Nesta quarta-feira (7), no entanto, a Casa Branca divulgou a nova Diretriz Alimentar que propõe uma reformulação nos padrões e adesão à dieta preconizada por médicos e entidades internacionais, caso da Organização Mundial da Saúde (OMS).
O mote é escolher “comida de verdade”, ou seja, colocar frutas, legumes, verduras, cereais integrais, proteínas magras e gorduras saudáveis na alimentação, cortando os ultraprocessados e carboidratos refinados.
Um site foi criado para apresentar o guia alimentar que, em muitos aspectos, tem semelhanças com o Guia Alimentar para a População Brasileira, cuja primeira edição foi publicada em 2006, pelo reforço ao consumo de alimentos in natura e minimamente processados.
A diferença é que foca em proteínas como principais alimentos, enquanto o guia brasileiro sugere que os produtos de origem vegetal devem ser a base da alimentação.
Segundo o Departamento de Saúde e Servicos Humanos (HHS, na sigla em inglês), as diretrizes pautam os programas federais de alimentação e a proposta é replicar os padrões alimentares recomendados em escolas e órgãos militares e de veteranos.
O departamento, comandado pelo secretário Robert F. Kennedy Jr., diz que as recomendações podem ser seguidas de acordo com as preferências, necessidades e renda da população.
A justificativa para a mudança de padrão, que prega a redução do consumo de carboidratos, açúcar adicionado, sódio em excesso e aditivos químicos, é melhorar a saúde da população e diminuir a incidência de doenças crônicas.
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