Brasil

Santa Catarina: Jovem tenta espantar lagarto, animal reage e sai correndo atrás dele

O jovem que caiu ao tentar correr de um lagarto teiú após jogar pedras contra o réptil para tentar espanta-lo enquanto era filmado por colegas de trabalho em Guaramirim, Santa Catarina, conta que quem acabou afugentado, e no prejuízo, foi ele mesmo.

Se irritou comigo pela minha ação, veio pra cima. Levei um susto. Tentei espantar ele, mas quem saiu espantado fui eu”, relatou Hector Augusto, de 19 anos.

A situação ocorreu na quinta-feira (24), por volta das 10h e foi gravada (leia mais abaixo). O vídeo, compartilhado inicialmente somente entre os colegas, viralizou nas redes sociais na sexta-feira (25) e levantou uma discussão sobre consciência ambiental.

Palmeira das Missões: Cavalo invade e derruba prateleira e deixa feridos em cidade

Um cavalo invadiu uma loja de materiais de construção no Centro de Palmeira das Missões, no Noroeste do Rio Grande do Sul, e deu um susto nos funcionários na segunda-feira (4).

Uma câmera de segurança no estabelecimento registrou o que aconteceu (veja acima). O vídeo mostra o momento em que o animal entra na loja. Três funcionários ficam observando o cavalo, que dá a volta por uma prateleira e derruba outras. Ele avança em direção ao caixa, deixando em alerta dois dos funcionários que estavam no local. Em seguida, o bicho pula a bancada do caixa por cima dos funcionários, que são jogados para trás, e vai embora.

Os dois funcionários sofreram ferimentos leves, segundo proprietário da loja, que disse ainda que os danos na propriedade não foram grandes e que o dono do animal se comprometeu a indenizá-lo.

O dono do animal disse que tentou segurar o cavalo ainda do lado de fora da loja, mas não conseguiu.

Rio de Janeiro: Homem morre ao tentar voar de speed fly e cair na Pedra Bonita

Um homem de 49 anos m0rreu ao tentar decolar de speed fly, uma modalidade de voo com equipamento semelhante a de um paraquedas, na Pedra Bonita, em São Conrado, zona sul do Rio de Janeiro. Imagens mostram o momento em que o piloto corre para tentar pegar velocidade com o equipamento e acaba caindo. Caso aconteceu nesse domingo (3/11).

De acordo com a Polícia Civil do Rio de Janeiro, o equipamento passará por uma perícia. “Diligências estão em andamento para apurar as circunstâncias da queda”, informou em nota. As autoridades encontraram o corpo à tarde e o encaminharam para o Instituto Médico Legal (IML) do Rio de Janeiro.

Chapecó (SC): Estudante leva veneno para escola e 14 pessoas são intoxicadas

Um incidente envolvendo um veneno para formigas provocou a intoxicação de 12 alunos e dois professores em uma escola pública de Chapecó, no Oeste de Santa Catarina. O produto foi levado por um estudante de 18 anos.

O caso aconteceu na última quinta-feira (31/10), na Escola Coronel Ernesto Bertaso. As pessoas afetadas apresentaram náuseas, dores de cabeça e reações alérgicas na pele. Todas foram encaminhadas para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para avaliação médica e passam bem. A Polícia Científica compareceu ao local e recolheu o material.

O jovem, dono do inseticida, disse que trabalha em uma agropecuária da região e relatou aos policiais que o frasco estava com o lacre rompido e seria descartado, então decidiu guardar o veneno em sua mochila para não perder o produto. Ao retornar do banheiro, percebeu que o veneno havia sido retirado da mochila. Em seguida, ele encontrou o frasco vazio na lixeira da sala.

Devido ao forte odor, a turma precisou trocar de sala duas vezes, mas a medida não foi suficiente para evitar a intoxicação dos presentes. A Polícia Militar foi acionada, e o estudante responsável pelo veneno foi levado à delegacia. A coordenadoria regional de educação informou que solicitou o desligamento do aluno.

Fonte: ONDADIGITAL:

Foto: Reprodução

Portes de armas de fogo para agentes da Funai, Ibama e IcmBIO é aprovado no senado

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nessa quarta-feira (30), o projeto de lei que autoriza o porte de armas para agentes de fiscalização da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O texto seguirá para apreciação no plenário.

A proposta, relatada pelo senador Fabiano Contarato (PT-ES), permite o uso de armas tanto em serviço quanto fora dele. A versão original previa o porte apenas durante as operações de fiscalização.

Segundo Contarato, o porte de armas será restrito aos agentes que comprovarem capacidade técnica e aptidão psicológica. A proposta também prevê isenção de taxas para o registro e renovação do porte.

De acordo com o senador, o projeto foi motivado pelos trágicos assassinatos do indigenista Bruno Araújo Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips em Atalaia do Norte, Amazonas, em 2022. Contarato argumentou que agentes fiscalizadores, expostos a situações de risco, têm direito à defesa, especialmente diante de criminosos armados.

“Nós não podemos admitir que grileiros estejam armados enquanto esses funcionários pagam com a vida. Este projeto é uma tentativa de evitar que tragédias como essas se repitam”, disse o relator.

O texto foi aprovado simbolicamente, com dois votos contrários dos senadores Mecias de Jesus (Republicanos-RR) e Dr. Hiran (PP-RR).

O projeto já havia sido aprovado pela Comissão de Meio Ambiente em maio, recebendo apoio da presidente da Funai, Joenia Wapichana. Em defesa do projeto, Joenia destacou que os agentes são constantemente ameaçados por criminosos que invadem terras indígenas para exploração ilegal de recursos naturais. Wapichana enfatizou a necessidade de regulamentar o poder de polícia da Funai, existente desde 1967, para garantir a segurança dos fiscais em regiões de difícil acesso e comunicação.

Fonte: REDEDIGITAL

Foto: Divulgação/Funai 

Caso Marielle: Lessa é condenado a 78 anos de prisão; Élcio terá pena de 59 anos

Os ex-sargentos da Polícia Militar do Rio de Janeiro Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz foram condenados pela morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, na noite de 14 de março de 2018, na região central do Rio de Janeiro.

A justiça condenou Ronnie Lessa a 78 anos e 9 meses, e Élcio de Queiroz a 59 anos e 8 meses. Além do tempo de prisão, também houveram outras condenações, são elas:

  • Os dois deverão pagar uma pensão ao filho do motorista Anderson Gomes até que ele complete 24 anos.
  • Os dois devem pagar juntos R$ 706 mil de indenização por dano moral para cada uma das vítimas: Arthur, filho de Anderson; Ágatha Arnaus, viúva de Anderson; Luyara Franco, filha de Marielle; Mônica Benício, viúva de Marielle; e Marinete Silva, mãe de Marielle.

O júri popular, iniciado na manhã de quarta-feira (30), encerrou nesta quinta-feira (31) com a leitura da sentença pela juíza Lúcia Glioche. Ela também também manteve a prisão preventiva de ambos os réus e negou o direito de recorrerem em liberdade.

“Fica aqui, para os acusados presentes — e serve para os vários Ronnies e Élcios que existem por aí soltos — a seguinte mensagem: a Justiça, por vezes, é lenta, cega, injusta, torta, mas ela chega. A Justiça chega mesmo para aqueles que, como os acusados, acham que jamais serão atingidos por ela”, afirmou a juíza durante a leitura da sentença.

A dupla foi condenada pelo crime de duplo homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, emboscada e dificuldade em garantir a defesa da vítima), além da tentativa de homicídio contra Fernanda Chaves, única sobrevivente do atentado.

Os réus prestaram depoimentos e assistiram ao julgamento por videoconferência da cadeia onde estão presos. Lessa está detido no Complexo Penitenciário de Tremembé, em São Paulo, enquanto Queiroz está no Complexo da Papuda, presídio federal em Brasília.

A sessão do julgamento aconteceu no 4º Tribunal do Júri da Justiça do Rio de Janeiro, mais de seis anos depois do atentado. Marielle foi atingida por três tiros na cabeça e um no pescoço e Anderson levou três tiros nas costas.

Durante o primeiro dia de julgamento, além dos réus Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, foram ouvidas nove testemunhas, sendo sete indicadas pelo Ministério Público estadual e duas pela defesa de Ronnie Lessa. A defesa de Élcio Queiroz desistiu de ouvir as testemunhas que requereu.

No segundo dia de julgamento, os promotores do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) apresentaram seus argumentos sobre as investigações do assassinato. Em seguida, os advogados da defesa de Ronnie Lessa e Élcio Queiroz também realizaram suas alegações.

Promotoria

O segundo dia de julgamento se iniciou nesta quinta-feira (31) pela manhã. Durante o segundo dia do julgamento dos réus, o promotor de Justiça Eduardo Martins afirmou que o objetivo do atirador, o ex-policial militar Ronnie Lessa, era matar todas as três pessoas que estavam no carro das vítimas, e não somente a parlamentar.

Na visão do promotor, ao matar todos os ocupantes do automóvel, Lessa pretendia promover uma queima de arquivo. “Se eu deixo o motorista vivo, ele pode anotar minha placa, pode dizer para que lado o carro dobrou, pode ligar para o 190 e dizer: ‘corre atrás dessa placa que foi quem acabou de disparar’.”

Durante a fala do promotor, o Ministério Público também apresentou imagens de como ficou o carro das vítimas após o ataque. O intuito da apresentação foi tentar convencer os jurados de que os réus não queriam deixar nenhum dos ocupantes do carro vivo.

O MP exibiu ainda o conteúdo das pesquisas na internet de Ronnie Lessa. Ele usou a rede para fazer buscas relacionadas ao crime, segundo as investigações.

Defesa

Nesta quinta-feira, as defesas de Ronnie Lessa e Élcio Queiroz também realizaram suas sustentações orais. Os advogados pediram as condenações de seus clientes, mas solicitaram que fossem feitas de forma “justa”.

O advogado de Ronnie Lessa, Saulo Carvalho, destacou que a delação de seu cliente foi fundamental para o avanço das investigações e para identificar os mandantes do crime.

“Peço a condenação, mas que seja justamente, pelos atos que ele de fato cometeu”, declarou.

Carvalho explicou ainda que Lessa queria colaborar, mas desconfiava das autoridades locais. Com a entrada da Polícia Federal no caso, ele decidiu fazer a delação premiada.

A advogada de Élcio Queiroz, Ana Paula Cordeiro, destacou que seu cliente desconhecia Marielle Franco e só soube que ela seria a vítima momentos antes do crime. Ela também solicitou que a condenação fosse “na medida de sua culpabilidade”.

A defesa pediu uma pena menor para Élcio em relação a Ronnie Lessa, alegando que “Ronnie planejou o crime, adquiriu o carro, preparou a arma e a munição, e foi quem efetuou os disparos”.

“Elcio apenas dirigiu o veículo no dia 14 de março de 2018. A responsabilidade de Élcio é muito menor do que a de Ronnie”, complementou a advogada.

Depoimentos

Durante o primeiro dia de julgamento, a primeira a falar foi a assessora Fernanda Chaves, sobrevivente do atentado. Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz foram desconectados da sessão virtual por pedido da testemunha.

Chaves narrou o que lembra daquela noite de 14 de março de 2018. Segundo a assessora, Marielle não disse absolutamente nada depois de atingida.

Ela afirmou que percebeu que Anderson esboçou uma reação de dor e soltou do volante. Marielle ficou imóvel. Ela estava sem cinto de segurança, por isso conseguiu se abaixar.

Depois da assessora, depuseram:

  • Marinete Silva, mãe de Marielle
  • Mônica Benício, viúva de Marielle
  • Ágatha Arnaus, viúva de Anderson
  • Carlos Alberto Paúra Júnior, investigador
  • Luismar Cortelettili, agente da Polícia Civil do Rio
  • Carolina Rodrigues Linhares, perita criminal
  • Guilhermo Catramby, delegado da PF
  • Marcelo Pasqualetti, policial federal

Réus

Após o depoimento das nove testemunhas, os réus também foram ouvidos. O primeiro a se pronunciar foi Ronnie Lessa. Ele afirmou que a motivação para executar a vereadora foi financeira e que ganharia R$ 25 milhões para cometer o crime. Ele também pediu desculpa às famílias das vítimas.

“Fiquei cego; minha parte eram R$ 25 milhões. Podia falar assim: era o papa, que eu ia matar o papa, porque fiquei cego e reconheço. Vou cumprir o meu papel até o final, e tenho certeza de que a Justiça será feita”, afirmou o ex-policial.

O depoimento de Élcio de Queiroz foi o último da sessão. Ele afirmou que não tinha conhecimento de que se tratava de um homicídio até o dia do crime.

“No momento em que percebo que era um homicídio, foi quando ele estacionou e falou: agora você tem que me ajudar. Ele vai para trás eu olho no retrovisor e ele [Lessa] está se equipando, ele tira da bolsa a submetralhadora e coloca um silenciador”, afirmou o réu.

Queiroz também descreveu a dinâmica do crime, disse que no momento, acreditava que apenas a vereadora havia sido morta.

“O carro de Anderson estava parado transversal à rua. O Ronnie falou: ‘É agora, emparelha’. Quando ele falou, eu fui em direção ao carro, deixo o meu vidro do motorista ficar paralelo ao vidro do carona. O Ronnie já tinha abaixado o vidro, e eu só escutei os disparos; foi uma rajada”, complementou Queiroz.

Relembre o caso

assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes ocorreu em 14 de março de 2018, quando Ronnie Lessa convidou Élcio Queiroz para participar do crime.

Após seguir o carro de Marielle, Lessa disparou 13 vezes contra o veículo. Quatro disparos acertaram a cabeça da vereadora e três alvejaram Gomes. Uma assessora que estava com elas se feriu com estilhaços, mas sobreviveu.

Ronnie Lessa e Élcio Queiroz foram presos em março de 2019. As investigações revelaram que o crime foi motivado por disputas de poder envolvendo milícias no Rio de Janeiro.

As investigações continuaram, em julho de 2021 Ronnie Lessa e outros foram condenados por destruição de provas relacionadas ao assassinato. Em agosto de 2022, o STF decidiu que Lessa enfrentaria júri popular.

A investigação foi dividida em duas frentes, uma delas federalizada e novos suspeitos foram identificados.

Em março de 2024, três indivíduos foram presos como supostos mandantes do crime: Domingos Brazão, Chiquinho Brazão e Rivaldo Barbosa.

Os acusados negaram envolvimento, mas Ronnie Lessa afirmou em delação premiada que receberam ofertas financeiras para a execução de Marielle, destacando a atuação das milícias na disputa por terras no Rio de Janeiro.

Fonte: O GLOBO

Foto: Reprodução

Curitiba: Téc de Enfermagem é preso suspeito de abusar de pacientes e filmar atos em UPA

Técnico de enfermagem Wesley da Silva Ferreira, de 25 anos, foi preso na terça-feira (29) pela Polícia Civil suspeito de abusar sexualmente de pacientes na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Curitiba. Segundo a investigação, em alguns casos, as vítimas estavam totalmente inconscientes.

De acordo com a delegada Aline Manzatto, a polícia descobriu os atos de Wesley após o namorado dele ver gravações dos abusos armazenadas no celular do suspeito. Já foram encontrados vídeos de quatro pacientes diferentes, que foram enviados à perícia para tentar identificar as vítimas.

No interrogatório, o Wesley disse ser portador de HIV, que faz tratamento desde 2019 e que saiba do risco de transmitir o vírus para os pacientes. O suspeito também é investigado por desvio de medicamentos usados como entorpecentes. Ele vai responder por estupro de vulnerável e furto, entre outros crimes.

Segundo a Prefeitura de Curitiba, Wesley foi contratado para trabalhar na UPA em novembro de 2023, fazia o plantão noturno e foi demitido após a prisão.

Fonte: GLOBONEWS

Nova Fátima (PR): Criança de 9 anos invade hospital, pula muro e mata 23 animais

Uma tragédia ocorreu na cidade de Nova Fátima, no norte do Paraná, na noite do último domingo (13/10), quando uma criança de 9 anos invadiu um hospital veterinário e matou 23 animais de pequeno porte. A fazendinha do local, que havia sido inaugurada um dia antes, foi alvo de ação brutal, registrada pelas câmeras de segurança.

De acordo com a Polícia Militar, o veterinário Lúcio Barreto, proprietário do hospital, acionou a equipe após encontrar mais de 15 coelhos mortos e outros animais soltos. Ao verificar as imagens das câmeras de segurança, os proprietários externos viram que uma criança, acompanhada de um cachorro, havia entrado no local e maltratado os animais por cerca de 40 minutos. Alguns bichos foram arremessados contra a parede, tiveram as patas arrancadas e foram esquartejados.

O veterinário Lúcio Barreto descreveu o horror ao encontrar os animais mortos. “É uma situação horrível, a gente que já há muitos anos cuida dos bichinhos com o maior prazer, com o maior amor, e de repente, no dia de uma festa seguinte de Dia das Crianças, chegar e se deparar com uma cena daquelas é uma sensação horrível de impotência, de tristeza”, afirmou em entrevista.

Fonte: Metrópoles

Foto: Reprodução Câmera de Segurança