Artigos do Autor: Fernando Bruder

Câmara vota Orçamento de R$ 893,4 milhões e analisa pedido de crédito em sessões conjuntas nesta segunda 15/12

A Câmara Municipal de Botucatu realizará uma Sessão Ordinária seguida de uma Sessão Extraordinária nesta segunda-feira (15), a partir das 19h.

 Destaques da Sessão Ordinária (9 Projetos):

O ponto central é a votação do Orçamento Municipal para 2026 (PL nº 93/2025), que estima a receita e fixa a despesa em R$ 893,4 milhões, definindo os investimentos do próximo ano.

Outro tema polêmico é o PL nº 113/2025, que propõe a redução da faixa não edificável ao lado das rodovias urbanas. Este projeto retorna à pauta após um pedido de vista do vereador Ielo (PDT) e deve reacender o debate.

A pauta inclui ainda:

* Projetos para denominação de logradouros públicos (ex: Rua 08 do Residencial Lívia I como “Caetano Sacomani”).
* Projetos que declaram quatro entidades como de Utilidade Pública (Associação Consolidando o Amor, Instituto Botucatuense Integrativo de Terapias Universais, Associação dos Moradores e Rancheiros do Alvorada da Barra Bonita e Associação Rede de Proteção à Vida).
* Concessão de Títulos de Cidadão Botucatuense ao professor doutor Julio Nakagawa e à professora Michiko Sakate.

Sessão Extraordinária: Pedido de Empréstimo

Após a Ordinária, os vereadores analisarão o PL nº 104/2025, que autoriza o Executivo a contratar uma operação de crédito junto ao Banco do Brasil. Os recursos são destinados à aquisição de veículos, máquinas, equipamentos e investimentos em áreas como educação, saúde, infraestrutura, agricultura, esporte, mobilidade urbana e meio ambiente.

 

Vítima é atraída para emboscada e morta em Botucatu, dois homens são presos por latrocínio

A Polícia Civil prendeu em flagrante, neste domingo (14), dois homens suspeitos de envolvimento em um latrocínio ocorrido no bairro Vila Assumpção, em Botucatu. A vítima foi encontrada morta na noite de sábado (13), com sinais de violência.

Segundo o boletim de ocorrência, o crime começou após a vítima marcar um encontro com os autores. No local combinado, ela foi rendida, amarrada e colocada no porta-malas do próprio carro. Os suspeitos a obrigaram a fazer transferências via Pix. Durante o trajeto, houve luta dentro do veículo e a vítima perdeu a consciência. Os criminosos alegaram que não perceberam que ela estava morta ao abandoná-la em um terreno baldio.

O corpo foi achado horas depois, com ferimentos na cabeça e marcas no pescoço. A perícia localizou cordas, panos com sinais de uso como mordaça e itens pessoais da vítima.

Com o apoio de imagens de segurança e do sistema Muralha Digital, a Polícia rastreou o carro até a cidade de Pratânia. Lá, as equipes da Polícia Civil e Militar encontraram os suspeitos, que confessaram o crime. Ferramentas da vítima com vestígios de sangue, celulares, roupas usadas na ação e comprovantes das transferências foram apreendidos.

Casa abandonada é atingida por incêndio e mobiliza Bombeiros no bairro Lavapés

Um incêndio foi registrado na noite desta sexta-feira na Rua João Passos, no bairro Lavapés, em uma casa abandonada há décadas. As chamas se espalharam rapidamente pelo imóvel, provocando danos principalmente na estrutura do telhado.

A Polícia Militar foi a primeira a chegar ao local e acionou o Corpo de Bombeiros, que compareceu prontamente para combater o fogo. Para garantir a segurança da operação, a PM isolou a área enquanto os bombeiros realizavam o controle das chamas e o trabalho de rescaldo.

Segundo as informações apuradas, o imóvel já estava desocupado há vários anos, o que contribuiu para a rápida propagação do incêndio. Apesar da intensidade do fogo, não houve registro de feridos.

As causas do incêndio não foram informadas e deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.

Acompanhem a live:

https://www.facebook.com/alphanoticias/videos/703327299236279

Câmara de Pirajuí vota hoje à tarde, possível cassação da prefeita Rosa da Ambulância (PL)

A tarde desta sexta-feira (12) reserva um debate importante na Câmara Municipal de Pirajuí. A partir das 13h, os vereadores vão se reunir no plenário para votar supostas infrações cometidas pela prefeita Rosalina Sonia dos Santos, “Rosa” (PL), que podem culminar na cassação do seu mandato. Essa votação encerra os trabalhos da comissão processante que investigou uma denúncia realizada por uma munícipe de Pirajuí.
A denúncia feita por uma moradora da cidade afirma que a prefeita Rosa teria contratado diversos moradores como pessoa jurídica sem que houvesse processo licitatório e que os contratados estariam executando funções que deveriam ser desempenhadas por servidores concursados, conforme prevê a lei. Estas contratações já seriam recorrentes desde 2017.
Por isso, a Justiça deu o prazo de 180 para que a atual administração faça as adequações necessárias às novas normas. Mas, antes disso, foi protocolada na Secretaria da Câmara Municipal, a denúncia da munícipe e a maioria dos vereadores acabou acatando o pedido e abrindo uma Comissão processante (CP).
O assunto gerou divergência antes mesmo de chegar ao Plenário. Na comissão processante, o relatório apresentado pelo relator Roberto Leandro Bandeira Bento (MDB) e assinado pelo presidente Cleber Nelzi de Souza (MDB) conclui pela procedência da acusação – ou seja, entende que há motivos para a cassação. Mas o outro membro da comissão, Flávio Aparecido Pereira, Tenente Flavio (Podemos) apresentou um voto divergente, com outro relatório indicando que não há amparo legal para a cassação.
A sessão de julgamento acontece às 13h desta sexta-feira (12), no plenário da Sala de Sessões “Papa João 23”.

Engavetamento com 7 carros causa lentidão na Rodovia Marechal Rondon em Bauru

Sete carros se envolveram em um engavetamento na manhã desta sexta-feira (12) na Rodovia Marechal Rondon (SP-300), no trecho urbano de Bauru (SP), próximo ao pontilhão de cruzamento com a Avenida Duque de Caxias.

O engavetamento ocorreu no sentido interior–capital e, segundo apurado no local, não houve registro de feridos. O trecho chegou a ficar parcialmente interditado, causando lentidão no trânsito nas primeiras horas da manhã.

Os veículos envolvidos foram removidos para o acostamento, e um guincho realizou a retirada dos automóveis.

Por volta das 8h30, o trânsito já havia sido totalmente liberado nas duas faixas da via.

Fonte e Foto: G1

Camara de Vereadores de Pardinho aprova reajuste de salários para prefeito, vice e vereadores a partir de 2029

A Câmara Municipal de Pardinho aprovou na noite desta quinta-feira (11) uma série de projetos que tratam do reajuste dos vencimentos do prefeito, do vice-prefeito e dos vereadores. As propostas foram apresentadas pela Mesa Diretora e receberam aprovação unânime dos parlamentares.

Os novos valores passam a valer apenas a partir da legislatura de 2029 a 2032, conforme determina a legislação vigente, que impede reajustes para os atuais ocupantes dos cargos.

De acordo com as informações apresentadas em plenário, o salário do prefeito está congelado há cerca de 16 anos, atualmente em R$ 11 mil. Com a atualização aprovada, o vencimento será elevado para R$ 19 mil a partir de 2029.

O salário do vice-prefeito, hoje fixado em R$ 5 mil, passará para R$ 9,5 mil. Já os vereadores, que recebem R$ 2.200, terão subsídios reajustados para R$ 4.336,86. No caso do presidente da Câmara, o valor sobe de R$ 3 mil para R$ 5.913.

Segundo a justificativa apresentada na sessão, os percentuais de aumento — que chegam a até 97% — refletem o longo período sem qualquer correção. Os parlamentares destacaram que a revisão é respaldada por lei e leva em conta fatores como inflação acumulada, porte populacional e os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Atuação de GCM em “bico armado” envolve empresa ligada à família do secretário Sargento Laudo

Documentos oficiais da Polícia Civil e da Justiça de São Paulo revelam um grave conflito de interesses envolvendo a segurança no Residencial Altos do Serra, em Botucatu. Segundo os autos, uma empresa de terceirização ligada diretamente à família do Secretário Municipal de Segurança Sargento Laudo, passou a operar, na prática, um serviço de vigilância armada em favor de uma incorporadora privada, em meio a um escândalo de estelionato imobiliário na região.​

Empresa da nora do secretário de segurança no centro do caso

Despacho da Delegacia de Polícia registra que o veículo Fiat Doblò, usado em rondas e abordagens no Altos da Serra, pertence à empresa Ezra Serviços e Terceirizações Ltda., de propriedade da nora do Secretário de Segurança. O mesmo documento destaca que ela é casada com o guarda civil municipal Lucas Trombaco da Silva, filho do sargento reformado Laudo Gomes da Silva, atual secretário de Segurança Pública de Botucatu, situação que levou o delegado a remeter o inquérito para a Delegacia Seccional, reconhecendo a sensibilidade do caso.​

Os registros mostram ainda que a empresa Ezra não é uma empresa de segurança privada, mas de “serviços e terceirizações”, com CNAE ligado a limpeza e apoio operacional, sem qualquer menção a atividade de vigilância ou escolta autorizada pela Polícia Federal, requisito legal para a exploração de segurança privada no país.​

GCM armada em serviço para empresa da família

Relatório de investigação da Polícia Civil relata que, em 7 de setembro de 2025, moradores do Altos da Serra denunciaram a presença constante de um veículo Fiat Doblò branco, do qual desciam duplas de indivíduos armados, que ordenavam a paralisação de obras e ameaçavam derrubar construções em lotes disputados judicialmente. Em diligência posterior, policiais localizaram o veículo e identificaram seus ocupantes como os guardas civis municipais com iniciais D.O.F. e J.G.T., ambos portando armas de fogo institucionais da Guarda Civil de Botucatu, que admitiram estar prestando serviço para a empresa Ezra no local.​

Os mesmos autos apontam que esses agentes acompanhavam escavadeiras e realizavam “patrulhas” constantes pelo bairro, em contexto de forte conflito entre compradores de lotes e a incorporadora Altos da Serra Ecovita Empreendimentos Imobiliários SPE Ltda., que afirma ser a legítima proprietária da área e vem derrubando benfeitorias erguidas por pessoas enganadas em golpes de venda de terrenos. O uso de servidores armados, com armas e estrutura pública, a serviço de um contrato privado firmado com empresa da nora do secretário, levanta dúvidas sobre desvio de finalidade e favorecimento indevido.​

Contrato tenta mascarar vigilância como “vigia não ostensiva”

Para formalizar a atuação, a Ecovita assinou com a Ezra um contrato de “prestação de serviços de vigia não ostensiva” no Residencial Altos da Serra. O documento prevê dois postos, funcionando das 7h às 19h, todos os dias, com profissionais uniformizados, em regime 12×36, e traz cláusula expressa afirmando que a atividade não configura segurança privada, seria sem uso de armas e destinada apenas à observação, fiscalização e controle de acesso, tentando afastar a aplicação da legislação federal de segurança privada.​

Essa descrição contratual, porém, diverge de forma contundente do que foi narrado pelas vítimas e constatado pela própria Polícia Civil, que registrou a presença de guardas municipais armados, em veículo da Ezra, executando rondas, abordagens e ações de contenção em área de litígio fundiário intenso. Na prática, o serviço se assemelha ao de segurança privada ostensiva, atividade que exige empresa especializada devidamente registrada na Polícia Federal, com controle rigoroso de pessoal, armamento e procedimento, o que não se verifica no caso da Ezra.​

Conluio político-administrativo e risco à legalidade

Um despacho do delegado Marcelo Lanhoso de Lima, constante dos autos, registra explicitamente que o inquérito é remetido à Delegacia Seccional “tendo em vista que o veículo apreendido pertence à empresa Ezra Serviços e Terceirizações Ltda., levando em conta que a empresa Ezra pertence a esposa do guarda municipal Lucas Trombaco da Silva, que é filho do secretário de segurança deste município, Laudo Gomes da Silva”. Essa fundamentação mostra que a própria autoridade policial enxerga risco de interferência ou, ao menos, aparência de favorecimento indevido na condução do caso.​

Somam-se a isso outros elementos sensíveis: o fato de Lucas Trombaco ocupar função de direção na Defesa Civil; o uso de armas públicas em atividade contratual privada; e o contexto de um grande esquema de estelionato imobiliário no mesmo loteamento, investigado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG), no qual golpistas venderam lotes irregularmente a dezenas de vítimas. Diante desse cenário, juristas e órgãos de controle podem enxergar, em tese, violação aos princípios da legalidade, moralidade e impessoalidade, bem como indícios de conluio entre agentes públicos e interesses privados.​

O que a população de Botucatu precisa saber

Os documentos analisados não apenas expõem um loteamento marcado por fraudes e conflitos, mas também revelam um arranjo no qual a família do secretário de Segurança opera, por meio de empresa própria de terceirização, um serviço de “vigia” que, na prática, envolve GCM armada e atuação em favor de uma incorporadora, sem o respaldo típico exigido para empresas de segurança privada. Embora parte das condutas tenha sido tratada como “fato atípico” na esfera penal em decisão pontual, permanecem em aberto as responsabilidades administrativas, éticas e políticas dos envolvidos, especialmente quanto ao uso de cargos, armas e estrutura do poder público em benefício de contrato da própria família do secretário.​

Lucas Trombaco da Silva – Copordenador da Defesa Civil

Laudo Gomes da Silva – Secretário de Segurança de Botucatu

À luz de tudo isso, o caso clama por transparência total e apuração rigorosa por Ministério Público, Polícia Federal, corregedorias da Guarda Civil e da Prefeitura, além de fiscalização firme da Câmara Municipal. A sociedade botucatuense tem o direito de saber se a segurança pública da cidade está sendo usada para proteger o interesse coletivo ou para servir a negócios privados de quem deveria zelar, com isenção, pela lei e pela ordem.

A redação da REDE ALPHA procurou na tarde desta quinta-feira, 11/12, o prefeito Fábio Leite, o secretário de segurança Sargento Laudo, a secretária de Comunicação Cinthia Al-Lage e o coordenador da Defesa Civil Lucas Trombaco, porém nenhum deles nos retornou até agora para das as devidas explicações do ocorrido.

Imóvel na Planta ou Pronto? Entenda as diferenças e descubra qual é a melhor escolha para você

Comprar um imóvel é um dos momentos mais especiais e cruciais na vida de alguém.

Pesquisas apontam que a média de compra de um imóvel de um brasileiro, atualmente, gira em torno de 1 a 2 imóveis durante a vida, ou seja, algo extremamente singular e que requer um bom planejamento.

Mas quando chega a hora, junto com a empolgação, também vem aquela dúvida: é melhor comprar na planta ou escolher um imóvel já pronto para morar? Se você está passando por isso, fique tranquilo, muita gente sente exatamente o mesmo.

A verdade é que as duas opções têm pontos fortes e pontos de atenção. O importante é entender o que faz mais sentido para o seu momento e para o seu objetivo.

Então vamos direto ao ponto, de forma clara e sem complicações:

1. Como é comprar um imóvel na planta?

É quando você compra antes da obra ficar pronta, seja no lançamento do empreendimento após o Registro em cartório da obra, ou após, com a obra já em andamento. Muita gente escolhe essa opção porque ela costuma ser mais acessível e flexível.

•Vantagens
 Preço melhor: Normalmente é mais barato comparado a um imóvel pronto.
 Entrada facilitada: Durante a obra, você consegue parcelar parte da entrada, o que ajuda muito no planejamento.
 Valorização ao longo da construção: Quando as chaves são entregues, o imóvel costuma valer mais do que você pagou.
 Possibilidade de personalização: Em alguns casos, dá para escolher acabamentos e deixar tudo mais do seu jeito.
 Imóvel novinho: Tudo é moderno, planejado e pensado para o estilo de vida atual.

– Desvantagens
 Prazo: Se você precisa se mudar logo, talvez não seja o ideal, pois uma obra, a depender do empreendimento, pode durar de 24 até 36 meses.
 Atrasos podem acontecer: Mesmo com garantias estabelecidas em contrato, obras podem demorar um pouco mais que o previsto, mas por lei, esse “atraso previsto” não pode ultrapassar 180 dias.
 Você não vê o imóvel pronto: A compra é baseada em plantas, projetos, maquetes e decorados.
 Correção das parcelas por indexadores pré-estabelecidos pela incorporadora, o que pode impactar no valor total durante a construção.

Aqui um importante adendo à um detalhe, que muitas das vezes, pode passar despercebido durante a aquisição de imóvel na planta. Muitas construtoras trabalham com o chamado Crédito Assossiativo. Essa modalidade de crédito, é um tipo de financiamento em que o comprador financia seu imóvel ainda na planta, e o recurso fornecido pelo banco não vai direto para o cliente, mas vai para a obra, para a construtora, que precisa apresentar além do projeto, um cronograma a ser seguido para o banco ir liberando os recursos com o avanço da construção. A ideia é: a construtora apresenta o projeto para um banco, o banco aprova e disponibiliza um financiamento para os compradores, cada comprador entra com sua parte, e o banco libera o dinheiro em etapas, conforme a obra avança. Ou seja, você já faz o financiamento do seu imóvel durante a construção, e não apenas na entrega das chaves.

Porém, durante a obra e as liberações do recurso para a construtora avançar na construção, o banco cobra uma taxa pelos recursos “emprestados”, o qual denomina-se de Taxa de Evolução de Obra. Essa taxa é um custo cobrado quando você compra um imóvel na planta e faz o financiamento ainda durante a construção, geralmente pelo sistema de crédito associativo.

É simples entender se você pensar assim:
• O banco libera o dinheiro para a construtora aos poucos, conforme a obra avança.
• Sobre cada parte liberada, incidem juros e atualização monetária.
• Quem paga esses juros durante a construção é o comprador.
• Esse valor é a Taxa de Evolução de Obra.

O detalhe a ser bem analisado é que, se o empreendimento que você optar estiver sendo construído nessa modalidade, pode chegar um momento em que vai coincidir parcela de entrada, taxa de evolução de obras e a parcela do financiamento.

2. E como é comprar um imóvel pronto para morar?

Aqui você compra aquilo que já está de pé, seja novo, usado ou seminovo e pode entrar praticamente de imediato.

– Vantagens:
 Mude quando quiser: Perfeito para quem precisa sair do aluguel ou já quer começar uma nova fase da vida.
 Você enxerga tudo: Acabamentos, iluminação, vizinhança, tamanho real dos cômodos, nada fica na imaginação.
 Financiamento direto: O processo costuma ser rápido e mais simples em relação ao imóvel na planta.

Desvantagens:
 Valor maior: O preço costuma ser mais alto em comparação a imóveis na planta;
 Entrada mais pesada: Como o financiamento é imediato, a entrada geralmente precisa estar disponível, em torno de 30 à 40% do valor do imóvel;
 Imóveis mais antigos podem pedir reforma: Isso pode gerar algum custo extra;
 Valorização mais lenta: Você não tem o “boom” de valorização que acontece durante uma obra.

3. E aí, qual escolher?

A resposta depende totalmente do seu momento de vida.

• O imóvel na planta pode ser a melhor escolha se você:
 não tem pressa para mudar;
 prefere parcelas mais suaves durante a obra;
 pensa na valorização;
 quer pagar menos no valor total.

• E o imóvel pronto pode ser ideal se você:
 precisa mudar rápido;
 gosta de ver o que está comprando;
 já tem a entrada disponível;
 quer praticidade e segurança no processo.

4. Ainda está em dúvida?

Eu te ajudo a decidir com clareza. É totalmente normal ficar indeciso. Afinal, estamos falando de um grande investimento. A melhor forma de escolher é olhando para o seu perfil, sua realidade financeira e o objetivo da compra.

 

Sigma Soluções Imobiliárias
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