Meio Ambiente

Espuma volta a aparecer em rio de Botucatu e agora preocupa moradores da região central

Moradores de Botucatu voltaram a denunciar um problema ambiental que tem causado preocupação na cidade. Desta vez, a situação foi registrada no Rio Tanquinho, nas proximidades do cruzamento com a Rua Bocaiúva, já na região central do município.

Segundo relato enviado à reportagem, uma grande quantidade de espuma apareceu sobre as águas do rio, chamando a atenção de quem passava pelo local. Um morador registrou imagens e afirmou estar preocupado com a situação.

O caso gera ainda mais indignação porque acontece poucos dias após outro episódio semelhante envolvendo espuma em um rio que corta os bairros Vila Aparecida e Vila Antártica. Na ocasião, moradores também ficaram assustados com a coloração da água e o volume de espuma registrado.

Agora, o problema volta a acontecer, mas desta vez em plena área central de Botucatu, aumentando o alerta da população sobre possíveis casos de poluição e descarte irregular de resíduos na rede hídrica da cidade.

Moradores cobram fiscalização urgente dos órgãos ambientais e da Prefeitura de Botucatu para identificar a origem da espuma e esclarecer se existe algum risco à saúde da população e ao meio ambiente.

A população também pede transparência nas investigações e providências rápidas para evitar que situações como essa continuem se repetindo em diferentes pontos da cidade.

Cena Revoltante: Peixes Agonizam em Rio Suspeito de Contaminação Química

Moradores da região entre a Rua dos Costas e o muro da antiga ferroviária estão denunciando uma grave situação ambiental envolvendo a morte de peixes e o possível despejo irregular de produtos químicos em um trecho do rio que corta a área. Segundo relatos, o problema foi identificado próximo a uma ponte de ferro utilizada como acesso entre um lado e outro do local, justamente na área onde trabalhadores realizavam serviços de roçagem.

De acordo com a denúncia, uma grande quantidade de espuma foi vista na água pouco antes de diversos peixes aparecerem agonizando e até pulando para fora do rio, demonstrando sinais claros de contaminação e falta de oxigenação na água. A cena causou revolta e tristeza entre os moradores e frequentadores da região, que afirmam já terem percebido outros indícios de poluição no local.

O denunciante destaca a contradição existente entre a fiscalização aplicada à população e a aparente falta de controle sobre possíveis descartes de resíduos no rio. “Muitas vezes você não pode pescar, não pode fazer isso ou aquilo porque dá multa, mas ao mesmo tempo tem gente jogando química no rio. É uma judiação”, relata. Segundo ele, se o local estivesse limpo e preservado, seria até possível a prática da pesca para consumo, mas a contaminação da água gera insegurança e preocupação ambiental.

Além do impacto ambiental, a situação levanta alerta sobre riscos à saúde pública e à preservação da fauna aquática da região. Moradores pedem que órgãos ambientais e a Prefeitura realizem fiscalização urgente para identificar a origem da espuma e das possíveis substâncias químicas despejadas no rio, além de promover ações de recuperação e preservação do local.

Ministério Público apura possíveis impactos do uso de agrotóxicos próximo à Represa Plínio Paganini, em Botucatu

O Ministério Público do Estado de São Paulo instaurou uma Notícia de Fato para apurar denúncias relacionadas a possíveis impactos ambientais decorrentes do uso de agrotóxicos no entorno da Represa Plínio Paganini, em Botucatu. O procedimento foi registrado após manifestação protocolada pelo jornalista Fernando Bruder.

Segundo a denúncia apresentada ao MP, áreas agrícolas localizadas nas proximidades do reservatório do Rio Pardo supostamente estariam utilizando defensivos agrícolas que poderiam estar contribuindo para o risco de contaminação do solo e da água da represa. O documento aponta preocupação com o escoamento superficial de substâncias químicas durante períodos de chuva, o que poderia afetar a qualidade da água utilizada no abastecimento e no equilíbrio ambiental da região.

Diante das informações, o promotor de Justiça Dr. Rodrigo Jimenez Gomes determinou a abertura da Notícia de Fato e expediu ofício à CETESB, solicitando esclarecimentos técnicos sobre possíveis riscos de contaminação da água associados às atividades agrícolas no entorno do reservatório.

A investigação busca verificar se há impacto efetivo do uso de agrotóxicos nas propriedades rurais vizinhas e se existem medidas de controle ambiental suficientes para evitar a migração de resíduos químicos para a represa.

O Ministério Público também requisitou informações sobre monitoramento da qualidade da água e eventuais programas de fiscalização e mitigação de riscos ambientais na área de influência do reservatório.

A apuração segue em fase inicial, aguardando manifestação dos órgãos ambientais competentes. A REDE ALPHA acompanha o caso.

Tamanduá-bandeira é resgatado após passear entre carros no centro de Bauru

Um tamanduá-bandeira chamou a atenção de moradores ao ser visto caminhando por ruas da região central de Bauru, inclusive entre veículos, nas proximidades do Hospital de Base. O animal foi flagrado por populares na manhã desta terça-feira (5) e acabou sendo resgatado pelo Corpo de Bombeiros.

Uma das testemunhas foi Kennia Mendes, que registrou imagens do tamanduá durante o passeio pela cidade. Ela relatou surpresa ao encontrar um animal silvestre de grande porte em uma área urbana tão movimentada e destacou a tranquilidade do animal durante o trajeto.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o tamanduá-bandeira foi localizado abrigado no jardim de um estabelecimento comercial, na quadra 18 da rua Virgílio Malta. A captura foi realizada com segurança, sem ferimentos ao animal.

Após o resgate, o tamanduá foi levado para uma área de mata afastada da zona urbana, onde foi solto em segurança para garantir seu bem-estar e a preservação da espécie.

Segundo a bióloga Júlia Trevisan, o aparecimento de tamanduás-bandeira em áreas urbanas e rodovias tem se tornado cada vez mais frequente nos últimos anos. Conforme explica a especialista, a situação está relacionada principalmente à perda de habitat natural, queimadas e avanço da urbanização sobre áreas de vegetação nativa.

Moradores denunciam entulho, falta de asfalto e abandono em trecho da Vila Ema

O jornalista Fernando Bruder esteve “in loco” após solicitação de moradores para verificar a situação de abandono em um trecho de continuidade da Rua Plácido Rodrigues Venegas, ligação importante entre os bairros Jardim Paraíso e Vila Ema, em Botucatu. O cenário encontrado reforça a indignação da população: acúmulo de entulho, restos de obras públicas, ausência de pavimentação e iluminação precária ao longo da via utilizada diariamente por estudantes e famílias da região.

Segundo relatos dos moradores, o trecho deveria ter recebido melhorias após intervenções no sistema de drenagem de águas pluviais realizadas durante a gestão do ex-prefeito Mário Pardini. No entanto, o que se observa hoje é uma área marcada por sucessivos problemas estruturais e sinais de planejamento incompleto. A promessa de continuidade da via e revitalização do acesso não se concretizou, transformando o local em um corredor improvisado e inseguro.

Durante a vistoria, a reportagem identificou grande quantidade de restos de calçamento, pedaços de asfalto, tubos de PVC, sacos de cimento e materiais de construção espalhados ao longo da passagem. Moradores afirmam que parte desses resíduos seria proveniente das próprias intervenções realizadas anteriormente na via principal, no Jardim Paraíso. Além disso, o mato alto e a inexistência de pavimentação dificultam a circulação, principalmente em dias de chuva.

Outro ponto que chama atenção é a presença de postes instalados no meio do trajeto, sem alinhamento adequado com o traçado da via, o que inviabiliza a continuidade planejada da rua e evidencia falhas de execução. A iluminação pública também é considerada insuficiente, aumentando a sensação de insegurança no período noturno.

O trecho é utilizado diariamente por estudantes de instituições próximas e por moradores que dependem do acesso como caminho alternativo entre os bairros. Apesar da importância da ligação, o local apresenta hoje características de abandono e falta de manutenção básica.

A situação gera ainda mais indignação por ocorrer em uma data simbólica para o município, o aniversário da cidade, momento em que moradores destacam a necessidade de atenção às demandas essenciais de infraestrutura urbana e zeladoria.

A população cobra providências urgentes da Prefeitura de Botucatu, incluindo:

  • retirada do entulho acumulado
  • limpeza e roçada do trecho
  • regularização da pavimentação
  • reorganização da rede de postes
  • melhoria da iluminação pública

Moradores afirmam que intervenções simples podem recuperar a funcionalidade do acesso e devolver segurança a quem utiliza diariamente o trajeto entre Jardim Paraíso e Vila Ema. Enquanto isso, o cenário atual reforça a cobrança por planejamento, manutenção e respeito ao uso do dinheiro público na infraestrutura urbana.

Espuma no Rio Lavapés após erosão danificar rede de esgoto preocupa moradores em Botucatu

Moradores das proximidades do Rio Lavapés ficaram preocupados ao notar, na manhã desta quarta-feira (16), a presença de espuma na água em um trecho próximo ao viaduto da região do bairro 24 de Maio. A alteração chamou a atenção de quem passa diariamente pelo local e levantou questionamentos sobre possível contaminação.

De acordo com informações apuradas, o problema teve início após uma erosão registrada na tarde de terça-feira (15), que acabou atingindo uma tubulação da rede de esgoto nas imediações. O dano provocou o extravasamento e resultou na formação da espuma observada no leito do rio.

A Sabesp informou que equipes técnicas foram mobilizadas assim que a ocorrência foi identificada. Segundo a companhia, os trabalhos de reconstrução da rede começaram ainda durante a madrugada, com o objetivo de conter o vazamento e restabelecer o funcionamento normal do sistema.

Moradores aguardam a conclusão dos reparos e a normalização da situação, enquanto seguem atentos às condições do rio na região.

Imagens: Redes Sociais

Moradores denunciam risco com árvores, formigueiros e abandono em praça no Comerciários 2

Moradores do Comerciários 2 em Botucatu procuraram a reportagem da Rede Alpha para denunciar problemas estruturais e riscos à segurança em uma área de convivência localizada na Avenida Aparecida Blumen Galendi. A principal preocupação é com a situação das árvores de grande porte existentes no local. Segundo relatos, podas realizadas recentemente teriam fragilizado a estrutura das árvores, o que pode ter contribuído para a queda de galhos e até de um tronco registrado durante a presença da equipe de reportagem. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.

No ponto onde ocorreu a queda, foi possível observar um corte anterior no tronco e a ausência de resíduos que indicassem quebra natural recente, reforçando a suspeita de fragilidade estrutural causada por intervenções inadequadas. Além disso, moradores relatam que outros galhos continuam se partindo com frequência, aumentando o risco para quem circula pela área.

Outro problema apontado pela população é a grande quantidade de formigueiros espalhados por toda a praça. Segundo os moradores, a infestação dificulta o uso do espaço público, especialmente por crianças e idosos, que ficam expostos ao risco de picadas e acidentes. Bancos instalados na área também estariam comprometidos pela presença de formigas, tornando praticamente impossível a permanência no local.

A situação de abandono também inclui lixeiras sem sacos de acondicionamento e lixo espalhado pela praça, o que reforça a sensação de descuido com o espaço público. Moradores afirmam que a área deveria funcionar como ponto de convivência comunitária, mas hoje apresenta riscos e limitações para uso cotidiano.

Diante do cenário, a população solicita que a Prefeitura de Botucatu, através da Zeladoria Municipal realize uma vistoria urgente, com avaliação técnica das árvores, controle da infestação de formigas e melhorias na limpeza e manutenção da praça. A expectativa é que o setor de zeladoria municipal promova intervenções rápidas para garantir segurança e devolver condições adequadas de uso ao espaço.

Reportagem da Rede Alpha denuncia descarte irregular entre a Vila Real e Santa Eliza

Moradores da região localizada atrás do Shopping Park Botucatu, na divisa entre os bairros Vila Real e Santa Elisa, voltam a denunciar o estado de abandono de um trecho de aproximadamente 200 metros que, segundo relatos, enfrenta problemas antigos e ainda sem solução definitiva por parte do poder público municipal. A reportagem da Rede Alpha esteve novamente no local e constatou mato alto, descarte irregular de lixo, iluminação precária e falta de pavimentação adequada, fatores que colocam em risco a segurança de estudantes, trabalhadores e moradores que utilizam diariamente o trajeto como ligação entre os bairros.

De acordo com o repórter Fernando Bruder, já foram realizados diversos protocolos junto à Prefeitura de Botucatu, solicitando limpeza e aplicação de massa asfáltica para melhorar as condições da via. Embora existam sinais de que máquinas tenham passado pelo local para a retirada de lixo e entulhos recentemente, os serviços não ocorreram de forma contínua nem suficiente para resolver o problema. Nas imagens registradas pela equipe é possível observar restos de móveis, lixo doméstico, materiais de construção e até documentos pessoais descartados irregularmente, que podem ajudar na identificação dos responsáveis.

Durante a produção da reportagem, a equipe acionou a Guarda Civil Municipal após localizar comprovantes de energia, holerites e outros papéis com endereços entre o material abandonado. A situação também preocupa por causa da falta de iluminação pública: postes existentes no trecho não possuem braços de luz, o que transforma o local, principalmente à noite, em área de risco para pedestres e estudantes que utilizam o caminho como acesso alternativo entre os bairros.

A Rede Alpha reforça o pedido para que a Prefeitura de Botucatu avalie com prioridade a revitalização do trecho, com limpeza regular, pavimentação, instalação de iluminação adequada e implantação de câmeras de monitoramento para coibir o descarte irregular de resíduos. Segundo moradores, medidas simples podem transformar o espaço em um corredor seguro e digno para a população que depende diariamente dessa ligação entre os bairros.

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