A Universidade Estadual Paulista (UNESP) está conduzindo uma pesquisa inédita no Brasil para entender o impacto psicossocial das dermatoses pigmentares — como manchas, cicatrizes, queloides, vitiligo e outras alterações de cor na pele — na autoestima e na qualidade de vida das pessoas.
O estudo tem como objetivo traduzir e validar um questionário internacional sobre estigma e viés relacionado à pele, adaptando-o ao português brasileiro. A pesquisa busca voluntários adultos (com 18 anos ou mais) que apresentem alterações visíveis na coloração da pele, como escurecimentos, clareamentos, marcas ou cicatrizes.
A participação é feita por meio de um questionário online, com duração média de 5 a 10 minutos. A UNESP garante que todas as respostas serão anônimas e confidenciais. Os participantes podem interromper a qualquer momento, sem prejuízo algum.
A iniciativa é fundamental para aprimorar o conhecimento sobre as consequências emocionais e sociais dessas condições e, futuramente, contribuir para melhorar o cuidado dermatológico e psicológico no Brasil.

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