O sambista e compositor Noca da Portela morreu neste domingo (17), aos 93 anos, no Rio de Janeiro. Considerado um dos maiores nomes da história da Portela e do samba carioca, o artista deixa um legado marcado por décadas de contribuição à música popular brasileira.
Noca estava internado desde o fim de abril em um hospital na Zona Norte do Rio de Janeiro, após apresentar complicações de saúde. Nos últimos dias, o quadro clínico havia se agravado, levando o sambista ao Centro de Terapia Intensiva (CTI). A causa da morte não foi oficialmente divulgada.
A escola de samba Portela lamentou a morte do compositor e decretou três dias de luto oficial. Em nota, a agremiação destacou a importância de Noca para a história da escola e do carnaval carioca, ressaltando sua trajetória como um dos grandes baluartes da azul e branco de Madureira.
Natural de Minas Gerais, Noca da Portela construiu carreira consolidada no samba após se mudar ainda criança para o Rio de Janeiro. Ao longo da trajetória, compôs centenas de músicas e venceu diversas disputas de samba-enredo na Portela, tornando-se referência dentro e fora da escola.
Entre suas composições mais conhecidas estão sambas que marcaram gerações e ajudaram a eternizar desfiles históricos do carnaval carioca. O artista também teve músicas gravadas por grandes nomes da música brasileira, consolidando sua importância cultural no país.
A morte de Noca da Portela gerou forte comoção entre sambistas, artistas, integrantes de escolas de samba e admiradores da música popular brasileira, que utilizaram as redes sociais para prestar homenagens ao compositor.
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