Polícia prende homem que destruiu relógio do século 17 no Palácio do Planalto

A Polícia Federal prendeu em Uberlândia (MG), nesta segunda-feira (23), o homem de 30 anos filmado ao destruir um relógio do século 17 durante os ataques às sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro. O objeto raro foi produzido na França pelo relojeiro Balthazar Martinot, que trabalhava para a corte francesa.

O antes e o depois do relógio assinado por Balthazar Martinot

O antes e o depois do relógio assinado por Balthazar Martinot

REDES SOCIAIS/REPRODUÇÃO – ARQUIVO

O relógio foi um presente da França ao então rei dom João 6º e estava no 3º andar do Palácio do Planalto. Câmeras de segurança flagraram o momento em que o homem destruiu o objeto. Nas imagens, ele vem caminhando, para, derruba o relógio no chão e revira mesas e cadeiras. Depois, retorna e tenta destruir a câmera de segurança com um extintor de incêndio.

O governo federal pediu a uma relojoaria da Suíça que ajude a recuperar o relógio de Balthazar Martinot. Embora ainda não haja previsão da vinda dos profissionais ao Brasil, a Curadoria dos Palácios Presidenciais, comandada pelo arquiteto e urbanista Rogério Carvalho, já iniciou as tratativas. Apesar disso, Carvalho acredita que, diferentemente de outras obras vandalizadas, a restauração do relógio será “muito difícil”.

Entre as obras destruídas, estão quadros assinados por Di Cavalcanti e Bruno Giorgi, a mesa de trabalho de Juscelino Kubitschek e a escultura de parede em madeira de Frans Krajcberg. O prejuízo nas sedes dos Três Poderes é estimado em R$ 18,5 milhões.

fonte: noticias.r7.com

Sobre Régis Vallée

DEIXAR UM COMENTÁRIO

Política de moderação de comentários: A legislação brasileira prevê a possibilidade de se responsabilizar o blogueiro ou o jornalista responsável por blogs e/ou sites e portais de notícias, inclusive quanto a comentários. Portanto, o jornalista responsável por este Portal de Notícias reserva a si o direito de não publicar comentários que firam a lei, a ética ou quaisquer outros princípios da boa convivência. Não serão aceitos comentários anônimos ou que envolvam crimes de calúnia, ofensa, falsidade ideológica, multiplicidade de nomes para um mesmo IP ou invasão de privacidade pessoal e/ou familiar a qualquer pessoa. Comentários sobre assuntos que não são tratados aqui também poderão ser suprimidos, bem como comentários com links. Este é um espaço público e coletivo e merece ser mantido limpo para o bem-estar de todos nós.