segurança e devolver condições adequadas de uso ao espaço.

Moradores denunciam abandono e acúmulo de entulho em acesso entre Jardim Paraíso e Vila Ema, em Botucatu

Moradores da Botucatu denunciam situação de abandono em um trecho de acesso que liga o Jardim Paraíso à Vila Ema, na continuidade da Rua Plácido Rodrigues Venegas, que posteriormente se transforma em uma viela utilizada diariamente por estudantes e famílias da região. Segundo relatos, o local, que deveria ter recebido melhorias após intervenções no sistema de drenagem de águas pluviais realizadas em gestões anteriores, acabou se tornando um ponto de acúmulo de entulho, restos de obras e materiais de construção, além de apresentar mato alto e ausência de pavimentação em diversos trechos.

De acordo com moradores, parte do material descartado no local seria proveniente das próprias intervenções realizadas na via principal, o que tem causado revolta na comunidade. Além do acúmulo de resíduos como restos de calçamento, tubos de PVC, pedaços de asfalto e sacos de cimento, há ainda problemas estruturais que dificultam a circulação, como postes instalados no meio da passagem e falta de planejamento na continuidade da via, contrariando a expectativa de revitalização do trecho prometida anteriormente.

A viela é considerada importante rota de deslocamento para estudantes de instituições próximas e para moradores que utilizam o acesso como caminho alternativo entre os bairros. No entanto, a atual situação tem gerado insegurança e transtornos, principalmente em dias de chuva, quando o trajeto se torna ainda mais difícil. A população afirma que o espaço já foi mais funcional no passado e cobra providências urgentes do poder público municipal.

Os moradores destacam que a data simbólica do aniversário da cidade reforça a necessidade de atenção às demandas básicas de zeladoria urbana, manutenção e infraestrutura nos bairros. Eles pedem que a Prefeitura realize a limpeza da área, a retirada dos entulhos e a reorganização do trecho, garantindo condições adequadas de circulação e respeito à comunidade local.

Link da Reportagem

 

 

Aluna de 15 anos é agredida dentro de Escola Técnica em São Manuel

Uma estudante de 15 anos do 2º ano do curso técnico em Agropecuária do Colégio Agrícola Dona Sebastiana de Barros, unidade da ETEC localizada em São Manuel, foi vítima de agressão dentro das dependências da escola na tarde do dia 7 de abril. O caso foi registrado pela família da adolescente, moradora de Botucatu, que procurou a polícia após o ocorrido.

Segundo relato da mãe, a aluna aguardava colegas antes do início das aulas, por volta das 12h30, quando teria sido surpreendida por um estudante do 3º ano que utilizou um laço semelhante ao empregado em manejo agropecuário para imobilizá-la enquanto ela estava sentada em uma mureta dentro da escola. Ainda de acordo com a família, a jovem pediu que fosse solta, mas o rapaz teria puxado o laço, provocando sua queda. A estudante bateu a cabeça no chão e sofreu escoriações nos braços e na mão.

Após o impacto, a adolescente relatou ter ficado tonta e procurou ajuda dentro da unidade escolar. Inicialmente, recebeu atendimento com gelo para conter o inchaço na cabeça. A direção foi informada posteriormente, mas, conforme a mãe, a família só foi comunicada sobre o caso horas depois, por mensagem. Ao tomar conhecimento da situação, a responsável solicitou que a filha fosse encaminhada imediatamente ao hospital, onde passou por avaliação médica, foi medicada e liberada.

No dia seguinte, a mãe registrou boletim de ocorrência em delegacia de Botucatu, e a estudante foi encaminhada ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de corpo de delito, devido às escoriações e às dores musculares decorrentes da queda.

A família cobra providências e afirma esperar que o caso seja apurado pelas autoridades competentes. Em relato, a mãe destacou preocupação com a segurança dentro do ambiente escolar e defendeu maior atenção a situações de violência entre estudantes.

Até o momento, não houve divulgação oficial de posicionamento público da direção da escola sobre o ocorrido. O espaço permanece aberto para manifestação da unidade e dos órgãos responsáveis pela rede de ensino.

Moradores denunciam risco em ponte na Rua Chico Brás e cobram ação urgente da Prefeitura de Botucatu

Um morador do entorno da Rua Chico Brás solicitou a presença da reportagem da Rede Alpha de Comunicação para denunciar a situação preocupante na cabeceira de uma ponte localizada na divisa entre os bairros Boa Vista e Bairro Alto, em Botucatu.

No local, parte da estrutura cedeu há mais de 30 dias, segundo relatos da vizinhança, e até o momento a única providência adotada foi a colocação de uma sinalização considerada precária pelos moradores. A área permanece isolada, mas apresenta riscos, principalmente durante o período noturno, devido à iluminação insuficiente.

De acordo com as informações apuradas no local, há indícios de comprometimento da estrutura subterrânea, com manilhas aparentes e o curso da água passando pelo interior das tubulações expostas. Também foi identificada a presença de uma abertura por onde escoam águas pluviais, aumentando ainda mais a preocupação sobre a estabilidade do asfalto e da cabeceira da ponte.

Moradores temem novos deslizamentos e cobram providências urgentes da Prefeitura, já que a via é bastante utilizada por pedestres, estudantes e veículos, inclusive ônibus da área da educação que circulam diariamente pelo trecho.

A comunidade pede reforço na sinalização, melhoria na iluminação e intervenção imediata antes que o problema se agrave.

Link da Reportagem:

youtube.com/watch?v=ohP71v1if1E&feature=youtu.be