Artigos do Autor: Fernando Bruder

Os desafios para a nova gestão municipal de Bofete

A equipe da Alpha Notícias esteve em Bofete para saber das demandas e projetos para 2025.

O governo eleito encontrou a cidade com obras inacabadas e sem planejamento. Uma das construções em andamento é a nova escola municipal, cujo contrato, firmado em 10/2024, tem um valor de R$ 3.017.314,56. O grande problema, é que a obra estava sendo bancada pelo FUNDEB. Com a mudança de administração, o novo governo terá que assumir o restante da obra, resultando em uma dívida da gestão anterior que ficará para a nova administração.

Há muitos desafios a serem enfrentados pelas administrações que assumem o cargo, especialmente no que diz respeito à manutenção. Na garagem municipal, há uma frota de veículos, como ambulâncias e maquinários, parados e que poderiam estar atendendo à população. Possivelmente devido à falta de planejamento, levando à inutilização dos equipamentos e à falta de atendimento. Em alguns casos, pode ser mais viável adquirir novos veículos do que realizar a manutenção dos que já estão parados.

Acompanhe a matéria completa através do link.

 

 

Tribunal de Contas divulga Nova Lei de Licitações e Contratos

O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP) divulgou, hoje (8), por meio do Comunicado SDG n.º 02/2025, levantamento realizado em municípios paulistas, com população acima de 20 mil habitantes, que aborda a implementação da Lei n.º 14.133/2021, conhecida como ‘Nova Lei de Licitações e Contratos’, que entrou em vigor desde abril do ano passado.

A avaliação foi feita por meio do Índice de Maturidade na Implementação da Lei de Licitações (IMIL) – indicador concebido por meio do Tribunal de Contas da União (TCU) que abrangeu 1.768 órgãos e entidades da Administração Pública em todo o Brasil, em municípios com população superior a 20.000 habitantes. O objetivo do estudo – desenvolvido no Estado em parceria com o TCE – foi mensurar o grau de maturidade das instituições dos poderes Executivo Municipais no processo de implantação da nova legislação.

“O levantamento, entre outros, evidencia riscos na Implementação da Lei de Licitações, tais como a alta rotatividade e insuficiência da quantidade de agentes públicos que preenchem os requisitos para atuação no processo licitatório, ausência de Plano de Contratação Anual e realização de contratações sustentáveis, e a ausência de utilização de sistemas eletrônicos que suportam os processos de contratação”, salientou o Secretário-Diretor Geral do TCE, Germano Fraga Lima.

 Cenário paulista

Os critérios do IMIL dividiram os respondentes em uma escala de 0 a 1, na qual os resultados foram classificados em quatro categorias: inadimplentes, insuficientes, básico, intermediário e avançado. O índice médio dos municípios paulistas alcançou 0,63 pontos, considerado de ‘nível básico’, com a seguinte distribuição quantitativa de municípios por categoria:

No recorte de São Paulo, dos 251 órgãos e entidades da Administração Pública avaliados neste trabalho responderam ao questionário, restando apenas 3 não respondentes, considerados inadimplentes. Da análise das respostas, ficou verificado que 34,2% dos entes (86 municípios) estão no nível de implementação insuficiente; 60% (151 cidades) no nível básico; 4,3% (11 cidades) figuram no nível intermediário. Nenhum município auferiu resultados no nível avançado.

A constatações verificadas no presente levantamento, o Tribunal de Contas, como parte de seu papel pedagógico, continuará a prestar ações de orientações (cursos, treinamentos, lives, publicações, entre outros), além do monitoramento do atendimento à legislação como ação prioritária da Fiscalização, sem prejuízo do registro no Relatório de Contas Anuais.

A íntegra e os detalhes da pesquisa encontram-se disponibilizados por meio do link https://go.tce.sp.gov.br/nq99rv.

Primeira sessão extra teve pedido de vista por vereador

Na manhã desta sexta-feira (10), os onze vereadores botucatuenses se reuniram em sessão extraordinária para a deliberação de três projetos de lei. As matérias tratavam sobre alterações na estrutura administrativa da Prefeitura, visando a criação de cargos comissionados e secretarias. Porém, logo no início da plenária, o vereador Abelardo (Republicanos) subiu em tribuna e pediu vista aos projetos.

O parlamentar destacou que a criação de alguns cargos é desnecessária, bem como salientou que a população não sabe, ao certo, quem serão os ocupantes destes cargos e quais serão os seus respectivos salários.

Segundo deliberado pelo Presidente da Câmara, vereador Cula (MDB), uma nova discussão e votação a respeito das matérias deverá ocorrer na próxima semana, em outra sessão extraordinária.
Lembrando que todos os projetos discutidos nesta e em outras Sessões plenárias podem ser consultados em sua íntegra no site da Câmara de Botucatu.

Prefeitura disponibiliza cronogramas dos Concursos Públicos

A Prefeitura de Botucatu informa que já estão disponíveis os novos cronogramas dos Concursos Públicos iniciados no final de 2024. Publicados no site da Prefeitura e no Diário Oficial do Município, os concursos estão divididos em três editais e fases diferentes de aplicação das provas.

O Edital 01 é referente a vagas para cargos diversos. Dos 39 cargos divulgados inicialmente, 27 já tiveram suas provas aplicadas no dia 15 de dezembro.

As provas para os 12 cargos restantes serão aplicadas no próximo dia 26 de janeiro, com locais de prova já disponíveis para consulta AQUI

Cargos diversos com provas a serem realizadas em 26/01:
. Agente de Atividades Escolares;
. Agente de Trânsito;
. Atendente de Creche;
. Auxiliar de Escritório;
. Auxiliar de Serviços Gerais;
. Cuidador;
. Desenhista;
. Instrutor Musical;
. Motorista;
. Operador de Máquinas Pesadas;
. Soldador;
. Técnico de Segurança do Trabalho.

É de suma importância que o candidato leia o edital na íntegra para confirmar a data, hora e local das provas para o cargo que estará concorrendo.

O Edital 02 – Guarda Civil Municipal e o Edital 03 – Processo Seletivo para Agente Comunitário de Saúde estão na segunda fase de seleção. Cada candidato que avançou possui um horário pré-definido para realização dos exames.

Para GCM, o exame antropométrico e o TAF (teste de aptidão física) dos convocados serão realizados no dia 19 de janeiro, no Estádio Municipal João Roberto Pilan – Campo do Inca, com acesso pela Rua Marília, 491 – Vila Antártica. Consulte os horários AQUI

Para Agente Comunitário de Saúde, o TAF (teste de aptidão física) dos convocados será realizado no dia 19 de janeiro, também no Campo do Inca. Consulte os horários AQUI

A IGD-RH, empresa responsável pela aplicação das provas, informa que já encaminhou um e-mail de convocação a todos os candidatos que ainda não realizaram a prova para cargos diversos e aos que avançaram para a próxima fase para Guarda Civil Municipal e Agente Comunitário de Saúde.

A falta de insulina no Brasil coloca milhões de pessoas em risco

Além de seguir com dificuldade para elevar os níveis de vacinação da população e casos de perda de milhões de vacinas por conta do vencimento do prazo de validade, o Ministério da Saúde enfrenta um problema grave: a falta de insulina em hospitais e em farmácias. O problema vem sendo apontado por médicos e pelo Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF). Segundo o órgão, os alertas sobre a falta do medicamento estão sendo feitos desde março de 2024 e médicos que cuidam de pacientes com diabetes estão preocupados com os riscos do desabastecimento.

“Estamos ficando reféns, muitas vezes, do mercado externo e da capacidade de produção industrial de outros países. E o que está havendo nessa questão da insulina é nacional”, afirmou a presidente do CRM-DF, Lívia Vanessa Ribeiro Gomes Pansera, em entrevista ao Correio. Segundo ela, a entidade chegou a fazer um vídeo estimando que existe um problema na produção do medicamento.

“Não está muito claro se essa questão é só um problema de capacidade de fornecimento ou se isso também tem a ver com o planejamento, porque, muitas vezes, quando essas empresas começam a ter problema no fornecimento, elas vão avisando para todo o mercado. Mas, muitas vezes, não há um planejamento adequado. As pessoas vão deixando os comunicados ali quando chega uma situação emergente”, frisou. Os problemas de abastecimento nos hospitais, segundo ela, ocorrem desde março do ano passado.

“Estamos ficando reféns, muitas vezes, do mercado externo e da capacidade de produção industrial de outros países. E o que está havendo nessa questão da insulina é nacional”, afirmou a presidente do CRM-DF, Lívia Vanessa Ribeiro Gomes Pansera, em entrevista ao Correio. Segundo ela, a entidade chegou a fazer um vídeo estimando que existe um problema na produção do medicamento.

“Não está muito claro se essa questão é só um problema de capacidade de fornecimento ou se isso também tem a ver com o planejamento, porque, muitas vezes, quando essas empresas começam a ter problema no fornecimento, elas vão avisando para todo o mercado. Mas, muitas vezes, não há um planejamento adequado. As pessoas vão deixando os comunicados ali quando chega uma situação emergente”, frisou. Os problemas de abastecimento nos hospitais, segundo ela, ocorrem desde março do ano passado.

Pansera ressaltou que existe um avanço muito grande, uma variedade importante, nos tipos de insulina e que ela melhora a qualidade de vida dos pacientes com diabetes e pode individualizar esse cuidado, porque, às vezes, não é só uma receita de bolo. “O que é igual para um não é igual para o outro. Cada um vai ter os seus níveis de necessidades diferenciadas, então tem a questão da produção, mas tem também esse problema de planejamento governamental.”

A presidente do CRM-DF destacou ainda que, na época da pandemia da covid-19, havia falta no fornecimento de medicamentos anestésicos e de bloqueadores neuromusculares, mas o fornecimento desses medicamentos, “aparentemente está regularizado”.

“A gente sempre tem algumas doenças negligenciadas que acabam tendo uma dificuldade na produção, porque, comercialmente, são medicamentos que se tornaram muito baratos e os fabricantes não têm muito interesse comercial. Por conta disso, eles vão parando de serem produzidos, mas em larga escala. E o problema maior que a gente observa, agora, é o da insulina mesmo. Esse problema está sendo sinalizado desde março e, por isso, a gente também toca nessa questão de planejamento, porque quando você começa a perceber que tem um problema de abastecimento, o que você tem que fazer é verificar junto ao mercado”, disse.

Ainda de acordo com Pansera, atualmente, há pacientes que necessitam exclusivamente do tratamento com insulina, mas para outros, principalmente com diabetes tipo 2, é possível encontrar quem poderia se beneficiar de outros medicamentos que são com tecnologia mais nova. Enfatizou também que é possível fazer o tratamento do diabetes sem a insulina.

“Na rede pública, o básico para o paciente com diabetes, você tem os medicamentos hipoglicemiantes orais tradicionais, estão em falta, e a alternativa seriam alguns que, inclusive, diminuem o risco cardiovascular, mas são mais caros, e os pacientes poderiam se beneficiar, seria uma forma de comprar outros medicamentos. É uma forma de direcionar um público e poupar, digamos assim, direcionar a insulina para aquele público”, explicou.

O CRM-DF fez uma solicitação à Secretaria de Saúde do Distrito Federal e ao Ministério da Saúde para o mapeamento do medicamento e não teve retorno até o fechamento desta edição.

Restrição mundial

Procurado, o Ministério da Saúde negou, por meio de nota enviada ao Correio, falta de insulina no país, mas admitiu que existe uma restrição mundial na oferta do medicamento. Além disso, informou que o fornecimento do medicamento “está garantido até o fim de 2025”. “Não há falta de insulina no Sistema Único de Saúde. Para driblar o problema mundial de restrição na oferta de insulina, o Ministério da Saúde firmou um acordo para antecipar a entrega de 1,8 milhão de unidades de insulina até o fim de dezembro, garantindo o abastecimento de insulina até 2025”, afirmou a nota da pasta chefiada pela ministra Nísia Trindade.

De acordo com dados do ministério, até outubro do ano passado, foram distribuídas 49,9 milhões de unidades de insulina NPH e 10,7 milhões de insulina regular (frascos e canetas) para atender à demanda de estados e municípios. “Cidadãos com indicação médica para o uso de insulina que enfrentarem dificuldades para obter o medicamento em farmácias privadas, incluindo aquelas vinculadas ao programa Farmácia Popular, devem procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima para atendimento”, acrescentou o comunicado.

Segundo a pasta, os governos regionais também têm responsabilidade na compra do produto. “Os medicamentos risperidona 1 mg, maleato de enalapril e cloridrato de amitriptilina têm a responsabilidade de programação, aquisição e dispensação dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, com transferência de recursos financeiros pelo Ministério da Saúde, no qual encontra-se regular por parte da União”, completou a nota.

Em relação às vacinas vencidas, o diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações (DPNI), Eder Gatti, afirmou que os índices de cobertura dos imunizantes têm melhorado desde o início do atual governo e que o órgão monitora as validades dos estoques e orienta estados e municípios a fazerem o mesmo.

Gatti informou que houve um “caso pontual” com as vacinas contra covid-19, da Moderna, “que chegou com prazo de vencimento curto”, mas que estão sendo trocadas pelo fabricante. “Ao todo, foram 4 milhões de vacinas vencidas e elas estão sendo trocadas. Mandamos mais 1,2 milhão para estados e municípios e temos 3 milhões ainda para receber”, emendou. O técnico ainda garantiu que essa substituição está ocorrendo “sem custo para os cofres públicos”.

O diretor da pasta informou também que o governo federal manterá a vacinação nacional contra a covid-19 apenas para os funcionários da saúde, idosos, crianças até 5 anos de idade, gestantes e pessoas imunodeprimidos. “Apenas aqueles que se enquadram nessa lista participam do calendário vacinal”, enfatizou Gatti.

Foto: Marcello Casal Jr

Fonte: Correio Braziliense

 

Avião com 5 pessoas explode em Ubatuba e para na praia

Um avião de pequeno porte ultrapassou a pista do aeroporto de Ubatuba, no Litoral de São Paulo, e explodiu na Praia do Cruzeiro na manhã desta quinta-feira (9). O piloto morreu. Os quatro passageiros, um casal e dois filhos, foram resgatados com vida.

Um vídeo mostra a aeronave saindo do aeródromo, cruzando a pista que margeia a praia e chegando à faixa de areia em chamasAinda não há informações sobre a causa do acidente.

Inicialmente, a Prefeitura de Ubatuba informou que duas pessoas haviam morrido no acidente. Às 11h23, a administração municipal corrigiu e informou que apenas uma pessoa morreu: o piloto. Nenhum nome havia sido divulgado até a última atualização desta reportagem.

Cinco pessoas estavam na aeronave:

O piloto, Paulo Seghetto, era de Goiânia. Ele morreu depois de ser retirado das ferragens em parada cardiorrespiratória e passar por tentativa de reanimação.

Um casal e duas crianças (sobreviventes): ocupantes são Mireylle Fries, o marido dela, Bruno Almeida Souza, e os dois filhos. Segundo Karoline Magalhães, capitão do Corpo de Bombeiros, os quatro foram retirados com vida do avião e levados conscientes e estabilizados para o hospital.

O número de pessoas feridas fora do avião não estava claro até a última atualização desta reportagem:

A capitã dos bombeiros Karoline Magalhães afirmou em entrevista à GloboNews que uma pessoa que estava na orla da praia foi socorrida pelo Samu com uma fratura. A informação é a mesma divulgada pela Secretaria de Segurança Pública e pela Prefeitura de Ubatuba.

A concessionária Rede VOA, que administra o aeroporto de Ubatuba, informou que o acidente atingiu uma mulher na orla e uma criança, que sobreviveram.

Um vídeo mostra a aeronave saindo do aeródromo, cruzando a pista que margeia a praia e chegando à faixa de areia em chamasAinda não há informações sobre a causa do acidente.

 O aeroporto de Ubatuba tem uma pista curta, de apenas 940 m. O Cessna 525 precisa de 789 m para pouso, segundo o site da fabricante. A Rede VOA informou que as condições climáticas eram ruins e a pista estava molhada.

Aeroporto de Ubatuba tem uma pista curta, de apenas 940 m. — Foto: Arte g1

                    Aeroporto de Ubatuba tem uma pista curta, de apenas 940 m. — Foto: Arte g1

Segundo a operadora do terminal aéreo, o avião havia saído do Aeroporto Municipal de Mineiros, em Goiás, e tentou pousar no município do litoral paulista.

A Defesa Civil informou que cinco viaturas e 12 bombeiros atuam no local.

Saída da pista no momento do pouso

Segundo o Grupamento de Bombeiros Marítimos (GBMar), a aeronave passou pelo que é chamado de excursão de pista, quando o avião sai da pista no momento do pouso ou da decolagem.

A aeronave, com matrícula PR-GFS, modelo 525, foi fabricado em 2008 pela empresa Cessna Aircraft. Ela tem capacidade para sete passageiros, além de dois pilotos.

Segundo o sistema da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a aeronave estava com operação negada para táxi aéreo (transporte comercial de passageiros), mas com situação de aeronavegabilidade “normal”. Isso significa que o avião poderia ser usado normalmente para uso particular do dono.

Em nota, a Força Aérea Brasileira (FAB) disse que o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) foi acionado para a ocorrência e que, na ação inicial, são utilizadas técnicas específicas para realização de coleta e confirmação de dados, preservação dos elementos, verificação inicial de danos na aeronave, entre outras informações.

Relatos das testemunhas

A explosão do avião de pequeno porte na Praia do Cruzeiro impressionou turistas e moradores que testemunharam o acidente.

“Estava passeando de carro, porque estava chuviscando. Fiz um retorno logo após passar por frente da pista, porque eu ia retornar, quando ouvi um [barulho] forte [do] motor da turbina. Atravessou na minha frente. Por coisa de 50 metros ele não me arrasta. Explodiu na minha frente. Fiquei em pânico, estacionei e estou tremendo até agora”, disse o professor Eduardo Gava.

O morador Weberton Moreira disse que passava pelo local e chegou a se abaixar quando viu um vulto com fogo passando em sua frente.

“Eu estava andando de bicicleta, a passeio, eu larguei a bicicleta, vi só o vulto de fogo e fui sair correndo. Pulei da bicicleta. Senti vapor quente perto de mim, abaixei a cabeça e saí”, relatou.

A aeronave é da fabricante norte-americana Cessna. O modelo é o Citation 525, que tem capacidade de levar até sete passageiros e dois tripulantes.

Avião Cessna Citation 525

De acordo com dados da fabricante, o peso máximo para decolagem é de 4.853 kg e o de pouso é menor, de 4.491 kg. Ainda não se sabe em quais condições o avião que caiu em Ubatuba estava voando.

O avião Citation tem 13 metros de comprimento, 4,2 m de altura, 14,39 m de envergadura e entre-eixos (distância entre os trens de pouso) de 4,67 m. A capacidade de bagagem é de 329 kg. Ainda de acordo com a fabricante, a distância mínima para pouso é de 789 metros.

A velocidade máxima da aeronave é de 748 km/h e a autonomia é de 2.871 km

Foto: Divulgação

Região de Botucatu registra superávit de US$ 1,53 bilhão

Os dados divulgados são do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), e mostram desempenho do comércio exterior

A Regional Botucatu do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) apresentou números expressivos na balança comercial em 2024, consolidando-se como um importante polo de exportações. De janeiro a dezembro, a região alcançou US$1,92 bilhão em exportações, registrando um crescimento de 4,6% em relação ao ano anterior.

Por outro lado, as importações somaram US$389,1 milhões, um aumento de 23,4% no período. O saldo positivo gerou um superávit de US$1,53 bilhões, reforçando a competitividade das indústrias locais no mercado internacional.

Os principais produtos exportados foram as pastas de madeira, que lideraram com 54% do total exportado, sementes e frutos oleaginosos (7,8%), açúcares e produtos de confeitaria (7,5%). Já nas importações, destacaram-se as máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos (21,3%), cereais (20,1%), aeronaves e aparelhos espaciais (10,4%). No período analisado, os destinos mais importantes das exportações de Botucatu em relação ao mercado internacional foram a China, representando 58,6% do total, os Estados Unidos 9,8% e o Canadá 3,4%. No que diz respeito às importações, os Estados Unidos lideram com 25,8% seguidos por Paraguai 15,6% e Itália 11,2%.

De acordo com a Diretora Titular do Ciesp, Patrícia Dias, os resultados apresentados mostram o papel estratégico da Regional Botucatu do Ciesp na economia paulista e nacional, com uma pauta exportadora diversificada e forte presença nos mercados globais.

Finalizar 2024 com este cenário, nos mostra que em 2025 estamos ainda mais preparados para investir no setor de exportação. Nossa relação, inclusive, com o mercado internacional, desempenha um papel estratégico e essencial para o desenvolvimento econômico e social do Ciesp”, finalizou Patrícia.

Moradores da Vila Ema pedem atenção da Prefeitura

Moradores da Vila Ema, em Botucatu, entraram em contato com a reportagem do Alpha Notícias para reclamar de uma erosão próxima ao Ribeirão Lavapés, na Rua Eugênio Monteferrante, que dá acesso ao Banco de Alimentos.

Segundo o morador Reginaldo, várias reclamações já foram feitas à prefeitura, incluindo uma reunião com o secretário de Infraestrutura, que se comprometeu a realizar a construção de uma guia e uma canaleta para escoar a água para o rio, mas até o momento, nada foi feito. Além dessa queixa, há também a reclamação sobre a falta de manutenção e limpeza na via pública. O morador Enoque tem se empenhado em realizar a limpeza para evitar riscos de infestações de ratos, baratas, cobras e escorpiões.

Reginaldo comentou: “Em época de eleições, aparecem por aqui prometendo resolver os problemas, mas, quando eleitos, esquecem da gente. Nós, moradores, nos sentimos abandonados pelo poder público.”

Outro problema sério destacado pelos moradores é a situação da ponte na região. A cada chuva, a água que desce pelo Ribeirão Lavapés acaba formando erosões devido à falta de gabiões.”

A reportagem do Alpha Notícias questionou Enoque sobre a capinagem realizada na via: “Quando chegamos aqui, vimos a capinagem feita e acreditamos que tivesse sido a prefeitura que havia realizado, mas não foi, correto, Enoque?”

Enoque respondeu: “Não! Fui eu que resolvi fazer a limpeza da via pública porque o mato estava alto, o que trazia riscos de acidentes com animais peçonhentos, além das infestações de ratos e baratas, e ainda formava criadouros do mosquito da dengue. Lembrando que, no ano passado, houve um número elevado de casos de dengue em Botucatu, e aqui na nossa região tivemos o maior número de doentes. Na verdade, Fernando, somos apenas nós, moradores, que temos que correr para resolver os problemas que enfrentamos todos os dias.”

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