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Sabesp faz reparo emergencial em adutoras afetadas por chuvas em Botucatu e pede uso racional de água

A Sabesp informa que as fortes chuvas da madrugada desta segunda-feira, 10, provocaram o desabamento das pontes das Ruas Rafael Sampaio e Emílio Cani, que atravessam o Rio Lavapés, além da Rua dos Costas, em Botucatu, causando estragos nas adutoras de água tratada que atendem as regiões Oeste, Sul e Leste da cidade.

Equipes da Companhia estão mobilizadas para realizar os reparos das adutoras, mas, devido ao grande porte dos serviços, o fornecimento de água pode ficar prejudicado nos seguintes bairros:
• Zona Leste: Vila Mariana, Vila Maria, Jardim Brasil, Boa Vista, Bairro Alto, Jardim Bandeirantes, Jardim Ciranda, Jardim Cristina, Parque Serra Negra, Vila Cidade Jardim, Residencial Arlindo Durante, Vila Solange, Conjunto Habitacional Antônio Hermínio Dellevedove, Vila Santa Clara, Vila Contin, Vila Éden, Jardim Peabiru, Jardim Vista Linda, Parque Residencial Nazaré, Vila Auxiliadora, COHAB II, Vila Bela Vista, Jardim Dona Nicota.
• Zona Sul: Vila Regina, Vila Santa Catarina, parte da Vila Lavapés, Vila Santa Terezinha.
• Zona Oeste: Vila São Lúcio e Recanto Azul.

A Sabesp recomenda o uso racional da água. A Companhia segue à disposição pelos telefones 195 e 0800 055 0195 (ligações gratuitas) ou pela Agência Virtual no site www.sabesp.com.br. Os clientes também podem utilizar o aplicativo da Sabesp para Android e iOS.

fonte: Assessoria de Imprensa da Sabesp

Equipes da Prefeitura de Botucatu trabalham para reparar transtornos após forte chuva

Grande parte do efetivo da Prefeitura de Botucatu, em especial equipes das Secretarias de Infraestrutura, Verde, Saúde e Assistência Social trabalham na manhã desta segunda-feira, 10, em busca de reparar os transtornos causados pela tempestade que atingiu o Município na última madrugada.

Dados meteorológicos registraram 122 milímetros de chuva entre 0h e 04 horas, o que causou alagamentos, quedas de muros de residências, de árvores e até o desabamento de uma ponte na Rua Rafael Sampaio, na região do Camelódromo. Outras pontes que ligam a região Central do Município a bairros como Boa Vista, Bairro Alto e Vila Jardim foram interditadas por apresentarem riscos estruturais.

Outra ponte, na Rua Quintino Bocaiúva, por onde passa o Rio Tanquinho, também está interditada.

Equipes da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e Guarda Civil Municipal realizam desde as primeiras horas dessa segunda-feira, 10, o atendimento a famílias prejudicas pela chuva, bem como a interdição de vias e imóveis danificados.

O Ginásio Municipal de Esportes “Mário Covas Júnior” está recebendo famílias desabrigadas. Servidores da Secretaria Municipal de Assistência Social já acompanham os casos para atuarem de forma rápida e efetiva.

O Prefeito Mário Pardini, que também acompanha in loco o trabalho das equipes, decretou Estado de Emergência e Calamidade Pública na Cidade em decorrência das fortes chuvas.

O Fundo Social de Solidariedade de Botucatu está recebendo doações para auxiliar as vítimas das chuvas. Podem ser doados roupas, mantimentos, produtos de higiene, roupa de cama, móveis e colchões. As doações devem ser feitas no Fundo Social: Rua General Teles, 1434 – Centro. Telefone: 3811-1524.

Paróquia manda carta por correio aos fiéis avisando que dízimo está atrasado em Nova Fátima: ‘Cobrança que chateia’

A Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Nova Fátima, no Norte Pioneiro do Paraná, enviou cartas aos fiéis para alertar que as contribuições do dízimo estavam atrasadas.

Em uma das cartas, assinada pelo Padre Nelson Mendes Vasconcelo, Dom Manoel, Dom Getúlio e pela Pastoral do Dízimo, o texto incluía a seguinte mensagem:

“Constatamos através do sistema dos dizimistas que o seu dízimo está atrasado desde janeiro de 2018. Sendo da vontade de Deus, se você quer assumir o compromisso de dizimista, favor procurar a Secretaria Paroquial. ‘O dízimo é bíblico e é um compromisso com Deus e com a igreja’. Deus vos abençoe. Amém”.

Uma familiar de uma moradora da cidade, que preferiu não se identificar, disse que a carta chegou na primeira semana de fevereiro pelo correio.

“Ela [moradora] me ligou dizendo: ‘Você não vai acreditar, recebi uma cobrança do dízimo hoje’. Ela estava muito constrangida, falou que não tinha nem jeito para aparecer na igreja mais. Segundo ela, é uma cobrança que chateia e desanima”, afirmou a familiar.

A mulher contou ainda que ela e a família sempre frequentaram a igreja mas, há algum tempo, já preferiam participar de celebrações em outras paróquias da região.

“A vida toda eu fui coroinha, sempre participamos mas, ultimamente, ninguém mais vai por causa do padre. Ela [moradora] disse que parou de contribuir no envelope do dízimo após outros paroquianos relatarem que deram R$ 10, e o padre disse que era esmola. Mas, ela [moradora] continuou colocando o dinheiro na caixinha na hora da oferta”, explicou ela.

O que diz o padre

O advogado do pároco, afirmou que as correspondências emitidas pela Paróquia Nossa Senhora de Fátima, a todos os fiéis cadastrados, “foram somente com intuito de lembrá-los que não estão contribuindo com os dízimos mensais, da forma em que vinham fazendo nos anos anteriores”.

Além disso, segundo o advogado, em momento algum os fiéis foram cobrados. A finalidade do envio das cartas foi com objetivo de alertar a comunidade sobre a importância de ser dizimista, conforme a defesa do padre.

“A contribuição do dízimo é bíblico e, de acordo com o texto presente em Malaquias Cap. 3, Vers. 10, é uma forma dos fiéis serem abençoados através dos propósitos feitos com Deus. Desde já, fica esclarecido que, grande parte das contribuições/dízimos dos fiéis, são utilizadas para manutenção de projetos sociais, os quais beneficiam toda a comunidade Fatimense”, completou o advogado.

G1 tenta contato com a Paróquia Nossa Senhora de Fátima e com a Diocese de Cornélio Procópio.

fonte: G1

Movimento evangélico em forma de festival leva milhares a estádios no país

Milhares de pessoas participaram neste sábado, 08, de um evento evangélico em forma de festival que lota três estádios, em São Paulo e em Brasília. É o evento The Send, campanha internacional com participação de igrejas, organizações não governamentais, escolas e entidades civis.

O evento, que aconteceu no Morumbi e no Allianz Parque, na capital paulista, e no Mané Garrincha, na capital federal.

Começou às 10h e seguiu até as 22h deste sábado.

A organizadora e promotora do The Send é a The Send House of Prayer, que tem “o propósito de despertar a Igreja para jejum e oração”. A agenda do evento é formada por shows, palestras, cultos e workshops para a formação de missionários.

São cerca de 110 atrações, entre pregadores e cantores nacionais e internacionais, que se revezam nos palcos durante todo o dia.

O evento foi transmitido ao vivo pelos organizadores e tem sido multiplicado nas redes sociais em postagens dos participantes, em São Paulo e Brasília.

O evento é parte do movimento que surgiu há 18 anos, com movimento The Call, nos Estados Unidos.

fonte: UOL

Ato infracional e tráfico de drogas levou indivíduo à cadeia pela GCM no Jardim Ciranda

No início da noite de ontem, dia 08, a Equipe GAPE (Grupo de Ações Preventivas Especiais) com os gcms Lima, Zambonato e Fabris em patrulhamento preventivo comunitário pelos Próprios Municipais do Jardim Ciranda, Praça Botumirim, avistaram dois indivíduos em atitude suspeita sentados no banco.

Ao perceberem a presença da viatura, levantaram e tentaram empreender fulga, um deles dispensou uma sacola, foi feito a abordagem e em busca pessoal no elemento que dispensou a sacola, foi localizado em suas vestes uma parangas de maconha e R$ 30,00 em dinheiro.

Foi verificado que na sacola dispensada haviam 14 parangas de maconha, de pronto o adolescente de 15 anos informou que as drogas eram de sua propriedade, que faz a venda pelo local.

Foi dado ciência a genitora, em seguida o adolescente foi conduzido até o Plantão Policial, a autoridade, dra. Simone Alves Firmino tomou ciência dos fatos.

Foi elaborado um boletim de ocorrência de ato infracional/tráfico de droga, o menor foi encaminhado ao NAI (Núcleo de Assistência Inicia) ficando a disposição da justiça.

O segundo suspeito logrou êxito na fulga.

fonte: GCM

Roupa Nova completa 40 anos como caso raro de longevidade e sucesso no universo pop

São poucas as bandas, em todo o universo pop, que chegam aos 40 anos. São mais raras as bandas que completam quatro décadas em atividade sem interrupções e com a mesma formação. São ainda mais raras as bandas que continuam mobilizando pequenas multidões a cada show, mesmo tendo atravessado eventuais períodos de baixa produtividade e de queda de popularidade.

O sexteto carioca Roupa Nova é uma dessas raríssimas bandas. Formada em 1980, com direito a batismo com música inédita de Milton Nascimento e Fernando Brant (1946 – 2015), a banda Roupa Nova completa 40 anos em 2020 como caso singular de longevidade no universo pop brasileiro e mesmo mundial.

A efeméride será comemorada com gravação de show programado para 6 de junho, na Jeunesse Arena, no Rio de Janeiro (RJ), cidade natal do grupo.

O Roupa Nova tem muito o que festejar. Afinal, trata-se de banda que, mesmo sempre distante do hype e mesmo há anos fora das paradas oficiais e das playlists do momento, se mantém na ativa, com sucesso, por conta da fidelidade do público.

É fato que, no último álbum, As novas do Roupa (2019), o grupo tentou se atualizar com os sons do mercadão pop da atualidade e flertou com o universo sertanejo na (boa) música Luzes de emergência (Samuel Deolli, Davi Jonas e Lucas Santos, 2018). Contudo, em essência, a banda sempre permaneceu fiel ao pop romântico, simples e eficiente que lhe garantiu sucessivos hits na parada tecnopop dos anos 1980.

Nessa década áurea, Cleberson Horsth (teclados e vocal), Kiko (Eurico Pereira da Silva Filho, violão, guitarra e vocal), Nando (Luiz Fernando Oliveira, baixo e vocal), Paulinho (Paulo César dos Santos, voz, percussão e vocal), Ricardo Feghali (teclados, violão, guitarra e vocal) e Serginho (Sérgio Herval Holanda de Lima, voz, bateria e vocal) foram minimizados, quando não desprezados, pelos críticos de música de época por conta do som enquadrado nos moldes da indústria pop da década.

Se os críticos relegavam o grupo ao terceiro ou quarto escalão do pop, os produtores e técnicos de estúdio sabiam que o sexteto aglutinava músicos de primeira linha e, por isso mesmo, os integrantes do Roupa Nova sempre foram requisitados para polir gravações de estrelas da MPB como Gal Costa e Simone com o verniz pop melodioso do grupo. Estrelas que nem sempre deram o devido reconhecimento ao grupo.

Roupa Nova na imagem promocional dos 40 anos de carreira da banda — Foto: Divulgação

Roupa Nova na imagem promocional dos 40 anos de carreira da banda — Foto: Divulgação

Com razão, o Roupa Nova guarda mágoas do panteão da MPB e dos críticos que quase nunca os reconheceram como talentos do pop nacional. Ainda vivas, essas mágoas saltaram ao longo das páginas do livro Tudo de novo – Biografia oficial do Roupa Nova (2013).

Nesse livro, a jornalista Vanessa Oliveira narrou a história do Roupa Nova, cujas origens remontam ao fim dos anos 1960 com a formação de duas bandas, Los Panchos Villa e Os Famks, criadas para animar os bailes da vida. Foi dos Famks (grupo que em 1976 abarcou Kiko, Ricardo Feghali e Paulinho, os três egressos do grupo Los Panchos Villa), que surgiu o embrião do Roupa Nova.

Esse embrião cresceu quando Serginho entrou no grupo, por volta de 1978. Mas a formação oficial da banda aconteceu somente em 1980, com o aval e a imposição de Mariozinho Rocha, executivo que integrava o staff da gravadora Philips, para o grupo abandonasse o nome Os Famks e passasse a se chamar Roupa Nova na carona do título da música inédita de Milton Nascimento e Fernando Brant.

Em 1980, o mercado fonográfico do Brasil já começava a se abrir para o pop arejado de bandas como A cor do Som, Boca Livre e 14 Bis. Nos três primeiros álbuns, o Roupa Nova entrou nessa onda com som alto astral, um pop leve e romântico de verão. As canções Bem simples (Ricardo Feghali e Mariozinho Rocha, 1981), Sapato velho (Mu Carvalho, Claudio Nucci e Paulinho Tapajós, 1978) – música lançada em disco pelo Quarteto em Cy, mas propagada nas vozes harmoniosas do Roupa Nova em gravação de 1981 – e Anjo (Renato Correa, Claudio Rabello e Dalto, 1983) fizeram sucesso, no rastro da seminal Canção de verão (Luis Guedes e Thomas Roth, 1980).

A banda Roupa Nova tem origem em grupos de baile que se formaram no fim dos anos 1960 — Foto: Divulgação

A banda Roupa Nova tem origem em grupos de baile que se formaram no fim dos anos 1960 — Foto: Divulgação

Contudo, o Roupa Nova somente começou a criar o próprio modelo de som quando se transferiu da Philips para a RCA, em 1984, e investiu em repertório autoral, sob a batuta de Miguel Plopschi. O público e o sucesso foram amplificados, sobretudo a partir do álbum de 1985, disco que legou baladas como Seguindo no trem azul (Cleberson Horsth e Ronaldo Bastos) e Linda demais (Kiko e Tavinho Paes), além da regravação de Dona (Luiz Carlos Sá e Guarabyra, 1982).

E merece aplausos de pé por ter permanecido 40 anos em cena com casas cheias, com público renovado (a partir do projeto acústico gravado nos anos 2000) e com a mesma formação (quase desmontada, por um triz, quando Serginho cogitou deixar a banda ao se converter à religião evangélica).

O Roupa Nova é exemplo de que o universo pop recompensa quem persevera longe do hype e das modas. A roupa nem sempre foi nova, ao contrário do que faz acreditar slogan da atual campanha publicitária protagonizada pelo grupo, mas sempre coube perfeitamente no gosto popular ao longo dos 40 anos de vida da banda carioca.

fonte: G1

Estudos científicos explicam que ouvir Heavy Metal faz bem à saúde!

Afinal, ao contrário do que muitos moralistas gostam de transmitir, a música Heavy Metal promove a saúde mental. Não sou eu que o digo, mas sim vários estudos científicos e artigos académicos que revelam como este género musical emana vibrações positivas, sobretudo nos jovens.

Para comprovar esta teoria hoje vou falar-lhe de exemplos que apontam as vantagens para os fãs de Heavy Metal, num claro contraste com as ideias que muitas vezes são associadas a esta comunidade (assim como acontece com os adeptos de jogos), que integra bandas como os Metallica, Pantera, Black Sabbath, Megadeth, Motörhead, Slayer ou Iron Maiden, entre muitas outras.

O primeiro estudo que gostaria de focar foi realizado pela University of South Australia, sendo publicado no Journal of Community Psychology. Basicamente, esta pesquisa declara que ouvir música Heavy Metal pode melhorar a saúde mental de uma pessoa.

Segundo este estudo, os sons pesados possuem um efeito positivo em indivíduos com idades entre 18 e 24 anos que estão envolvidos com o género metal. A pesquisa declara que o engajamento musical e social fornecido por esta comunidade transmite uma mentalidade positiva aos seus elementos.

O estudo realizado na Austrália com foco num grupo de 28 jovens (23 homens e 5 mulheres), concluiu ainda que estas pessoas sentem-se parte de uma comunidade protectora, ajudando a manterem-se afastados das drogas, atos violentos e problemas com a polícia. A explicação é simples: os membros desta comunidade focam-se em encontrar grupos de amigos.

Em conclusão, a pesquisa levada a cabo pela University of South Australia revela que a música com sonoridade pesada ajuda a lidar com problemas pessoais, impulsionando ainda o amadurecimento dos jovens que enfrentam problemas familiares ou sociais.

Ouvir Heavy Metal não faz mal, pelo contrário!

Para ajudar às conclusões do estudo apresentado em cima, gostaria de acrescentar as afirmações do psicólogo Nick Perham, professor da Universidade Metropolitana de Cardiff (País de Gales), que se dedica a entender como o Heavy Metal pode trazer benefícios à saúde.

Num artigo recente o psicólogo afirmou que a má reputação da música pesada é injusta, pois este género musical provoca efeitos positivos, ajudando as pessoas a serem mais generosas, enquanto aumenta a capacidade intelectual do cérebro.

O texto de Nick Perham, publicado no “The Conversation” em Julho/2019, integra uma série de estudos de pesquisadores de todo o mundo, sendo baseado nas suas conclusões. Assim, ele defende a ideia que os fãs de Heavy Metal são mais abertos a novas experiências do que os outros, seguindo aliás as afirmações da Associação de Psicologia dos EUA.

Outro aspecto importante a referir é que existem pesquisas que advogam que os adolescentes e adultos seguidores de bandas Heavy Metal têm tendência para sofrer com depressão e ansiedade. Contudo, não é o estilo de música que provoca esse tipo de doenças mentais, pelo contrário, a sonoridade pesada atrai os fãs com essas características precisamente por ser complexo e por aliviar a dor que sentem.

Apesar de muitas letras das canções de metal possuírem conteúdo violento, motivando aliás boa parte das críticas que os puritanos fazem sobre a ligação com atitudes agressivas, um estudo da Royal Society defende a ideia que esse facto não é necessariamente verdade. Outra pesquisa publicada no jornal “Self and Identity”, declara que os seguidores deste género musical tornam-se a longo prazo em pessoas mais “felizes e ajustadas” do que os fãs de outros estilos musicais.

Vejamos o que diz Nick Perham a este respeito: “Apesar das letras muitas vezes serem violentas em algumas canções de Heavy Metal, as pesquisas publicadas recentemente mostraram que os fãs não são sensibilizados com a violência, o que põe em dúvida os efeitos negativos anteriormente assumidos da exposição a longo prazo a essa música. De fato, os estudos mostraram que os fãs a longo prazo eram mais felizes durante a sua juventude e melhor adaptados na meia-idade em comparação com os seus colegas que não são fãs. Outra constatação é a de que o Heavy Metal não aumenta a raiva em quem ouve, mas sim as suas emoções positivas, sugerindo que ouvir música extrema representa uma maneira saudável e funcional de processar a raiva.”

Para concluir apontamos ainda um artigo da organização “Frontiers”, denominado “Extreme metal music and anger processing”, que revela como o Heavy Metal promove o aumento das emoções positivas, sem esquecer outro estudo da mesma fonte, que declara que os ouvintes de música pesada têm tendência para desenvolverem melhor as suas capacidades intelectuais do cérebro e participarem em atividades académicas.

Assim, se você é fã de Heavy Metal e enfrenta acusações ou oposição por parte dos seus pais, professores, amigos ou colegas, então continue a ouvir o que muito bem lhe apetece e não perca a oportunidade de lhes mostrar este artigo para lhes mostrar como estão errados nos seus preconceitos!

Acidentalmente, pai compra dinossauro de seis metros de comprimento para filho

Um pai faz qualquer coisa pelo filho, certo?! Mas, às vezes, a criançada pede alguns presentes que são impossíveis de se dar… não para Andre Bisson, pai do pequeno Theo, de Guernsey, uma ilha no canal da Mancha localizada na costa da Normandia. O pedido do menino de quatro anos foi simples: o maior carnotauro, um dinossauro carnívoro que viveu durante o período Cretáceo, do mundo! E, meio sem querer, o pai atendeu o pedido.

A criança é obcecada por dinossauros e não foi o primeiro presente que ele ganhou desse universo, mas, com certeza, é o maior. Andre comprou pela internet o mimo para o garoto, mas o “único acidente foi que não tinha ideia do tamanho dele!”. O objeto tem seis metros de comprimento, mais de duas toneladas e foi entregue no fim de janeiro . Tudo foi postado na página do Facebook do homem.

Veja o vídeo:

https://www.facebook.com/a7design.architecture/videos/10218548330372873/

 

Em entrevista ao jornal UNILAD, o homem disse que o “mais novo morador pré-histórico de Guernsey está desfrutando da vida ao ar salgado da costa oeste” e que foi batizado de Chaz. Foi preciso de um guindaste para colocar o novo brinquedinho no quintal da família.

O dinossauro, que teria o tamanho de um carnotauro adolescente, custou cerca de R$ 5.500 e o local que fez a venda ainda enviou um dinossauro menor quando viu a repercussão que a falha de comunicação se tornou mundial. “Dave é um dinossauro menor, mas não menos feroz”, brincou Andre.

(Foto: Reprodução/Facebook)

fonte: RedeTV