Artigos do Autor: Fernando Bruder

No artigo desta semana, Dimas Ramalho destaca “O vaivém da fome”

De todas as divisões que atravessam a sociedade brasileira, a mais cruel e indigna é, sem dúvida, aquela que separa os que têm o que comer daqueles que passam fome. Se historicamente a chaga da fome pode ser explicada por nossos profundos problemas socioeconômicos, o fato de persistir com tanta força até hoje soa paradoxal: o país em que milhões não conseguem alcançar a nutrição básica diária é o mesmo que propagandeia alimentar o planeta com suas safras recordes.

Não faz muito, houve um momento em que essa tragédia nacional parecia próxima de ser superada. Infelizmente não foi o que aconteceu. A grave crise econômica da década passada e a pandemia de Covid-19 fizeram com que parte considerável desses avanços fosse perdida. Hoje, depois de alguma recuperação nos últimos anos, nos encontramos como na imagem do copo meio cheio, meio vazio –ou melhor, do prato.

Segundo dados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) divulgados recentemente pelo IBGE, o Brasil tinha, em 2023, cerca de 64 milhões de pessoas morando em domicílios classificados com algum grau de insegurança alimentar. Esse enorme contingente vivia em 21,6 milhões de domicílios, os quais correspondiam a 27,6% do total de habitações do país à época.

Trata-se –e esse é o prato meio cheio– de uma redução significativa frente ao levantamento anterior, relativo ao período 2017-2018, quando a insegurança alimentar atingiu a indecente proporção de 36,7% dos domicílios do país.

Por outro lado, o prato meio vazio é o fato de que não apenas quase 3 em cada 10 moradias brasileiras enfrentam algum grau de insegurança alimentar como ainda nos encontramos numa situação pior do que há uma década, quando esse índice era de 22,6%.

O conceito de insegurança alimentar utilizado pelo IBGE divide-se em três níveis e considera tanto a quantidade como a qualidade da comida que é posta na mesa. O primeiro nível, denominado leve, refere-se à preocupação ou à incerteza quanto ao acesso aos alimentos no futuro. Nessa condição, a qualidade da alimentação pode ser afetada para não comprometer a quantidade. A moderada, por sua vez, alude a modificações nos padrões habituais da alimentação entre os adultos de um domicílio concomitante à restrição na quantidade de comida.

Já a insegurança alimentar grave caracteriza-se pela ruptura do padrão usual de alimentação, com comprometimento da qualidade e redução da quantidade de comida de todos os membros da família, inclusive das crianças. É a fome. No ano passado, de acordo com o IBGE, 8,7 milhões de brasileiros enfrentavam essa situação obscena.

Em “Quarto de Despejo”, o diário em que Carolina Maria de Jesus narra a dura rotina numa favela paulistana nos anos 1950, a catadora de papel escreve que a tontura da fome é pior que a do álcool. “A tontura do álcool nos impele a cantar. Mas a da fome nos faz tremer. Percebi que é horrível ter só ar dentro do estômago”. Buscando a sobrevivência própria e dos filhos nos lixos da metrópole, Carolina encontrou a cor da fome. Ela descobriu que todas as coisas –o céu, as árvores, as pessoas, os bichos – ficavam amarelas quando a falta de alimentos no corpo atingia o limite do suportável.

A experiência devastadora da fome também foi registrada por Nelson Rodrigues. O escritor descreve em suas memórias o horror que se abateu sobre sua família após a morte do pai e o fechamento do jornal que provia o sustento de todos. “Não tinha roupa ou só tinha um terno; não tinha meias e só um par de sapatos (…); e quantas vezes almocei uma média e não jantei nada?”. Nesse tempo de extremas privações, conta Nelson, ele chegou a transformar-se em outro. “Assim como não me reconheço na adolescência, também não me reconheço na fome. Durante aquele período, a fome apagou minha identidade. Eu não era eu mesmo”.

Em 2014, parecia que histórias como essas se tornariam em breve coisa apenas do passado. Naquele ano, o Brasil saiu do Mapa da Fome das Nações Unidas, instrumento que avalia e monitora a situação alimentar em todo o mundo. Na metodologia da ONU, um país deixa de pertencer a esse grupo quando menos de 2,5% de sua população sofre com a falta crônica de alimentos.

Isso, claro, não aconteceu por acaso. Por trás dessa conquista civilizacional estavam décadas de políticas públicas consistentes e bem-sucedidas, como amplos programas de transferência de renda, incremento na merenda escolar e incentivos à agricultura familiar. De 2002 e 2014, por exemplo, o percentual de brasileiros considerados em estado de subalimentação caiu impressionantes 82%.

Mas a esperança durou pouco. A profunda recessão econômica dos anos seguintes fez com que, já em 2018, o Brasil voltasse a figurar no mapa da ONU. Esse quadro se agravaria ainda mais com a pandemia e a fragilização das políticas de segurança alimentar ocorrida em sequência. Apesar de tantos retrocessos, a melhora verificada pelo IBGE no ano passado traz um sinal auspicioso.

Josué de Castro, o homem que revolucionou o estudo da miséria no Brasil, disse uma vez que o primeiro direito humano é o de não passar fome. O país já mostrou que sabe como vencer o mal da insegurança alimentar; cumpre agora retomar esse caminho.

Dimas Ramalho é conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo

Jaú: Beneficiado com “saidinha” é preso novamente após sair no horário noturno

Preso de “Saidinha” em Jaú é levado de volta para o Presídio. Cabos Cavalcanti e Olivieri participaram da prisão
A Polícia Militar deteve um homem de 39 anos no Jardim Pires de Campos, na madrugada desta sexta-feira (14).
Ele era beneficiado pela saída temporária de presos, a famosa”SAIDINHA “, e foi localizado após o sistema o sinal da tornozeleira eletrônica acusar que ele havia deixado sua residência no período noturno, ou seja fora do horário permitido.
Devido ao descumprimento da medida imposta pelo benefício, ele foi conduzido de volta para o presídio onde cumpria pena pelo crime de furto.

Bauru: Homem de 45 anos morre dois dias após ser espancado

Um homem de 45 anos morreu nesta sexta-feira (14), na véspera do seu aniversário, dois dias após ser brutalmente espancado por ao menos três homens no Núcleo Residencial Beija Flor, em Bauru. De acordo com o registro policial, ele também foi alvo de disparo de arma de fogo.

As agressões, possivelmente a pauladas, ocorreram no início da madrugada de quarta-feira (12), na rua Antônio Fernandes Órfão Júnior. Segundo o BO, Emerson Carlos Masiero foi encontrado por uma equipe da Polícia Militar (PM) caído na rua, inconsciente, com ferimentos na cabeça.

O homem foi socorrido por viatura do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Pronto-Socorro Central (PSC), onde foi intubado. Em coma, ele foi transferido para o Hospital de Base (HB) de Bauru, onde teve a morte encefálica constatada na tarde desta sexta.

De acordo com o registro policial, exames médicos apontaram que, além de uma fratura extensa no crânio, a vítima apresentava ferimentos decorrentes de disparo de arma de fogo. O corpo foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) local e o homicídio será investigado pela Polícia Civil.

Fonte: JCNET

Foto: Reprodução

Bauru: Bebê de 9 meses morre em grave acidente na Rodovia Bauru – Jaú

Um carro capotou e atingiu outro veículo, na tarde desta sexta-feira (14), por volta das 16h45, na altura do quilômetro 226 da rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-225), a Bauru-Jaú, nas proximidades do acesso ao Vale do Igapó, em Bauru. Um bebê de nove meses morreu e outras três pessoas sofreram lesões graves.

De acordo com o registro policial, um Volkswagen Voyage trafegava no sentido Bauru-Jaú quando, por razões a serem esclarecidas pela polícia, o condutor perdeu o controle da direção, invadiu o canteiro central, capotou e acabou atingindo um Fiat Argo que seguia no sentido Jaú-Bauru.

Os três ocupantes do Voyage – um homem de 32 anos, a esposa, de 27, e o filho do casal, um menino de nove meses -, além do condutor do Argo, de 42, sofreram ferimentos graves e foram levados ao Pronto-Socorro Central (PSC). O bebê não resistiu e morreu no hospital, logo depois.

O acidente mobilizou equipes da Polícia Militar Rodoviária, Concessionária Eixo SP e Corpo de Bombeiros e o trânsito teve de ser desviado pela marginal do km 226, sentido oeste. A Polícia Científica foi acionada para fazer perícia no local e a ocorrência será registrada no plantão policial de Bauru.

Fonte: JCNET

Foto: Reprodução Rede Social

Vacinação contra a Poliomielite é prorrogada até o final do mês de junho

Imunização é a principal forma de prevenção contra a doença para crianças menores de 5 anos. Vacina está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS).

O Governo de São Paulo prorrogou, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite até o final de junho para os 645 municípios. O público-alvo são as crianças de 1 a 4 anos. Já as menores de 1 ano serão avaliadas a situação vacinal, iniciando ou completando a caderneta de acordo com a idade.

A Poliomielite, também chamada de Paralisia Infantil, é uma doença grave que pode causar paralisia permanente. Ela foi eliminada no Brasil por causa da vacinação, mas isso não significa que o perigo não exista mais. Pais ou responsáveis devem levar os menores de 5 anos à unidade mais próxima para tomar a vacina e atualizar a caderneta de vacinação.

As unidades de saúde de Botucatu funcionam de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30 e a Sala de Vacinação Noturna, que atende no Centro de Saúde Escola, fica aberta de segunda a sexta-feira, das 18 às 21h30. Para vacinar, a criança deve estar acompanhada dos pais ou responsáveis e portar a carteirinha de vacinação e documento de identificação.

Serviço:
Secretaria Municipal de Saúde
Rua Major Matheus, 07–Vila dos Lavradores
Telefone: 3811-1100

Domingos Neves fala sobre sua pré-candidatura à Prefeitura de Botucatu

Alpha Notícias iniciou nesta segunda-feira (17), séries de entrevistas com os pré-candidato à prefeito de Botucatu; Recebemos o primeiro pré-candidato pela federação PT – PV – PCdoB Domingos Neves Carvalho.

Neves é funcionário público tendo como sua pré-candidata a vice a assistente social Maria Bernadete Francisco. Integram a composição de chapa o Partido dos Trabalhadores (PT), Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e o Partido Verde (PV), como partidos da federação.

Domingos Neves nasceu em Arapoema (TO), filho de camponeses. Migrou com a família ao Pará nos anos 1970, onde inciou os estudos e começou sua vida política ao ingressar na Pastoral da Juventude da Paróquia Cristo Redentor, em Redenção (PA). Mora em Botucatu desde a década de 2010, sendo pai de quatro filhos.

É formado em Administração pela Faculdade Unitins, atuando como analista administrativo no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu. Cursa especialização em gestão pública. É delegado do Sindicato dos Trabalhadores na Saúde (SindiSaúde) e membro do Conselho Deliberativo do Hospital das Clínicas, representando os trabalhadores.

Para Domingos a participação popular na gestão da prefeitura é crucial, por essa razão caso eleito, vão trabalhar junto, as demandas e as dificuldades a população conhece bem.

Alpha Notícias: “Quais as bandeiras que você defende?

Neves: “Na verdade, as bandeiras são construídas coletivamente, mas a nossa bandeira central, que foi acumulada nessas discussões, é colocar o povo no centro das decisões políticas da cidade. Vamos discutir o desenvolvimento da infraestrutura, economia, da saúde e da educação, numa perspectiva onde o cidadão, além de ser um patrocinador, vai fazer parte nas tomadas das decisões, e nesse sentido, garantir ampla participação na gestão que a gente quer oferecer à cidade.”

 

Acompanhe a entrevista completa através do link

Quanto pode render o novo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)

O Supremo Tribunal Federal (STF) definiu mudanças no cálculo do Fundo de Garantia em votação concluída na última quarta-feira (12). Assim, surge um novo FGTS. E uma nova remuneração também.

Nesse sentido, o IPCA passa a ser adicionado ao valor depositado por trabalhadores e empresas. Trata-se do Índice de Preços ao Consumidor Amplo, principal indicador de inflação do país.

Mas isso só acontecerá quando a TR+3% ficar inferior ao índice. TR é a chamada Taxa Referencial.

“Essa decisão representa um avanço significativo na proteção dos direitos dos trabalhadores, garantindo que o FGTS renda, no mínimo, o equivalente à inflação, preservando de maneira mais eficiente o poder de compra dos saldos”, avalia Marcos Piellusch, professor da FIA Business School.

Quando começa a valer a nova forma de correção do FGTS?

A nova forma de correção do FGTS, que garante ao menos a inflação como índice de correção, começa a valer para novos depósitos a partir de 2025.

Além disso, ficou definido que a correção “não retroagirá para os depósitos realizados no passado”, acrescenta Henrique Soares Melo, do NHM Advogados.

Assim, a remuneração do valor contido no FGTS até 2025 não será alterada. “Em princípio permanece sendo remunerada pela TR (taxa referencial) + 3%”, explica Melo.

Correção é pela variação mensal ou anual?

Não há consenso entre os especialistas consultados pela Inteligência Financeira. Assim, não há certeza sobre se o indicador aplicado será mensal ou anual. Isso pode ser um problema para aplicação do cálculo do novo FGTS.

Inclusive, segundo Melo, esse ponto poderá ser contestado pelo governo para a não aplicação da nova regra.

Como vou saber quais contribuições serão corrigidas pela poupança?

O extrato do FGTS conterá as contribuições corrigidas pela nova regra e as contribuições antigas. Ele ficará disponível no aplicativo, site e agências da Caixa Econômica Federal.

“Em suma, o extrato detalha os lançamentos mensais. Isso inclui depósitos feitos pelo empregador e ajustes anuais de correção”. A explicação é de Alberto Macedo, advogado da área Trabalhista do escritório Böing Vieites Gleich Mizrahi Rei Advogados.

Luciana Ikedo, planejadora financeira, aconselha o cidadão a acompanhar a evolução do IPCA. Assim, é possível comparar com a variação do saldo da conta FGTS.

“Uma forma simples de acompanhar a variação do IPCA é pela calculadora do cidadão“, acrescenta.

Haverá uma conta FGTS nova a partir da decisão?

As contas existentes serão ajustadas para aplicar a nova forma de correção pela inflação. A afirmação é de Piellusch.

Nesse sentido, o professor diz que “os saldos serão atualizados conforme a nova metodologia, sem necessidade de criar outras contas”.

Quanto renderá R$ 100 mil no FGTS em 1 ano a partir da nova decisão?

Em um cenário hipotético, mas próximo da relidade, o IPCA a 4% ao ano geraria rendimento de R$ 4 mil para uma conta que detenha R$ 100 mil. Isso se ficar definido que o cálculo é sobre a variação anual.

  • R$ 100.000×0,04=R$ 4.000

Portanto, ao final de um ano, o saldo corrigido seria de R$ 104 mil.

Quanto renderá R$ 10 mil no FGTS em 1 ano a partir da nova decisão?

Dessa forma, usando a mesma suposição de uma inflação de 4% ao ano, o rendimento de um saldo de R$ 10 mil seria:

  • R$ 10.000×0,04=R $400

Assim, ao final de um ano, o saldo corrigido seria de R$ 10.400.

Alesp aprova projeto que prevê venda de animais somente após castração

Após idas e vindas ao plenário, os deputados da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovaram na tarde desta quarta-feira (12) o projeto de lei (PL) que regulamenta a venda de cães e gatos no território paulista.

O texto do PL estabelece as seguintes condições para a comercialização dos animais:

Cães e gatos só poderão ser vendidos ou doados com idade mínima de 120 dias (três meses), castrados, microchipados e totalmente vacinados;
Apenas filhotes castrados até os quatro meses de vida poderão ser vendidos, exceto no caso de cães policiais, guias ou de assistência terapêutica, que deverão ser castrados até os 18 meses;
Os filhotes devem conviver com suas mães por pelo menos seis semanas;
No ato da venda, os estabelecimentos devem fornecer um laudo médico veterinário que ateste a condição de saúde regular do animal;
Os pets devem ser microchipados e registrados em bancos de dados;
Proíbe a venda de cães e gatos por pessoas físicas;
Proíbe a exposição de cães e gatos em vitrines fechadas ou em condições exploratórias que causem desconforto e estresse aos animais.

Em caso de infração, o PL estipula as sanções previstas na Lei Federal nº 9.605/98, que trata de punições penais e administrativas para condutas e atividades que lesem o meio ambiente, incluindo fauna e flora.

Para começar a valer, o projeto tem que ser sancionado pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), autor do PL, que é a versão reformulada de uma proposta anteriormente vetada por ele.

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Pressão, veto e reformulação
Em outubro de 2023, Tarcísio vetou integralmente o PL 523/23, que proibiria a venda de gatos, cachorros e pássaros domésticos em pet shops e plataformas de compra e venda dentro do território paulista.

A proposta do deputado Rafael Saraiva (União) previa ainda a criação de um cadastro estadual, para que somente criadouros que respeitem a legislação vigente, tendo como prioridade o respeito e o bem-estar animal, comercializassem os animais mencionados. Infrações seriam passíveis de multa.

O texto desagradou empresários e entidades voltadas para a comercialização de produtos para pets. Na época, o g1 noticiou que o grupo estava pressionando o governador pelo veto total do PL, argumentando que ele seria inconstitucional por violar o direito de propriedade e livre-comércio, a livre-iniciativa e a liberdade econômica do setor privado.

Com a pressão de ambos os lados — tanto daqueles favoráveis como contrários ao projeto —, a saída encontrada por Tarcísio foi promover o veto total e enviar uma nova proposta de lei para a Casa legislativa.

O governador propôs um novo projeto sobre a regulamentação do comércio de cães e gatos no estado, deixando de fora pássaros e a criação do Cadastro Estadual do Criador de Animal (Ceca). A decisão foi celebrada pelo sindicato dos empresários lojistas de pet shops (Sindilojas-SP), que a classificou como uma vitória para a livre-iniciativa e para “a causa da verdadeira proteção animal”.

Após a votação desta quarta, o deputado Rafael Saraiva falou sobre algumas conquistas obtidas com a aprovação do projeto.

“Eu tive a oportunidade, com apoio dos meus colegas aqui da Alesp, de aprovar uma emenda aglutinativa que melhora esse projeto e que obriga que todo animal vendido no estado de São Paulo seja vendido castrado. É o estado de São Paulo fechando o cerco contra a criação clandestina de animais.”

Fonte: G1