Artigos do Autor: Fernando Bruder

No próximo dia 30, a partir das 19h, A Câmara de Botucatu realiza sua última sessão ordinária do mês

No próximo dia 30, a partir das 19h, A Câmara de Botucatu realiza sua última sessão ordinária do mês, com uma pauta cheia de assuntos importantes para a cidade! Confira os destaques

Semana da Cultura Japonesa
Será votado o PL nº 49/2025, do vereador Lelo Pagani (PSDB), que propõe a criação da “Semana da Cultura Japonesa” no calendário oficial do município. Uma homenagem à rica contribuição da comunidade nipônica à nossa cidade!

Atualização na Lei de Limpeza Urbana
Também em pauta o PL nº 52/2025, do vereador Nuno Garcia (PODE), que busca modernizar a legislação dos serviços de limpeza pública, com foco em eficiência, sustentabilidade e melhoria na gestão dos resíduos sólidos.

Mais de 30 proposituras
A sessão ainda terá a análise de mais de 30 indicações, requerimentos e moções que refletem as principais demandas da população em áreas como saúde, educação, infraestrutura e segurança. A plenária contará, ainda, com as tradicionais falas dos nossos vereadores em tribuna!

Transmissão nos canais oficiais da Câmara:
TV Câmara (Canal 31.3 e 2 da Claro NET)
www.camarabotucatu.sp.gov.br
Facebook e YouTube da Câmara

Ou participe presencialmente: Plenário da Câmara Municipal de Botucatu

Brasileiras estão tendo menos filhos e adiam maternidade, diz Censo

As brasileiras estão tendo menos filhos e adiando a maternidade. É o que apontam os dados do Censo Demográfico de 2022, divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para a pesquisa, são consideradas mulheres de 15 a 49 anos. 

A média de filhos por mulher em idade reprodutiva no Brasil, chamada de taxa de fecundidade total, caiu para 1,55 em 2022. De acordo com o IBGE, a taxa de fecundidade das brasileiras vem decrescendo desde a década de 1960. Em 1960, por exemplo, era de 6,28 filhos por mulher. Essa média caiu para 5,76 em 1970, para 4,35 em 1980, para 2,89 em 1991 e para 2,38 em 2000. Em 2010, a taxa era de 1,90 filhos por mulher.

Taxa de fecundidade - Censo 2022 - IBGE
                               Taxa de fecundidade – Censo 2022 – IBGE – Arte/EBC

Desde 2010, a taxa de fecundidade brasileira está abaixo da chamada taxa de reposição populacional, ou seja, da média de filhos por mulher necessária para manter a população estável, que é de 2,1.

“A componente de fecundidade é muito importante para analisar a evolução demográfica de uma população. O ritmo de crescimento, as transformações na pirâmide etária e o envelhecimento populacional estão diretamente relacionados ao número de nascimentos”, explica a pesquisadora do IBGE Marla Barroso.

Segundo ela, a transição da fecundidade no Brasil foi iniciada na década de 60 nas unidades da federação economicamente mais desenvolvidas da região Sudeste, em grupos com maior nível educacional e nas áreas urbanas. “Nas décadas seguintes, foi se alastrando por todo o Brasil”, explica.

Regiões 

Na Região Sudeste, a taxa de fecundidade saiu de 6,34 filhos por mulher em 1960, passou para 4,56 em 1970, caiu para 3,45 em 1980, atingiu o nível de reposição populacional em 2000 (2,1 filhos por mulher). Em 2022, ficou em 1,41, o menor do país. “Para as outras regiões do Brasil, a queda se intensificou a partir ali da década de 70”, explica Marla.

Na Região Sul, que tinha a menor taxa de fecundidade em 1960 (5,89 filhos por mulher), a principal queda ocorreu de 1970 (5,42) para 1991 (2,51). Em 2022, a taxa ficou em 1,50, também abaixo da média nacional.

No Centro-Oeste, que tinha taxa de 6,74 em 1960, a tendência de queda foi semelhante à da região Sul, ao apresentar o principal recuo de 1970 (6,42) para 1991 (2,69). Em 2022, a taxa era de 1,64.

As regiões Norte e Nordeste também apresentaram quedas consideráveis de 1970 para 1991. Mas, em 1980, ainda tinham taxas de fecundidade acima de 6 filhos por mulher. No Norte, a taxa passou de 8,56 em 1960 para 8,15 em 1970 e para 6,45 em 1980. Em 2010, aproximou-se  da taxa de reposição ao atingir 2,47. Em 2022, ficou em 1,89, a mais alta do país.

O Nordeste foi a única região a apresentar alta de 1960 (7,39 filhos por mulher) para 1970 (7,53). Em 1980, a taxa começou a recuar, passando para 6,13. Em 2000, o indicador se aproximou da taxa de reposição, ao ficar em 2,69. Em 2022, ficou em 1,60, abaixo do Centro-Oeste.

Entre os estados, Roraima é o único com taxa acima da reposição populacional: 2,19 filhos por mulher. Na sequência aparecem Amazonas (2,08) e  Acre (1,90). Entre aqueles com menores taxas, destacam-se o Rio de Janeiro (1,35), Distrito Federal (1,38) e São Paulo (1,39).

Maternidade mais tarde 

A pesquisa não apenas observou a continuidade da queda da taxa de fecundidade, como também revela que as mulheres estão tendo filhos com idades mais avançadas. A idade média da fecundidade no Brasil passou de 26,3 anos em 2000 para 28,1 em 2022. A tendência foi observada em todas as regiões.

Em 2022, o Norte apresentou a menor idade (27 anos), enquanto o Sudeste e o Sul mostram as maiores (28,7 anos). Entre as unidades da federação, a idade média de fecundidade mais alta foi a do Distrito Federal (29,3 anos) e a mais baixa, do Pará (26,8 anos).

Idade média de fecundidade - Censo Demográfico 2022 - IBGE

                                Idade média de fecundidade – Censo Demográfico 2022 – IBGE – Arte/EBC
Sem filhos 

O levantamento aponta ainda que cresce o grupo daquelas que chegam ao fim da idade reprodutiva sem filhos.  O percentual de mulheres com 50 a 59 anos que não tiveram filhos nascidos vivos, segue em alta. Em 2000 era 10%, passou para 11,8% em 2010 e apresentou um aumento ainda mais expressivo em 2022, chegando a 16,1%. No Norte, o percentual passou de 6,1% para 13,9%. No Sudeste, subiu de 11% para 18%.

Entre as unidades da federação, o Rio de Janeiro tinha, em 2022, o maior percentual (21%) de mulheres sem filhos e Tocantins, o menor (11,8%).

Religião e raça

De acordo com os dados do Censo, entre as religiões, as evangélicas são as que apresentam maior taxa de fecundidade – 1,74 filhos por mulher, acima da média nacional. Os menores índices foram encontrados entre as mulheres espíritas (1,01) e as seguidoras da umbanda e candomblé (1,25). As mulheres de outras religiosidades (1,39), sem religião (1,47) e as católicas (1,49) tiveram taxas abaixo da média nacional.

Segundo o pesquisador do IBGE Marcio Minamiguchi, não é possível, apenas com base nos dados do Censo 2022, afirmar os motivos que levam a essas diferenças das taxas de fecundidade entre as seguidoras das religiões.

“Para entender o efeito de uma religião sobre a fecundidade, ou seja, se uma doutrina poderia levar a uma certa propensão a ter filhos ou não, teria que isolar todos os outros fatores, como renda, o local onde as pessoas moram, a atividade profissional e tudo mais”.

Em relação ao recorte racial, as mulheres amarelas (de origem asiática) têm menor taxa de fecundidade (1,2 filhos por mulher), seguidas pelas brancas (1,4). As pretas e pardas têm taxas acima da média nacional: 1,6 e 1,7, respectivamente. As indígenas ainda estão acima da taxa de reposição, com 2,8 filhos por mulher.

A idade média da fecundidade subiu entre todos os grupos, sendo de 29 anos para as brancas, 27,8 entre as pretas e 27,6 entre as pardas.

Escolaridade 

O Censo 2022 mostrou que o aumento da escolarização tem relação com a queda da taxa de fecundidade. Segundo os dados da pesquisa, as mulheres sem instrução ou com ensino fundamental incompleto têm, em média, 2,01 filhos, enquanto aquelas com ensino superior apresentam uma taxa de 1,19.

As demais faixas de escolaridade apresentam as seguintes taxas: ensino fundamental completou ou médio incompleto, com 1,89 filhos por mulher, e ensino médio completo ou superior incompleto com taxa de 1,42.

“A mulher com mais escolaridade, com mais informação, sabe melhor onde procurar métodos contraceptivos, se assim quiser. Ela vai saber fazer suas escolhas de uma forma melhor”, explica a gerente de Estudos e Análises da Dinâmica Demográfica do IBGE, Izabel Marri.

Em 2022, a idade média de fecundidade das mulheres sem instrução ou com ensino fundamental incompleto foi de 26,7 anos. Já a idade média para aquelas com nível superior completo foi de 30,7 anos.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Reprodução

Hemocentro e Farmácia do HCFMB recebem certificação do Selo Reciclo HC

Celebrando o mês do meio ambiente, o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu – Unesp (HCFMB) concedeu o Selo Reciclo para dois setores assistenciais de suma importância. O Hemocentro e a Farmácia foram contemplados com a certificação do projeto que visa estimular o descarte correto dos resíduos, especialmente o material reciclável.

O projeto Reciclo HC foi lançado há dois anos e implantado como piloto no Hemocentro, Farmácia e em todo Hospital Estadual Botucatu (HEBo). Para receber o Selo, os setores recebem treinamentos (presenciais e à distância), identificação visual, vídeos, cartazes e fiscalização in loco. O acompanhamento da operacionalização da segregação dos resíduos nestes setores foi realizado pelo Núcleo de Higienização (NH), que realizou o controle do processo e pesagem dos materiais.

“Após cumprir todas as exigências, como participar das capacitações e passar por visita técnica dos Núcleos de Higienização e Núcleo de Hospitais Sustentáveis, verificando o descarte em cada lixeira, vistoriando se a segregação estava sendo feita corretamente, os setores receberam o Selo Reciclo”, explica Karina Pavão, coordenadora do Núcleo de Hospitais Sustentáveis (NHS) do HCFMB.

Com o Selo, os colaboradores da Farmácia e Hemocentro receberam um copo retrátil, reutilizável e fácil de transportar. “Esse copo é ideal para o uso no trabalho, reuniões, plantões e eventos, substitui o uso de centenas de copos descartáveis por ano. É uma ação que busca não só conscientizar sobre a reciclagem de materiais, mas a redução na geração de resíduos na Instituição”, pontua Karina.

Selo Reciclo

O Projeto Reciclo foi desenvolvido por uma equipe multiprofissional do HCFMB, incluindo o NH, Gerência de Comunicação, Imprensa e Marketing e NHS. Foi instituído um selo, o “Selo Reciclo”, para reconhecer setores da instituição que concluam as capacitações sobre o descarte correto dos resíduos, incluindo o material reciclável que deverá ser destinado à Cooperativa de Reciclagem de Botucatu, e, desta forma, contribuir socialmente com o sustento das famílias que dependem deste tipo de material, promovendo o cuidado com o meio ambiente.

Avenida Dom Lúcio terá período de testes do estacionamento rotativo a partir de segunda 30/06

O sistema de estacionamento rotativo pago passará a ser testado, a partir de segunda-feira (30 de junho) na Avenida Dom Lúcio, um dos principais corredores comerciais de Botucatu. A ampliação do parquímetro também será testada, pelo período de 15 dias, em outras vias paralelas e transversais à Avenida Dom Lúcio, como a ruas General Telles e Dr. Costa Leite.

Nesta fase de teste serão implantadas 150 vagas monitoradas pela Autoparque do Brasil, empresa que administra o serviço no município desde 2012. Além dos equipamentos eletrônicos fixos para autoatendimento (parquímetros), lojas da Avenida Dom Lúcio e arredores também estarão credenciadas como ponto de venda de tíquetes e monitores da empresa Autoparque auxiliarão usuários no trecho.

A ampliação do parquímetro para a região da Dom Lúcio vem de encontro a um antigo pedido de comerciantes e motoristas que frequentam o local para ir ao comércio, consultórios médicos e hospital, e encontram dificuldades para achar vagas disponíveis para estacionar devido à falta de rotatividade.

Utilize o aplicativo Autoparque Pay para smartphones – A população ainda pode se valer do aplicativo “Autoparque Pay” (disponível gratuitamente para download nos sistemas Android e IOs), pelo qual o usuário cadastra seus dados pessoais e do veículo (é possível cadastrar mais de um veículo) e escolhe a forma de pagamento (cartão de crédito, débito ou PIX) para emissão do tíquete de estacionamento.

Pelo aplicativo é possível ativar o tempo de estacionamento de onde estiver, e ter controle da utilização dos créditos por intermédio de um extrato atualizado em tempo real.

A iniciativa, já adotada em Botucatu há mais de 13 anos e nas principais cidades do mundo, busca aumentar a rotatividade de veículos estacionados e consequentemente a oferta de vagas, facilitando o acesso.

Perímetro das vias em teste do parquímetro:

Avenida Dom Lúcio – entre a Rua Monsenhor Ferrari e Rua Cel. José Vitoriano Villas Boas
Rua General Telles – entre a Rua Cel. José Vitoriano Villas Boas e a Rua Monsenhor Ferrari
Rua Dr. Costa Leite – entre a Rua José Dal Farra e a Rua Cel. José Vitoriano Villas Boas
Vias Transversais

Rua José Dal Farra – entre a Rua Dr. Costa Leite e a Avenida Dom Lúcio.
Rua Major Leônidas Cardoso – entre a Rua General Telles e a Rua Dr. Costa Leite.
Rua Cel. José Vitoriano Villas Boas – entre a Rua Dr. Costa Leite e a Rua General Telles.
Horário de funcionamento do estacionamento rotativo:

Segunda a sexta – das 9h às 18h horas | sábados das 9h às 17h horas.

Serviço – Mais informações:

Autoparque do Brasil – Botucatu

Rua Velho Cardoso, 19, Centro. Telefone: (14) 3813-3983

 

Juliana Marins morreu 20 minutos após sofrer trauma contundente e não teve hipotermia, diz legista

autópsia no corpo de Juliana Marins indica que a brasileira morreu de “fraturas múltiplas e lesões internas”não teve hipotermia e sobreviveu por 20 minutos após o trauma. O laudo da perícia foi divulgado nesta sexta-feira (27) por autoridades da Indonésia, segundo informou a BBC. O exame, contudo, não pôde apontar o horário exato da morte de Juliana.

Em uma coletiva de imprensa no saguão do Hospital Bali Mandara, em Denpasar, na Ilha de Bali, o médico-legista Ida Bagus Putu Alit deu detalhes do exame.

“Os indícios mostram que a morte foi quase imediata. Por quê? Devido à extensão dos ferimentos, fraturas múltiplas, lesões internas — praticamente em todo o corpo, incluindo órgãos internos do tórax. [Ela sobreviveu por] menos de 20 minutos.”

O legista não soube precisar se esses 20 minutos ocorreram logo após a primeira queda.

Alit acrescentou que não havia sinais de hipotermia, pois não havia ferimentos tipicamente associados à condição, como lesões nas pontas dos dedos.

O corpo da jovem chegou ao Hospital Bali Mandara, em Bali, por volta das 11h35 (horário de Brasília) da quinta-feira (26) para autópsia. Foi levado do Hospital Bhayangkara, na província onde o Monte Rinjani está localizado, de ambulância, já que não havia peritos na província.

Juliana Marins caiu no sábado (21), e seu corpo foi recuperado na quarta-feira (25), após os esforços de busca e resgate terem sido prejudicados pelo mau tempo e pelo terreno acidentado.

A publicitária Juliana Marins sofreu um acidente fatal no monte Rinjani — Foto: Reprodução/Instagram

                      A publicitária Juliana Marins sofreu um acidente fatal no monte Rinjani

A queda

Juliana caiu em um barranco com centenas de metros de profundidade, em direção ao lago Segara Anak, na região do monte Rinjani, por volta das 6h30 do sábado (21).

O local exato é no ponto Cemara Nunggal, uma trilha cercada por desfiladeiros que leva ao cume do Rinjani.

Apesar da queda, as autoridades competentes disseram que Juliana ainda estava viva no sábado. Isso está de acordo com imagens de drones e outros vídeos gravados por vários escaladores — que circularam online e foram transmitidos pela mídia brasileira.

Três dias depois, na terça-feira (24), a equipe de resgate conseguiu se aproximar de Juliana e declarou a vítima morta. Seu corpo foi resgatado no dia seguinte.

Infográfico mostra como foi queda de brasileira morta em vulcão na Indonésia — Foto: Arte g1

                    Infográfico mostra como foi queda de brasileira morta em vulcão na Indonésia

Fonte: g1

Foto: Reprodução

Tarifas de Pedágio terão reajuste a partir de 1º de Julho de 2025

Veja os valores nas principais rodovias da Cuesta

A Agência de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) publicou, por meio da Deliberação nº 258, de 23 de junho de 2025, os novos valores das tarifas de pedágio que entrarão em vigor a partir da meia-noite do dia 1º de julho de 2025. A medida foi homologada durante a 1152ª Reunião Ordinária do Conselho Diretor da agência e abrange diversas concessionárias que operam o sistema rodoviário paulista.

O reajuste impacta diretamente os motoristas que trafegam pelas rodovias sob concessão, com novos valores definidos para carros de passeio, veículos comerciais e motocicletas.

A atualização das tarifas segue os contratos de concessão e considera, entre outros fatores, o índice de inflação acumulado e eventuais medidas de mitigação de desequilíbrios financeiros.

Pedágios ao Redor de Botucatu Sofrem Reajuste

Motoristas da Região da Cuesta Paulista que utilizam frequentemente as rodovias da região sentirão no bolso o impacto do reajuste.

As novas tarifas das praças de pedágio nas principais rodovias que circundam a região são as seguintes:

Rodovia Marechal Rondon (SP-300):

Botucatu (KM 259+300): A tarifa passa a ser de R$ 7,70 para veículos leves. Caminhões pagam R$ 3,85 por eixo.

Anhembi (KM 228+200): Tarifa sobe para R$ 11,00.

Areiópolis (KM 285+000): Nova tarifa de R$ 8,60.

Agudos (KM 314+000): Tarifa reajustada para R$ 8,40.

Conchas (KM 192+100): Novo valor de R$ 9,70.

Rodovia Castello Branco (SP-280):

Quadra (KM 158+300): Tarifa de R$ 19,40.

Itatinga (KM 208+400): Tarifa também fixada em R$ 19,40.

Iaras (KM 278+000): Novo valor de R$ 13,20.

Rodovia João Mellão (SP-255) – Avaré (KM 240+300): Passa a custar R$ 10,80.

Rodovia Francisco Alves Negrão (SP-258):

Buri (KM 250+145): Reajustada para R$ 15,40.

Itararé (KM 326+670): Valor fixado em R$ 9,90.

Rodovia Raposo Tavares (SP-270) – Alambari (KM 135+300): A tarifa será de R$ 12,10.

Justificativa da Agência

Segundo a publicação oficial, os reajustes seguem os contratos de concessão vigentes e, quando aplicável, levam em conta decisões de reequilíbrio econômico-financeiro homologadas pela Secretaria de Parcerias em Investimentos.

O documento ainda menciona que os valores são resultado de análises técnicas baseadas em resoluções anteriores e instruções processuais.

Impacto Regional

O reajuste dos pedágios deverá ter impacto significativo tanto no deslocamento de moradores quanto no transporte de cargas e no escoamento de produtos agrícolas da região.

Botucatu, que é um importante polo logístico e industrial do interior paulista, poderá observar reflexos nos custos de transporte, especialmente para empresas que dependem das rodovias para movimentação de mercadorias.

O novo valor das tarifas reforça o debate sobre o modelo de concessão adotado no estado e a necessidade de constante avaliação da qualidade dos serviços prestados pelas concessionárias frente aos reajustes anuais autorizados pela ARTESP.

Segue o gráfico com os valores atualizados das tarifas de pedágio em rodovias no entorno de Botucatu, válidos a partir de 1º de julho de 2025.

Destaques:

As tarifas mais altas da região são encontradas nas praças de Itatinga e Quadra (ambas na Rodovia Castello Branco – SP-280), com R$ 19,40.

A praça de Botucatu, localizada na Rodovia Marechal Rondon (SP-300), tem uma das tarifas mais baixas da região: R$ 7,70.

Em Anhembi, o valor sobe para R$ 11,00, enquanto em Areiópolis, a tarifa fica em R$ 8,60.

O pedágio em Alambari, na Rodovia Raposo Tavares (SP-270), está fixado em R$ 12,10, representando um custo médio para quem trafega entre o sul e o centro-oeste do estado.

Esse panorama reforça o peso econômico das tarifas para os usuários frequentes das rodovias, especialmente trabalhadores, estudantes e transportadores que circulam pela Cuesta Paulista.

Impacto Mensal para Usuários Frequentes das Rodovias da Região

Para quem trafega diariamente por uma praça de pedágio (ida e volta) durante os dias úteis do mês (22 dias), os custos podem ser significativos. Confira abaixo os custos mensais estimados para veículos leves:

Esses valores refletem o impacto direto no bolso do cidadão trabalhador ou estudante que depende do carro para seus deslocamentos. A ARTESP justifica o reajuste com base em índices contratuais, mas os números evidenciam o peso desses custos no orçamento mensal.

Prefeito de Botucatu, Fábio Leite, amplia gastos com mais locações de imóveis enquanto outros prefeitos na região buscam pelo “Aluguel Zero” reutilizando imóveis desativados

Diante do cenário econômico nacional,  o discurso de austeridade fiscal e da eficiência no uso de recursos públicos ganha força, em diversas cidades brasileiras, a Prefeitura de Botucatu segue na contramão e amplia seus contratos de locação de imóveis.

Nos últimos meses, ao menos, três novos contratos de aluguéis de imóveis foram assinados pela prefeitura de Botucatu. Totalizando mais de R$ 20 mil reais por mês, em aluguéis.

Essa situação tem gerado questionamentos da população e autoridades sobre a real necessidade dessas despesas diante da existência de vários imóveis públicos subutilizados no município.

Foto: Futuras instalações da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Botucatu

O caso mais polêmico envolve a Secretaria de Desenvolvimento Econômico.

O Secretário de Desenvolvimento Econômico,  Luís Bravin, optou por transferir as instalações de serviços agregados à sua pasta, para um novo prédio nas imediações da Praça do Paratodos.

O imóvel, de alto padrão, custará aos cofres públicos mais de R$ 120 mil reais, por ano, conforme noticiado anteriormente pela REDE ALPHA.

 

Foto: Instalações do CEREST 

 

Outro contrato recente é o do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador “Professor Rubens Maria Lopes”, o CEREST.

A antiga sede era localizada na Rua João Passos, no Bairro Lavapés. Agora está instalado em um novo endereço. Um prédio também de alto padrão, composto inclusive com piscina, localizado na Rua Emílio Cani, nº 476.

O contrato foi firmado na gestão do ex-prefeito Pardini, pelo ex-secretário de Saúde Marcello Laneza, datado de 12 de junho de 2024 (nº 197/2024), com pagamento mensal de R$ 4.995,00 e está sendo mantido pelo atual prefeito.

O CEREST é um serviço de saúde secundário. Ou seja, o paciente é atendido após ser encaminhado pela unidade de saúde. A equipe é formada por médicos, fisioterapeutas, técnicos em segurança do trabalho, entre outros profissionais.

Esta é uma unidade  Regional do CEREST e atente ainda as seguintes cidades:  Anhembi; Areiópolis; Bofete; Conchas; Itatinga; Laranjal Paulista; Pardinho; Pereiras; Porangaba; Pratânia; São Manuel e Torre de Pedra. Apesar do espaço ser compartilhado por outras cidades da região, a locação do espaço está sendo de responsabilidade da Prefeitura de Botucatu.

 

Foto: Futuras instalações do Centro POP de Botucatu

O terceiro imóvel alugado pela Prefeitura irá abrigar o Centro POP – Centro de Referência Especializado para a População em Situação de Rua.

O imóvel fica localizado na Avenida Paula Vieira, nº 239, no Centro. No entanto, o espaço ainda está em reforma para adequações exigidas do serviço.

O contrato de locação foi assinado pela Secretária de Ação Social,  Rosemary Pinton, no dia 30 de abril de 2025 e tem um custo mensal de R$ 4.950,00.

 

 

Os três casos reacendem o debate sobre os gastos públicos com imóveis alugados, especialmente diante da disponibilidade de prédios públicos que poderiam ser reaproveitados.

Exemplos disso incluem espaços ociosos no entorno da Estação Ferroviária, onde a Prefeitura já utiliza áreas sem custo de locação; o Espaço Cultural, localizado em uma área nobre do centro da cidade, com estrutura adequada e amplo estacionamento; a Rodoviária; o Mercado Municipal; Stands do Terminal de Ônibus Municipal; o antigo terminal de ônibus da Praça Para Todos  e tantos outros.

Especialistas e moradores têm levantado a seguinte questão: por que gastar milhares de reais em aluguéis se existem prédios públicos que poderiam ser adaptados para abrigar os serviços, sem novos custos fixos mensais?

O tema ganha ainda mais relevância diante do cenário econômico nacional e da necessidade de eficiência na gestão dos recursos públicos.

Por ora, a Prefeitura de Botucatu segue ampliando sua rede de imóveis locados, sem apresentar justificativas claras sobre a inviabilidade do uso de espaços já pertencentes ao município.

Karatecas de Botucatu conquistam 19 medalhas no Circuito ACAK 2025

No último domingo, 22 de junho, alunos do Projeto Bethel participaram da 5ª etapa do Circuito ACAK 2025 (Associação Cooperativa das Academias de Karatê), realizado na cidade de Monte Mor/SP. O torneio contou com a participação de 312 atletas, 35 associações e 28 cidades.

Os karatecas que representaram Botucatu conquistaram 19 medalhas, sendo 11 de ouro, 3 de prata e 5 de bronze, ficando com a 5º colocação na classificação geral da competição entre as 35 associações participantes. Os medalhistas foram:

. Ingrid Fontini: ouro Kata e ouro Luta;
. Eduardo Gabyllo Antunes Neto: ouro Kata e ouro Luta;
. Samuel Donizete Manuel da Silva: bronze Kata Equipe;
. Priscilla Neves Dias da Silva: ouro Kata e prata Luta;
. João Vitor Bertoldo da Silva: ouro Kata, prata Luta e bronze Kata Equipe;
. Kalyell Ventural: ouro Luta e ouro Kata;
. Richard Davi: bronze Kata Equipe;
. Luiz Cláudio: prata Luta e bronze Kata;
. Daniel Silveira: ouro Kata e bronze Luta;
. Cristopher Hiromi Hatisuka: ouro Kata e ouro Luta.

O Projeto Bethel é conveniado com a Prefeitura de Botucatu através da Secretaria de Esportes e Promoção da Qualidade de Vida.