Segurança

Polícia Civil realiza prisão em flagrante por tráfico de drogas em Botucatu após denúncia anônima

Uma pessoa foi presa em flagrante por tráfico de drogas na tarde desta quarta-feira (12), durante uma ação da Polícia Civil no distrito de Rubião Júnior, em Botucatu. A ocorrência foi registrada por uma equipe da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), após o recebimento de denúncia anônima indicando movimentação suspeita em uma residência no Jardim Botucatu.

No local, os policiais abordaram o suspeito no quintal do imóvel. Durante a intervenção, foram apreendidas porções de maconha, pinos de cocaína, dinheiro em espécie e um caderno com anotações que, segundo a polícia, indicariam a contabilidade do tráfico. A abordagem ocorreu de forma pacífica.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, no momento da ação o investigado estava acompanhado de uma criança, fato que será considerado no andamento das investigações. Após os procedimentos de polícia judiciária, o detido foi encaminhado para uma unidade prisional da região, onde permanece à disposição da Justiça.

Polícia Civil localiza cultivo de maconha em residência de Conchas

Policiais civis realizaram uma diligência em Conchas após denúncia anônima registrada por meio do Disque-Denúncia. A equipe dirigiu-se até um imóvel na Vila Zanin, onde foi recebida pelo morador.

Durante a abordagem, ao ser questionado sobre a presença de entorpecentes, o residente informou que havia um plantio de maconha no quintal e autorizou a entrada dos agentes. Na vistoria, os policiais localizaram uma estufa artesanal contendo dois pés de maconha (Cannabis sativa).

A ocorrência foi formalizada em boletim de ocorrência, com apreensão das plantas e elaboração de Termo Circunstanciado com base no artigo 28 da Lei 11.343/06, que trata de posse de drogas para consumo pessoal. Após assinatura de termo de compromisso, o envolvido foi liberado.

Denúncia aponta possíveis irregularidades na cúpula da Guarda Civil Municipal de Botucatu

Uma denúncia encaminhada ao Ministério Público levanta suspeitas de irregularidades administrativas, possíveis ilegalidades envolvendo a atual cúpula da Guarda Civil Municipal (GCM) de Botucatu, especialmente o comandante da corporação, Weber Plácido Pimentel, e o subcomandante Paulo Henrique Rezende.

De acordo com o documento, o comandante Weber Plácido Pimentel foi condenado por porte ilegal de arma de fogo, em processo com trânsito em julgado, referente a um fato ocorrido na cidade de Itapeva. Conforme relatado, após sofrer uma queda de motocicleta, ele teria sido abordado pela Polícia Rodoviária e encontrado portando uma arma de fogo sem autorização legal, uma vez que, à época, a Guarda Municipal não fazia uso de armamento. O denunciante afirma que Pimentel foi preso, processado, julgado e condenado, permanecendo posteriormente apenas cumprindo medidas alternativas (assinando carteirinha), o que caracterizaria o trânsito em julgado da condenação.

A denúncia sustenta que, segundo a Lei Federal nº 8.112/90, bem como normas do Estatuto do Servidor Público, servidores condenados criminalmente, sem possibilidade de recurso, deveriam ser exonerados do cargo segundo artigo 30 Inc. I do Estatuto do Servidor Municipal de Botucatu. Apesar disso, Weber Plácido Pimentel teria seguido normalmente sua carreira na GCM, sendo que de 2013 a 2018 exerceu a função de subcomandante, sendo inclusive nomeado comandante da Guarda Municipal em 2025, mesmo com o conhecimento dos fatos por parte da administração municipal.

Outro ponto destacado é a suspeita de suposto nepotismo e favorecimento dentro da corporação. O filho do comandante, Weber Plácido Pimentel Júnior, ingressou na Guarda Municipal em dezembro de 2023, sendo chamado para um Projeto de Grupamento Escolar, sendo que o mesmo nunca esteve em uma escola, segundo escalas da GCM e teria recebido privilégios e regalias incomuns, mesmo Pimentel ainda não sendo comandante mas por ter muita influência dentro da corporação e assim que Pimentel assumiu como comandante começou as regalias, como designação imediata para equipes especializadas, sem os treinamentos exigidos, além da realização frequente de horas extras. A denúncia afirma que outros agentes, mesmo mais antigos e qualificados, nunca tiveram acesso às mesmas oportunidades.

Ainda segundo o documento, a Câmara Municipal de Botucatu aprovou, em 15 de janeiro de 2025, a alteração da Lei Municipal nº 4.082/2000, flexibilizando regras sobre nepotismo. No entanto, o denunciante argumenta que uma lei municipal não pode se sobrepor à legislação federal, o que colocaria em xeque a legalidade dessas nomeações e relações hierárquicas.

A denúncia também envolve o atual subcomandante da GCM, Paulo Henrique Rezende. Conforme relatado, o mesmo era GCM em Botucatu e teria ingressado na Polícia Militar após concurso público e solicitado vacância do cargo na Guarda Municipal em 27 de maio de 2014. A legislação prevê que a vacância tenha prazo máximo de até três anos. Contudo, durante esse período, Rezende teria se envolvido em um grave episódio ocorrido em 2015, no qual ele e outro policial foram acusados de homicídio , fraude processual e abuso de poder. A Policia Militar exonerou o mesmo em Abril de 2018, sendo julgado posteriormente em 25 de julho de 2018 após cumprir 2 anos e 9 meses no presídio Romão Gomes, porém inocentado no homicídio e condenado a 7 meses por fraude processual.

Mesmo com o prazo de vacância expirado e com condenação judicial transitada em julgado, Rezende teria retornado ao efetivo da Guarda Municipal de Botucatu. O denunciante afirma ainda que não há registro oficial no Diário Oficial sobre a data de seu retorno e que a alta cúpula da Secretaria de Segurança Municipal tinha pleno conhecimento dos fatos. São citados como cientes da situação o então secretário Marcelo Emílio de Oliveira, o corregedor Ricardo Ortiz Quintino, o comandante Leandro Carreira Destro e o subcomandante Sidnei Pichinin.

A denúncia também relata supostas ameaças internas contra servidores que comentassem ou questionassem o retorno de Rezende à corporação, situação que, segundo o documento, teria continuado mesmo em gestões posteriores, inclusive com o atual secretário Laudo Gomes da Silva. O processo envolvendo Rezende tramitou sob o número 0005315-28.2015.8.26.0052.

Por fim, o denunciante afirma que tanto Weber Plácido Pimentel quanto Paulo Henrique Rezende permanecem nos cargos por influência política e institucional, mesmo diante de condenações judiciais, e que estariam praticando abuso de poder. O documento solicita que o Ministério Público apure os fatos e adote as providências cabíveis, conforme determina a legislação.

O denunciante questiona como os servidores ainda continuam no cargo e possuem porte de armas com antecedentes criminais que segundo a Polícia Federal é um dos requisitos que é mais cobrado, ou seja a idoneidade, ainda sendo instrutor de tiro.

A reportagem procurou a Prefeitura de Botucatu, através do Prefeito de Botucatu, Fábio Leite, a Secretária de Comunicação Cinthia Al Lage, o Secretario Municipal de Segurança, Sargento Laudo, e os envolvidos Weber Plácido Pimentel quanto Paulo Henrique Rezende para se manifestarem sobre as denúncias. Até o fechamento desta matéria, não houve resposta. O espaço segue aberto para esclarecimentos.

Violência contra a mulher: Operação da Polícia Civil prende sete na região de Botucatu

Durante a “Operação M – Carnaval Seguro”, a Polícia Civil realizou nesta semana uma série de ações voltadas ao cumprimento de mandados de prisão contra investigados e condenados por crimes contra mulheres em todo o estado de São Paulo. Na área da Delegacia Seccional de Polícia de Botucatu, sete homens foram presos. Entre eles está um vereador de Bofete, condenado por crime sexual contra vulnerável.

As diligências começaram na segunda-feira (9) e se estenderam até quarta-feira (11), com atuação conjunta das Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs) e das demais unidades da Polícia Civil dos municípios vinculados à Seccional. Ao todo, foram cumpridos 13 mandados de prisão relacionados a crimes considerados graves, como estupro, feminicídio, violência recorrente e descumprimento de medidas protetivas.

Além das prisões, os policiais apreenderam quatro armas de fogo e munições. De acordo com a corporação, a operação tem caráter preventivo e repressivo, buscando interromper ciclos de violência e reduzir o risco de novos crimes.

Um dos detidos é um vereador de Bofete, alvo de mandado após condenação definitiva por estupro de vulnerável, expedida pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Barueri. A pena estabelecida é de 22 anos, 1 mês e 15 dias de prisão em regime fechado. Ele foi preso em sua residência e permaneceu à disposição da Justiça.

Em todo o estado, até a tarde de quarta-feira, 430 pessoas haviam sido presas no contexto da operação. No fim de 2025, uma ação semelhante já havia sido realizada, resultando no cumprimento de centenas de mandados de prisão contra agressores.

Polícia Civil prende suspeito de violência sexual contra adolescente em Barra Bonita

A Polícia Civil de Barra Bonita prendeu um homem de 38 anos suspeito de envolvimento em um caso de violência sexual contra uma adolescente de 16 anos. A detenção ocorreu na segunda-feira (9) e foi divulgada oficialmente nesta quarta-feira (11) pelo Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior 4 (Deinter-4).

Segundo as informações, após a denúncia do crime no bairro Habitacional, equipes da Polícia Civil iniciaram diligências para identificar o suspeito, com apoio do Conselho Tutelar e da Polícia Militar. As autoridades não divulgaram detalhes sobre as circunstâncias do caso.

A vítima recebeu atendimento médico e foi encaminhada para exames especializados. O suspeito teria tentado fugir ao perceber a presença dos policiais, mas foi localizado e levado à delegacia, onde permaneceu preso em flagrante. O caso segue sob investigação.

Polícia Civil realiza operação integrada para prender autores de crimes graves contra mulheres

Operação Policial realizada pelas unidades de Polícia Judiciária de base territorial, nos dias 9, 10 e 11 de fevereiro de 2026, com mobilização integrada das Delegacias de Defesa da Mulher e de todas as Unidades Policiais Civis, voltada ao cumprimento de mandados de prisão de autores de crimes graves contra mulheres, especialmente estupro, feminicídio, violência reiterada e descumprimento de medida protetiva. A ação tem caráter preventivo, repressivo e simbólico, com o objetivo de contínuas ações de proteção à incolumidade e vida das mulheres, agressores presos e redução do risco de novas tragédias, garantindo segurança e paz para as mulheres paulistas.

O tema é: “Agir antes que a violência aconteça ou persista.”
Esse é o compromisso do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Polícia Civil.

Resultado referente à Operação “M”

Viaturas utilizadas – 06
Efetivo empregado – 20
Mandados de prisão criminal e cumprir   – 13
Mandados de prisão criminal cumpridos – 13
Mandados de prisão temporária cumpridos – 0
Mandados de prisão preventiva cumpridos  – 0
Homens presos por mandado – 07
Homens presos em flagrante    – 0
Armas de fogo apreendidas     – 04
Quantidades de munições apreendidas – 02

GCM localiza moto sem placa e com chassi adulterado durante ronda em Botucatu

Uma motocicleta com indícios de adulteração foi apreendida pela Guarda Civil Municipal de Botucatu durante patrulhamento na madrugada desta terça-feira (10), no Residencial Cachoeirinha II. A ação ocorreu por volta das 2h27, na Avenida Deputado Brás de Assis Nogueira.

Os guardas suspeitaram de uma Honda Fan cinza que estava parada de forma irregular na via. Na vistoria, foi constatado que o chassi havia sido raspado, o número do motor estava suprimido e o veículo não possuía placa. Na parte traseira havia apenas uma numeração pintada, que após consulta foi considerada inexistente nos sistemas oficiais.

Diante da impossibilidade de localizar o responsável pela motocicleta, a equipe acionou o plantão policial, que autorizou a remoção do veículo. A ocorrência foi registrada como adulteração de sinal identificador de veículo automotor, conforme o artigo 311 do Código Penal, e a motocicleta ficou apreendida, à disposição da autoridade policial para as providências cabíveis.

Foto: Divulgação

Polícia apreende armas e munições em sítio durante cumprimento de mandado em Anhembi

A Polícia Civil cumpriu, nesta segunda-feira (9), um mandado de busca e apreensão em um sítio localizado no município de Anhembi (SP), após denúncia de posse irregular de arma de fogo. A ação foi realizada pelos policiais Luiz Fernando e Rafael.

Durante as buscas na propriedade, os agentes localizaram quatro espingardas, duas munições e duas partes de armas de fogo. No local, estava um homem que se apresentou como proprietário do sítio e pai do alvo do mandado. Ele informou aos policiais que o armamento apreendido pertenceria ao seu filho.

Foram realizadas diligências para localizar o suspeito, porém ele não foi encontrado até o momento. O caso foi registrado no SPJ CB8715-1/2026 e segue sob investigação da Delegacia de Polícia de Anhembi, que apura a procedência das armas e eventual responsabilidade criminal.