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Por que feijão está sumindo do prato dos brasileiros?

Os brasileiros estão perdendo o hábito de comer feijão diariamente, em meio a mudanças culturaisavanço dos alimentos ultraprocessados e aumento de preços do produto.

Seguindo a tendência dos últimos anos, o feijão deixará de ser consumido de forma regular – de 5 a 7 dias na semana – em 2025, conforme estudo do Programa de Pós-graduação em Saúde Pública da Faculdade de Medicina da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

A partir daquele ano, a maior parte dos brasileiros passará a comer o alimento símbolo nacional com frequência considerada irregular (1 a 4 dias), de acordo com a pesquisa.

A perda de espaço do feijão no prato nacional, e sua substituição por alternativas menos saudáveis, tem consequências para a segurança alimentar e para a saúde da população.

A importância histórica, nutricional e social do feijão

 

O feijão surgiu de uma miscigenação das nossas heranças culinárias“, observa a nutricionista Fernanda Serra Granado, que pesquisou o tema em seu doutorado na UFMG.

Segundo ela, a leguminosa já era um alimento nativo na América, conhecido pelos indígenas, que consumiam os grãos sem caldo, mesmo antes da colonização portuguesa.

Os portugueses acrescentaram o caldo, uma solução encontrada pelas senhoras europeias para umedecer a comida nativa, que elas consideravam muito seca. Trazidos ao Brasil escravizados, os africanos também consumiam o alimento, adicionando seus saberes ao preparo.

Mas a construção do feijão como um símbolo nacional só vai acontecer bem mais para frente, durante o Modernismo Brasileiro dos anos 1920.

“Aí ele é expresso em poesia, em músicas e é reconhecido como esse símbolo identitário da nossa tradição culinária”, diz Granado.

Em termos nutricionais, o feijão é rico em proteínas e minerais, incluindo o ferro, além das vitaminas C e do complexo B (à exceção da B12, de origem animal) e fibras solúveis e insolúveis, importantes para o bom funcionamento da digestão.

 

“Além de ter um excelente perfil nutritivo e ser importante para manutenção da saúde da população, o feijão é um marcador de qualidade da dieta”, afirma a pesquisadora.

“Isso porque o indivíduo, quando consome feijão, acaba complementando o prato com outros alimentos saudáveis, como arroz, vegetais, salada e uma proteína animal. Então, em geral, o feijão é um dos componentes de uma refeição nutricionalmente equilibrada.”

Além da tradição histórica e do valor nutricional, a pesquisadora destaca a importância social do feijão na dieta brasileira.

“O feijão é um elemento de segurança alimentar e nutricional, porque a alimentação saudável é um direito da população, previsto na Constituição”, observa a nutricionista.

O cumprimento desse direito implica no acesso a alimentos saudáveis, de forma permanente, regular, em quantidade suficiente, sem que isso comprometa outras necessidades essenciais da vida, como moradia, vestuário, entre outras.

“Por ser um alimento saudável e acessível, o feijão é um elemento importante em termos sociais para garantia da segurança alimentar e nutricional”, conclui Granado.

Como foi feito o estudo da UFMG

 

Para analisar a evolução do consumo de feijão nos últimos anos no Brasil, a pesquisadora usou dados do Vigitel (Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), pesquisa feita anualmente por telefone pelo Ministério da Saúde.

“A POF [Pesquisa de Orçamentos Familiares] do IBGE de 2017 já mostrava uma redução de 7% na participação dos alimentos in natura no consumo dos brasileiros. Ao mesmo tempo, mostrava um aumento de 46% nos ultraprocessados, em relação a 2002”, observa Granado.

“Foi isso que me instigou a investigar a tendência no consumo do feijão”, explica.

Analisando dados do Vigitel de mais de 500 mil adultos entre 2007 e 2017, a pesquisadora observou uma tendência de queda do consumo da leguminosa entre 2012 e 2017. A redução aconteceu entre homens e mulheres, de todas as faixas etárias.

A partir da observação do passado, ela então utilizou métodos estatísticos para projetar o que deve acontecer à frente, até 2030.

“Para nossa surpresa, vimos essa inversão em 2025, quando o consumo regular, de 5 a 7 dias por semana, vai perder prevalência para o consumo não regular, de 1 a 4 dias”, diz Granado.

 

“Entre as mulheres, a estimativa é de que essa mudança já tenha acontecido no ano passado [em 2022], e para os homens, vai acontecer em 2029”, detalha a especialista.

O que explica a queda de consumo nos últimos anos

 

Mudanças culturais e o avanço dos ultraprocessados – alimentos calóricos e de baixo valor nutricional – estão no centro da redução do consumo de feijão, segundo a pesquisadora.

“Na década de 1980, há a entrada das grandes transnacionais de alimentos no Brasil e o avanço da participação das mulheres no mercado de trabalho, o que causa uma modificação no perfil de consumo da população, com os ultraprocessados sendo percebidos como uma solução prática para o dia a dia”, observa a nutricionista.

“Com o passar do tempo, há também uma perda de práticas culinárias, da habilidade em si de preparar os alimentos, com a tradição de receitas que passavam entre gerações que começa a se perder.”

Um terceiro fator que pesa na redução de consumo do feijão é o aumento de preços do produto, observa a especialista.

Em 11 anos, entre janeiro de 2012 e janeiro de 2023, o feijão carioca acumula alta de preços de 122% e o feijão preto, de 186%, comparado a uma inflação geral de 89% no período, segundo o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da FGV (Fundação Getulio Vargas).

Ou seja, em pouco mais de uma década, o feijão carioca dobrou de preço e o feijão preto, quase triplicou.

Um dos fatores que explica esse encarecimento é a perda de espaço da produção agrícola de feijão para commodities como a soja e o milho, explica Granado.

Segundo dados da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), a área plantada de feijão no Brasil na safra 2022-2023 deverá ser de apenas 859 mil hectares, a menor da série histórica com início em 1976. O número representa uma redução de 65% em relação ao momento de auge, na safra 1981/1982.

“O produtor acaba abandonando a produção de feijão e outros alimentos que possuem valor agregado menor em comparação a commodities como soja e milho, que têm safras muito mais lucrativas, com demanda internacional”, observa Granado.

 

Por fim, com relação à queda maior do consumo entre as mulheres, a especialista avalia que isso pode ser fruto da dupla jornada, que pode estar fazendo com que elas optem com mais frequência pela conveniência dos ultraprocessados.

Quais as consequências para a saúde de comer menos feijão O estudo da UFMG investigou ainda a relação entre o consumo ou não de feijão e a obesidade.

Segundo o levantamento, os indivíduos que consomem feijão de forma regular, de 5 a 7 vezes por semana, têm chance 14% menor de desenvolver sobrepeso e 15% menor de serem obesos.

Já o não consumo é um fator de risco, com 10% de chance maior de excesso de peso e 20% de possibilidade maior de obesidade.

“Concluímos com isso a importância das nossas escolhas alimentares sobre o nosso perfil de saúde”, diz Granado.

“O indivíduo que não consome feijão, ou consome uma ou duas vezes por semana – o que não é suficiente – tem um fator de risco porque, muito provavelmente, nos dias em que ele tira o feijão de sua alimentação durante a semana, ele está fazendo opções não saudáveis. São essas opções que contribuem para o maior ganho de peso.”

O que o poder público pode fazer para mudar esse quadro

 

Para Granado, para mudar esse quadro é preciso uma revalorização do feijão como um elemento da nossa cultura, um alimento símbolo e parte da identidade nacional do país.

 

Para isso, ela sugere que seria desejável uma maior tributação dos alimentos ultraprocessados e pouco saudáveis. Países como França e México já adotam taxação mais alta para bebidas açucaradas, por exemplo, com bons resultados, cita a especialista.

Outro passo importante é a rotulagem nutricional. Granado avalia que o Brasil avançou nesse sentido com o novo padrão de rotulagem, em vigor desde outubro de 2022, que indica a presença de alto teor de sódio, gordura e açúcar nos alimentos.

“Isso contribui para o consumidor ter uma consciência melhor dos alimentos que ele está adquirindo e para que possa fazer escolhas melhores”, afirma.

Por fim, a nutricionista defende que, além da taxação dos alimentos não saudáveis, seria desejável subsidiar os saudáveis, por exemplo, através do incentivo à agricultura familiar, para que o produto chegue a um preço mais baixo às prateleiras, estimulando o consumo.

Fonte: Matéria/Imagem – G1

Hípica Vitoreli começa competições de 2023 em grande estilo

Mais um ano Hípico de Competições se inicia e os alunos da Hipica Vitoreli estão bastante confiantes para o ano que se inicia , focados nos treinamentos para que o ano seja prospero assim como foi 2022. E no Último Final de semana (25 e 26/03) deu inicio ao Campeonato de Salto e Hipismo Rural Realizado pela ABHIR (Associação Brasileira dos Cavaleiros de Hipismo Rural) evento foi realizado no Clube de Cavaleiros Prof: Victorino Machado, na cidade de Rio Claro, evento realizado em dois dias, no sábado provas de Salto, no domingo prova de Hipismo Rural.
Os Atletas Botucatuense da Hipica Vitoreli, estiveram presente nas duas modalidades conquistando excelente resultados

Na modalidade de Salto
Na Categoria Escola Maria Maffeis foi a Vice-campeã montando Kumar
Joana Maffeis conquistou o 5º lugar

Na Categoria Master (0,80 cm)
Mariana Maffeis em sua Estreia foi a 11º Colocada.

Na modalidade de Hipismo Rural :
Na Categoria Escola , estreando na categoria Yasmim Carreira montando Melany foi a grande campeã , e montando Bailaria foi a 7º Colocada
Joana Maffeis montando Kumar foi a 8º Colocada

Na categoria Cavaleiro do futuro, tivemos a participação de Gustavo Carreira fazendo lindo Percurso

Na Categoria Estreantes (0,60)
Teve a estreia de 2 alunas nessa categoria , Steffany Otoni montando Bailaria conquistou o 12º Lugar e Emanuelli de Camargo conquistou 15º lugar, ambas fizeram uma linda pista.

Na Categoria Mini Mirim , Livia Bravin em uma espetacular apresentação foi a Vice Campeã montando Melany , Julia Celestino conquistou o 17º lugar

Na Categoria Escola dos Pais
Na Sua Estreia Mariana Maffeis montando Kumar foi a Grande Campeã da Etapa
Alessandro Tineu montando Bailarina foi o 5º colocado.

O ano Hípico apenas começou , porem a Hipica Vitoreli está muito otimista para 2023, alunos e animais já voltaram ao treinando mantendo o foco e determinação para restante da temporada

O Instrutor Jovacir Vitoreli esta muito satisfeito com desempenho dos alunos e dos animas, agradece todos parceiros e patrocinadores por todo apoio ao esporte

“ Hipismo Rural Esporte que faz Amigos”

 

Sabesp abre 28 vagas no Médio Tietê para o Programa Aprendiz 2023

A Sabesp abriu nesta segunda-feira (6) as inscrições do processo seletivo do Programa Aprendiz 2023, e serão destinadas 28 vagas para a região do Médio Tietê do Estado de São Paulo. As oportunidades são destinadas a estudantes do Ensino Médio e EJA – Educação de Jovens e Adultos, de instituições de ensino pública ou privada, com idade mínima de 14 anos e máxima de 22 anos e 6 meses, no ato da admissão. Neste ano, jovens que já tenham concluído o Ensino Médio também poderão se inscrever.

As inscrições ocorrerão pela internet e os interessados poderão se candidatar entre as 10 horas desta segunda-feira (6 de março) até as 14 horas do dia 3 de abril, exclusivamente pelo site da FCC. Para informações sobre a distribuição das vagas (por cidade) e outros detalhes, acessar o edital no link https://www.concursosfcc.com.br/concursos/sabes122/index.html.

No Médio Tietê, as vagas serão distribuídas aos seguintes municípios:
– 08 para Botucatu*;
– 02 para São Manuel;
– 01 para Agudos;
– 02 para Boituva;
– 01 para Capela do Alto;
– 01 para Cesário Lange;
– 01 para Charqueada;
– 01 para Ibiúna;
– 01 para Iperó;
– 01 para Laranjal Paulista;
– 01 para Pederneiras;
– 01 para Piedade;
– 01 para Porangaba;
– 01 para Salto de Pirapora;
– 02 para São Roque;
– 03 para Tatuí;
*Das 8 vagas de Botucatu, uma única será reservada a candidato com deficiência (CcD), modalidade que não há idade máxima para inscrição.

O programa é uma parceria entre Sabesp e Senai-SP, que atua na qualificação e formação técnico profissional de Assistente Administrativo. Os aprendizes terão direito à remuneração no valor de R$ 651,00, incluindo benefícios como vale refeição, vale transporte, assistência médica e seguro contra acidentes pessoais. O contrato terá duração máxima de 18 meses e, ao término do programa, receberão certificado de qualificação profissional de Assistente Administrativo pelo Senai-SP.

O programa tem importante papel social, contribuindo com a formação dos jovens ao oferecer aprendizado teórico e prático, além da troca de experiências e a integração com empregados e estagiários, ampliando as oportunidades de inserção no mercado de trabalho. Desde 2006, a Sabesp proporcionou oportunidades para mais de 5 mil jovens aprendizes, que puderam atuar em uma das maiores companhias de saneamento do mundo.

SERVIÇO
Inscrições: de 6 de março a 3 de abril de 2023
Valor: R$ 30,00 (para solicitar a isenção ou redução de 50% do pagamento do valor da inscrição, o candidato deverá efetuar o requerimento até o dia 10 de março, conforme os procedimentos estabelecidos no edital do concurso)
Link do edital: https://www.concursosfcc.com.br/concursos/sabes122/index.html

Turismo de SP participa de encontro com líderes latino-americanos

A Secretaria de Turismo e Viagens de São Paulo esteve presente nesta terça-feira (28) em um evento global de lideranças do turismo, realizado em São Paulo. Chamado “People, Planet and Progress” e organizado pela Economist Impact, uma das empresas do grupo Economist, o encontro teve por objetivo debater o impacto das viagens e o futuro sustentável de uma das atividades econômicas de maior crescimento no Brasil e no mundo.

Ao lado de grandes líderes latino-americanos, a secretária executiva da Setur-SP, Luciane Leite, contribuiu na validação de uma pesquisa inédita que servirá de base para um estudo sobre viagens e turismo, com informações sobre o impacto dos deslocamentos, da atividade turística e da migração em diferentes regiões, além de compartilhar práticas inspiradoras para todo o setor.

Luciane Leite apresentou dados do Centro de Inteligência da Economia do Turismo (CIET), núcleo de pesquisas da SETUR-SP que mostram a evolução do turismo paulista. “A economia do setor representa 9,5% da economia do estado. Em 2030, a meta é aumentar a participação para 10,5%”, disse. Luciane também destacou tendências como os destinos turísticos inteligentes e reforçou o potencial do Vale do Ribeira, que recebeu grandes investimentos em infraestrutura do Governo do Estado.

A mesa redonda reuniu nomes como Marcos Vilas Boas, vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH-SP); Bruno Kazuhiro, subsecretário de Turismo do RJ; Leandro Franco, subsecretário de Desenvolvimento Econômico de SP e Mariana Aldrigui, presidente do Conselho de Turismo da FecomercioSP e gerente de Pesquisas e Inteligência de Dados da Embratur.

Governo proíbe uso de animais em testes de cosméticos

Agora, está proibido no Brasil o uso de animais vertebrados em pesquisas, desenvolvimento e controle de cosméticos, produtos de higiene pessoal e perfumes.

Como vai funcionar? A medida vale para os casos em que os ingredientes e compostos já possuam segurança e eficácia comparada cientificamente.

Nas situações em que as fórmulas sejam novas, a norma estabelece que sejam utilizados métodos alternativos reconhecidos pelo órgão que substituem ou reduzem o uso de animais.

Além de atender uma demanda das sociedades protetoras dos animais, a resolução vai ao encontro da legislação internacional — já que os 27 países da União Europeia já possuem leis semelhantes.

Zoom Out: Bem antes de qualquer determinação legal, várias marcas de cosméticos já pararam de realizar testes em animais. Isso porque, para muitos jovens da geração Z, esse é um fator determinante na hora de fazer compras. Lembra do coelhinho?

TikTok define limite diário de 60 minutos para a garotada

TikTok virou TicTac. O app chinês anunciou, ontem, um novo padrão nas configurações do controle do tempo de tela para as contas de crianças e adolescentes.

Para menores de 18 anos, o limite automático estabelecido é de 1 hora. Se ele for atingido, é solicitada uma senha para continuar rolando o feed.

Apesar de não impedir que o jovem continue assistindo, a medida faz o usuário tomar uma decisão ativa para estender o tempo. É a forma que o TikTok encontrou para falar “você já tá há muito tempo aqui, reparou?”

Já para menores de 13 anos, o limite é ainda menor — somente 30 minutos. Nesse caso, chegando ao tempo máximo de uso, um pai ou responsável é quem coloca a senha para liberar o uso.

  • Além disso, outros recursos voltados para dar mais dados e mais autonomia aos pais para acompanhar a atividade dos filhos foram lançados no app, como os filtros de conteúdo.

Novidade? Pra quem estava atento, o TikTok já vinha dando sinais. Na China, por exemplo, o app fica indisponível de 22h às 06h para jovens desde setembro de 2021, além do limite diário de 40 minutos.

Prefeitura abrirá edital para credenciamento de serviços gastronômicos para aniversário de Botucatu

A Prefeitura Municipal de Botucatu, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Relações Institucionais e Trabalho e da Secretaria Adjunta de Turismo, irá abrir um Edital objetivando o credenciamento de serviços gastronômicos da cidade, para exploração de espaço público da praça de alimentação do 168º Aniversário da Cidade.

As festividades irão ocorrer nos dias 13, 14, 15, e 16 de abril de 2023, e os espaços disponíveis para alimentação ficarão instalados no Largo da Catedral.

Haverá cobrança de taxa para utilização do espaço, que deverá ser aplicada por metro pretendido. Poderão se inscrever empresas com CNPJ ou MEI, excluindo a possibilidade de inscrição daquelas que apresentarem documentações irregulares, e de Pessoas Físicas, reiterando que os interessados deverão fornecer alimentos para consumo no próprio local.

O Edital e o Formulário de Inscrição, onde deverão ser anexadas as informações e documentos dos interessados, estarão disponíveis no site da Prefeitura Municipal, do dia 06/03/2023 até o dia 12/03/2023. A participação será garantida mediante ordem de inscrição e pagamento da taxa.

Produtores e proprietários rurais podem fazer curso grátis de turismo em Botucatu

O turismo rural é uma modalidade que cresce a cada dia e, neste segmento, Botucatu tem um potencial importante para atrair visitantes. Para profissionalizar, transformar e explorar o meio de vida rural em atividade turística econômica e sustentável, os proprietários de áreas rurais de Botucatu estão convidados a participarem do Programa Turismo Rural, promovido pelo Sindicato Rural – Senar SP, com apoio da Prefeitura e Secretaria Adjunta de Turismo de Botucatu. A primeira atividade de sensibilização, será realizada no dia 6 de março, das 8h30 às 17 horas, na sede da Associação dos Trabalhadores e Funcionários da Prefeitura Municipal de Botucatu, no Porto Said.

O programa tem como público-alvo produtores rurais e seus familiares; pede requisitos básicos como idade mínima de 18 anos e ser alfabetizado. Possui duração de 10 meses, as aulas acontecem uma vez ao mês.

Os alunos terão a oportunidade de conhecer diversas propriedades e empreendimentos rurais durante a formação, que será em 10 módulos, como:

Oportunidades de empreendimentos, identidade e cultura, gestão, atrativos turísticos no meio rural, ponto de vendas de produtos, meios de hospedagem, meios de alimentação, atendendo e encantando o cliente, resgate gastronômico e consolidação do programa.

De acordo com informações da organização, o Programa permite o desenvolvimento do turismo como atividade econômica, agregando valor e ampliando o olhar sobre a propriedade, fornecendo ferramentas para identificar e implantar negócios de turismo, de acordo com os recursos encontrados no meio, aliados às habilidades e vocações do produtor rural e sua família.

As inscrições devem ser feitas pelo telefone (14) 3882-0900