Artigos do Autor: Fernando Bruder

Rio de Janeiro: Mãe tranquiliza filha durante intenso tiroteio no complexo de Israel

Um vídeo compartilhado em redes sociais mostram momentos de angústia vividos por mãe e filha, na manhã desta quinta-feira, quando o ônibus em que elas estavam passava pela Avenida Brasil, altura do Complexo de Israel, na Zona Norte do Rio.

As imagens mostram as duas deitadas no chão do coletivo. A menina, muito nervosa, chora. A mãe tenta consolá-la: “Em nome de Jesus, se acalma”.

Fonte: O GLOBO

Fitas K7 ensaia retorno e empresas já oferecem novas opções de toca-fitas

Para conquistar os fãs mais fiéis, que costumam comprar discos de artistas e consumir músicas em vários formatos, como nos streamings, gravadoras estão relançando conteúdos em fita cassete, um sucesso dos anos 1980.

De acordo com uma reportagem do The New York Times, cerca de 23 mil fitas do último álbum da cantora Taylor Swift foram vendidas. Esse número ainda é baixo se comparado ao milhão de cópias vendidas em CD, um formato hoje pouco convencional.

No entanto, o maior obstáculo é a produção dos equipamentos para tocar as fitas, já que as principais fabricantes deixaram o mercado há muito tempo.

Fonte: GLOBONEWS

São Paulo: Médicos batem ponto, mas vão embora sem cumprir jornada de trabalho

Uma investigação do jornalismo do SBT revelou imagens de médicos flagrados registrando o ponto e deixando o local sem cumprir a jornada de trabalho em um dos maiores hospitais públicos de São Paulo.

Um dos médicos, que recebe quase R$ 20 mil por mês, foi visto fazendo compras no mercado durante o horário de atendimento. Outro profissional foi registrado saindo para praticar corrida, logo após marcar a entrada no relógio de ponto, com direito até a alongamento a poucos metros do equipamento.

As imagens mostram a rotina dos médicos no Hospital Estadual de Heliópolis, onde a população enfrenta longas esperas para consultas. Um urologista, Lawrence Aseba Tipo, chegou ao hospital às 5h20 da manhã, mas sua prática real não condiz com a carga horária estipulada. Após marcar o ponto, ele saiu para correr e, mais tarde, voltou para atender alguns pacientes antes de ir embora, sem cumprir a carga de trabalho.

Tipo trabalha em sete locais diferentes, sendo cinco públicos, segundo o Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde. De acordo com o governo paulista, ele recebe R$ 5.394,01, segundo o Portal da Transparência. Ele deveria trabalhar às segundas e quintas-feiras, das 7h às 19h. A “corridinha” é feita, às vezes, em volta do prédio do hospital, enquanto pacientes aguardam atendimento. Abordado pela reportagem, o médico não respondeu às perguntas e…saiu correndo.

Funcionários

Funcionários que não quiseram se identificar por medo de perseguição, afirmaram que com a substituição do ponto digital pelo físico, a situação melhoraria. “Foram instaladas câmeras, tudo, mas, continua. De todas as especialidades, noventa por cento dos médicos fazem isso. Agenda para consulta é uma espera de seis meses para o paciente”, diz um trabalhador.

Foi comprar frutas

Outro médico, o cardiologista Fúlvio Alessandro de Oliveira Souza, também foi flagrado batendo o ponto e saindo do hospital após duas horas de trabalho, alegando atender a compromissos pessoais. Enquanto isso, pacientes aguardam meses por consultas.

Souza, segundo o Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde, trabalha em quatro unidades, sendo o de Heliópolis o único público. Seriam 61 horas semanais de trabalho no local, mais de 12 horas por dia, de segunda a sexta. Em Heliópolis são 20 horas semanais e recebe, do governo paulista, R$ 19.429,79, de acordo com o Portal da Transparência.

O cardiologista deveria trabalhar no hospital três vezes por semana: às terças, das 14h às 18h e, às quintas e sextas, das 8h às 18h. Na vida real, porém, ele fica fora do hospital: leva o filho à escola, vai ao sacolão para comprar frutas e, depois, volta ao centro médico para bater o ponto.

Funcionários relataram que essa prática não é isolada e que a maioria dos médicos em diversas especialidades agem da mesma forma, agravando a crise na saúde pública.

A reportagem tentou contato no celular do cardiologista, mas ninguém respondeu. No momento da ligação, os médicos já sabiam da presença da equipe no Hospital Heliópolis.

A falta de médicos também causa transtornos para os residentes, recém-formados que atendem os pacientes, mas sempre com a supervisão de um médico especialista. “O fato de eu não ter, às vezes, algum auxílio, faz com que a gente possa cometer algum erro ou outro e a gente tá lá, porque a gente quer minimizar isso, a gente não quer cometer esse tipo de erro e muitas vezes não tem ninguém ali pra me orientar”, relata um residente.

Além da ausência de quem recebe salário e não trabalha, há outro problema: a falta de recursos e equipamentos. O SBT entrou em contato com a Secretaria Estadual de Saúde, que afirmou que identificou os profissionais citados pela reportagem e abriu uma investigação para apurar as denúncias. “A pasta repudia a conduta e, sendo comprovadas as irregularidades, os médicos serão punidos”, disse em nota.

“Neste momento, o Hospital Heliópolis passa por obras de melhorias e a unidade já ampliou sua capacidade de atendimento, especialmente de pacientes oncológicos, alcançando mais de mil consultas e duas mil sessões de radioterapia. Mensalmente, são realizadas mais de 15 mil consultas e cirurgias, além de mais de 5.100 sessões de quimioterapia e radioterapia”, afirmou a Secretaria Estadual de Saúde.

Fonte: SBT

Foto: Reprodução

Porto União (SC): Kombi em chamas cruza esquina sem motorista

Uma Kombi em chamas foi flagrada andando sozinha em Porto União, no Norte de Santa Catarina, na quarta-feira (10). As imagens mostram o momento em que o veículo cruzou uma esquina da cidade sem condutor e tomado pelo fogo.

O vídeo do flagrante foi divulgado nas redes sociais e a veracidade dele foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros da cidade. (assista acima).

O caso aconteceu no bairro Cidade Nova, por volta das 11h30. O Corpo de Bombeiros foi acionado e controlou as chamas. Ninguém se feriu, mas os socorristas precisaram usar equipamentos de proteção respiratória por conta da grande quantidade de fumaça.

Morre Maguila aos 66 anos, em decorrência de doença comum em boxeadores

ex-boxeador José Adilson Rodrigues dos Santos, mais conhecido como Maguila, morreu, nesta quinta-feira (24/10), aos 66 anos. Ícone do boxe brasileiro, o pugilista sofria de encefalopatia traumática crônica, conhecida como demência pugilística.

O ex-boxeador estava internado desde 2017, em uma clínica no interior de São Paulo. A encefalopatia traumática crônica é similar ao mal de Alzheimer e é causada por golpes frequentes na cabeça, afetando, principalmente, lutadores.

Maguila ficou em atividade entre os anos 1983 e 2000. Ao todo, foram 85 lutas ao longo da carreira. Ele venceu 77, com 61 nocautes, perdeu apenas sete vezes e teve um empate.

Fonte: Metrópoles
Foto: Reprodução

Menina carregada pela irmã em Gaza está bem; caçula havia sido atropelada

Menina ferida após atropelamento e carregada pela irmã mais velha em Gaza está bem. As crianças reencontraram a mãe, e o fotojornalista que ajudou as menores compartilhou a situação dramática da família, que vive em um campo de refugiados na área central de Gaza.

Nas imagens, a caçula aparece sorrindo e lavando roupas. A irmã mais velha andou descalça por mais de 2 km, e a imagem correu o mundo na última terça-feira (22).

Fonte: GLOBONEWS

Foto: Reprodução

ONU revela quantas atletas femininas perderam medalhas para rivais trans

Um novo relatório das Nações Unidas revelou que atletas femininas perderam quase 900 medalhas para rivais transgêneros competindo em categorias esportivas femininas. O estudo intitulado “Violência contra mulheres e meninas nos esportes” aponta que mais de 600 mulheres foram superadas por competidores que nasceram homens em diversos eventos.

De acordo com o relatório, até 30 de março de 2024, mais de 600 atletas femininas em mais de 400 competições perderam mais de 890 medalhas em 29 esportes diferentes. O documento observa que a substituição da categoria feminina por uma categoria mista resultou em um aumento no número de mulheres que perderam oportunidades, incluindo medalhas, ao competirem contra homens.

Elaborado por Reem Alsalem, relatora especial da ONU sobre violência contra mulheres e meninas, o relatório foi apresentado à Assembleia Geral da ONU no início deste mês. Embora o documento não tenha detalhado quais eventos esportivos resultaram na perda das medalhas ou em qual período, destacou que as “políticas implementadas por federações internacionais e órgãos governamentais nacionais” permitiram que atletas nascidos homens competissem em categorias femininas.

Alsalem argumentou que atletas masculinos possuem características específicas, incluindo níveis mais altos de força e testosterona, que são vantajosos em certos esportes, resultando na “perda de oportunidade justa” para as competidoras. “Algumas federações esportivas exigem a supressão de testosterona para que atletas possam se qualificar em categorias femininas. No entanto, a supressão farmacêutica da testosterona para atletas geneticamente masculinos — independentemente de como se identificam — não eliminará os benefícios comparativos de desempenho que já adquiriram”, escreveu.

Alsalem fez um apelo à ONU para implementar proteções mais fortes para mulheres e meninas nos esportes, sugerindo que categorias abertas sejam criadas e que “testes sexuais não invasivos, confidenciais e simples” sejam necessários para garantir a inclusão e a equidade para as mulheres.

Além do debate sobre gênero, Alsalem destacou que as mulheres também enfrentam o que chamou de “múltiplas formas de violência” no mundo dos esportes, como estereótipos sociais prejudiciais, sexismo persistente e acesso limitado a instalações de treinamento e recursos. “Mulheres e meninas já enfrentam muitas barreiras que impedem sua participação igual e efetiva nos esportes. Além disso, sua capacidade de praticar esportes em condições de segurança, dignidade e equidade foi ainda mais erodida pela intrusão de homens que se identificam como mulheres em esportes e espaços exclusivamente femininos”, afirmou Alsalem.

O relatório surge em um momento em que a participação de atletas transgêneros em esportes femininos continua a ser um tema de debate, especialmente com as eleições se aproximando. Em Nova York, placas publicitárias contrárias à proposta de “Emenda de Direitos Iguais” — que críticos afirmam permitiria que atletas trans competissem contra mulheres — têm aparecido em todo o estado, à medida que se aproxima o dia da votação em 5 de novembro.

“Vote Não para APAGAR as Mulheres”, exclamava uma placa fora do Centro de Feiras do Estado de Nova York, em Syracuse. “Vote Não à Proposição 1 em 5 de novembro.”

Fonte: GAZETA BRASIL
Foto: Reprodução

Pardinho: Policiais militares em patrulhamento capturam foragido da justiça

Policiais militares da 2ª Companhia do 12º Batalhão de Polícia Militar do Interior, em 23 de outubro de 2024, por volta das 14h50, capturaram um procurado pela justiça em Pardinho.

Policiais militares durante o patrulhamento pelo bairro Ninho Verde 2, abordaram um indivíduo e ao realizarem pesquisa no sistema constataram que havia um mandado de prisão contra ele. Diante da situação ele foi conduzido à delegacia de polícia civil de Pardinho, onde o delegado elaborou ocorrência, encaminhando-o a cadeia pública de Itatinga.