Artigos do Autor: Fernando Bruder

Dia Mundial do Combate ao Bullying: como identificar sinais e evitar a prática nas escolas

Dia Mundial do Combate ao Bullying (20), tem como objetivo alertar e informar sobre as violências verbais, psicológicas e físicas, sofridas por crianças, adolescentes e jovens dentro de ambientes educacionais, ou até mesmo fora, e que configuram atos criminosos que proporcionam muito sofrimento, angústia e dor.

A psicóloga, Aline Fontenla, explicou como identificar esses sinais nas vítimas e também nos agressores, para tentar entender a raiz desses comportamentos e o sofrimento que ele causa. No Atlas da Violência de 2024, divulgado pelo Ipea, na categoria “violência psicológica” está a definição:

“Toda forma de rejeição, depreciação, discriminação, desrespeito, cobrança exagerada, punições humilhantes e utilização da pessoa para atender às necessidades psíquicas de outrem. É toda ação que coloque em risco ou cause dano à autoestima, à identidade ou ao desenvolvimento da pessoa. (…). O bullying é outro exemplo de violência psicológica, que se manifesta em ambientes escolares ou outros meios, como o cyberbullying.”

1- Existem sinais que podem indicar que uma criança ou adolescente sofre bullying?

Para a psicóloga, existem alguns sinais que podem indicar uma possível vítima de bullying, eles indicam, principalmente, uma mudança no comportamento daquele jovem, que antes era de uma forma e depois se tornou uma pessoa completamente diferente para os seus conhecidos. São eles:

  1. Mudança brusca ou gradativa de comportamento
  2. Isolamento
  3. Introspecção
  4. Agressividade
  5. Baixo rendimento na escola
  6. Resistência para ir a escola

2- De que forma os pais podem ajudar nessa situação?

Aline explicou que a melhor forma de ajudar nessa situação é com comportamentos que antecedem o problema, ou seja, primeiramente, manter um canal aberto em casa para que a criança saiba que possui total liberdade para compartilhar com os pais qualquer questão que a aflige. É preciso que este jovem se sinta seguro ao contar para os seus responsáveis sobre o assunto.

No caso desse canal não estar aberto em casa, os pais devem então procurar um adulto em que a vítima possa confiar, como um tio, uma avó ou amigo, para tentar extrair essa informação e tirar o jovem deste sofrimento com as precauções necessárias.

Os pais ou responsáveis devem também ir até a escola para entender a situação e cobrar da escola medidas de proteção maior e uma posição ativa no assunto. E se essa criança já apresenta um quadro de mudanças de comportamentos severos e está mais depressiva, é essencial buscar nesse momento ajuda profissional psicológica para a vítima.

Bullying pode surgir por meio de diversas formas de violência, física, psicológica, sexual e patrimonial — Foto: Freepik

3- Na maioria das vezes isso ocorre nos ambientes escolares, como os profissionais da escola podem ajudar a prevenir esse tipo de comportamento?

“De acordo com a Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem (Talis), apresentada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), cujos dados foram divulgados pelo Inep, em 2019, o ambiente escolar brasileiro é duas vezes mais suscetível ao bullying do que a média geral das instituições de ensino em 48 países, que a pesquisa analisou, também chamando atenção de que as escolas brasileiras precisam de medidas mais enérgicas contra o bullying no ambiente escolar.”, ressalta trecho da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar de 2019.

A psicóloga explicou que a escola precisa estar comprometida em trabalhos contra o bullying, com rodas de conversas, palestras, campanhas sobre a dimensão da criminalidade que o bullying pode chegar, ou seja, deixar bem claro as consequências legais para aqueles que praticam o ato, já que muitos jovens esquecem que se trata de um crime.

“Mais importante que isso é trabalhar o conceito da empatia, do colocar-se no lugar do outro […] fazer com que essas crianças e adolescentes entendam que a partir do momento que alguém entra em sofrimento deixa de ser brincadeira, não é mais legal.”, reforçou Aline.

4- Existe um motivo ou uma razão pela qual uma criança ou adolescente sofre bullying, ou isso é um mito?

Apesar de não existir uma regra para os que sofrem com o bullying, a psicóloga explicou que existe sim um conjunto de fatores e características que são mais propícios de influenciar esse ato. Na maioria das vezes está ligado a características físicas, como cor da pele, cabelo, e traços da fisionomia que se destacam ou não se encaixam em um padrão desejado.

“A gente percebe que tem uma questão racial, a cor da pele, a etnia, questões religiosas […] São elementos que de um modo geral estão se repetindo, então a gente não pode dizer que isso seja mito, são características que estão mais presentes.”

Por esse motivo, Aline ressaltou a importância de trabalhar algumas questões de forma preventiva. A escola pode elaborar projetos sobre aceitação e diversidade, pois existem algumas características que colocam a criança ou adolescente em uma situação mais suscetível ao bullying.

5- Além dos sinais da vítima, quais sinais podemos detectar do agressor?

Segundo a psicóloga, o agressor, aquele que pratica o bullying, ele geralmente não pratica sozinho. Ele tem um grupo de amigos que, de certa forma, oferecem uma segurança para ele naquele ambiente. O que traz o alerta para um outro ponto, esse grupo que pratica este ato também precisa de atenção, porque muitas vezes também são vítimas em outros ambientes fora da escola.

“A gente pode até pensar que ele também sofre o bullying as vezes na rua, dentro de casa, de um irmão, ou até de um pai e uma mãe, que fazem brincadeiras inadequadas, a onde deixam ele com uma sensação de “menos valia” e ele chega na escola e ele replica isso em alguém mais vulnerável, que é uma forma dele não se sentir tão mal.”

Neste caso, que é bem comum, quem pode identificar isso é a escola e não a família, já que o problema se encontra muitas vezes naqueles que deveriam proteger e orientar esse jovem. O objetivo é romper esse ciclo de violência com a ajuda também de profissionais de psicopedagogia.

6- E como os pais podem intervir caso o filho(a) esteja fazendo bullying com outras pessoas?

Os pais só irão fazer algo a respeito do assunto caso eles mesmo não sejam a fonte do problema a qual esta criança está replicando ou refletindo. Então neste cenário, Aline explicou que os pais não precisam tratar o filho como um monstro, mas que ao mesmo tempo precisam olhar pra esse filho pra entender o porquê ele precisa diminuir alguém para se sentir melhor. Assim será possível identificar a raiz do problema e tratar esse jovem para que ele deixe de ser uma agressor, o que é possível.

“A gente precisa pensar que em um cenário de violência, toda e qualquer forma de violência, pode-se fazer uma leitura que é bullying dentro da escola. Bullying não é brincadeira, se tem alguém sofrendo a gente não pode aceitar mais.”, finalizou a psicóloga.

Outubro Rosa, 3º Treinão Mulheres Que Correm acontece no próximo domingo 27/10

O Alpha Notícias desta segunda-feira (21), recebeu os organizadores do “3º Treinão Mulheres que Correm” dentro da Campanha Outubro Rosa, para falar sobre esse importante evento que acontece domingo (27).

Mário Bruder, um dos organizadores, falou sobre a importância da campanha, “3º Treinão Mulheres que Correm”, que visa aumentar a conscientização e o combate ao câncer de mama. A ação, que conta com a participação ativa de mulheres de todas as idades, tem como objetivo não apenas promover a prática de atividades físicas, mas também educar a população sobre a detecção precoce da doença.

Bruder ressaltou que o câncer de mama é uma das principais causas de morte entre mulheres, mas que, quando diagnosticado precocemente, as chances de tratamento eficaz aumentam significativamente. A campanha não é apenas sobre correr; é sobre unir forças, compartilhar informações e apoiar umas às outras. Cada passo dado é um passo em direção à conscientização e à prevenção”, afirmou.

Bruder também destacou a importância de ações comunitárias, que ajudam a criar um ambiente de apoio e solidariedade. “Quando nos unimos em torno de uma causa tão importante, conseguimos não só alertar sobre os riscos, mas também encorajar mulheres a realizarem exames preventivos. Essa é uma luta que devemos travar juntos”, completou.

A Equipe Mulheres que Correm está realizando mais uma campanha em prol do combate ao câncer de mama no próximo domingo (27).

Está convidando a todos a participarem do 3° Treino Solidário Outubro Rosa !
Realização: Equipe Mulheres Que Correm
Organização: Mulheres Que Correm e Mario Bruder .

Segue abaixo todas as informações a respeito do treino e se houver alguma falha , ou houver dúvidas, por favor questionem !

O treino Outubro Rosa é um treino de conscientização e orientação em combate ao câncer de mama

Local: Ginásio Municipal Mário Covas

Data: 27/10/2024
Concentração: 7:31h
Saída: 8:02h

Café da manhã pós treino.

Medalha 200 inscritos
Sorteio de brindes.
Distância: 5 km
Percurso: Em breve

Inscrição: R$ 30,00
Família ( 25,00 cada um )

Motivo: Os valores arrecadados com as inscrições serão destinados para aquisições de aparelhos celulares para melhor atendimento humanizado para os pacientes.
Entidade: Oncologia – Hospital Estadual
Hidratação: água km 2,5 km

Chegaremos a partir das 7:31h e 7:47h informação do percurso e avisos importantes. Sairemos às 8H01 evitar atrasos .

Lixo: Não descartar lixo, copos ou saquinhos de água na via pública

Mais informações serão dados no decorrer dos dias.

Estamos fazendo tudo com muito amor, sem lucro sem cunho político !

Se houver alguma falha da nossa parte, antecipo nossos pedidos de desculpa !

Grupo Peço a gentileza de não saírem do grupo após a caminhada e o café da manhã, pois é aqui que podemos e devemos postar as fotos e vídeos para as postagens , assim como a entrega dos donativos.
Nossa idoneidade, transparência e credibilidade depositados na confiança do nosso trabalho.

Dúvidas, Reclamações, Sugestões, Elogios procurem nós da administração por gentileza!

Lancha que transportava educadores que iam para aldeia em Altamira virou no Rio Xingu

Pará – Uma lancha que transportava professores para uma aldeia indígena em Altamira, no Pará, virou no Rio Xingu. Por meio da Secretaria Municipal de Educação, a prefeitura informou que todos os ocupantes foram resgatados sem ferimento; que os prejuízos foram materiais; e que presta assistência aos servidores.

As autoridades também esclareceram que, devido às condições típicas da época, agravadas pela grande estiagem, a localidade vira uma rota de constantes acidentes.

O Sindicato dos Professores do Pará se manifestou por nota, dizendo que “o acidente reflete a emergência climática que afeta as comunidades locais, colocando em risco a educação dessas regiões”; e que está “tratando do caso junto à Secretaria de Educação, para que os acidentados tenham os pertences repostos e para que se busque uma rota alternativa, mais segura para os trabalhadores.”

Fonte: GloboNews

Direção Segura Integrada captura procurado e apreende veículos em fiscalização

As forças de Segurança de Botucatu e o DETRAN realizaram neste fim de semana a Operação Direção Segura, que tem objetivo de fiscalizar e orientar motoristas, buscando a redução de acidentes provocados pela ingestão de álcool.

Durante a ação, os policiais prenderam um homem, procurado pela justiça. Trinta e oito motoristas se recusaram a realizar o teste do bafômetro. Dez automóveis e quatro motos foram recolhidos por falta de documentação.

Resultado da Operação Segura Integrada: 18/10/2024

 

67 Automóveis vistoriados
31 Motos vistoriadas
10 Automóveis recolhidos
04 Motos recolhidas
38 Recusas do teste do etilômetro
48 Autuações Lavradas
01 Captura de procurado
416 Pré-testes do etilômetro

Polícia Civil

Professor Fadel: Crônica desta semana “Difícil Entender”

Recentemente, ouvi uma notícia segundo a qual uma universidade federal do Maranhão havia contratado uma artista trans para apresentar a sua arte aos alunos. Sua apresentação foi uma dança erótica em que a referida artista trans mostrava suas partes íntimas, que, aliás, não deviam ser tão íntimas assim. E a artista deve ter feito um sucesso enorme, pois foi alegremente aplaudida. Quero deixar claro que ela foi paga por nós, que pagamos os nossos impostos.

A crônica não tem como objetivo discutir sobre sexo ou gênero, como preferem atualmente. Desejo falar sobre educação, sobre o processo de ensino e aprendizagem. Então, a pergunta que não quer calar é esta: O que a universidade ensinou e o que o aluno aprendeu, com essa apresentação artística? Notem que não estou colocando nada entre aspas, para que não pareça uma ironia do autor. Não quero ser irônico. Quero, apenas, dirimir dúvidas a respeito do processo de ensino e aprendizagem. já que meus longos anos na educação não foram suficientes para entender o que aconteceu, com o uso do meu dinheiro, nessa atividade.

Está certo. Podem dizer que o assunto era sexualidade ou gênero sexual. Até aí eu entendi. Agora, eu não consegui entender o que os alunos entenderam com o espetáculo apresentado pelo artista trans. Vamos lá: artisticamente, ele mostrou à plateia suas partes não tão íntimas. E o que isso ensina? O que isso mostra que os alunos ainda não conheciam? Um aluno universitário, em tese, já conhece esse tipo de espetáculo melhor que o professor. Na verdade, não ensinou nada. Apenas mostrou o que já havia sido visto.

E não estou discutindo a qualidade da apresentação, pois não vi.
Isso me faz lembrar a época em que eu era diretor de escola. Numa festa cultural realidade pela escola que eu dirigia, uma turma apresentou uma dança moderna. As meninas dançaram direitinho. Quando fui cumprimentar a professora pela apresentação, perguntei-lhe como tinha sido o treinamento das alunas. Para minha surpresa, a professora me disse que não havia feito absolutamente nada. As meninas lhe disseram que desejavam dançar e a professora as inscreveu. Elas conheciam a dança, que era feita num programa de TV. Decepcionei-me. Era uma festa cultural. O mínimo que se podia desejar era um aprendizado artístico. Mas não houve nada. As meninas fizeram o que já sabiam fazer, independentemente da escola. Ou seja, a escola não teve participação alguma, a não ser ceder o espaço. Isso tem pouquíssimo valor para o processo de ensino e aprendizagem, pois ninguém aprendeu nada, nem a professora, que poderia ter feito uma pesquisa sobre aquele tipo de dança e explicado para seus alunos.

Voltemos ao espetáculo trans. Não tem alguma semelhança com a história que acabei de contar? Infelizmente, a tal universidade apoiou o professor responsável. Falou em diversidade cultural, em respeito às diferenças. Essas coisas aí que são ditas quando não há um argumento melhor. Na verdade, não passou de uma apresentação inútil ou quase inútil.

Se houve alguma utilidade, foi a estupefação e a indignação que ocorreram.
Depois não entendem por que somos sempre os últimos nas avaliações internacionais de nossos alunos.

Bahige Fadel

Regional Botucatu sedia reunião estadual itinerante de diretorias do CIESP

A Regional Botucatu do Ciesp recebeu na última quinta-feira, 17/10, a reunião estadual conjunta das diretorias e do conselho do Ciesp com o objetivo de tratar de temas importantes para a entidade e para as empresas associadas. A entidade conta com 42 unidades espalhadas pelo estado de São Paulo.

Estiveram presentes no encontro o Presidente do Ciesp, Rafael Cervone; o 3º Vice-Presidente do Ciesp, Luiz Alberto Soares de Souza; 1º Diretor Secretário do Ciesp, Marcos Adriano de Araújo Andrade; diretores de diversas regionais e alguns associados ao Ciesp, que acompanharam o encontro de forma presencial e on-line. Também participou da reunião o prefeito de Botucatu, Mário Pardini.

A diretora titular do a Regional Botucatu do Ciesp, Patrícia Dias, destacou sua alegria por sediar a reunião estadual itinerante. “Para nós foi uma satisfação ter recebido em nossa casa o presidente Rafael Cervone e toda a diretoria estadual do Ciesp, além dos amigos diretores de outras regionais. É muito importante podermos mostrar aos visitantes os potenciais da nossa região, trocar ideias e feedbacks. Foi um encontro bastante produtivo”, avalia a dirigente.

O coordenador do Núcleo de Jovens Empreendedores (NJE) – Regional Botucatu, Júnior Chinamel, apresentou um vídeo com um resumo das atividades de 2024 do projeto “Empreenda Jovem”. Objetivo é levar conhecimento, reflexões, histórias de sucesso, muita inspiração e motivação para quem está disposto a mergulhar de cabeça no mundo do empreendedorismo ou até mesmo investir na própria carreira. A iniciativa também visa despertar novas lideranças e abordar temas relacionados a comportamento e posicionamento no ambiente de trabalho.

Em seguida, Wilson Cardoso – Assessor Técnico da Diretoria Regional Senai -SP falou sobre a sua participação no Futurecom 2024. A feira é a principal plataforma de negócios B2B da América Latina, que reúne todo o ecossistema de infraestrutura de redes, conectividade e tecnologia aplicada a diversos setores da economia, como, por exemplo, mineração, agronegócio, varejo, indústria, saúde, governo e outros.

O prefeito de Botucatu, Mário Pardini, fez questão de enaltecer a parceria entre o Município e o Ciesp para o desenvolvimento econômico de Botucatu durante a sua gestão. “Nos últimos anos, Botucatu recebeu muitos investimentos, um dos mais importantes foi em infraestrutura com a Barragem de Acumulação de Água do Rio Pardo, que garantirá segurança hídrica por décadas; e programa de qualificação profissional como o Emprega Jovem, que capacita jovens para trabalhar nas indústrias botucatuense. A Cidade também foi destaque no ranking da Folha de São Paulo como o melhor município em responsabilidade fiscal do Brasil, ou seja, entre as mais de 5 mil cidades brasileiras, Botucatu é a que melhor aplica os recursos públicos. E tudo isso alinhado dá segurança para os empresários investirem em Botucatu”, destaca.

Sobre o Ciesp Botucatu

Embora sete setores liderem a indústria de Botucatu, eles também influenciam fortemente suas respectivas cadeias de fornecedores. Estudos feitos pela Diretoria Regional do Ciesp Botucatu, em parceria com outras entidades, já apontam que os setores de maior destaque na indústria têm sido: o aeronáutico, o de metalmecânica, o automotivo, o químico, o de construção civil, o de agronegócio e o de biotecnologia. O Ciesp trabalha em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico de São Paulo, Prefeituras, universidades e órgãos especializados para construir um plano regional de desenvolvimento econômico dentro do chamado “Projeto Coalizão”.

Sessão ordinária da segunda-feira (21) têm dois projetos em pauta e uso da Tribuna Livre

Na próxima segunda-feira (21/10), a Câmara de Botucatu realiza sua trigésima sexta sessão ordinária da atual legislatura. Na ocasião, os onze vereadores botucatuenses devem se reunir para discutirem sobre uso intenso de celulares e denominação de logradouro público. A sessão contará ainda com um momento de Tribuna Livre. Confira a ORDEM DO DIA na íntegra:

1) Projeto de Lei Nº 109/2024 – de iniciativa do vereador Silvio, que institui a “Semana de Conscientização e Prevenção sobre os males causados pelo uso intenso de celulares, tablets e computadores, a bebês e crianças”.

discussão e votação únicas
quórum: maioria simples

2) Projeto de Lei Nº 113/2024 – de iniciativa do vereador Curumim, que denomina de “João Vieira” a Rua 01 do Loteamento Jardim Santo Inácio.

discussão e votação únicas
quórum: 2/3

TRIBUNA LIVRE:

A noite da segunda-feira contará com um momento de Tribuna Livre, conforme estabelecido pelo Regimento Interno da Câmara (artigo 251).

Assunto: 20 anos da instalação do juizado especial federal de Botucatu, a ser explanado por representante do 31ª Subseção Judiciária Federal de Botucatu.

A sessão começa às 19 horas, é aberta ao público e tem transmissão ao vivo pelo site, Facebook, YouTube e TV Câmara Botucatu (canais 31.3 da rede aberta e 2 da Claro NET TV)! Acompanhe!

Unesp Campus de Rubião Júnior promove a 1ª Feira Literária de Botucatu em novembro

Com o slogan “Fronteiras, Identidades, Literatura”, evento comemora os 60 Anos da Biblioteca do Campus de Rubião Júnior com programação diversificada voltada à leitura

Botucatu se prepara para um evento literário de destaque com a 1ª Feira Literária de Botucatu (FLIB), que será realizada de 06 a 09 de novembro de 2024, na Tenda Literária no Gramado e na Praça da Biblioteca da Unesp Botucatu – Campus de Rubião Júnior. Este evento comemora os 60 anos da Biblioteca do Campus e tem como objetivo consolidar o calendário anual das Feiras Literárias do Brasil, oferecendo uma programação rica e diversificada, com o livro no centro das atenções.

Dentre as atrações da Feira, que também conta com a presença da Academia Botucatuense de Letras (ABL), estão: palestras com escritores renomados, oficina de escrita, venda de livros, apresentações musicais, sessão de autógrafos, lançamentos de livros, contação de história, exposições e espaço leitor para crianças.

Haverá no local diversificada Praça de Alimentação com food trucks que estarão estrategicamente instalados próximo à Biblioteca, além da presença da Livraria UNESP Móvel.

Confira a programação completa (sujeita a alterações)

06/11 (quarta-feira)

Local: Tenda Literária no Gramado da Biblioteca da Unesp/Botucatu- Rubião Jr.

Palco 1 – Tenda Literária

19h: Abertura da FLIB
19h30 às 20h30 Roda de Conversa “Intimidade, privacidade e sexualidade na História do Brasil”
Autora: Mary Del Priore
Mediadora: Fernanda Henriques (Ferdi);
Espaço do Escritor – Tenda Literária

20h30: Sessão de autógrafos
Autora: Mary Del Priore;
Palco 1 – Tenda Literária

21h30: Apresentação musical “Concerto de Percussão – PIAP (Grupo de Percussão do Instituto de Artes da UNESP)”. Thiago Marins de Souza, Samuel Guedes Fagundes e Rodrigo de Andrade

07/11 (quinta-feira)

Palco 1 – Tenda Literária

12h às 13h: Roda de Conversa “Literatura com Temáticas Raciais”
Autor: Dagoberto José Fonseca
Mediadora: Jacqueline Caramori;
Espaço do Escritor – Tenda Literária

13h: Lançamento de livros e Sessão de Autógrafos
Autor: Dagoberto José Fonseca;
Espaço Oficina – Tenda Literária

14h às 15h30: Oficina “Como fazer seu próprio quadrinho”. Oficineiros: Grupo de Artes Sequenciais (GAS). Projeto de Extensão de Quadrinhos e Animação – Alunos de Design da UNESP – Unesp Bauru; Vagas: 30
Faça sua inscrição: https://forms.gle/eWpiMJ7CH2m4Hh4o8

Sala de Multimídia – Biblioteca Rubião Júnior

14h às 16h: Cineclube da FLIB. Filme: “O processo”. Direção: George Orson Welles. Vagas: 30.
Faça sua inscrição: https://forms.gle/Kgkwy7bXP2aPSf9j7

Espaço Oficina – Tenda Literária

15h30 às 17h30: “Oficina de escrita não criativa”. Oficineiro: Baga Defente; Vagas: 25
Faça sua inscrição: https://forms.gle/E74m8suGFezs8Hb5A

Palco 1- Tenda Literária

17h30 às 19h: Conversa sobre “Ciência e literatura”
Autoras: Leda Cartum e Sofia Nestrovski do Podcast Vinte Mil Léguas
Mediador: Carlos Magno Fortaleza;

Espaço do Escritor – Tenda Literária

19h: Sessão de autógrafos. Autoras: Leda Cartum e Sofia Nestrovski;
Palco 1 – Tenda Literária

21h às 22h: Concerto literário. Orquestra Filarmônica e Orquestra de Viola e Violão do Instituto de Biociências de Botucatu (IBB)

08/11 (sexta-feira)

Palco 1 – Tenda Literária

12h: Bate-papo “Entre livros e ideias: memórias de uma livreira”. Maria Antônia Pavan de Santa Cruz
Mediador: José Paes de Almeida Nogueira Pinto

Saguão Biblioteca Rubião Júnior

13h às 15h: “Oficina de escrita não criativa”. Oficineiro: Baga Defente; Vagas: 25
Faça sua inscrição:https://forms.gle/fUzA5JbLA5GYvxUF7

Palco 1 – Tenda Literária

13h30 às 15h: Apresentação literomusical. Grupo “Chama Poética” com o espetáculo Caleidoscópio Poético;
Sala de Multimídia – Biblioteca Rubião Júnior

14h às 16h: Filme: Vidas Secas
Direção: Nelson Pereira dos Santos
Duração: 1h e 55min. Vagas: 30

Faça sua inscrição: https://forms.gle/f2toT2Y9hBiv6KxL9

Palco 1 – Tenda Literária

15h às 16h30. Bate-papo “Turismo Literário”
Convidados: Carlos Magno Fortaleza, Carlos Starling e Ildeberto Muniz de Almeida;

16h30 às 17h30: Colóquio sobre Dostoiévski
Autor: Edson Amâncio
Mediador: Carlos Magno Fortaleza;

Espaço do Escritor – Tenda Literária

17h30: Sessão de Autógrafos. Autor: Edson Amâncio;
Palco 1 – Tenda Literária

18h às 19h: Palestra “O Tempo sem tempo – Crônicas da Pandemia”. Autor: Carlos Starling. Mediadora: Maria Cristina Pereira Lima (Kika)
Espaço do Escritor – Tenda Literária

Sessão de autógrafos: Carlos Starling;

Palco 1 – Tenda Literária

19h30 às 20h30: Bate-papo “Diversidade e gênero: visibilidade e vozes dissidentes na literatura”
Autora: Cris Judar. Mediadora: Elen Rose Lodeiro Castanheira;

Espaço do Escritor – Tenda Literária

20h30: Sessão de autógrafos. Cris Judar
Palco 1 – Tenda Literária

21h às 23h: Apresentação Musical. Banda Tiamate (Pop/Rock)

09/11 (sábado)

Palco 1 – Tenda Literária

10h: Apresentação Studio de Dança Cynthia Denadai
Baile das Flores – ballet infantil;
10h30: Apresentação de dança. Steps On Dance & Fitness Studio;
Palco 2 – Praça da Biblioteca Rubião Júnior

11h: Contação de História – As Comadres Contadeiras. Cia de Teatro Chafariz;
Palco 1 – Tenda Literária

12h às 13h: Apresentação musical. Big Band do Projeto Musicalizando – Núcleo Assistencial Joanna de Ângelis;
13h às 15h: Apresentação Musical: artista Sara Fernandes e Banda;
10h às 15h: Espaço Leitor e Exposição de Lego Harry Potter (atração da Secretaria Municipal de Cultura e Biblioteca Municipal de Botucatu).

“A FLIB será um ponto de encontro essencial para os amantes da literatura, oferecendo um espaço para autores, acadêmicos e leitores compartilharem e celebrarem o mundo dos livros”, explica a bibliotecária e integrante da Comissão Organizadora da FLIB, Darcila Bozoni.

O idealizador da Feira, diretor da Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB) e presidente do Grupo Administrativo do Campus (GAC), Professor Dr. Carlos Magno Fortaleza, ressalta que o evento é gratuito e aberto a toda comunidade. “Queremos que a FLIB seja um evento democrático, para todos. A biblioteca é aquele local onde nós temos os livros disponíveis para que as pessoas possam consultar e aproveitar seus conteúdos. Nada mais importante do que incluir a FLIB na Agenda Cultural da cidade para celebrar a leitura”, ressalta.

A bibliotecária e integrante da Comissão Organizadora da FLIB, Luciana Pizzani, reitera que “tudo é organizado para promover a cultura e proporcionar aos participantes uma experiência especial e diversificada”.

Apoiadores e participantes
Academia Botucatuense de Letras (ABL)
Administração Geral do Campus (AG)
Coordenadoria Geral de Bibliotecas (CGB)
Comitê de Ação Cultural (CACs) – IBB, FMVZ , FMB e FCA
Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA)
Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB)
Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ)
Fundação Editora UNESP (FEU)
Fundação do Instituto de Biociências (Fundibio)
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB)
Instituto de Biociências de Botucatu (IBB)
Livraria Unesp Móvel
Núcleo de Movimento, Inclusão e Saúde (Numis)
Núcleo Negro para Pesquisa e Extensão Universitária (NUPE)
Pró-reitora de Extensão Universitária e Cultura (PROEC)
Rede de Bibliotecas da UNESP
Secretaria Municipal de Cultura de Botucatu
TV UNESP
Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Serviço

1ª Feira Literária de Botucatu (FLIB) – entrada gratuita e aberta à população
Data: 06 a 09/11/24
Oficinas e cineclube: fazer a inscrição (vagas limitadas).
Demais atrações: não requer inscrição
Local: Biblioteca da UNESP Botucatu – Campus de Rubião Júnior