Saúde

Pontos de Atendimento de Síndrome Respiratória já realizaram quase 2 mil testes de covid-19 em 2 dias

Desde a última segunda-feira, 10, as Unidades de Saúde de Botucatu têm atuado como Pontos de Atendimento de Síndrome Respiratória. São esses pontos os primeiros locais a serem procurados pela população que apresentar qualquer sintoma suspeito de contaminação por coronavírus, como tosse, coriza, gripe, dor de cabeça, diarreia, entre outros.

Até a noite de terça-feira, 11, somente nos 23 pontos de atendimento, foram realizados 1.772 testes rápidos para diagnóstico da Covid-19, além de orientações a pacientes.

“Todas essas pessoas estariam no pronto socorro se não disponibilizássemos este novo formato de atendimento a casos de síndrome respiratória nas unidades, tornando praticamente impossível um atendimento digno a quem mais precisa. Com isso, tivemos um bom fluxo de atendimento no pronto socorro, que deve ser utilizado somente para quadros graves”, afirmou o Prefeito Mário Pardini.

Os Pontos de Atendimento de Síndrome Respiratória funcionam de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas. As Unidades que possuem pronto atendimento noturno, Cohab I, Cohab IV, Cecap, Jardim Aeroporto, CSI (Boa Vista), Jardim Iolanda, Jardim Cristina, Rubião Júnior e Vitoriana, continuam atendendo até as 21h30.

“Continuemos nos cuidando, usando máscara, lavando bem as mãos, evitando aglomerações, e ao aparecimento de sintomas gripais, procurando diretamente os postos de saúde da Cidade, onde os pacientes passarão por triagem e farão o teste”, completo André Spadaro, Secretário Municipal de Saúde.

 

Mais informações:
Secretaria Municipal de Saúde
Rua Major Matheus, 07, Vila dos Lavradores
Telefone: (14) 3811-1100

Cirurgiões americanos realizam com sucesso transplante de coração de porco em homem

“Eu quero viver. Sei que é um tiro no escuro, mas é minha última escolha”, disse David Bennet, de 57 anos, que tinha uma doença cardíaca terminal

Um homem de 57 anos de Maryland, nos Estados Unidos, está bem três dias após receber um coração de porco geneticamente modificado em uma cirurgia de transplante inédita, informou a Escola de Medicina da Universidade de Maryland em um comunicado à imprensa nesta segunda-feira (10).

David Bennett tinha uma doença cardíaca terminal, e o órgão do animal era “a única opção disponível atualmente”, de acordo com o comunicado. Bennett foi considerado inelegível para um transplante de coração convencional ou uma bomba de coração artificial após revisões de seus registros médicos.

“Era morrer ou fazer esse transplante. Eu quero viver. Eu sei que é um tiro no escuro, mas é minha última escolha”, disse Bennett antes da cirurgia.

A Food and Drug Administration dos EUA, órgão similar à Anvisa, concedeu autorização de emergência para a cirurgia em 31 de dezembro de 2021.

Mesmo se não apresentar sintomas, imunizado que teve contato com pessoa com Covid tem de ficar em casa

O recente aumento de casos da doença exige endurecimento com as medidas sanitárias, principalmente o uso de máscara em tempo integral

Está cada vez mais frequente ter alguém do círculo familiar ou do trabalho que positivou para a Covid-19. Num momento de disseminação da ômicron, que é mais contagiosa que as variantes anteriores do coronavírus, é importante tomar a vacina e endurecer novamente com as medidas sanitárias para se proteger e não colocar outras pessoas em risco. Uma das dúvidas do momento é o que fazer quem está vacinado e teve recente contato com alguém que terminou de positivar para a Covid.
Mesmo que não apresente sintomas, a orientação é ficar em casa e se observar. Caso desenvolva sintomas, mesmo que leves, deve procurar atendimento médico, ressalta João Paulo Poli, infectologista do Grupo São Francisco, que integra o Sistema Hapvida. “O isolamento de assintomáticos é para evitar a contaminação de outras pessoas, principalmente àquelas com imunidade comprometida, como os idosos, quem tem doença crônica, câncer e os HIV positivo”, explica. O tempo de isolamento total para os infectados pela ômicron não está bem estabelecido ainda, mas é seguro considerar 10 dias, acrescenta ele.

Poli lembra que a ômicron é uma cepa nova, da qual ainda não se conhece muito. Identificada inicialmente na África do Sul e Botsuana, mas quase simultaneamente em outras partes do mundo, tem elevado número de mutações, principalmente na proteína de superfície Spike. E é isso o que confere à ela altíssima taxa de contágio comparado às cepas anteriores. “Até o momento, os dados mostram que é menos letal, mas ainda é cedo para determinar visto que é uma variante recém-descoberta. Mas sabemos que é responsável pela explosão recente de casos no mundo todo. Inicialmente na África do Sul, Europa e Estados Unidos. E, agora, provavelmente no Brasil”, comenta.
Por isso, a preocupação em frear o contágio. A boa notícia é que entre os vacinados infectados pela ômicron, até agora, o mais comum são sintomas leves. Os mais frequentes, de acordo com o infectologista, são dor no corpo intensa, dor de cabeça, mal-estar, dor de garganta e congestão nasal, que é o nariz entupido. Já tosse e falta de ar e perda de olfato e paladar são mais raros.

Como a variante ômicron é mais transmissível, o infectologista João Paulo Poli frisa que é necessário endurecer com as medidas sanitárias adotadas lá no início da pandemia: uso de máscara em tempo integral, higienização frequente das mãos com água e sabão ou álcool em gel, distanciamento social e evitar locais fechados sem ventilação natural e aglomerações de todo o tipo. A telemedicina, um serviço oferecido pelo Sistema Hapvida, é uma importante aliada porque pode auxiliar no diagnóstico e orientação do paciente sem que ele se exponha em ambientes de serviços de saúde.
Já a higienização de superfícies com álcool e não entrar em casa com roupas e calçados vindos da rua são atitudes consideradas de pouco efeito porque se sabe que a principal forma de transmissão do coronavírus é pelo ar. Sobre o tipo de máscara, a orientação não mudou, conta o infectologista: N95 para ambientes hospitalares e locais que prestam assistência a casos suspeitos de Covid-19 e as cirúrgicas e as de pano com três camadas para outros ambientes. “Nada impede que a pessoa use uma máscara com maior capacidade de proteção, mas elas são de difícil manipulação e custo elevado, por isso mais utilizadas por profissionais de saúde. As de pano, se trocadas com frequência, cumprem seu papel, juntamente com o distanciamento de dois metros e a ventilação natural de ambientes”, orienta João Paulo Poli.

Sobre o Sistema Hapvida
Com mais de 7,4 milhões de clientes, o Sistema Hapvida hoje se posiciona como um dos maiores sistemas de saúde suplementar do Brasil presente em todas as regiões do país, gerando emprego e renda para a sociedade. Fazem parte do Sistema as operadoras do RN Saúde, Medical, Grupo São José Saúde, Grupo Promed, Premium Saúde, além da operadora Hapvida e da healthtech Maida. Atua com mais de 38 mil colaboradores diretos envolvidos na operação, mais de 15 mil médicos e mais de 15 mil dentistas. Os números superlativos mostram o sucesso de uma estratégia baseada na gestão direta da operação e nos constantes investimentos: atualmente são 48 hospitais, 203 clínicas médicas, 49 prontos atendimentos, 176 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial.

 

Fonte: João Paulo Poli

Botucatu entra na rota de expansão da Cuidare Brasil

Boa parte da população brasileira está envelhecendo e precisando de cuidados cada vez mais específicos e especiais, conforme o ritmo natural da vida. Com isso, a profissão de cuidador de idosos é a que mais cresce no Brasil. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho, de 2007 até o momento presente, o número de profissionais cuidadores de idosos saltou de 5.263 para 34.051, um avanço de 547%. Números tão expressivos quanto o seu cenário: o envelhecimento dos brasileiros. Segundo os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população idosa terá um aumento significativo até 2050.

Visando atender esta demanda nos arredores da região de Botucatu (SP), o administrador de empresas Ricardo Cervi em parceria com sua mãe, Rahile Ghantous Cervi, adquiriram e inauguraram em dezembro de 2021, uma unidade da Cuidare Brasil, referência nesta categoria de atendimento de cuidados assistenciais.

— Conheci a Cuidare em uma reportagem sobre franquias na Internet, no site da ABF. Logo nos primeiros contatos percebi ser uma empresa séria e com responsabilidade de prestar um serviço de qualidade para os assistidos, além de apresentar um investimento inicial compatível com o montante que eu tinha para investir naquele momento — conta Ricardo

A Cuidare Brasil tem como propósito cuidados de forma humanizada e com conhecimentos técnicos específicos na disciplina de cuidados assistenciais. Seu diferencial conta com um amplo estudo de mercado que oferece sempre soluções assertivas para manter um serviço de excelência, bem como o constante aperfeiçoamento de seus colaboradores e agora, a marca possui o Portal Cuidare, atendendo a três públicos distintos: o franqueado, o cuidador e o cliente contratante, a fim de facilitar a gestão da unidade.

— Espero estabelecer uma relação de parceria com os cuidadores da unidade de Botucatu, onde os mesmos possam se sentir valorizados e respeitados para oferecerem um serviço profissional de excelência — finaliza Cervi

A marca ajustou toda a sua cadeia de operação e a gestão à logística do seu quadro para atender, com segurança, a demanda, que subiu significativamente no último ano. As mudanças têm surtido efeito e rendido frutos no tamanho da empresa, que já ultrapassa 70 unidades em 20 estados brasileiros, no Distrito Federal e em Portugal, além de operações em fase de implementação na Argentina e no Canadá.

 

O atendimento presencial na unidade de Botucatu só acontece mediante marcação prévia. Para mais informações: https://cuidarebr.com.br/ e https://www.instagram.com/cuidarebotucatu

Deputados governistas criticam proposta que cria passaporte sanitário de Covid-19 Fonte: Agência Câmara de Notícias

Em audiência pública da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados nesta terça-feira (7), deputados governistas criticaram o Projeto de Lei 1158/21, que institui um passaporte sanitário de Covid-19, emitido pelo Ministério da Saúde e obrigatório em todo o território nacional.

De acordo com a proposta, em análise na Câmara, o passaporte com informações sobre a vacinação e teste negativo da doença deverá ser apresentado no embarque ou desembarque de viagens aéreas ou terrestres e na hospedagem do local de destino.

Para os deputados que solicitaram a realização da audiência — Chris Tonietto (PSL-RJ), Luiz Lima (PSL-RJ), Diego Garcia (Pode-PR) e Dra. Soraya Manato (PSL-ES) —, todos da base do governo, a exigência do passaporte da vacina fere a liberdade de ir e vir dos cidadãos. A deputada Carla Zambelli (PSL-SP) discorda do projeto por acreditar que o passaporte não impede a transmissão do vírus.

“Ficou provado já que o passaporte sanitário não impede a contaminação das pessoas. Então a contaminação continua a acontecer independente da vacina ou não. Eu não sou contra a vacina. Quem quiser vacinar, que se vacine”, disse.

Para o presidente da Associação Nacional dos Médicos Peritos da Previdência Social, Francisco Cardoso Alves, o passaporte não vai funcionar porque estudos comprovam – e as próprias fabricantes admitem – que as vacinas não são eficazes contra a transmissão, mas, sim, contra a ocorrência da doença.

“Todos esses estudos, até os slides da Coronavac apresentados na Anvisa, não mostram redução de transmissão da doença entre vacinados e não vacinados. O que eles mostram como eficácia é redução da incidência, e isso é muito diferente de transmissão”, afirmou.

A audiência pública ocorreu pouco antes de o governo anunciar que vai exigir quarentena de cinco dias para viajantes não vacinados contra a Covid-19 que desembarcarem no Brasil. Em cerimônia no Palácio do Planalto, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, detalhou que, após o período de quarentena definido, os viajantes deverão realizar um teste do tipo RT-PCR com resultado negativo.

O Supremo Tribunal Federal (STF) havia estipulado prazo até amanhã para o governo se manifestar sobre as providências adotadas para barrar a transmissão do coronavírus por meio de viajantes que entram no Brasil.

 

Colaboração
Na audiência, o diretor do Programa da Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, Danilo de Souza Vasconcelos, enumerou as entidades que participam dos estudos do Ministério da Saúde para definir a posição do governo sobre o passaporte da vacina.

“Nós temos representantes médicos da Sociedade Brasileira de Imunização, da Sociedade Brasileira de Alergia e Imunologia, da Sociedade Brasileira de Infectologia, da Sociedade Brasileira de Pediatria, da Associação Médica de Ginecologia e Obstetrícia, da Associação Médica de Medicina Intensiva e um membro médico da Organização Pan-Americana de Saúde”, listou.

 

Defesa do passaporte
Para o deputado Alexandre Padilha (PT-SP), que é médico infectologista, o passaporte da vacina é um dos meios pelos quais vai ser possível garantir que o Brasil possa voltar a ter uma vida como antes da pandemia de Covid-19.

“A vacina é a única forma de controlarmos a pandemia e voltarmos às atividades econômicas, os encontros, as aglomerações. Precisamos vacinar para proteger a vida e para voltarmos a nos reunir”, afirmou.

Em julho, quando havia aproximadamente 20% da população vacinada, a média era de 1 mil mortes por dia no País. Agora em dezembro, com 64% de pessoas imunizadas, a média é de menos de 200 óbitos por dia.

Desde o início da pandemia de Covid, há dois anos, o Brasil já perdeu mais de 615 mil vidas para a doença. Os dados são do consórcio de veículos de imprensa, a partir de informações das secretarias estaduais de Saúde.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Covid-19: 84% das famílias de São Paulo pretendem vacinar crianças

Pesquisa realizada pelo Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) apontou que 84% das famílias com crianças entre 5 e 11 anos de idade no estado de São Paulo pretendem aderir à vacinação infantil contra a covid-19. A pesquisa ouviu, por telefone, 1,12 mil pais, mães e responsáveis por crianças nessa faixa de idade em todo o estado.

O percentual de famílias que pretende vacinar as crianças é maior na região metropolitana de São Paulo, com 87%. No interior do estado, 81% dos pais e responsáveis dizem que levarão os filhos para serem imunizados contra o coronavírus.

Entre as mulheres, o índice que pretende imunizar as crianças é 89% e entre os homens, 76%.

 

Escolaridade e renda

 

A adesão à imunização também é maior entre as famílias menos escolarizadas e com menor instrução. Entre aqueles com renda de até um salário mínimo, 92% pretendem vacinar as crianças, o mesmo percentual para quem estudou até o ensino fundamental.

Nas famílias que recebem mais de três salários mínimos, 72% pretendem vacinar as crianças contra a covid-19. Entre aqueles que têm o ensino superior o percentual ficou em 77%.

A grande maioria (91%) dos responsáveis por crianças que estudam em escolas ou creches públicas pretendem aderir a campanha de imunização, índice que cai para 76% para as matriculadas nas redes particulares.

 

Planejamento

 

Na quarta-feira (5), o governo federal anunciou a inclusão de crianças de 5 a 11 anos de idade no plano de operacionalização de vacinação contra a covid-19. As primeiras doses de vacinas contra a doença destinadas a crianças de 5 a 11 anos deverão chegar ao Brasil no dia 13 de janeiro. O único imunizante aprovado até o momento pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é o da Pfizer.

 

 

Fonte: Fernando Fraga | Agência Brasil

Prefeitura amplia Central Covid, atendimento domiciliar e transforma postos em pontos de atendimento para síndromes respiratórias

Prevendo aumento no número de casos de Covid-19 em Botucatu, em decorrência da presença da nova variante ômicron e do reflexo que esta cepa já apresenta em todo mundo, a Prefeitura lança um novo pacote de ações para o atendimento da população.A partir da próxima segunda-feira, 10, a Central Coronavírus terá 12 ramais para o atendimento telefônico, de segunda a segunda. Este número é quatro vezes maior do que vinha sendo utilizado nas últimas semanas. O telefone (14) 3811-1519 continuará valendo para a solução de dúvidas, agendamento de testes e consulta de resultados, todos os dias entre 07 e 19 horas.Além do reforço na Central, haverá também aumento no efetivo das equipes de atendimento domiciliar. Também a partir de segunda, 10, serão 10 equipes no atendimento diário, número que pode ainda dobrar ou triplicar nas próximas semanas.Outra medida importante é a transformação das Unidades de Saúde do Município em Pontos de Atendimento de Síndrome Respiratória. Serão esses pontos os primeiros locais a serem procurados pela população que apresentar qualquer sintoma suspeito de contaminação por coronavírus, como tosse, coriza, gripe, dor de cabeça, diarreia, entre outros. As Unidades estarão preparadas para realizar o teste rápido de antígeno para Covid-19, para os indivíduos que apresentarem quadros de síndrome gripal, com resultado em 15 minutos.“É importante que a população procure inicialmente os postos de saúde, inclusive os que funcionam no período noturno. Assim garantiremos atendimento de qualidade e sem demora, deixando os prontos socorros apenas para quadros mais graves”, afirmou o Prefeito Mário Pardini.As Unidades que possuem pronto atendimento noturno, Cohab I, Cohab IV, Cecap, Jardim Aeroporto, CSI (Boa Vista), Jardim Iolanda, Jardim Cristina, Rubião Júnior e Vitoriana, continuarão atendendo até as 21h30 e também funcionarão como Pontos de Atendimento de Síndrome Respiratória.“A nossa alta cobertura de vacinação da população deve nos proporcionar, mesmo com crescimento no número de casos, menor incidência de evolução para quadros graves e internações. Mesmo assim reforçaremos nossa estrutura para atender a população da melhor maneira”, finalizou o Secretário Municipal de Saúde, André Spadaro.Todas as medidas tomadas pela Prefeitura serão acompanhadas por um gabinete de enfrentamento da pandemia diariamente e poderão ser expandidas se necessário.Mais informações:Secretaria Municipal de SaúdeRua Major Matheus, 07, Vila dos LavradoresTelefone: (14) 3811-1100

Vigilância Ambiental em Saúde fechou o ano de 2021 com mais de 126 mil ações realizadas

A Vigilância Ambiental em Saúde de Botucatu fechou o ano de 2021 com 126.413 ações realizadas. Foram 115.970 visitas voltadas ao controle do mosquito Aedes aegypti e 10.443 atendimentos às demandas da população.

No que diz respeito a Dengue, os levantamentos entomológicos da VAS apontam que 80% dos criadouros deste inseto são recipientes existentes nas residências do Município. Neste período chuvoso, é necessário por parte da população total atenção e manutenção adequada de recipientes com água parada, pois quanto menor o índice de infestação do Aedes aegypti, menor a chance de circulação das arboviroses (dengue e Chikungunya).

Em 2021 foram confirmados 55 casos de dengue e 1 caso importado de Chikungunya em Botucatu.

Outro destaque do serviço da Vigilância foi o atendimento à solicitações de retirada de enxames de abelhas africanizadas e ninhos de vespas. Foram atendidas 629 solicitações de retirada de enxames de abelhas africanizadas e 823 para retirada de ninhos de vespas.

A Vigilância Ambiental em Saúde orienta que o manejo de enxames de abelhas africanizadas e vespas, jamais seja realizado por alguém que não tenha conhecimento técnico, pois o risco de ocorrer acidentes graves envolvendo pessoas e animais é grande.

Outro ponto de bastante atenção da VAS é o resgate de morcegos. Foram 728 solicitações atendidas. A orientação é para que a população, ao se deparar com um morcego caído ou pousado em local não habitual, não manuseie o animal e acione a equipe da Vigilância para realizar o resgate.

A Vigilância Ambiental em Saúde atua ainda na vacinação antirrábica de cães e gatos, controle de escorpiões através de busca ativa noturna, orientação educativa, orientação sobre guarda responsável de cães e gatos, resgate de mamíferos silvestres de pequeno porte como gambás, cuícas, primatas e ouriços, atendimento de problemas com animais peçonhentos e roedores, dentre outros.

A Vigilância Ambiental em Saúde atende de segunda a sexta-feira das 7h30 às 17 horas pelo (14) 3811-1609 ou via Whats App no (14) 98177-1905. Após horário comercial, finais de semana e feriados, o plantão da VAS para captura de enxames de abelhas africanizadas e vespas, resgate de serpentes, morcegos e outros mamíferos silvestres de pequeno porte, deverá ser acionado através do 199 da Guarda Civil Municipal.