A Justiça de São Paulo proibiu a Prefeitura de Ribeirão Preto e o governo estadual de continuarem encaminhando pacientes do SUS para o setor de urgência e emergência do Hospital Beneficência Portuguesa. A medida foi adotada após o hospital se tornar alvo de uma ação civil pública do Ministério Público, que apontou a existência de falhas consideradas graves e recorrentes no atendimento.
A decisão é da juíza Lucilene Aparecida Canella de Melo, da 2ª Vara da Fazenda Pública, que estabeleceu o prazo de 90 dias para que a instituição, situada na região central do município, regularize as irregularidades. Entre as exigências estão a reorganização da equipe médica e a execução de obras para adequação do projeto arquitetônico do prédio. A determinação, no entanto, não afeta a realização de consultas e cirurgias, que seguem normalmente.
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