Artigos do Autor: Fernando Bruder

Avião de pequeno porte cai em área de plantação no Pará

Por um triz uma mulher não foi atropelada em Santa Catarina

Uma mulher caminhava pela rua quando um carro prata desgovernado atingiu a traseira de um veículo branco estacionado em Braço do Norte(SC). O impacto fez com que o carro capotasse, passando muito próximo da mulher. A polícia militar informou que o motorista, que vestia uniforme de trabalho, não estava embriagado e afirmou que estava a caminho de uma feira representando sua empresa.

 

 

Zona Leste ganha UBS mas não leva. Local foi inaugurado mas não funciona

A Prefeitura de Botucatu, por meio da Secretaria de Saúde, inaugurou a Unidade de Saúde da Família (USF) do Cachoeirinha, situada na região leste do município. A unidade, que recebeu o nome de Dr. Fernando Zambonini, foi oficialmente entregue no dia 31 de dezembro de 2024, ainda sob a gestão do ex-prefeito Mário Pardini.

Apesar da inauguração, a população da Zona Leste tem demonstrado preocupação e insatisfação, pois, passados quase dois meses da “inauguração”, a unidade ainda não iniciou suas atividades. Esse atraso no funcionamento tem sido visto como uma prática recorrente, na qual espaços públicos são inaugurados sem estarem prontos para atender a comunidade.

Os moradores expressam o desejo de que as inaugurações ocorram apenas quando os serviços estiverem de fato disponíveis para uso. A situação da USF Cachoeirinha não é isolada; outros projetos, como o Campo de Futebol do Jardim Palos Verdes e o Hospital Sorocabano, também foram inaugurados sem estarem plenamente operacionais.

Essas situações têm gerado um sentimento de frustração e desilusão entre os habitantes da região, que se sentem enganados pelas inaugurações simbólicas. A expectativa da população é de que as novas administrações tomem medidas para garantir que tais eventos ocorram apenas quando os serviços estiverem prontos para o uso, assegurando assim a credibilidade e a confiança entre o poder público e a comunidade.

foto: Prefeitura de Botucatu

 

Assistam a matéria:

 

Desafios de acesso para chegar em casa no Residencial Bela Hungria

Os moradores do Residencial Bela Hungria, localizado na zona leste de Botucatu, têm enfrentado dificuldades significativas para acessar seus apartamentos “à pé”. A principal causa desse problema é a ausência de calçamento entre o residencial e a Avenida Arquiteto Zenon Lotufo, situada ao lado do Bairro Cachoeirinha. Este problema é exacerbado em dias de chuva, quando o barro se acumula e torna a passagem praticamente impossível. Outra questão é o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, além de idosos e mães com cadeirinha com crianças.

Riscos e Inseguranças

Além do barro, a falta de infraestrutura adequada para pedestres obriga os moradores a circularem pela Rodovia Alcides Soares, o que representa um risco elevado de atropelamento. Este trajeto é extremamente perigoso, especialmente considerando que o local é uma via de grande fluxo devido à presença de cinco grandes blocos de apartamentos, incluindo os quatro do bairro Cachoeirinha.

Impacto na Comunidade

A área ao redor do Residencial Bela Hungria é um ponto de grande concentração de pessoas. O centro comercial adjacente, que inclui uma loja de conveniência e outros estabelecimentos, atrai muitos moradores para a prática de caminhada e outras atividades diárias. A falta de um caminho seguro e pavimentado não só dificulta o acesso dos residentes, mas também limita a utilização dos serviços comerciais disponíveis.

Proposta de Solução

A solução mais viável seria a implementação de um calçamento adequado entre o residencial e a avenida. Para isso, a Prefeitura de Botucatu precisa tomar medidas imediatas, seja acionando o empreendimento responsável para que realize as obras necessárias, seja aplicando multas para garantir que o conforto e a segurança dos moradores sejam priorizados.

Assistam a Reportagem:

 

 

Avião Airbus da Air Busan pega fogo no aeroporto de Busan, na Coreia do Sul

Sete pessoas ficaram levemente feridas em um incêndio de avião na Coreia do Sul, disseram autoridades nesta quarta-feira (19). A mídia sul-coreana reportou que as chamas podem ter começado em uma bateria portátil armazenada em uma mala de mão.

Um avião da Air Busan que voava do Aeroporto Internacional de Gimhae para Hong Kong pegou fogo na pista do Aeroporto Internacional de Busan na noite de terça-feira, de acordo com o Ministério dos Transportes da Coreia do Sul. Um total de 169 passageiros e sete comissários de bordo foram evacuados por meio de toboáguas infláveis.

As autoridades relataram um número inicial de três feridos, mas o dado aumentou para sete na quarta-feira. Uma das vítimas está atualmente hospitalizada, acrescentou o ministério.

O incêndio queimou quase metade da fuselagem do avião, embora as asas e os motores não tenham sido danificados, de acordo com a mesma fonte, que indicou que uma investigação foi aberta.

“Não sabemos quando poderemos divulgar os resultados da investigação sobre as causas do incêndio”, enfatizou o porta-voz do ministério.

‘Caótico e assustador’

Imagens impressionantes foram divulgadas pela mídia local na noite de terça para quarta-feira, mostrando um avião em chamas e uma fumaça espessa parecendo sair do interior da aeronave.

Novas imagens revelaram a extensão dos danos na manhã de quarta-feira: a metade superior da fuselagem queimou, deixando um enorme buraco.

Segundo a agência de notícias Yonhap, o incêndio se espalhou depois que uma fumaça preta saiu do compartimento de bagagem, localizado acima dos passageiros da última fileira.

“Um incêndio parece ter começado quando a bateria portátil de um passageiro, que estava armazenada no compartimento superior como bagagem de mão, foi comprimida”, relatou o jornal local JoongAng Ilbo, citando uma pessoa não identificada afiliada à Air Busan.

Enquanto a fumaça enchia a cabine, um passageiro sentado perto da saída de emergência abriu a porta, e o comissário de bordo abriu a saída oposta, permitindo que outros passageiros começassem a evacuar, relatou um passageiro, citado pela Yonhap.

— Foi caótico e assustador — disse ele.

No mês passado, a Coreia do Sul sofreu seu pior desastre aéreo de todos os tempos. Em 29 de dezembro de 2024, um Boeing 737-800 transportando 181 passageiros de Bangkok fez um pouso de barriga em Muan, segundos antes de bater em um muro no final da pista e pegar fogo. Apenas dois tripulantes sobreviveram, e 179 pessoas morreram.

Espaço das torres de tv no Jardim Paraíso carecem de atenção

O local que abriga as torres de TV do município tem se tornado uma fonte de preocupação para os moradores vizinhos no Jardim Paraíso, Zona norte de Botucatu. O mato alto e ao acúmulo de lixo nas calçadas tem sito denunciados semanalmente à REDE ALPHA. A situação tem gerado um risco potencial de dengue, uma vez que o matagal pode servir de criadouro para mosquitos transmissores da doença. Os residentes da área expressaram suas queixas, destacando a falta de manutenção e limpeza do espaço, que é de responsabilidade da prefeitura.

Uso Indevido do Espaço Público

Durante uma reportagem da REDE ALPHA, foi constatado que um pedreiro estava utilizando a calçada do entorno de forma inadequada, com uma betoneira, areia e terra, impedindo a passagem de pedestres na calçada. Além disso, o local tem sido utilizado como depósito de restos de construção, e há relatos de que algumas pessoas também estão descartando móveis no local, aumentando ainda mais o problema de lixo.

Responsabilidade e Falta de Fiscalização

Embora o espaço seja público e, portanto, sob a responsabilidade da prefeitura, as emissoras de televisão que operam no local são entidades privadas. A utilização do espaço também é feita pela TV Câmara de Botucatu. A situação levanta questões sobre a falta de fiscalização, inclusive por parte dos próprios vereadores, que deveriam zelar pelo uso adequado e pela manutenção do espaço.

Necessidade de Ação Imediata

A resolução desses problemas requer uma ação coordenada entre a prefeitura e as emissoras de televisão que utilizam o espaço. Uma manutenção regular e eficiente é essencial para garantir a segurança e o bem-estar dos moradores vizinhos, além de preservar a integridade do espaço público. É crucial que as autoridades competentes tomem medidas imediatas para evitar o agravamento da situação e mitigar os riscos à saúde pública.

 

Assistam a Reportagem:

 

 

 

A falta de itens de proteção aos trabalhadores da prefeitura já é caso antigo

As demandas levantadas pelas participantes do ‘Botucatu em Frente’, em relação à falta de segurança dos trabalhadores da Prefeitura Municipal de Botucatu tem sido uma questão preocupante há muitos anos.

A negligência no uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) por parte dos servidores e empresas terceirizadas é evidente em vários pontos da cidade.

Fotos das redes sociais do ex-prefeito Mário Pardini evidenciam essa situação assustadora de negligência da Prefeitura de Botucatu em muitas situações.

Estas fotos ilustram a vulnerabilidade e descaso com a segurança dos trabalhadores. Revelam a realidade de muitos trabalhadores sem os devidos equipamentos de proteção.

Nossa equipe de jornalismo consultou um renomado médico da área de ergonomia e segurança do trabalho da Faculdade de Medicina de Botucatu, que no momento, não quis se identificar, mas que analisou algumas dessas fotos e apontou as irregularidades expostas nas imagens postadas, inadivertidamente, pelo ex-prefeito de Botucatu.

Falta de uniforme, falta de botina de segurança, falta de óculos pelo risco de corpo estranho no olhos, falta de luvas , falta de mascara e falta de capacete

Falta de capacetes, falta de uniforme, falta de cinturão de 5 pontas com talabarte, falta de capacetes e falta de luvas

         

Risco de trauma corto-contuso. Falta de mesa para ferramentas de corte e falta de luvas. Na segunda ainda observa-se a ausência de máscara e capacete.

Falta de capacetes, risco de queda de material colocado de forma errada próximo ao buraco, com risco de cair sobre os trabalhadores como madeira e pedras.

Risco de queda de grande altura com funcionário à borda de caçamba de caminhão, posição incorreta, além de falta de capacetes e luvas.

 

Risco de queda de grande altura com instrumentos perfurantes em mãos e incandecentes. Na primeira foto, trabalhador com óculos inadequado para solda e na segunda foto, sem óculos de proteção contra estilhaços. Alboms falta de capacete, cinturão de 5 pontas com talabarte, máscara e luvas.

                         

Risco de queda de grande altura, falta de capacetes, cinturão de 5 pontas com talabarte e luvas

Falta de uniforme, capacete, luvas e botina de proteção

Trabalhadores em risco de queda da terra e causar soterramento e queda da tubulação de cimento e da própria escavadeira sobre os trabalhadores e falta de capacete.

                   

Trabalhadores com bermuda, camiseta e tênis. Falta de uniforme, botinas de proteção, capacete e luvas.

 

Escada colocada em local de muito risco para queda de grande algura, trabalhador sem capacete, máscara, luva e cinturão de 5 pontas com talabarte.

Trabalhador em local de risco de soterramento e queda de material sobre a cabeça. Falta de capacete, uniforme e luvas

Falta de fones ou protetores auriculares, falta de capacetes e luvas.

 

Risco de acidente perfuro-cortante por estilhaços e do próprio equipamento. Falta de uniforme, capacete, máscara e óculos de proteção.

Nessas 2 fotos, o prefeito e sua mãe recebem vacinas durante a pandemia com profissionais devidamente paramentados com luvas. Detalhe que o ex-prefeito é vacinado pelo Dr André Spadaro (na época, secretário de saúde e atualmente, vice-prefeito).

No entanto, muitos munícipes sequer receberam o mesmo cuidado

                                        

 

RISCOS DA FALTA DE EPI’s

Os EPIs são essenciais para garantir a segurança dos trabalhadores em diversas atividades. Contudo, em Botucatu, observa-se uma falta de comprometimento com o uso adequado desses equipamentos com vários trabalhadores da Prefeitura de Botucatu.

A falta de uniformes, botinas de segurança, óculos, luvas, máscaras, cinturões e capacetes muitas vezes não são utilizados, conforme é exigido pelas normas de segurança do trabalho.

O desrespeito às normas de segurança, que são exigidas em todo o país, é uma falha gravíssima.

A não observância das leis trabalhistas quanto ao uso de EPIs coloca em risco a saúde e a segurança dos funcionários. Em muitos casos, a falta de proteção adequada pode resultar em acidentes sérios, onde atualmente se conta apenas com a sorte para evitar tragédias.

Podemos observar nos contratos de empresas terceirizadas por exemplo, que há um fiscal designado pela própria Prefeitura que deveria agir, observando tais regramentos e pontuando em seus relatórios a falta destes importantes equipamentos de segurança.

No entanto, não se percebe uma fiscalização efetiva por parte da própria Prefeitura de Botucatu, em relação aos seus colaboradores e empresas terceirizadas. Isso demonstra uma falta de responsabilidade e comprometimento com a segurança no ambiente de trabalho.

É imprescindível que a Prefeitura de Botucatu e as empresas terceirizadas assumam a responsabilidade de garantir condições seguras de trabalho.

A fiscalização rigorosa e o cumprimento das exigências ao fornecimento dos EPI’s aos trabalhadores; bem como, a promoção de uma cultura de segurança, são passos fundamentais para proteger a vida e a saúde dos trabalhadores, implementando programas de conscientização e treinamento.

Todas essas medidas são essenciais e eficazes para mudar essa realidade e assegurar um ambiente de trabalho mais seguro para todos.

Fotos: Redes sociais

 

Sessão de segunda-feira 24/02, discutirá obras no Residencial Haway

Na próxima segunda-feira (24), a Câmara Municipal de Botucatu realiza sua Sessão Ordinária semanal para deliberação de um projeto de lei de autoria do Prefeito. A matéria autoriza a destinação do valor de R$ 200 mil para cobertura de despesas com obras de infraestrutura externa do Residencial Haway.

Ordem do Dia:

1) Projeto de Lei Nº 3/2025, de iniciativa do Prefeito, que dispõe sobre autorização de provisão de Contrapartida Financeira para obras de infraestrutura externa do Residencial Haway no âmbito do Programa Minha Casa Minha Vida – Faixa 1.
Tribuna Livre

Durante a Sessão, haverá momento de Tribuna Livre, conforme estabelecido pelo Regimento Interno da Câmara (artigo 251), sobre o “Dia do Rotary – 120 anos de fundação à serviço das comunidades”.

Nossa sessão começa às 19 horas, é aberta ao público e tem transmissão ao vivo pelo site, Facebook, YouTube e TV Câmara Botucatu (canais 31.3 da rede aberta e 2 da Claro NET TV)!