Artigos do Autor: Fernando Bruder

Tumulto na saída dos ônibus da garagem da Reta Rápido não foi causado por manifestação dos motoristas.

Ao contrário do que se especulava nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira, não houve nenhuma manifestação de motoristas e cobradores, em greve, na frente da garagem da Reta Rápido.

A lentidão e o tumulto registrados na saída dos ônibus da empresa Reta Rápido teriam sido, possivelmente, causados pelos veículos da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (SEMUTRAN), segundo moradores da região.

Populares que residem nas proximidades da garagem da empresa denunciaram que, por volta das 5h, diversos carros da SEMUTRAN estavam estacionados em cima das calçadas, com luzes de advertência ligadas, chamando a atenção de quem passava pela via.

Segundo relatos, a presença ostensiva dos veículos oficiais, acabou interferindo diretamente no fluxo da garagem, atraindo curiosidade das pessoas que trafegavam na via e ocasionando pequenas batidas entre alguns carros, dificultando a saída dos ônibus e contribuindo para um cenário de confusão.

Não tinha nenhum piquete, nenhum protesto na frente da empresa. O problema foi o monte de carro da prefeitura parado na calçada, atrapalhando tudo. Eles é que causaram a bagunça”, relatou um morador da região que preferiu não se identificar.

Testemunhas também apontam que a situação gerou um grande congestionamento desde o Café Tesouro até as imediações do depósito do Supermercado Central na Av. Dante Delmanto, onde se localiza a garagem da Reta Rápido.

Além dos danos materiais e transtornos aos motoristas e motociclistas, é possível que a confusão tenha provocado atrasos significativos na saída dos ônibus do transporte público, prejudicando milhares de passageiros que dependem do serviço para chegar ao trabalho ou à escola.

Ainda não houve um posicionamento oficial da SEMUTRAN sobre o motivo da presença dos veículos no local e os relatos de irregularidades. A população cobra explicações imediatas e responsabilização dos envolvidos.

Tais atitudes colocam em xeque a conduta de agentes públicos e o uso da estrutura da secretaria em um momento de grande sensibilidade no setor de transportes do município, neste momento tão delicado.

O Brasil bate recorde de feminicídios e chega quatro mortes por dia em 2024

O Brasil registrou um aumento no número de casos de violência contra a mulher em 2024, de acordo com dados do Mapa da Segurança Pública de 2025, divulgados pelo Ministério da Justiça nesta quarta-feira, 11. Segundo a pasta, foram registrados 1.459 feminicídios no País, o maior número da série histórica e equivalente a quatro mulheres mortas por dia.

Fonte: ISTOÉ

Foto: reprodução

Conchas: Operação conjunta identifica suspeitos de furto de fios e receptação

Conchas (SP) – Uma operação conjunta entre a Polícia Civil e a Polícia Militar de Conchas resultou na identificação de um dos suspeitos pelos recentes furtos de fios elétricos que vêm crescendo de forma alarmante no município. A ação também levou à localização do receptador dos materiais furtados.

Durante a operação, foram apreendidos mais de 300 kg de fios de cobre, R$ 526 em dinheiro e diversos objetos de procedência duvidosa, entre eles: uma escada, dois carrinhos de mão, motor de betoneira, réguas de alumínio e ferramentas. Vários desses itens foram reconhecidos como produtos de furto.

O caso foi registrado no Boletim de Ocorrência nº IM4199/2025. Após a lavratura dos autos e cumprimento das formalidades legais, incluindo a expedição da Nota de Culpa e solicitação de exame de corpo de delito junto ao Instituto Médico Legal (IML), os envolvidos foram encaminhados à carceragem pública de Itatinga, onde permanecem à disposição da Justiça.

As forças policiais seguem com as investigações para identificar outras vítimas dos furtos e localizar novos envolvidos na prática criminosa e na receptação de materiais.

Polícia Civil/Polícia Militar

Secretário de Transporte e Prefeito de Botucatu acusam motoristas de vandalismo e substituem alguns ônibus por escolares

Botucatu vive uma crise no transporte coletivo e, em vez de buscar soluções técnicas e diálogo com os trabalhadores, o secretário municipal de Transporte, Rodrigo Fumes e o Prefeito Fábio Leite optaram por um caminho preocupante: acusar sem provas e improvisar com irresponsabilidade.

Em declaração polêmica, eles afirmaram nas redes sociais que os próprios motoristas da empresa Reta Rápido, responsável por operar parte do sistema, teriam cometido atos de vandalismo contra os ônibus na garagem da empresa — uma acusação grave que, até o momento, carece de qualquer comprovação concreta.

Tal gesto causou indignação entre os motoristas, ainda mais pelas autoridades solicitarem a presença da Polícia para investigar os supostos atos de vandalismo.
A atitude foi recebida com surpresa e revolta pelos trabalhadores, que consideram a medida uma afronta direta à sua dignidade profissional e uma tentativa de criminalização da categoria.

Muitos relataram sentimento de perseguição e desconfiança por parte da administração, agravando ainda mais o clima de insatisfação.

A fala do secretário, além de ofensiva à classe trabalhadora, demonstra uma tentativa de desviar o foco da responsabilidade da gestão municipal diante do colapso de um sistema já fragilizado. Em vez de apresentar laudos técnicos, abrir diálogo com os representantes da categoria ou respeitar o princípio da presunção de inocência, as autoridades políticas preferiram lançar suspeitas públicas que fragilizam ainda mais a relação entre poder público e trabalhadores do transporte.

Como se não bastasse, o Prefeito ainda, emite um decreto autorizando os ônibus escolares da rede municipal de educação para que fossem utilizados, emergencialmente, para cobrir quatro linhas deixadas sem operação pela Reta Rápido.

A medida improvisada compromete a manutenção de uma frota já sobrecarregada e desvia o uso de um serviço que deveria ser exclusivo para a educação.

A decisão evidencia a falta de planejamento e transparência da atual gestão do transporte público, em Botucatu.

Usar veículos escolares para transporte coletivo urbano fere os princípios básicos de gestão pública responsável.

Trata-se de uma solução emergencial tomada sem consulta pública, sem debate com o Conselho Municipal de Transporte, sem considerar as consequências a médio prazo para a educação e a mobilidade da cidade.

É urgente que a Prefeitura reveja sua postura. Acusações infundadas contra trabalhadores, o uso indevido de recursos da educação e a criminalização de uma categoria essencial, não podem ser tratados com normalidade.

A população de Botucatu merece um transporte digno, planejado com seriedade, e uma gestão que respeite seus cidadãos — motoristas, estudantes e passageiros.

A Rede Alpha continua acompanhando os desdobramentos relacionados ao Transporte Público Municipal e continuará atualizando as informações para a população.

Avião com 242 passageiros a bordo cai na Índia

Vídeos feitos por testemunhas mostram o momento em que o avião com 242 pessoas a bordo caiu nesta quinta-feira (12) perto do aeroporto de Ahmedabad, no oeste da Índia.
Nas imagens, é possível ver que o avião tenta arremeter antes de cair. Em seguida, fumaça e fogo se espalham pelo local.

O voo, operado pela Air Índia, seguia para o aeroporto de Gatwick, em Londres, no Reino Unido. Equipes de resgate foram acionadas e estão no local da queda. Todas as operações no aeroporto de Ahmedabad foram suspensas. As causas da queda ainda não foram identificadas.

Fonte: GLOBONEWS

Foto: Reprodução/Amit Dave

Pais e atletas denunciam condições precárias no INCA durante competição de handebol

A rodada da categoria sub-13 de handebol masculino e feminino, realizada no último sábado (07/06), em Botucatu, foi marcada por reclamações e indignação de pais, atletas e técnicos em relação às condições dos vestiários e sanitários do Ginásio do Inca. O evento, que reuniu crianças entre 9 e 13 anos, contou com grande presença de público e equipes de várias cidades da região, mas a infraestrutura oferecida foi alvo de críticas severas.

De acordo com comunicado emitido pela Associação Regional de Handebol de São Manuel – SP, os vestiários estavam localizados a uma grande distância da quadra onde os jogos ocorriam, o que já representava um obstáculo logístico. Porém, o maior problema relatado foi a falta de condições mínimas de higiene e segurança para o uso dos sanitários pelas crianças.

Segundo o documento, não havia separação adequada entre os banheiros masculinos e femininos, além de relatos de sujeira excessiva, mau cheiro e até vasos sanitários entupidos. Um dos vestiários foi considerado completamente inviável para utilização pelos jovens atletas. Muitos pais, diante da situação, levaram seus filhos a padarias, restaurantes e supermercados próximos para que pudessem usar banheiros em melhores condições.

Além disso, mesas de arbitragem e de confecção de súmulas estavam sujas e com cadeiras quebradas. Lixos acumulados nos bancos reservados aos atletas e árbitros também foram registrados. As imagens que acompanham o comunicado mostram o estado de abandono dos sanitários.

A organização da rodada informou que as fotos foram encaminhadas ao responsável pelo local, com pedido urgente de providências para que, nas próximas competições, a estrutura esteja em condições adequadas de uso. A entidade também alertou que, caso o problema persista, futuras rodadas no ginásio poderão ser canceladas.

A redação do Alpha Notícias entrou em contato com a secretária de Esportes Clarita Balestrim, a secretária de Comunicação Cinthia Al Lage e o prefeito de Botucatu, Fábio Leite, solicitando um posicionamento oficial sobre o ocorrido. Até o fechamento desta matéria, nenhum deles havia se pronunciado.

 

Confira a nota na íntegra

 

Prefeitura usa força policial para intimidar motoristas e encobrir colapso do transporte público

Em uma grave violação ao Estado de Direito, a Prefeitura de Botucatu, sob comando direto do prefeito Fábio Leite, tem mobilizado forças policiais diariamente na entrada da empresa Reta Rápido Transportes Ltda., concessionária do transporte público municipal, com o objetivo de intimidar motoristas e impedir a organização de uma greve legal.

Enquanto os trabalhadores tentam, por meios legítimos, negociar reajuste salarial digno, a resposta da administração é a coerção — não contra os empresários, mas contra os trabalhadores. Uma ação que soa não apenas autoritária, mas conivente com os abusos da empresa concessionária.

População também denuncia o colapso do serviço

E não são apenas os trabalhadores que estão insatisfeitos. A população de Botucatu há muito tempo denuncia o péssimo serviço prestado pela Reta:

* Ônibus sucateados, sem manutenção;

* Relatos graves de ônibus rodando sem freio;

* Atrasos constantes nos horários, deixando cidadãos sem transporte;

* Falta de linhas em diversos bairros, principalmente periféricos;

* Superlotação diária, principalmente nos horários de entrada e saída das escolas e dos turnos de trabalho;

* Quebra frequente de veículos durante o trajeto, colocando em risco a vida dos passageiros.

O sentimento geral é de abandono e desprezo. A qualidade do transporte público em Botucatu beira o colapso — e a Prefeitura sabe disso.

Trabalhadores querem reajuste, mas a empresa e a Prefeitura se recusam a dialogar

Os motoristas reivindicam reajuste de 13,09% e os cobradores 16%, seguindo os índices já praticados por outras empresas do setor. A Reta ofereceu apenas 5%, uma proposta que a categoria classificou como “humilhante”. E o que fez o prefeito? Não cobrou a empresa. Não exigiu melhorias. Não convocou mesa de diálogo. Mandou a polícia.

Essa atitude transforma um conflito trabalhista legítimo em um teatro de repressão estatal.

Direitos violados e abuso de autoridade

A Constituição Federal é clara:

Artigo 7º, inciso XXVI: garante o direito à negociação coletiva.

Lei nº 7.783/89: assegura o direito de greve.

Além disso, a intervenção com força policial em relações privadas de trabalho não tem amparo legal. Pelo contrário, pode configurar abuso de poder, coação institucional e até improbidade administrativa, abrindo margem para responsabilização direta do prefeito.

Dois pesos e duas medidas?

O caso revela ainda a hipocrisia da gestão de Fábio Leite. Em outras ocasiões, o prefeito não hesitou em romper contratos com empresas que prestaram serviços ruins à cidade, como ocorreu na obra de reforma do Hospital do Bairro, quando ele declarou publicamente:

> “Empresas que prestam serviço porco não ficarão em Botucatu.”

A incoerência é gritante. Por que a Reta continua operando mesmo com denúncias da população, revolta dos trabalhadores, sucateamento da frota e quebra de contrato social com os cidadãos?

Ao invés de aplicar a mesma régua e rescindir o contrato, o prefeito prefere proteger a empresa e intimidar quem trabalha.

Quem o prefeito está defendendo? O povo ou os empresários?
Os fatos falam por si.
O transporte é público, mas quem sofre são os usuários e os trabalhadores.

A empresa lucra com contrato da Prefeitura, mas entrega um serviço precário e perigoso.

Os motoristas pedem dignidade, e recebem viaturas policiais como resposta.

Enquanto isso, o prefeito se omite como gestor e age como capataz de interesses empresariais, calando greves, criminalizando trabalhadores e ignorando os apelos da população.

A cidade precisa reagir

Botucatu está sendo governada para quem? Para o povo ou para os empresários?

A permanência da Reta no sistema, mesmo diante de provas de má prestação de serviço e desrespeito à categoria trabalhadora, é uma vergonha pública. E a repressão policial comandada pelo prefeito, um atentado ao direito de protesto, à democracia e à justiça social.

E o questionamento da população diante de todos esses fatos é:
Se Fábio Leite diz que empresas ruins não ficam na cidade, então por que a Reta ainda está aqui?

A Rede Alpha de Comunicação continuará acompanhando os desdobramentos dessa situação e atualizando as informações para a população.

Secretário Luís Bravim autoriza aluguel de imóvel para serviços que já funcionam em prédio público

Uma autorização publicada na edição 2675A do Diário Oficial do Município, em 09 de junho de 2025 está também gerando polêmica e levantando suspeitas de irregularidade na gestão de recursos públicos na cidade de Botucatu.

Trata-se da locação de um imóvel privado, ao custo de R$ 121.380,00, para abrigar a Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Botucatu, o Banco do Povo, o PAT, o Sebrae Aqui, a Sala do Empreendedor, o SPPREV e o PROCON.

O problema é que todos esses serviços já estão funcionando gratuitamente no prédio do Mercado Municipal e no Terminal Rodoviário Urbano, há vários anos, nestes espaços que pertencente ao município de Botucatu.

Dessa forma, a decisão de pagar aluguel por um novo imóvel, neste contexto, levanta questionamentos técnicos, jurídicos e éticos, especialmente por não haver qualquer justificativa pública sobre a real necessidade da mudança e sem processo licitatório.

Um servidor aposentado que utiliza com frequência os serviços do SPPREV que não quis ser identificado, relata: “Esse novo local, para quem tem idade avançada como eu, fica muito mais difícil. Pois, a Praça do Paratodos é um local que é difícil para estacionar e ainda, muitas pessoas terão que pagar o parquímetro”.

Segundo o documento oficial, o contrato foi celebrado por inexigibilidade de licitação, com a empresa Magia Transportes de Cargas e Serviços Ltda., CNPJ 29.404.579/0001-30, sob a justificativa de centralizar e integrar atendimentos no centro da cidade.

No entanto, o Mercado Municipal já cumpre essa função estratégica, pois fica na região central, com acessibilidade, estacionamento próprio e é reconhecido pela população que já utiliza o espaço do Mercado Municipal, há anos, para está finalidade.

Especialistas jurídicos foram consultados pela reportagem da Rede Alpha de Comunicação e todos apontam que a contratação pode violar diversas normas legais, com destaque para a Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101/2000), que exige o uso eficiente e econômico dos recursos públicos.

“Não há lógica em pagar mais de R$ 120 mil por um espaço, se os mesmos serviços, já estão ativos em prédios públicos, sem nenhum custo. Isso pode ser interpretado como desperdício de recursos”, afirma a Dra Raphaela Silotto advogada especialista em Direito Administrativo.

Ela ainda alerta outros pontos dessa tramitação. São eles: Autorização de Autoridade Competente, publicada no Diário Oficial, assinada pelo Secretário Luís Fernando Bravim. São eles:

1. Violação ao princípio da economicidade e eficiência (LRF e Constituição Federal)

A Lei de Responsabilidade Fiscal, em seus artigos 15 e 16, exige justificativa técnica e impacto orçamentário em contratações que resultem em novas despesas contínuas. Da mesma forma, o artigo 37 da Constituição Federal também impõe a observância aos princípios da eficiência e moralidade na administração pública“, comenta.

2. Possível desvio de finalidade no uso da inexigibilidade de licitação

A Lei nº 14.133/2021 (Nova Lei de Licitações) permite inexigibilidade quando não há competição possível (ex: fornecedor exclusivo), o que não parece ser o caso. Ou seja, a contratação direta para aluguel de imóvel, só é válida, se o local for absolutamente necessário e único para aquela função, o que não está claro no caso analisado“, informa.

3. Falta de justificativa pública ou técnica para a desocupação do Mercado Municipal

Não há qualquer informação oficial sobre problemas estruturais, reformas ou razões que impeçam o uso do Mercado Municipal. Por isso, a ausência de transparência pode ser considerada afronta à Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011)”, esclarece.

MUNICÍPIO DEVE EXPLICAR OS MOTIVOS DA DESTINAÇÃO DESSES RECURSOS

Diante do cenário, o Ministério Público (MP) e o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) podem ser acionados para apurar se houve lesão ao erário público.

Cidadãos também podem representar junto ao MP e solicitar cópia integral do processo administrativo para esta contratação direta nº 12.903/2025″, orienta mais uma vez, a Dra Raphaela Siloto.

Um comerciante do espaço, que preferiu nao se identificar, comentou que o valor de R$ 121.380,00 poderia, por exemplo, ser investido na ampliação de serviços ou reformas no próprio Mercado Municipal ou até mesmo nas salas administrativas da prefeitura, instaladas na Rodoviária, em que muitas estão sem utilização. Mas fazer um gasto com aluguel tão caro, sem necessidade justificada de um imóvel privado, “(…) é um absurdo para a cidade de Botucatu“.

A reportagem tentou contato com Luís Fernando Nicolosi Bravin – Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico de Botucatu; com Cinthia Al Lage, Secretária Municipal de Comunicação; e com o Prefeito Fábio Leite para falarem sobre o assunto, porém até o fechamento desta matéria, não houve retorno.

A Equipe de Jornalismo da Rede Alpha de Comunicação continuará acompanhando os desdobramentos de mais este caso da atual administração pública municipal.