Destaque

Nasa descobre planeta com o tamanho da Terra em zona ‘habitável’

A agência espacial norte-americana (Nasa) anunciou nesta segunda-feira (6) a descoberta de um planeta com condições similares às da Terra, além do Sistema Solar. O corpo celeste foi identificado pelo satélite TESS e está a uma distância intermediária de sua estrela, o que permitiria a presença de água em estado líquido.

Chamado “TOI 700 d”, o planeta está relativamente próximo da Terra – a apenas 100 anos-luz – disse o Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa durante a conferência de inverno (boreal) da Sociedade Americana de Astronomia, em Honolulu, no Havaí.

“O TESS foi projetado e lançado especificamente para encontrar planetas do tamanho da Terra e em órbita de estrelas próximas”, disse a agência France Presse, Paul Hertz, diretor de astrofísica da Nasa.

Inicialmente, o satélite classificou a estrela de uma maneira equivocada. Isso fez com que os planetas parecessem maiores e mais quentes do que realmente eram, mas o erro foi identificado por astrônomos amadores.

“Quando corrigimos os parâmetros da estrela, os tamanhos de seus planetas foram reduzidos, e percebemos que a mais externa era do tamanho da Terra e estava na zona habitável”, disse Emily Gilbert, estudante de pós-graduação da Universidade de Chicago.

Caçador de planetas

A descoberta é a primeira do TESS, o satélite caçador de planetas da Nasa, lançado em 2018. Ela foi confirmada também pelo telescópio espacial Spitzer. A estrela TOI 700 é menor que o sol, com apenas 40% do seu tamanho e é mais fria.

O TESS descobriu três planetas em sua órbita, São os TOI 700 “b, c e d’, mas somente “d” está na chamada zona habitável, nem tão longe nem tão perto da estrela, onde as temperaturas podem permitir a presença de água líquida.

O planeta descoberto é cerca de 20% maior do que a Terra e orbita sua estrela em 37 dias, com isso ele recebe 86% da energia que a Terra recebe do Sol.

Uma face do planeta sempre encara sua estrela, como é o caso da Terra e da Lua, um fenômeno chamado rotação síncrona.

fonte: G1

Imobiliárias auxiliarão Prefeitura no combate a dengue em Botucatu

Na tarde desta quarta-feira, 08, o Prefeito Mario Pardini se reuniu com representantes de imobiliárias do Município para debater medidas de combate ao mosquito da dengue.

O encontro no gabinete do Prefeito teve como foco a limpeza de imóveis, em especial terrenos baldios de propriedade das imobiliárias ou por elas agenciados.

“Botucatu tem hoje aproximadamente 20 mil terrenos baldios, e uma parte significativa tem essas empresas como responsáveis. Pedimos a colaboração deles nessa luta contra a dengue que a Prefeitura e a população já começaram a enfrentar”, afirmou o Prefeito Pardini.

O decreto emitido pelo Executivo no último dia 02 de janeiro, notifica todos os moradores do Município a limparem seus imóveis no prazo de 10 dias. Após este período, a Prefeitura poderá realizar a limpeza desses imóveis e multar os proprietários.

De acordo com o Código de Obras do Município, instituído pela Lei nº2.482, os proprietários que não realizarem a limpeza de seus terrenos poderão ser autuados com multa de R$ 5,50 por metro quadrado. Além disso, será cobrado o valor do serviço de limpeza, calculado em R$ 5,00 por metro quadrado.  A soma dos dois valores equivale a R$ 2.625,00 para um lote padrão de 250 metros quadrados.

 A mesma lei esclarece também, em seu artigo 59, que os proprietários dos imóveis são responsáveis pela construção dos respectivos passeios (calçadas), além de mantê-los em perfeito estado de conservação.

Prefeitura fará a sua parte

 

A Prefeitura de Botucatu aumentou em 10 vezes a cobertura de capina e roçada via contrato com empresas terceirizadas do Município para 2020. O novo contrato prevê, em 2020, que 2,5 milhões de metros quadrados de guias, sarjetas e áreas verdes de propriedade da Prefeitura sejam limpos mensalmente.

Um gabinete de crise foi criado pelo Prefeito Mário Pardini, envolvendo diversos setores da Administração Municipal para o desencadeamento de ações, como Infraestrutura, Zeladoria, Comunicação e Defesa Civil.

Segundo levantamento de janeiro da Vigilância Ambiental em Saúde da Cidade, a cada 100 imóveis, 3,5 possuem larvas do mosquito da dengue, número este que merece atenção, em especial da população. O levantamento apontou que 85% dos criadouros do mosquito estão dentro das casas em calhas, vasos de planta, ralos, e outros objetos que dependem única e exclusivamente da ação do próprio morador.

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Vigilância Ambiental em Saúde fará nebulização no Recreio do Havaí

A Vigilância Ambiental em Saúde realizará nestas quinta e sexta-feira, 09 e 10, entre 8 e 12 horas, a nebulização residenciais do bairro Chácara Recreio do Havaí, Região Oeste de Botucatu. A ação ocorrerá após a investigação de um caso de dengue no bairro.

A VAS já realizou as ações de controle de criadouros e busca ativa de novos casos suspeitos no entorno dos locais de deslocamento do paciente. No bloqueio de redução de criadouros foram visitados 128 imóveis, sendo que 4,6% estavam com larvas de Aedes aegypti.

Como atividade complementar, as equipes também farão a aplicação de inseticida, que tem como objetivo eliminar possíveis mosquitos infectados e quebrar o ciclo de transmissão da dengue.

Os agentes de combate às endemias visitarão os imóveis previamente na quinta e na sexta-feira e orientarão quanto à preparação do ambiente para receber a aplicação do inseticida.

Após 20 minutos, os agentes retornam para confirmar se todos os moradores já estão fora do imóvel e assinalar para o bombista que o ambiente já está preparado para receber o inseticida. O tempo mínimo de espera para retornar ao imóvel após aplicação do inseticida deverá ser de 15 minutos.

“Em hipótese alguma os bombistas retornarão aos imóveis que estavam fechados ou não preparados para receber o inseticida. Por isso é importante que todos sigam corretamente a preparação do ambiente dentro do prazo estipulado”, afirma Valdinei Campanucci, Supervisor de Serviços de Saúde Ambiental e Animal.

 

Como preparar o imóvel para receber a nebulização

1º – Guarde em local fechado ou mantenha cobertos os alimentos, utensílios de cozinha, roupas limpas ou penduradas no varal, bebedouros de animais e aquários;

2º – Retire ou mantenha levantadas roupas de cama e toalhas de mesa para que o inseticida possa atingir todos os locais;

3º – Mantenha abertas as portas, janelas e cortinas para facilitar a entrada do inseticida;

4º – Retire ou mantenha em cômodo fechado os animais domésticos (cães, gatos, aves, entre outros);

5º – Pessoas impossibilitadas de aguardarem a aplicação do inseticida do lado de fora, deverão permanecer em cômodo com portas e janelas fechadas.

Em caso de chuva, a atividade será reagendada.

“O inseticida agirá apenas no momento da aplicação, portanto a eliminação de condições favoráveis à proliferação do Aedes aegypti, através da manutenção adequada de recipientes com água parada, ainda é a melhor forma de combater a dengue”, finaliza Valdinei Campanucci.

A Secretaria Municipal de Saúde orienta a busca por atendimento médico no caso de aparecimento de sintomas característicos de dengue como febre alta, dor de cabeça, dor no fundo dos olhos, dores nas articulações, cansaço e indisposição.

 

Justiça do RJ determina que Especial de Natal do Porta dos Fundos seja retirado do ar

A Justiça do Rio determinou nesta quarta-feira (8) que seja suspensa a exibição do vídeo “Especial de Natal Porta dos Fundos: A Primeira Tentação de Cristo”.

A produtora Porta dos Fundos tem sido criticada nas redes sociais por vários grupos cristãos pela maneira como retratou Jesus no programa de humor exibido na Netflix. O filme insinua que Jesus teve uma experiência homossexual após passar 40 dias no deserto.

O desembargador Benedicto Abicair, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, acatou, em uma decisão liminar – provisória – a um pedido da associação católica Centro Dom Bosco de Fé e Cultura que, em primeira instância e durante o Plantão Judiciário, havia sido negado.

Na liminar, o desembargador defende que o direito à liberdade de expressão, imprensa e artística não é absoluto. E tratou a decisão como um recurso à cautela para acalmar os ânimos até que se julgue o mérito do caso.

Afirmou também que a suspensão é mais adequada e benéfica para a sociedade brasileira, de maioria cristã.

Em uma primeira decisão, a Justiça havia negado o pedido de liminar. A juíza Adriana Jara Moura, da 16ª Vara Cível, afirmou que o filme não viola o direito da liberdade de crença de forma a justificar a censura pretendida.

Agora, com a decisão em segunda instância, não só a exibição do filme está suspensa, mas também trailers, making of, propaganda e qualquer publicidade referente ao Especial de Natal do Porta dos Fundos.

A assessoria de imprensa da Netflix informou que a empresa ainda não foi notificada e que não vai se pronunciar. A equipe do Porta dos Fundos disse que também não foi notificada.

Presidente da OAB cita ‘censura’

Em nota, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, se posicionou contra a decisão.

“A Constituição brasileira garante, entre os direitos e garantias fundamentais, que ‘é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença’. Qualquer forma de censura ou ameaça a essa liberdade duramente conquistada significa retrocesso e não pode ser aceita pela sociedade”, disse Felipe Santa Cruz.

Ataque à sede da produtora

Na madrugada de 24 de dezembro, a sede da produtora do Porta dos Fundos no Humaitá, Zona Sul do Rio, foi alvo de um ataque. Dois coquetéis molotov foram jogados contra a fachada do imóvel. O caso foi registrado como crime de explosão na 10ª DP (Botafogo).

Houve danos materiais no quintal e na recepção. Segundo integrantes do grupo, caso não houvesse um segurança no local, todo o prédio teria sido incendiado. O fogo foi contido pelo funcionário.

Suspeito é incluído em ‘lista vermelha’

O economista e empresário Eduardo Fauzi foi identificado como suspeito de atacar a sede da produtora Porta dos Fundos. Nesta quarta, ele foi incluído a pedido da Polícia Federal na lista de difusão vermelha da Interpol.

Ao ter o nome incluído na lista de difusão vermelha, a pessoa pode ser presa por qualquer força policial do país em que esteja.

Polícia Federal coloca Eduardo Fauzi na lista vermelha da Interpol

Polícia Federal coloca Eduardo Fauzi na lista vermelha da Interpol

Fauzi está foragido desde 31 de dezembro, quando a Polícia do Rio tentou cumprir o mandado de prisão contra ele expedido pela Justiça. Conforme a polícia, ele fugiu para a Rússia em 29 de dezembro.

Segundo os investigadores, cinco pessoas participaram do ataque e Fauzi foi o único que fugiu com o rosto descoberto.

fonte: G1

Parque Natural da Cascata da Marta terá primeira trilha aberta ao público nesta quinta, 09

Botucatuenses e turistas terão novamente a oportunidade de desfrutar de um dos mais belos pontos turísticos do Município de forma segura, com infraestrutura disponível e profissionais por perto. A partir desta quinta-feira, 09, a Prefeitura de Botucatu abre ao público uma das três trilhas do Parque Natural Municipal da Cascata da Marta, que está em fase final de construção.

A trilha que leva diretamente à cachoeira já está pronta e foi produzida com piso intertravado em seu início, e com madeira no trajeto de chegada à piscina natural formada pela cachoeira. Ao todo são 500 metros de descida/subida, com altimetria de 23 metros, que estarão abertos de terça-feira a domingo, das 9 às 17 horas.

 “Aproveitando o verão, vamos abrir ao público uma das três trilhas que esse novo complexo turístico da Marta possui. O local, que teve suas obras iniciadas em agosto de 2018, está pronto, com todas as medidas de segurança executadas e testadas e com alvará do Corpo de Bombeiros. Queremos que a população e os turistas aproveitem com segurança e também com carinho referente ao meio ambiente”, afirmou o Prefeito Mário Pardini, que nesta quarta-feira, 08, inspecionou a trilha ao lado do Vice-prefeito, André Peres, do Secretário do Verde, Márcio Piedade Vieira, e de representantes de instituições turísticas do Município.

Toda a trilha, que leva à Cascata, é cercada por corrimãos de madeira para garantir a segurança de turistas, e também possui banco para descanso. Placas também foram instaladas para orientação dos visitantes.

Profissionais da Secretaria do Verde atuarão no local em todos os dias de funcionamento, a fim de orientar os usuários sobre cuidados com o meio ambiente, riscos de afogamento, características da fauna e da flora do Parque, dentre outros detalhes.

O Parque da Cascata da Marta também já tem um estacionamento próprio finalizado para a utilização dos visitantes. São aproximadamente 40 vagas para carros e motos.

Um zelador já reside no local, e também auxiliará os profissionais do Verde na manutenção e segurança do Parque, que como todos os pontos turísticos rurais da Cidade, receberá a visita constante do Grupo de Proteção Ambiental da Guarda Civil Municipal.

“Estamos finalizando também obras de paisagismo no local para que este espaço fique ainda mais agradável à população. Nossa intenção também é receber escolas e instituições do Município para visitas educativas e guiadas. Contamos com a colaboração de todos para termos um ambiente sempre agradável e limpo, onde todos possam se divertir com segurança e saúde”, citou o Secretário Municipal do Verde, Márcio Piedade Vieira.

Proibições

Em toda a extensão do Parque Natural Municipal da Cascata da Marta será proibido o consumo de bebidas alcoólicas e cigarros. Animais domésticos também não devem sem ser levados ao local.

Cada visitante ficará responsável pela destinação do lixo que produzir, já que as trilhas do local não terão lixeiras. Todas as medidas são necessárias para que não haja alteração no ambiente e também na vida dos animais presentes no local.

O Parque

O Parque da Cachoeira da Marta terá também um centro de educação ambiental com sala audiovisual para comportar 40 visitantes, além de outras duas trilhas com mirantes.

Elas terão 250 e 450 metros de extensão, respectivamente, e serão acessíveis a pessoas com necessidades especiais e cadeirantes. O piso será intertravado, com pequeno grau de inclinação favorecendo a locomoção, com paradas de descanso e mirante com vista panorâmica do Parque e da vegetação.

A liberação dessas instalações do Parque depende ainda do aval do Fundo de Interesses Difusos, da Secretaria Estadual de Justiça.

PSOL emite nota oficial em apoio ao Irã e classifica ação dos EUA como ‘terrorista’

O partido do Socialismo e Liberdade se posicionou oficialmente contra a ação americana que eliminou o general-terrorista iraniano.

A nota surpreendeu porque o Regime iraniano seja acusado de oprimir as mulheres e perseguir homossexuais.

Confira a nota na íntegra:

Poucos anos da história recente começaram com tanta apreensão internacional quanto 2020. Em pleno 3 de janeiro, uma série de mísseis estadunidenses atingiu o Aeroporto Internacional de Bagdá, provocando a morte de oito pessoas que acompanhavam o comboio do General Qasem Soleimani, alto hierarca das Forças Armadas do Irã. A demonstração de força dos EUA causou indignação em diversas partes do Oriente Médio, como atestam as multidões que saíram às ruas no funeral de Soleimani ou a resolução do Parlamento iraquiano que expulsa as tropas estadunidenses de seu país.

Embora desde o golpe de 1953 – no qual a CIA coordenou a derrubada do primeiro-ministro Mohammed Mossadegh – não seja mais uma novidade o assédio imperialista dos EUA ao Irã, essa mais recente operação terrorista do Departamento de Estado, combinada com os subsequentes tweets provocativos do presidente Donald Trump (“O Iraque nunca venceu uma guerra, porém nunca perdeu uma negociação”, por exemplo), corresponde a uma vil declaração de guerra contra a nação persa. Soa risível o argumento de “ataque preventivo” vindo justamente de uma potência que oferece todo respaldo a Arábia Saudita do sultão Bin Salman, célebre internacionalmente por mandar esquartejar um jornalista crítico a seu regime. Concretamente, o ataque ao aeroporto de Bagdá só serviu para agravar ainda mais as hostilidades na região.

Frente a este quadro geral de contornos trágicos, desde o Brasil, o Partido Socialismo e Liberdade – PSOL não apenas repudia o terrorismo de Estado empreendido por Trump, como também rechaça a subserviência do Itamaraty aos EUA, expressão do reacionarismo racista e criminoso de Jair Bolsonaro e seu recorrente comportamento lesivo aos interesses nacionais.

O PSOL é um partido que não abre mão do princípio de autodeterminação dos povos e, por isso, saúda com entusiasmo a decisão soberana do Iraque em expulsar as tropas invasoras dos EUA, medida que precisa ser saudada e replicada em diversas localidades do planeta. Nos colocando ao lado das organizações internacionais que se mobilizam contra a deflagração de mais uma guerra bárbara e inútil, enxergamos também como exemplares as ações massivas de rua pela paz mundial, como as realizadas em mais de 70 cidades dos EUA neste final de semana.

ABAIXO A INTERVENÇÃO IMPERIALISTA NO ORIENTE MÉDIO!
NÃO À GUERRA ENTRE OS POVOS!

Executiva Nacional do PSOL
07 de janeiro de 2020

Aborto foi a maior causa de morte em 2019, matando mais de 42 milhões… ‘Isso não é um bebê!’: a tragédia de crianças nascidas vivas durante abortos

Mais de 42 milhões de abortos ocorreram por todo o mundo em 2019, de acordo com o serviço de rastreamento Worldometers, constatando mais uma vez que o aborto foi a maior causa de morte no planeta.

“Segundo a OMS, todos os anos no mundo há cerca de 40 a 50 milhões de abortos. Isso corresponde a aproximadamente 125.000 abortos por dia”, observou o Worldometers.

Em 31 de dezembro, a plataforma Worldometers contabilizou 42,4 milhões de abortos, o que representa mais da metade do número total de mortes por qualquer outra causa (58,6 milhões). O aborto superou todas as causas individuais de morte, incluindo mortes em geral por doenças (13 milhões).

O real número total de abortos pode ser menor ou maior, no entanto, já que o Worldometers depende de estatísticas de saúde e mortalidade da Organização Mundial da Saúde (OMS), que por sua vez se baseia em estimativas do Instituto Guttmacher — posicionado como pró-aborto, segundo o LifeSiteNews.

“Os 56,3 milhões de abortos globais que o Guttmacher estima anualmente, não mais do que 10%, pode ser oficialmente contabilizados e apenas 23% têm base na evidência empírica”, disse Michael Spielman,  fundador do projeto pró-vida Abort73. “Os outros 77% são assumidos com base em um complexo modelo estatístico que estima uma variedade de fatores”.

O Worldometers identificou números semelhantes no ano passado, levando os órgãos como o Snopes, um site de verificação de fatos, a tentar minimizar a notícia, “não contestando os números, mas argumentando que o aborto não deve ser considerado uma ‘causa de morte’”, relatou o LifeSiteNews.

O Worldometers rastreia e estima estatísticas em tempo real sobre uma ampla variedade de assuntos, com base em dados de fontes como a ONU, a OMS, o Fundo Monetário Internacional (FMI), entre outras. O instituto possui reconhecimento e citações de uma ampla variedade de meios de comunicação e trabalhos acadêmicos, bem como o endosso da American Library Association.

Até esta quinta-feira, 3 de janeiro, o Worldometers já contabilizou mais de 300.000 abortos em todo o mundo somente em 2020.

Quando uma representante da Planned Parenthood testemunhou contra um projeto de lei da Flórida que defendia bebês nascidos vivos durante abortos malsucedidos, ativistas pró-aborto reclamaram que este cenário não era real. Situações como essas, no entanto, têm acontecido desde que o aborto se tornou legal nos Estados Unidos. Um número considerável de funcionários de clínica de aborto, médicos e ex-aborteiros tem quebrado o silêncio e falado sobre essas crianças a quem foi negada assistência médica depois do parto.

No livro The Ambivalence of Abortion [“A Ambivalência do Aborto”], a autora pró-aborto Linda Bird Francke recolheu o depoimento de várias pessoas envolvidas na indústria do aborto. Ela cita uma enfermeira, que conta a seguinte história:

” Tivemos um salino (tipo de aborto) que nasceu vivo. Eu corri para a enfermaria e pus aquilo em uma encubadora. Chamei o pediatra para ajudar, mas ele se negou. ‘Isso não é um bebê. É um aborto!’, ele disse.” [1]

Embora o destino da criança não tenha sido revelado, é praticamente impossível que ela tenha sobrevivido sem assistência médica às lesões fatais de um aborto salino.

Em um procedimento desse gênero, uma solução salina cáustica é injetada no útero materno, envenenando o líquido amniótico e matando o bebê no curso de algumas horas. A mulher entra em trabalho de parto para dar à luz um bebê morto. Esse método foi abandonado na década de 1990 pelo grande número de abortos malsucedidos e porque era perigoso para a mulher. Foi substituído pela D&E (“dilatação e evacuação”), um procedimento brutal pelo qual o bebê é dilacerado com um fórceps e extraído pedaço por pedaço. Uma técnica similar à do envenenamento salino, que ainda é realizada hoje, consiste na injeção de digoxina diretamente no coração do feto. A substância “amolece” o cadáver, tornando mais fácil o ato de rasgá-lo e retirá-lo do útero. Abortos por digoxina são geralmente feitos nos últimos dois trimestres e, às vezes, também produzem nascidos vivos.

Em In Necessity and Sorrow: Life and Death in an Abortion Hospital [“Na Necessidade e no Sofrimento: Vida e Morte em um Hospital de Aborto”], Magda Denes, outra autora pró-aborto, relata o testemunho de Teresa Etienne, identificada como funcionária de uma clínica:

“A única vez em que pensei sobre aborto em termos de religião foi quando vi alguns fetos e um tinha nascido vivo. Eu realmente vi um deles, até senti a batida do coração. Eu o toquei. Parecia um bebê, mas era muito pequeno. Era realmente lindo. Muito calmo. Na verdade, estava começando a morrer. As batidas do coração estavam diminuindo. Ele estava indo para o Hospital Bellevue e um rapaz dizia: ‘Eu não sei porque temos que levar isso pra lá, já que vai morrer de qualquer jeito. Por que passar por todo esse aborrecimento?” [2]

Um caso no qual um bebê nascido vivo foi morto por ação direta do aborteiro veio à luz quando funcionários de uma clínica revelaram o que aconteceu. Nas palavras do autor pró-vida Mark Crutcher:

“De acordo com cinco empregados de uma clínica de aborto, o aborteiro texano John Roe 109 (pseudônimo) estava realizando um aborto quando uma menina do tamanho de um pé (cerca de 30 cm) e com cabelo castanho claro nasceu. Eles confirmaram que o bebê se enrolava na mão de Roe e tentava respirar, enquanto ele segurava a placenta sobre o seu rosto.

Então, ele a jogou em um balde de água e vários empregados confirmaram que bolhas subiram até a superfície. Eles prosseguiram dizendo que Roe, então, ‘soltou o feto dentro de um saco plástico… que foi amarrado e colocado no fundo da sala de operações. As laterais da sacola pulsavam, como se alguém estivesse respirando dentro dela. Então, o saco parou de se mover.’ Uma testemunha diz que estava segurando o saco no qual Roe colocou a criança e, depois, pôs a sacola no freezer onde os fetos abortados eram armazenados.” [3]

Aborteiros descrevem as suas experiências

No artigo Pro-Choice 1990: Skeletons in the Closet [“Pró-Escolha 1990: Esqueletos no Armário”, literalmente], o ex-aborteiro Dr. David Brewer descreve a sua primeira participação em um procedimento de aborto tardio. A operação foi feita por histerotomia, um tipo de aborto no qual o bebê é tirado da barriga da mulher, de modo similar a uma secção cesariana.

“Eu me lembro de ver o bebê se movendo, debaixo das membranas da bolsa, assim que a incisão cesariana foi feita, antes que o médico a rompesse. Veio-me à mente: ‘Meu Deus, aquilo é uma pessoa’. Então, ele rompeu a bolsa. E quando o fez, é como se viesse uma dor ao meu coração, assim como quando eu vi o primeiro aborto por sucção. Então, ele tirou o bebê, e eu não podia tocá-lo… Não podia mais ser um assistente. Apenas fiquei ali e a realidade do que estava acontecendo finalmente começou a entrar em meu cérebro e coração endurecidos.

Eles levaram aquele bebezinho que fazia pequenos sons e se movia e chutava, e o colocaram naquela mesa, em uma fria tigela de aço inoxidável. Enquanto fechávamos a incisão no útero e finalizávamos a cesariana, a todo momento eu conferia e via aquele pequeno ser se movendo naquela tigela. E ele, é claro, chutava e se movia cada vez menos com o passar do tempo. Lembro-me de ficar pensando e olhando para o bebê quando terminamos a cirurgia e ele ainda estar vivo. Era possível ver o seu peito se movendo, o seu coração batendo e o bebê tentando dar um pequeno suspiro. Aquilo realmente me atingiu e começou a me ensinar sobre o que o aborto realmente era.” [4]

Brewer ainda realizaria mais abortos antes de eventualmente sair da indústria e se tornar um interlocutor pró-vida. Mais tarde, na sua carreira profissional, o mesmo David Brewer presenciou o drama de outro bebê nascido vivo depois de um aborto salino:

“Uma noite, uma mulher deu à luz e eu fui chamado a comparecer e examiná-la porque estava fora de controle. Entrei na sala e ela estava caindo aos pedaços, em um colapso nervoso, gritando e se debatendo. As enfermeiras estavam incomodadas porque não conseguiam trabalhar e do mesmo modo todos os outros pacientes, porque essa mulher estava gritando. Quando entrei, vi o seu pequeno bebê vítima de um aborto salino. Ele tinha nascido e ficou chutando e se movendo por um curto espaço de tempo, até finalmente morrer com aquelas terríveis queimaduras – porque a solução salina entra nos pulmões e os queima também.”

O doutor Paul Jarrett, outro ex-aborteiro, conta a seguinte história:

“Como a solução salina hipertônica era muito tóxica se, ao invés do saco amniótico, fosse injetada na parede do útero, havia uma constante procura pela droga perfeita. A prostaglandina tornou-se agora a droga da vez, mas um dos primeiros experimentos era com ureia hipertônica. A maior desvantagem do seu uso era o problema dos nascidos vivos. Lembro-me de usar a solução em uma paciente que os residentes da psiquiatria nos trouxeram de sua clínica (…). Nunca esquecerei quando tirei o seu bebê de cerca de 900 gramas e ouvi os seus gritos: ‘Meu bebê está vivo, meu bebê está vivo!’. Ele sobreviveu por vários dias.”

Outros médicos testemunham o horror

Um médico que cuida de bebês prematuros descreve experiências que teve enquanto ainda fazia residência. Ele ajudou um médico a realizar um aborto terapêutico por histerotomia – técnica na qual o útero gravídico é removido como forma de tornar a pessoa estéril e, ao mesmo tempo, realizar um aborto.

“Eu já havia ajudado em duas outras histerotomias, uma por câncer no endométrio e outra por causa de um tumor benigno. Tinha sido ensinado durante os dois primeiros casos a ‘sempre abrir o útero e examinar o seu conteúdo’ antes de mandar a amostra para a patologia. Então, depois que o professor retirou o útero, eu – ansioso por mostrar-lhe que já tinha aprendido o procedimento padrão – perguntei-lhe se queria que eu o abrisse, ao que ele respondeu: ‘Não, porque o feto pode estar vivo e então estaríamos diante de um dilema ético.’” [5]

Pouco tempo depois, o mesmo médico presenciou com os seus próprios olhos um bebê nascido vivo depois de um aborto:

“Algumas semanas depois, agora no departamento de obstetrícia, eu recuperei uma bolsa de fluído intravenoso que o médico residente havia pedido. O material era para ministrar prostaglandina, uma droga que induz o útero a contrair e expelir o que tem. O paciente fez o mínimo contato visual conosco. Algumas horas depois, eu vi o feto abortado ofegante e movendo as suas pernas em uma arrastadeira, que depois foi coberta com um pano.” [5]

Então, ele descreve um aborto por nascimento parcial realizado sem sucesso em um bebê com hidrocefalia. Primeiro, ele conta o modo como o aborto seria realizado:

“O residente descreveu como ia tirar o corpo do bebê e, então, quando a cabeça estivesse presa, inserir o trocarte – um longo instrumento de metal com uma ponta afiada – através da base do crânio. Durante a fase final desse procedimento, ele indicou que moveria o tubo de sucção várias vezes de um lado ao outro do tronco cerebral, para garantir que o bebê nasceria morto. Vários dos pediatras residentes, incrédulos, disseram: ‘Você está brincando’ ou ‘Você está inventando isso’…” [5]

Depois, descreve o resultado da operação:

“Depois, naquela tarde, o obstetra residente realizou o procedimento, mas, infelizmente, a criança nasceu com o coração batendo e alguns suspiros fracos e ofegantes. Então, o bebê foi trazido à UTI neonatal: era uma criança um pouco prematura, que pesava em torno de 2 quilos. Sua cabeça, em si, estava dilacerada. A cama estava suja de sangue e drenagem. Fiz o meu exame (nenhuma outra anomalia detectada), então anunciei a morte do bebê cerca de uma hora depois.” [5]

O Dr. Ron Paul, que já foi candidato do Partido Republicano à presidência dos EUA, contou a seguinte história em uma propaganda de campanha:

“Aconteceu, uma vez, de eu entrar em uma sala de operações onde estavam realizando um aborto em uma gravidez avançada. Eles retiraram um pequeno bebê que era capaz de chorar e respirar, colocaram-no em um balde, puseram-no no canto da sala e fingiram que ele não estava lá. Desci pelo pátio de entrada e um bebê tinha nascido prematuro – um pouco maior que o bebê que tinham colocado no balde – e eles queriam salvar esse bebê. Ali, eram em torno de 10 médicos fazendo todo o possível para salvar a vida daquela criança.

Quem somos nós para decidir, para escolher e descartar uns e lutar para salvar a vida de outros? A menos que solucionemos isso e entendamos que a vida é preciosa e que devemos protegê-la, não seremos capazes de proteger a liberdade.”

Esses incidentes são apenas a ponta do iceberg. Não se sabe exatamente, ao longo de todos esses anos, quantas crianças nasceram vivas e morreram silenciosamente – ou foram deixadas para morrer – sem que ninguém revelasse o que aconteceu a elas.

Referências

  1. Linda Bird Francke. The Ambivalence of Abortion. New York: Laurel, 1982. p. 53.
  2. Magda Denes. In Necessity and Sorrow: Life and Death in an Abortion Hospital. New York: Basic Books, 1976. p. 39.
  3. In Mark Crutcher. Lime 5: Exploited by Choice. Denton, Texas: Life Dynamics Incorporated, 1996.
  4. David Kuperlain; Mark Masters. Pro-Choice 1990: Skeletons in the Closet. New Dimensions, October 1990.
  5. Hanes Swingle. A Doctor’s Grisly Experience With Abortion. The Washington Times, July 23, 2003. p. A-18.
  6. Portal Guia-me

Operação Verão + Seguro pelas rodovias do DER tem queda de 12,2% no número de acidentes e de 8,6% no número de mortes

Entre o dia 20/12/2019 e o dia 05/01/2020 -durante as festas de Natal e Ano Novo, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), órgão vinculado à Secretaria de Logística e Transportes, registrou queda de 12,2% no número de acidentes e de 8,6% no número de vítimas fatais nas rodovias estaduais de acesso ao Litoral Paulista, mesmo com um fluxo de veículo 6,3% maior do que no ano anterior.

Neste ano, o número de acidentes foi de 264 contra 301 ocorrências registradas no período do ano passado nas rodovias SP 055 (litoral Norte e Sul), SP 098 e SP 125. Já o número de mortes caiu de nove no mesmo período do ano passado, para quatro vítimas fatais neste ano.

O DER também registrou nesta operação a passagem de 3,6 milhões de veículos pelas rodovias de acesso ao litoral paulista, litorâneas e de acesso ao Oeste Paulista – número 6,3% maior em comparação ao ano passado,quando 3,3 milhões de veículos seguiram viagem com destino ao litoral.

Durante os 17 dias de operação especial que envolveu o Natal e o Ano Novo, foram realizados 2.943 atendimentos aos usuários. Deste total, 69,6% dos atendimentos foram decorrentes de panes nos veículos, ou seja, 2.049 atendimentos.

Para o secretário estadual de Logística e Transportes, João Octaviano Machado Neto, o resultado positivo obtido com a redução no número de acidentes e mortes é resultado da força-tarefa formada pelas equipes do DER e da Polícia Militar Rodoviária, que estiveram atuantes initerruptamente nas rodovias. “Apesar do maior número de veículos circulando pelas rodovias estaduais, tivemos um bom resultado com a redução no número de acidentes e mortes, o que mostra que a fiscalização e a forte presença de agentes nas rodovias mudou a atitude dos usuários. Os motoristas precisam ter cuidado e cautela, evitar o uso do celular, não beber e dirigir, respeitar as leis de trânsito. Todas estas ações atreladas às boas condições de infraestrutura oferecidas, tornaram as viagens mais confortáveis e seguras”.

Balanço das atividades operacionais – Apesar do alto fluxo de veículos, os motoristas contaram com uma viagem mais rápida e segura em função das ações tático-operacionais desenvolvidas pelas equipes da coordenação de tráfego do DER, das Unidades Básicas de Atendimento nas rodovias e da Polícia Militar Rodoviária.

Como parte da Operação Verão + Seguro, foram realizadas operações subida e descida nas rodovias litorâneas, liberação de acostamentos, implantação de faixa reversível, fiscalização de veículos estacionados em locais proibidos e uso de rotas alternativas para desafogar o tráfego.

Drones foram usados no monitoramento do tráfego e auxílio na tomada de decisões operacionais. Na ocasião de acidentes, os drones foram utilizados para que as equipes fossem acionadas de forma ágil, adotando todas as medidas de segurança necessárias e advertindo os motoristas a reduzirem a velocidade na pista.