Brasil

Ator José Dumont é preso após condenação por estupro de vulnerável no Rio de Janeiro

O ator José Dumont, de 75 anos, foi detido na manhã desta quarta-feira (4) no bairro do Flamengo, na Zona Sul do Rio de Janeiro. A prisão foi realizada por agentes da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) em cumprimento a mandado judicial expedido após condenação definitiva por estupro de vulnerável. A sentença estabelece pena de nove anos e quatro meses de reclusão e já teve trânsito em julgado no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ).

As investigações tiveram início em 2022, quando surgiram denúncias de que o ator teria levado para seu apartamento um menino de 11 anos, filho de uma ambulante que trabalhava em frente ao prédio. Moradores relataram que a criança teria estado no imóvel em outras ocasiões, o que levou à comunicação às autoridades.

Conforme apurado, o artista teria utilizado sua projeção profissional para se aproximar do garoto, que o admirava, oferecendo presentes e ajuda financeira. Imagens das câmeras de segurança do edifício registraram beijos na boca e carícias íntimas, elementos que fundamentaram a abertura do inquérito. Em depoimento, a mãe do menino afirmou que só soube dos fatos após ser avisada por vizinhos. À época, houve pedido de prisão preventiva, mas a medida não foi deferida.

Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão no apartamento, a polícia encontrou 240 arquivos com imagens e vídeos de pornografia infantil, além de um comprovante de depósito bancário no valor de R$ 1 mil em nome da suposta vítima. Segundo o advogado da família, há indícios de que outras crianças possam ter sido abusadas. Após os trâmites legais, José Dumont será encaminhado ao sistema prisional para iniciar o cumprimento da pena.

 

Suspeito de estupro coletivo em Copacabana se entrega à polícia

O terceiro foragido no caso do estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos, no Rio de Janeiro, se entregou à Polícia Civil na manhã desta quarta-feira (4), acompanhado do advogado. Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos, é filho do ex-subsecretário de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos do governo do Rio de Janeiro, José Carlos Simonin. Ele foi demitido ontem (03) após a repercussão do caso. 

É da família Simonin o apartamento de temporada onde ocorreu o crime, em Copacabana. As imagens dos jovens filmados no edifício são parte do inquérito que incriminou os rapazes.

Cinco homens participaram do crime, segundo a polícia, sendo um menor de 18 anos, contra o qual não há mandado de prisão. Eles respondem pelo crime de estupro e por ato infracional análogo ao mesmo crime. Nesta terça (2), os dois presos foram encaminhados para o sistema prisional.

Há expectativa de que o quarto jovem que participou do crime, Bruno Felipe dos Santos Allegretti, também se entregue nesta quarta à polícia. De acordo com a delegacia, tratativas estão em curso com os advogados.

Todos são réus pelo crime de estupro, com agravante de a vítima ser menor de idade, e também por cárcere privado.

Mais um caso de estupro

Aluno do Colégio Pedro II, Vitor Hugo é ainda investigado por um caso de estupro cometido contra outra aluna da instituição, onde ambos estudavam, em outubro de 2025. O caso foi revelado pelo delegado titular Ângelo Lages, nesta terça-feira (3), depois da mãe da jovem prestar depoimento. O ato foi cometido em uma festa.

De acordo com a Polícia Civil, ao tomarem conhecimento do caso de Copacabana, outras vítimas se sentiram encorajadas a denunciar os envolvido em outros crimes. Dois inquéritos foram abertos para apurar as denúncias.

Como ocorreu o crime

Em janeiro, a vítima de 17 anos recebeu a mensagem de um colega da escola a convidando para ir à casa de um amigo. Ao chegar, o adolescente insinuou que fariam “algo diferente”. Como a jovem recusou, ela foi trancada e sofreu a violência no quarto do apartamento de Copacabana.

Ontem, em entrevista à imprensa, o delegado ressaltou a importância de os jovens, ao se relacionarem sexualmente, respeitarem os limites do outro.

“O que deve ficar claro, principalmente para os meninos, é que não é não. Isso é fundamental. A vítima do primeiro caso deixou muito claro, a todo momento, que não se relacionaria com mais ninguém [além do adolescente] em vários momentos”, destacou.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Fernando Frasão

Daniel Vorcaro é preso pela PF em nova fase da operação sobre Banco Master

O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, voltou a ser preso nesta quarta-feira (4) pela Polícia Federal em São Paulo em uma investigação que apura um esquema bilionário de fraudes financeiras.

A defesa dele disse que Vorcaro “sempre esteve à disposição das autoridades, colaborando de forma transparente com as investigações desde o início, e jamais tentou obstruir o trabalho das autoridades ou da Justiça”. A defesa negou “categoricamente as alegações atribuídas” a ele e disse confiar “que o esclarecimento completo dos fatos demonstrará a regularidade de sua conduta”. Reiterou ainda a “sua confiança no devido processo legal e no regular funcionamento das instituições”.

O cunhado dele, Fabiano Zettel, também era alvo de mandado de prisão e se entregou na Superintendência da PF. A defesa disse que “em que pese não ter tido acesso ao objeto das investigações, Fabiano está à inteira disposição das autoridades”.

As prisões aconteceram como parte da terceira fase Operação Compliance Zero, que, segundo a PF, tem o objetivo de investigar a “possível prática dos crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, praticados por organização criminosa”.

A medida foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), em sua primeira ação como relator do caso, que assumiu no mês passado.

🔎 Segundo a PF, o esquema financeiro envolve a venda de títulos de crédito falsos pelo Banco Master. O nome da operação é uma referência à falta de controles internos nas instituições envolvidas para evitar crimes de gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e manipulação de mercado.

Vorcaro já havia sido preso em novembro do ano passado ao tentar embarcar para a Europa em um avião particular que sairia do aeroporto de Guarulhos, na Grande SP. Para a PF, não havia dúvidas de que ele iria fugir do país.

Havia um mandado de prisão preventiva contra Vorcaro, que já foi levado para a Superintendência da PF na capital paulista.

Além de Vorcaro e Zettel, também há outros dois mandados de prisão preventiva e 15 de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em São Paulo e Minas Gerais. As investigações contaram com o apoio do Banco Central do Brasil.

Também foram determinadas ordens de afastamento de cargos públicos e sequestro e bloqueio de bens, no montante de até R$ 22 bilhões, com o objetivo de interromper a movimentação de ativos vinculados ao grupo investigado e preservar valores potencialmente relacionados às práticas ilícitas apuradas.

CPI

Vorcaro era aguardado para depor nesta quarta à CPI do Crime Organizado, em Brasília. No entanto, o dono do Banco Master já havia sinalizado que iria comparecer apenas à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

O ministro André Mendonça tinha decidido na terça-feira (3) que a ida dele à CPI seria facultativa.

Fonte: G1

Foto: Reprodução

Nove em cada dez vítimas de feminicídio no Brasil não tinham medida protetiva

O Brasil chega aos 20 anos da Lei Maria da Penha com um paradoxo a enfrentar: enquanto o índice de mortes violentas está em queda, os feminicídios crescem a níveis recordes. Em 2025, o país registrou 1.568 casos de feminicídio, o maior número da série histórica, um aumento de 4,7% em relação ao ano anterior. Considerados os últimos cinco anos, o salto é ainda maior, de 14,5%.

Só 13,1% das vítimas contavam com uma medida protetiva de urgência concedida pela Justiça quando foram mortas. Significa que quase nove em cada dez mulheres não tinham a ordem judicial baseada na Lei Maria da Penha, que visa garantir a integridade física e psicológica das vítimas, em caráter urgente.

Os dados estão na pesquisa ‘Retrato dos Feminicídios no Brasil’, um levantamento inédito do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, lançado na manhã desta quarta-feira (4). O relatório deve ser apresentado em encontro com representantes do governo federal em Brasília.

Pela legislação brasileira, o feminicídio ocorre quando uma mulher é assassinada no contexto de violência doméstica e familiar ou em razão do menosprezo ou discriminação à condição de mulher. No Brasil, uma lei de março de 2015 alterou o Código Penal Brasileiro e incluiu o feminicídio como uma das formas qualificadas de homicídio. Em 2024, outra mudança legislativa transformou o feminicídio em um crime autônomo.

Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, explica que o número pífio de mulheres com medida protetiva não é resultado de um gargalo no sistema judiciário. Pelo contrário. A Justiça brasileira tem conseguido dar essa resposta, e a cada ano aumenta o número de decisões favoráveis às mulheres. De acordo com o Conselho Nacional de Justiça, 621 mil medidas protetivas de urgência foram concedidas no ano passado, o correspondente a 90% das solicitadas.

— De um lado, a gente tem quase 87% das vítimas que não tinham medida protetiva. E a gente não sabe muito bem o porquê. Por que elas não buscaram ajuda? Normalmente, essas mulheres sequer tem um BO (boletim de ocorrência) contra o agressor. Então a gente tem um desafio de conseguir chegar nessa mulher. Do outro lado, tem 13% de vítimas que procuraram o estado, tinham uma medida protetiva, e ainda assim nós falhamos com elas — ressalta Samira.

Embora não haja respostas definitivas, os pesquisadores têm pistas das causas da baixa concessão de medidas protetivas, o que chamam de “rota crítica”. O problema, diz o estudo, é anterior aos tribunais. Até chegar à ordem de restrição, a mulher em situação de violência percorre um longo caminho, que envolve desde a coragem para quebrar o silêncio e denunciar o agressor até encontrar a efetiva proteção institucional.

Uma série de fatores podem impulsionar o pedido de ajuda, como a preocupação em proteger os filhos, a escalada da violência ou o apoio de amigos e familiares. Mas há também os inibidores, como a dependência econômica, vergonha, má resposta institucional e isolamento social, segundo a pesquisa do Fórum. Além disso, não basta que os serviços de proteção estejam disponíveis. É preciso que sejam acessíveis, de qualidade e capazes de produzir respostas consistentes.

Uma vez que a medida é concedida, há ainda um longo caminho pela frente, segundo Samira. O agressor precisa ser notificado sobre a decisão judicial. E também as forças de segurança, que serão responsáveis pelo cumprimento e fiscalização.

— Tenho frisado que a medida protetiva de urgência é uma decisão judicial que precisa ser fiscalizada para que a mulher seja protegida. E diria que é aí que a gente está falhando. Essa é uma tarefa dos Executivos, seja com guardas municipais, seja com as Polícias Militares, a quem cabe garantir que essa mulher, depois de amparada por uma decisão judicial que impede a aproximação do agressor, seja protegida pelas forças de segurança. Se não tem fiscalização, a medida nada mais é do que um pedaço de papel — destaca Samira.

Para fiscalizar o cumprimento das medidas, Polícias Militares e Guardas Municipais têm unidades especializadas, como as patrulhas Maria da Penha ou rondas Maria da Penha, voltadas ao acompanhamento dessas mulheres com medidas vigentes. Essas equipes realizam visitas periódicas, mantêm canais diretos de contato e constroem um vínculo com as vítimas. Esse acompanhamento, segundo o estudo, tem efeitos concretos na proteção, seja pela presença ostensiva, seja pela capacidade de identificar precocemente sinais de escalada da violência.

Alguns estados passaram a adotar ainda a tecnologia, como o uso de tornozeleiras eletrônicas para monitorar agressores, e a disponibilização de dispositivos de alerta, como botões do pânico. A pesaquisa considera essas ferramentas menos eficientes, uma vez que a implementação ainda enfrenta “limites de escala, cobertura e integração institucional”.

Cidades menores

O mapeamento do Fórum revela que o risco de morte para as brasileiras é inversamente proporcional ao tamanho da cidade onde vivem. Ou seja: quanto menor o município, maior a incidência de casos de feminicídio.

Municípios com até 100 mil habitantes concentram 50% de todos os feminicídios do país, embora abriguem apenas 41% da população feminina. Nessas localidades, a taxa de mortalidade chega a 1,7 por 100 mil mulheres, índice superior ao registrado em cidades médias (1,2) e nas grandes metrópoles (1,1).

Essa vulnerabilidade nas cidades menores é agravada pelo deserto de serviços especializados. Enquanto 98% dos grandes municípios possuem Delegacias de Defesa da Mulher, onde as denúncias contra os agressores em geral são feitas, apenas 5% dos pequenos contam com esse serviço. Sem essa infraestrutura básica, a trajetória da mulher em busca de ajuda é interrompida por barreiras territoriais, falta de sigilo e pressões comunitárias mais conservadoras.

— A gente tem uma boa legislação, tem equipamentos de unidades especializadas de referência em muitos lugares. O desafio é a descentralização da política. Se a gente tem metade dessa violência letal contra a mulher acontecendo nesses municípios pequenos, como é que a gente vai fazer para, de fato, dar capilaridade para a política? Fazer com que a lei Maria da Penha, que é essa lei tão importante e tão reconhecida, se transforme em realidade nessas cidades menores? — questiona Samira.

O levantamento atualiza o perfil das vítimas de feminicídio. Mulheres negras (62,6%), com idade entre 30 e 49 anos (50%), são a grande maioria. O crime não é aleatório. Em 80,7% dos casos, o assassino é o parceiro ou ex-parceiro íntimo. A violência, em 97,3% dos crimes, é praticada por homens.

Segundo o Fórum, o local mais perigoso para as mulheres é a própria residência, cenário de 66,3% das mortes. O instrumento mais utilizado é a arma branca (48,7%), como facas e machados presentes no cotidiano doméstico, seguida pela arma de fogo (25,2%).

O retrato do feminicídio — Foto: Criação O GLOBO
O retrato do feminicídio — Foto: Criação O GLOBO

Fonte: O GLOBO
Foto: Reprodução

Instrutor de parapente sofre queda ao auxiliar salto no Parque da Cidade, em Niterói (RJ)

Um instrutor que auxiliava um salto de parapente no Parque da Cidade, em Niterói (RJ), sofreu uma queda no momento em que deixava a área de decolagem, localizada em meio à mata.

O vídeo registra a falha nos movimentos durante a preparação para o voo. Ao tomar a frente na saída, ele acabou se atrapalhando com a pessoa que decolaria em seguida e caiu logo após a tentativa.

Apesar do susto, ele está bem.

Com Flávio Bolsonaro, direita faz ato na Paulista contra Lula e STF

A oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) promoveu neste domingo (1º) manifestações em diversas cidades do país contra o governo federal e decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). Em São Paulo, o ato aconteceu na Avenida Paulista e contou com a presença do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

A concentração foi marcada para as 14h, nas proximidades do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp). Esta foi a primeira participação pública de Flávio em um ato desse porte desde o anúncio de sua pré-candidatura à Presidência da República.

Entre os principais nomes presentes tiveram o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que liderou a mobilização nas redes sociais, além de outras lideranças políticas alinhadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Mais cedo, representantes da direita também participaram de manifestação na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte. Estiveram presentes, além de Nikolas, o governador de Minas Gerais Romeu Zema, o vice-governador Mateus Simões, além de Marcelo Aro e Bruno Engler.

Entre os principais temas do ato está o chamado “caso Master”. O Banco Master, liquidado pelo Banco Central em novembro de 2025, tornou-se alvo de debates após reportagens apontarem possíveis conexões envolvendo familiares de ministros do STF. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, um empreendimento ligado a familiares do ministro Dias Toffoli teria relação com fundos associados ao banco. Já o jornal O Globo revelou a existência de contrato de R$ 129 milhões entre a instituição financeira e o escritório da advogada Viviane Barci, esposa do ministro Alexandre de Moraes.

Muitos botucatuenses estiveram presentes na Manifstação, buscando por justiça, além de anistia aos condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) que responsabilizou mais de 1.399 pessoas pelos atos de 8 de janeiro de 2023

As manifestações seguiram ao longo do dia em diferentes capitais brasileiras.

Foto: Edilson Dantas/O Globo

Humorista Marquito sofre mal súbito e cai de moto na Zona Norte de SP

O humorista Marco Antonio Ricciardelli, conhecido nacionalmente como Marquito, sofreu um acidente de moto na quarta-feira (25), na Zona Norte de São Paulo. De acordo com a assessoria de imprensa do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), o artista teve um mal súbito enquanto pilotava o veículo e acabou caindo.

Segundo a emissora, Marquito sofreu ferimentos no rosto e fraturou uma costela. Ele foi prontamente socorrido e encaminhado para atendimento médico. Ainda conforme a nota oficial, o humorista foi sedado para a realização de exames complementares, procedimento considerado padrão para garantir uma avaliação clínica completa do seu estado de saúde.

“O artista está recebendo toda a assistência médica necessária”, informou o SBT em comunicado. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre o hospital em que ele está internado nem sobre a previsão de alta.

A reportagem também procurou a Secretaria da Segurança Pública (SSP) para obter informações adicionais sobre o registro da ocorrência e as circunstâncias do acidente, mas aguardava retorno até a última atualização desta matéria.

Chega a 49 o número de mortes em Minas Gerais; 18 pessoas seguem desaparecidas

O número de vítimas das chuvas que devastaram Juiz de Fora (MG) e Ubá, na Zona da Mata, chegou a 49, segundo balanço divulgado no início da manhã desta quinta-feira (26/2) pelo Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG).

Às 7h30 desta quinta-feira (26), a Prefeitura de Juiz de Fora, o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil estadual registram em Juiz de Fora 43 óbitos confirmados, mais de 3.500 pessoas desabrigadas e desalojadas e 1.257 ocorrências atendidas pela Defesa Civil municipal desde a última segunda-feira (23).

Em Juiz de Fora, além das 43 mortes confirmadas, 16 pessoas seguem desaparecidas, segundo o Corpo de Bombeiros. Já em Ubá, foram confirmadas 6 mortes e 2 pessoas permanecem desaparecidas.

Nesta quarta-feira (25/2), Juiz de Fora foi novamente atingida por fortes chuvas, o que agravou o quadro de danos já registrado no município. No intervalo entre 16h e 22h, foram contabilizados 113 mm de precipitação, conforme dados da prefeitura. O volume representa quase dois terços da média histórica prevista para todo o mês de fevereiro, que é de 170,3 mm, evidenciando a intensidade da chuva concentrada em poucas horas.

As forças de segurança e equipes de resgate atuam em oito frentes de trabalho, seis em Juiz de Fora e duas em Ubá, em ações de busca, salvamento, retirada de moradores de áreas de risco e avaliação de imóveis atingidos.

Fonte: Correio Braziliense

Foto: Reprodução