Trânsito

Motoristas repudiam acusação de vandalismo na RETA e cobram provas da Prefeitura

A nota oficial publicada na manhã desta quarta-feira (12) pela Prefeitura de Botucatu, alegando um suposto ato de vandalismo na garagem da empresa de transporte coletivo Reta Rápido, gerou revolta entre os motoristas da companhia.

Os trabalhadores enviaram à Rede Alpha imagens que desmentem a denúncia grave apresentada pela Prefeitura de Botucatu. Bem como, também desmentem a declaração do Secretário Adjunto de Transportes, Rodrigo Fumes, publicada em vídeo, por um órgão de imprensa do município, nas redes sociais, de que os motoristas provocaram atos de vandalismo aos ônibus da Empresa Reta Rápido.

“É uma vergonha que órgãos de imprensa da cidade estejam alinhados com a prefeitura propagando fakenews contra os trabalhadores. Já estamos sofrendo muito e estão tentando colocar a população contra nós. Somos pais de família e pagamos impostos como qualquer trabalhador e exigimos respeito. Não somos bandidos para sermos tratados pela policia. Exigimos que a Prefeitura apresente provas concretas para sustentar essa denúncia gravíssima.” desabafou um motorista emocionado e indignado com a situação.

Os trabalhadores refutam, categoricamente, a acusação e exigem que o Executivo municipal apresente provas concretas para sustentar o que classificam como uma “denúncia gravíssima”.

Segundo os motoristas, não houve qualquer ocorrência que se enquadre como vandalismo, e a tentativa de criminalizar os trabalhadores, sem provas, seria uma afronta à categoria.

Eles pedem que a Prefeitura divulgue as imagens das câmeras de segurança do local.

Estão tentando nos desmoralizar com base em algo que simplesmente não aconteceu. Se houve mesmo vandalismo, queremos ver as imagens. Se não houver provas, essa acusação é caluniosa e precisa ser retratada publicamente”, afirmou outro motorista da empresa, que preferiu não se identificar por temer represálias internas.

A nota divulgada pelo poder público ainda é alvo de críticas por outro motivo: foi a Prefeitura, e não a direção da Reta Rápido, quem comunicou o suposto ato à população.

A postura levantou questionamentos entre os funcionários e lideranças da categoria sobre a relação entre o Executivo e a empresa.

Por que a Prefeitura está falando em nome de uma empresa privada? Onde estão os diretores da Reta Rápido para dar esclarecimentos? Isso é, no mínimo, estranho”, disse um munícipe, ouvido pela reportagem.

A Prefeitura deveria estar mediando as soluções, e não servindo de escudo para uma empresa que se recusa a dialogar com os trabalhadores”, acrescentou o morador.

Desde o início do ano, motoristas da Reta Rápido têm denunciado uma série de problemas na operação do transporte coletivo em Botucatu, incluindo baixos salários, excesso de jornadas e condições precárias dos ônibus que estao em circulação para a população. A nota divulgada hoje, segundo os motoristas, tenta desviar a atenção da opinião pública sobre esses temas.

O Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Coletivo da região, sediado em São Manuel, ainda não se pronunciou oficialmente sobre os últimos episódios.

Enquanto isso, a categoria aguarda uma posição clara da empresa Reta Rápido — que até o momento não emitiu nenhum comunicado oficial sobre o suposto caso de vandalismo — e segue exigindo respeito, transparência e o fim de atitudes que visem deslegitimar os profissionais do transporte público na cidade.

Os motoristas enviaram à redação do Alpha Notícias imagens do pátio da Empresa Reta Rápido que não demonstram nenhum ato de vandismo aos ônibus e que o movimento no pátio é normal.

Destacam que os ônibus que aparecem nas imagens são ônibus escolares e a frota de reserva.

Eles relatam que todos os ônibus da empresa estão em operação normalmente, desde o início da manhã e que nenhum funcionário impediu a saída de nenhum ônibus do pátio, mas que foi tumultuada devido a presença das viaturas policiais e do SEMUTRAN que chamaram a atencao dos motoristas que trafegavam na área e provocou engarrafamento na porta da empresa, inclusive com ocorrência de acidentes. E devido à lentidão dos veículos a saída dos ônibus foi prejudicada.

A Equipe de Jornalismo da Rede Alpha entrou em contato com o Prefeito Fábio Leite, a Secretária de Comunicação, Cíntia Al Lage e o Secretário Adjunto de Transportes, Rodrigo Fumes para que desses esclarecimentos sobre o repúdio dos motoristas sobre a denúncia de vandalismo imputada à categoria, mas até o momento, nenhum deles se pronunciou.

A Rede Alpha continua acompanhando os desdobramentos dessa situação e atualizando a população sobre novos andamentos do caso e à disposição de todos os envolvidos.

Tumulto na saída dos ônibus da garagem da Reta Rápido não foi causado por manifestação dos motoristas.

Ao contrário do que se especulava nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira, não houve nenhuma manifestação de motoristas e cobradores, em greve, na frente da garagem da Reta Rápido.

A lentidão e o tumulto registrados na saída dos ônibus da empresa Reta Rápido teriam sido, possivelmente, causados pelos veículos da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (SEMUTRAN), segundo moradores da região.

Populares que residem nas proximidades da garagem da empresa denunciaram que, por volta das 5h, diversos carros da SEMUTRAN estavam estacionados em cima das calçadas, com luzes de advertência ligadas, chamando a atenção de quem passava pela via.

Segundo relatos, a presença ostensiva dos veículos oficiais, acabou interferindo diretamente no fluxo da garagem, atraindo curiosidade das pessoas que trafegavam na via e ocasionando pequenas batidas entre alguns carros, dificultando a saída dos ônibus e contribuindo para um cenário de confusão.

Não tinha nenhum piquete, nenhum protesto na frente da empresa. O problema foi o monte de carro da prefeitura parado na calçada, atrapalhando tudo. Eles é que causaram a bagunça”, relatou um morador da região que preferiu não se identificar.

Testemunhas também apontam que a situação gerou um grande congestionamento desde o Café Tesouro até as imediações do depósito do Supermercado Central na Av. Dante Delmanto, onde se localiza a garagem da Reta Rápido.

Além dos danos materiais e transtornos aos motoristas e motociclistas, é possível que a confusão tenha provocado atrasos significativos na saída dos ônibus do transporte público, prejudicando milhares de passageiros que dependem do serviço para chegar ao trabalho ou à escola.

Ainda não houve um posicionamento oficial da SEMUTRAN sobre o motivo da presença dos veículos no local e os relatos de irregularidades. A população cobra explicações imediatas e responsabilização dos envolvidos.

Tais atitudes colocam em xeque a conduta de agentes públicos e o uso da estrutura da secretaria em um momento de grande sensibilidade no setor de transportes do município, neste momento tão delicado.

Secretário de Transporte e Prefeito de Botucatu acusam motoristas de vandalismo e substituem alguns ônibus por escolares

Botucatu vive uma crise no transporte coletivo e, em vez de buscar soluções técnicas e diálogo com os trabalhadores, o secretário municipal de Transporte, Rodrigo Fumes e o Prefeito Fábio Leite optaram por um caminho preocupante: acusar sem provas e improvisar com irresponsabilidade.

Em declaração polêmica, eles afirmaram nas redes sociais que os próprios motoristas da empresa Reta Rápido, responsável por operar parte do sistema, teriam cometido atos de vandalismo contra os ônibus na garagem da empresa — uma acusação grave que, até o momento, carece de qualquer comprovação concreta.

Tal gesto causou indignação entre os motoristas, ainda mais pelas autoridades solicitarem a presença da Polícia para investigar os supostos atos de vandalismo.
A atitude foi recebida com surpresa e revolta pelos trabalhadores, que consideram a medida uma afronta direta à sua dignidade profissional e uma tentativa de criminalização da categoria.

Muitos relataram sentimento de perseguição e desconfiança por parte da administração, agravando ainda mais o clima de insatisfação.

A fala do secretário, além de ofensiva à classe trabalhadora, demonstra uma tentativa de desviar o foco da responsabilidade da gestão municipal diante do colapso de um sistema já fragilizado. Em vez de apresentar laudos técnicos, abrir diálogo com os representantes da categoria ou respeitar o princípio da presunção de inocência, as autoridades políticas preferiram lançar suspeitas públicas que fragilizam ainda mais a relação entre poder público e trabalhadores do transporte.

Como se não bastasse, o Prefeito ainda, emite um decreto autorizando os ônibus escolares da rede municipal de educação para que fossem utilizados, emergencialmente, para cobrir quatro linhas deixadas sem operação pela Reta Rápido.

A medida improvisada compromete a manutenção de uma frota já sobrecarregada e desvia o uso de um serviço que deveria ser exclusivo para a educação.

A decisão evidencia a falta de planejamento e transparência da atual gestão do transporte público, em Botucatu.

Usar veículos escolares para transporte coletivo urbano fere os princípios básicos de gestão pública responsável.

Trata-se de uma solução emergencial tomada sem consulta pública, sem debate com o Conselho Municipal de Transporte, sem considerar as consequências a médio prazo para a educação e a mobilidade da cidade.

É urgente que a Prefeitura reveja sua postura. Acusações infundadas contra trabalhadores, o uso indevido de recursos da educação e a criminalização de uma categoria essencial, não podem ser tratados com normalidade.

A população de Botucatu merece um transporte digno, planejado com seriedade, e uma gestão que respeite seus cidadãos — motoristas, estudantes e passageiros.

A Rede Alpha continua acompanhando os desdobramentos relacionados ao Transporte Público Municipal e continuará atualizando as informações para a população.

Prefeitura usa força policial para intimidar motoristas e encobrir colapso do transporte público

Em uma grave violação ao Estado de Direito, a Prefeitura de Botucatu, sob comando direto do prefeito Fábio Leite, tem mobilizado forças policiais diariamente na entrada da empresa Reta Rápido Transportes Ltda., concessionária do transporte público municipal, com o objetivo de intimidar motoristas e impedir a organização de uma greve legal.

Enquanto os trabalhadores tentam, por meios legítimos, negociar reajuste salarial digno, a resposta da administração é a coerção — não contra os empresários, mas contra os trabalhadores. Uma ação que soa não apenas autoritária, mas conivente com os abusos da empresa concessionária.

População também denuncia o colapso do serviço

E não são apenas os trabalhadores que estão insatisfeitos. A população de Botucatu há muito tempo denuncia o péssimo serviço prestado pela Reta:

* Ônibus sucateados, sem manutenção;

* Relatos graves de ônibus rodando sem freio;

* Atrasos constantes nos horários, deixando cidadãos sem transporte;

* Falta de linhas em diversos bairros, principalmente periféricos;

* Superlotação diária, principalmente nos horários de entrada e saída das escolas e dos turnos de trabalho;

* Quebra frequente de veículos durante o trajeto, colocando em risco a vida dos passageiros.

O sentimento geral é de abandono e desprezo. A qualidade do transporte público em Botucatu beira o colapso — e a Prefeitura sabe disso.

Trabalhadores querem reajuste, mas a empresa e a Prefeitura se recusam a dialogar

Os motoristas reivindicam reajuste de 13,09% e os cobradores 16%, seguindo os índices já praticados por outras empresas do setor. A Reta ofereceu apenas 5%, uma proposta que a categoria classificou como “humilhante”. E o que fez o prefeito? Não cobrou a empresa. Não exigiu melhorias. Não convocou mesa de diálogo. Mandou a polícia.

Essa atitude transforma um conflito trabalhista legítimo em um teatro de repressão estatal.

Direitos violados e abuso de autoridade

A Constituição Federal é clara:

Artigo 7º, inciso XXVI: garante o direito à negociação coletiva.

Lei nº 7.783/89: assegura o direito de greve.

Além disso, a intervenção com força policial em relações privadas de trabalho não tem amparo legal. Pelo contrário, pode configurar abuso de poder, coação institucional e até improbidade administrativa, abrindo margem para responsabilização direta do prefeito.

Dois pesos e duas medidas?

O caso revela ainda a hipocrisia da gestão de Fábio Leite. Em outras ocasiões, o prefeito não hesitou em romper contratos com empresas que prestaram serviços ruins à cidade, como ocorreu na obra de reforma do Hospital do Bairro, quando ele declarou publicamente:

> “Empresas que prestam serviço porco não ficarão em Botucatu.”

A incoerência é gritante. Por que a Reta continua operando mesmo com denúncias da população, revolta dos trabalhadores, sucateamento da frota e quebra de contrato social com os cidadãos?

Ao invés de aplicar a mesma régua e rescindir o contrato, o prefeito prefere proteger a empresa e intimidar quem trabalha.

Quem o prefeito está defendendo? O povo ou os empresários?
Os fatos falam por si.
O transporte é público, mas quem sofre são os usuários e os trabalhadores.

A empresa lucra com contrato da Prefeitura, mas entrega um serviço precário e perigoso.

Os motoristas pedem dignidade, e recebem viaturas policiais como resposta.

Enquanto isso, o prefeito se omite como gestor e age como capataz de interesses empresariais, calando greves, criminalizando trabalhadores e ignorando os apelos da população.

A cidade precisa reagir

Botucatu está sendo governada para quem? Para o povo ou para os empresários?

A permanência da Reta no sistema, mesmo diante de provas de má prestação de serviço e desrespeito à categoria trabalhadora, é uma vergonha pública. E a repressão policial comandada pelo prefeito, um atentado ao direito de protesto, à democracia e à justiça social.

E o questionamento da população diante de todos esses fatos é:
Se Fábio Leite diz que empresas ruins não ficam na cidade, então por que a Reta ainda está aqui?

A Rede Alpha de Comunicação continuará acompanhando os desdobramentos dessa situação e atualizando as informações para a população.

Acidente entre carro e moto deixa mulher e criança feridas em Botucatu

Na tarde da última sexta-feira (23), um acidente de trânsito registrado na Vila dos Comerciários, em Botucatu, deixou duas pessoas feridas: uma mulher e uma criança que estavam em uma motocicleta. A colisão envolveu um carro que, segundo a Polícia Militar, teria avançado a sinalização de “pare” em um cruzamento, atingindo a moto.

Com o impacto, os ocupantes da motocicleta foram arremessados ao solo. Equipes do SAMU e da PM prestaram socorro no local e encaminharam as vítimas ao Pronto-Socorro Central. Ambas sofreram escoriações, mas não correm risco de vida.

Durante o atendimento, foi constatado que a criança era transportada de forma irregular, sem capacete e sentada sobre o tanque da moto. A prática é proibida pelo Código de Trânsito Brasileiro e configura infração gravíssima, com penalidades como multa, pontos na carteira e suspensão do direito de dirigir.

O caso acende um alerta para os cuidados no transporte de crianças em motocicletas e o respeito às regras de trânsito, fundamentais para prevenir acidentes. A Polícia Militar segue acompanhando o caso.

Prefeitura altera trânsito na Rua Emílio Cani e Av. Pedretti Neto

A Prefeitura de Botucatu informa no dia 15 de junho (domingo), equipes da Semutran executarão alterações na mão de direção de algumas vias nas imediações do Supermercado Confiança e Loja Havan.

A mudança se faz necessária devido ao grande fluxo de veículos acessando a rotatória no início da Rodovia João Hypólito Martins (Castelinho), para, assim, organizar o fluxo de trânsito e melhorar a segurança viária evitando acidentes.

Principal mudança será na Rua Emílio Cani. No trecho da Avenida Dr. Mario Rodrigues Torres (lateral do Supermercado Confiança) até a Avenida Professor Pedretti Neto, o fluxo seguirá APENAS sentido saída para a rotatória da Castelinho. O sentido de direção continuará o mesmo no trecho após a rotatória até a Rua Manuel Gamito (lateral Unimed H2). Veja setas AMARELAS no mapa.

Outra via que terá sentido único de direção será a Avenida Doutor Mario Rodrigues Torres APENAS no trecho entre as ruas Emilio Cani e Joaquim Lira Brandão. Veja seta VERMELHA no mapa.

Outras duas ruas que terão trechos com sentido único de direção alterados são as ruas João Miguel Rafael e Manoel Deodoro Pinheiro Machado.

A Rua João Miguel Rafael terá sentido alterado da Avenida Doutor Mario Rodrigues Torres até a Rua Reverendo Celso de Assumpção. Já a Rua Manoel Deodoro Pinheiro Machado terá sentido alterado da Rua Reverendo Celso de Assumpção para a Avenida Doutor Mario Rodrigues Torres. Esta mudança visa disciplinar os fluxos de acesso dos clientes do supermercado, trazendo mais segurança viária para as pessoas que circulam pela região, uma vez que para acessar o estacionamento local, motoristas e motociclistas seguirão um único sentido de direção, evitando conflitos. Veja setas LARANJAS no mapa.

Toda a região será devidamente sinalizada, informando os motoristas e os motociclistas a respeito da mudança. A alteração ocorrerá em caráter experimental por duas semanas a partir de 15 de junho (domingo).

A Semutran orienta que motoristas e motociclistas trafeguem com cautela, respeitando a nova sinalização viária e os acessos.

 

Botucatu: Acidente com ônibus levanta debate sobre transporte público

Na tarde desta quinta-feira (27), um acidente envolvendo dois ônibus do transporte coletivo de Botucatu, um da Viação Piracicabana e outro da empresa Pontual, ocorreu na Rua 2 do Residencial Bem-Te-Vi 2. A colisão resultou em danos significativos aos veículos, mas, felizmente, não houve registro de feridos até o momento. As autoridades competentes estão investigando as circunstâncias do incidente.

O acidente aconteceu por volta das 15h e rapidamente chamou a atenção dos moradores locais, que relataram ter ouvido o estrondo do impacto e notado a movimentação de equipes de segurança na área. Agentes da Guarda Civil Municipal e da Polícia Militar foram acionados para documentar a ocorrência e regularizar o tráfego na região afetada.

Este incidente ocorre em um contexto de crescente preocupação entre os cidadãos sobre a velocidade dos ônibus nas ruas de Botucatu. Na semana passada, uma mulher sofreu ferimentos após cair dentro de um coletivo durante uma manobra brusca.

Os moradores da região estão se mobilizando em busca de medidas que garantam a segurança no transporte público, exigindo que as autoridades tomem providências para evitar novos acidentes e garantir um serviço de qualidade.

Enquanto as investigações prosseguem, a população aguarda por respostas e ações concretas que possam trazer maior segurança às suas rotinas de transporte.

 

Semutran apresenta viaturas para uso dos Agentes de Trânsito

Botucatu (SP) – Dando sequência às ações de estruturação da equipe de Agentes de Trânsito, a SEMUTRAN apresentou as viaturas de quatro rodas que serão utilizadas pelos Agentes em operações viárias, interdições e ações de fiscalização.

A frota será composta por quatro pick-ups médias, dois veículos sedans e um veículo station wagon, sendo cada veículo utilizado para uma ação específica do grupamento.

Todos os veículos receberam a caracterização visual, equipamentos luminosos e sonoros necessários para a função de operação e fiscalização de trânsito.