A responsável pelo local foi presa em flagrante pelo crime de maus-tratos aos animais, que prevê pena de dois a cinco anos de reclusão.
“Foram encontrados 39 animais em meio a fezes e urina, além de outras violações, o que caracteriza o crime de maus-tratos”, detalha o delegado Guilherme Dias.
Segundo a polícia, os animais eram mantidos em ambientes confinados, com pouca luminosidade e ventilação. Alimentos e medicamentos também estavam armazenados de forma inadequada.
A partir disso, com autorização da Justiça, a polícia foi até o local e encontrou os animais. A ação foi realizada em conjunto com a Polícia Científica do Paraná (PCPR), que analisou os ambientes, incluindo maternidade, área de reprodução e canis, e constatou que todos estavam em condições precárias e insalubres.
“Quando animais são tratados como objetos, como mercadoria, passíveis de lucro, é assim que eles são tratados. Sujeira, um sem água e sem comida, vivendo em caixas, sem falar o medo desses animais…”, apontou o delegado.
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