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Histórico: Exército oficializa Cláudia Cacho como primeira mulher a alcançar o generalato no país

Em um marco histórico, a médica Cláudia Lima Gusmão Cacho se tornou a primeira mulher a alcançar o posto de general no Exército, quase 400 anos após a criação da instituição. A cerimônia ocorreu às 10h, no Clube do Exército, em Brasília, com a entrega da espada de general e do bastão de comando, símbolos de autoridade reservados ao topo da hierarquia.

No mesmo evento, 17 coronéis foram promovidos a General de Brigada, 11 Generais de Brigada avançaram para General de Divisão, e dois Generais de Divisão chegaram ao posto de General de Exército, reforçando o Alto-Comando da instituição.

Cláudia havia sido indicada ao posto em 24 de fevereiro, por votação secreta do Alto Comando do Exército. O ato de promoção da então coronel, foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicado no Diário Oficial da União na terça-feira (31/3), abrindo caminho para que ela assuma a liderança da cúpula militar.

O pioneiristmo não é apenas do generalato. Com a nova função, ela assume como a primeira diretora do Hospital Militar de Área de Brasília (Hmab), unidade onde ocupava o cargo de subdiretora. “Tenho consciência da responsabilidade, um reconhecimento pelo trabalho que foi realizado ao longo de todos esses anos desde o meu ingresso nas Forças Armadas”, comentou Cláudia, em entrevista ao Correio.

Formada em medicina pela Universidade de Pernambuco (UPE), Cláudia começou o curso ainda aos 16 anos. Especializou-se em pediatria e iniciou a vida militar em 1996. À época, entrou como oficial temporária no 42º Batalhão de Infantaria Motorizada, em Goiânia. Dois anos depois, em 1998, ingressou na Escola de Saúde do Exército (EsSex) como oficial de carreira, após aprovação no Curso de Formação de Oficiais Médicos, dando início à sua trajetória vitoriosa na corporação.

Como ocorre a promoção

A disputa pelo generalato ocorre de acordo com a turma de ingresso, no caso da nova general, os grupos que entraram em 1997 e 1998. Ao longo da trajetória na carreira, os oficiais passam por avaliações frequentes, sobretudo aqueles que ocupam algum cargo de comando. Além dela, outros nove coronéis médicos, incluindo homens e mulheres, estiveram elegíveis à votação.

Após esse filtro, uma votação é realizada pelo Alto Comando. São três reuniões durante o ano para decidir os indicados ao generalato de acordo com o número de postos disponíveis. Além do desempenho individual, cada patente exige um tempo específico de trabalho para ter direito à promoção. No caso de Cláudia, ela pertence à turma que entrou em 1998, o que contabiliza 28 anos de serviço.

Fonte: Correio Braziliense

Foto: Reprodução/Carlos Vieira

Novos prazos para licença-paternidade valem a partir de 2027; entenda

A lei que amplia os prazos da licença-paternidade entra em vigor em 2027 e concederá inicialmente mais cinco dias aos homens, a partir do nascimento do filho. Para 2026, o benefício permanece em cinco dias.

Publicada na edição desta quarta-feira (1°/4) do Diário Oficial da União, a Lei nº 15.371 prevê aumento gradual do benefício, que alcançará 20 dias de afastamento em 2029, sem prejuízo do emprego ou salário, assim como descrito a seguir:

  • 10 dias em 2027;
  • 15 dias em 2028;
  • 20 dias a partir de 2029.

Os novos prazos valem também para os casos de adoção ou de guarda judicial para fins de adoção de criança ou de adolescente. Veja aqui o que muda com a publicação da lei.

Dispensa e férias

É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa do empregado no período entre o início da licença-paternidade até um mês após o término do benefício.

Além disso, a norma autoriza o empregado a usufruir férias no período subsequente ao término da licença, desde que comunique tal necessidade com antecedência de 30 dias da data esperada para o parto ou emissão de termo judicial.

Internação

Em caso de internação hospitalar da mãe ou do recém-nascido, que tenha relação com o parto, a licença-paternidade será prorrogada pelo período equivalente ao da internação, e voltará a contar a partir da alta hospitalar da mãe ou do recém-nascido; o que ocorrer por último.

Salário- paternidade

O salário-paternidade será concedido aos empregados segurados pela Previdência Social, nos mesmos moldes já aplicados ao salário-maternidade.

O benefício está condicionado à apresentação da certidão de nascimento do filho, do termo de adoção ou do termo de guarda judicial para fins de adoção, nos termos de regulamento.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Reprodução

Técnica de enfermagem é presa após tentar sequestrar recém-nascido no Distrito Federal

Uma técnica de enfermagem do Hospital Regional de Santa Maria (HSM) foi presa em flagrante pela Polícia Civil do Distrito Federal após tentar subtrair um recém-nascido da maternidade da unidade. A funcionária foi interceptada pela equipe de segurança ao tentar atravessar a portaria principal carregando o bebê, que tinha apenas algumas horas de vida.

No momento da abordagem, a mãe da criança não pôde intervir, pois ainda se encontrava sedada devido a um procedimento cirúrgico recenteDe acordo com o registro da 20ª Delegacia de Polícia (Gama), a suspeita inicialmente ignorou as ordens de parada dos vigilantes e só interrompeu o deslocamento com a chegada de reforço na segurança. O caso ocorreu na tarde do último sábado (28/3). 

Ao ser confrontada, a técnica de enfermagem apresentou versões contraditórias: inicialmente sorriu e alegou que a conduta se tratava de um “teste” para avaliar a eficiência do sistema de vigilância do hospital, mas posteriormente chorou e pediu desculpas, citando problemas pessoais.

Outros profissionais da unidade confirmaram aos policiais que a mulher não tinha qualquer autorização funcional ou justificativa técnica para retirar o recém-nascido do setor de cuidadosDiante da gravidade da conduta e da violação de todos os protocolos hospitalares, a Polícia Militar foi acionada e conduziu a funcionária à delegacia.

A autoridade policial ratificou a prisão em flagrante pelo crime de subtração de incapaz, sem o arbitramento de fiança por tratar-se de crime inafiançável na esfera policial. Em audiência de custódia realizada no dia seguinte ao caso, a técnica de enfermagem teve a liberdade provisória concedida. O bebê foi devolvido em segurança aos cuidados hospitalares sob monitoramento da equipe médica.

Questionado sobre a conduta da funcionária, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), responsável pelo HSM, informou que a profissional foi afastada de forma imediata, e o caso está sob análise das áreas competentes para a adoção de todas as medidas administrativas e legais. O Iges também reforçou que as equipes de segurança adotam protocolos rigorosos de controle, identificação e circulação de pessoas. Confira a nota na íntegra:

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) informa que identificou, na tarde deste sábado (28), no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), uma tentativa indevida de retirada de uma criança da unidade por uma colaboradora, sem qualquer autorização e em total desacordo com os protocolos institucionais.

A ação foi imediatamente identificada e interrompida pela equipe de segurança do hospital, que atuou com rigor e prontidão, acionando a Polícia Militar e impedindo qualquer desfecho irregular. A colaboradora foi conduzida à delegacia para os procedimentos cabíveis.

O IgesDF destaca que dispõe de equipes de segurança altamente qualificadas e treinadas, com atuação rigorosa especialmente nos fluxos das maternidades, que seguem protocolos estritos de controle, identificação e circulação, assegurando a proteção integral de pacientes e recém-nascidos.

A profissional foi afastada de forma imediata, e o caso está sob análise das áreas competentes para a adoção de todas as medidas administrativas e legais.

O Instituto reforça que não tolera qualquer conduta que viole suas normas e atua com absoluto rigor na apuração de fatos que possam comprometer a segurança de pacientes, familiares e equipes assistenciais, mantendo plena colaboração com as autoridades.

Fonte: Correio Braziliense

Foto: Reprodução/Minervino Júnior

 

Caarapó (MS): Polícia Civil deflagra Operação Inquilinos e mira esquema de depósitos de drogas na fronteira

Caarapó (MS) – Operação policial desenvolvida por policiais civis da Delegacia Especializada DIG de Botucatu/SP deflagrou, na manhã desta quinta-feira (26), a Operação Inquilinos, coordenada pela Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira, com o objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao pagamento de aluguéis de imóveis utilizados como depósitos de drogas.

A ação tem relação com uma apreensão realizada em outubro de 2025, quando o Departamento de Operações de Fronteira identificou um imóvel residencial em Caarapó que funcionava como entreposto do tráfico. No local, foram encontradas duas caminhonetes com restrição criminal e quase 4 toneladas de maconha. Na ocasião, nenhum suspeito foi preso.

As investigações avançaram e apontaram que o imóvel era alugado, com pagamentos realizados por três pessoas: duas mulheres, de 34 e 27 anos, e um homem de 32 anos, morador de Botucatu. Segundo a Polícia Civil, o grupo atuava de forma coordenada e organizada para o tráfico de drogas, o que motivou a solicitação judicial para cumprimento dos mandados.

A operação contou com apoio do DOF, da Delegacia de Polícia de Caarapó e da Delegacia de Investigações Gerais, da Polícia Civil de São Paulo. Durante as diligências, em um dos endereços em Caarapó, os policiais apreenderam uma arma de fogo calibre 9mm com numeração raspada e 50 munições. Um homem de 33 anos foi preso em flagrante.

De acordo com a Polícia Civil, a operação reforça a importância da atuação integrada entre forças de segurança no combate aos crimes transfronteiriços. As investigações continuam para identificar todos os envolvidos e esclarecer completamente a atuação da organização criminosa.

Participou da operação que ocorreu no princípio da manhã desta quinta-feira (26), todos os policiais civis da DIG Botucatu – SP

Polícia Civil

Alcolumbre e STF encerram prorrogação da CPMI do INSS e geram críticas no Congresso

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga irregularidades no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) chegou ao prazo de 180 dias previsto inicialmente para seus trabalhos sem que as apurações fossem consideradas concluídas por seus integrantes. Diante da dimensão do caso — que envolve suspeitas de prejuízos bilionários e mais de 200 investigados apontados em relatório preliminar — parlamentares solicitaram a prorrogação das atividades por mais 120 dias. No entanto, a continuidade da comissão não avançou após a ausência de decisão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e posterior posicionamento do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) contrário à extensão do prazo.

A questão chegou ao STF após parlamentares recorrerem contra a falta de manifestação da presidência do Senado. Em decisão inicial, o ministro André Mendonça determinou prazo para que fossem tomadas providências sobre a prorrogação. Mesmo assim, não houve avanço administrativo. Posteriormente, o plenário do STF formou maioria para derrubar a liminar, o que resultou, na prática, no encerramento definitivo da CPMI. A decisão gerou reações entre integrantes da comissão, que defendiam mais tempo para ouvir investigados e analisar informações consideradas relevantes ao andamento das apurações.

Durante o julgamento, ministros do STF também criticaram procedimentos adotados pela comissão, como pedidos coletivos de quebra de sigilo e vazamentos de informações sob investigação. O ministro Gilmar Mendes mencionou preocupações com eventuais excessos e defendeu limites às prorrogações sucessivas de investigações parlamentares. Já parlamentares favoráveis à continuidade da CPMI argumentaram que ainda havia linhas investigativas importantes em andamento, incluindo conexões com entidades e agentes públicos ligados ao caso. O encerramento da comissão mantém o debate político sobre os desdobramentos das investigações e seus impactos institucionais.

Desaprovação de Lula vai a 61%, a maior em dois anos, segundo PoderData

O número de brasileiros que desaprovam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou a 61%, alcançando seu maior patamar em um período de dois anos, de acordo com um levantamento do PoderData, divulgado nesta quarta-feira (25). 

Dois anos atrás, 50% dos eleitores desaprovavam Lula, o que representa um aumento de 11 pontos percentuais no período.

Em contrapartida, 31% aprovam o chefe do Executivo. No mesmo período de 2024, 39% aprovavam o presidente — 8 pontos percentuais a mais do que os resultados atuais. Outros 8% não sabem.

A desaprovação de Lula é maior do que a do seu governo. São 57% dos brasileiros que reprovam a gestão petista, enquanto 37% aprovam. Outros 6% não sabem. 

A pesquisa PoderData entrevistou 2.500 eleitores no país, entre os dias 21 e 23 de março, por telefone. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95% 

Apesar de ser ano eleitoral, o levantamento não tem registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), por não se tratar de uma pesquisa de intenção de voto.

Quatro em cada dez adolescentes já sofreram bullying na escola diz IBGE

Quatro em cada dez estudantes brasileiros de 13 a 17 anos afirmam já ter sido alvos de bullying, e 27,2% dos alunos nessa faixa etária já sofreram alguma forma de humilhação duas ou mais vezes.

Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), e se referem a depoimentos coletados em 2024 em escolas de todo o Brasil.

Com relação à pesquisa anterior, feita em 2019, houve um aumento de 0,7 ponto percentual no total de estudantes que declararam já ter sofrido bullying. Já a proporção de alunos que passaram por isso pelo menos duas vezes subiu mais de 4 pontos percentuais, ressalta o gerente da pesquisa, Marco Andreazzi.

“O bullying já é caracterizado como algo persistente, intermitente… E nós observamos aqui uma tendência de aumento, o que indica que mais estudantes passaram a vivenciar situações repetidas de violência”.

“O número dos que sofrem bullying permanece praticamente igual, porém, a persistência dos episódios e a intensidade deles aumentou”, complementa.

Principais números

  • 39,8% dos estudantes de 13 a 17 anos sofreram bullying na escola;
  • No caso das meninas, percentual sobe para 43,3%; 
  • Aparência do rosto ou cabelo foi alvo em 30,2% dos casos;
  • 13,7% assumiram ter praticado bullying;
  • 16,6% dos estudantes já foram fisicamente agredidos por colegas.

Aparência, raça e gênero

Os estudantes agredidos disseram à pesquisa que a aparência do rosto ou do cabelo foi o principal alvo do bullying, o que se deu em 30,2% dos casos.

Em seguida, vêm a aparência do corpo, com 24,7%, e a violência por causa da cor ou raça, vivida por 10,6% deles.

“Há também um percentual alto, de 26,3%, de alunos que declaram que o bullying não teve motivo. Ou seja, uma grande parte daqueles que sofrem não sabem por que, e isso é natural, já que o bullying ocorre coletivamente, e aquele que está sofrendo não necessariamente vê uma razão para isso. Pelo contrário, se sente completamente injustiçado”, destaca o gerente da pesquisa.

A pesquisa identificou que as meninas são as mais atacadas ─ 43,3% delas já sofreram bullying, contra 37,3% dos meninos.

Além disso, 30,1% das estudantes adolescentes se sentiram humilhadas por provocações de colegas duas vezes ou mais. Essa proporção é quase 6 pontos percentuais maior que a dos alunos do sexo masculino.

Perfil dos agressores

Já os dados de quem comete bullying mostram uma relação inversa: 13,7% dos estudantes declararam ter praticado alguma violência do tipo, sendo 16,5% dos meninos e 10,9% das meninas.

O IBGE também perguntou qual a razão da agressão praticada e, novamente, a aparência do rosto, cabelo ou corpo e a cor ou raça foram os motivos mais citados.

No entanto, algumas diferenças significativas surgiram, com relação ao relatado pelas vítimas. Por exemplo, 12,1% dos autores declararam ter cometido bullying por causa do gênero ou orientação sexual dos colegas, mas apenas 6,4% dos alunos que sofreram bullying reconheceram que essa característica motivou a violência sofrida.

O mesmo ocorreu com o tópico da deficiência: enquanto 7,6% dos autores reconhecem que cometeram bullying por esse motivo, apenas 2,6% das vítimas associaram o ataque a essa característica.

Para os pesquisadores, isso pode indicar que muitas vítimas preferem silenciar sobre as circunstâncias do ocorrido por medo ou receio de serem estigmatizadas. 

Agressões físicas e virtuais

A pesquisa também identificou que, em alguns casos, há agravamento dos conflitos entre os alunos: 16,6% dos estudantes já foram fisicamente agredidos por colegas, proporção que sobe para 18,6% no caso dos meninos.

Nesse caso, também houve aumento com relação a 2019, quando 14% dos alunos haviam relatado alguma agressão física sofrida, sendo 16,5% entre os meninos.

O IBGE também destaca o crescimento na proporção de estudantes agredidos duas vezes ou mais, que passou de 6,5% para 9,6%.

Já os casos de bullying virtual, cometidos via redes sociais ou aplicativos, recuaram de 13,2% para 12,7%. Nesse caso, as meninas aparecem como vítimas em quantidade mais expressiva: 15,2% delas já se sentiram humilhadas ou ameaçadas por conteúdos postados nesses espaços, contra 10,3% dos meninos.

Ações preventivas

O IBGE também entrevistou gestores escolares para coletar informações sobre o suporte oferecido aos adolescentes e identificou que apenas 53,4% dos alunos estudavam em unidades que aderiram ao Programa de Saúde nas Escolas (PSE), que desenvolve uma série de ações para aumentar o bem-estar dos estudantes.

Considerando as iniciativas incluídas no PSE, apenas 43,2% dos alunos estavam em escolas que realizaram ações de prevenção de práticas de bullying, e somente 37,2% das unidades atuaram conforme o programa para prevenir brigas em suas dependências.

Foto: Tânia Rego / Agência Brasil

Morre Gerson Brenner aos 66 anos; ator ficou marcado por novelas de sucesso e sequelas de grave atentado em 1998

O ator Gerson Brenner morreu aos 66 anos nesta segunda-feira (23/3), segundo confirmou sua esposa, Marta Brenner, ao portal Leo Dias. Gerson ficou conhecido por papéis em novelas de sucesso como Rainha da Sucata, Corpo Dourado e Deus nos Acuda. A causa da morte ainda não foi divulgada.

Em 17 de agosto de 1998, aos 38 anos, o ator foi baleado na cabeça durante um assalto na Rodovia Ayrton Senna, enquanto viajava de São Paulo ao Rio de Janeiro para gravar o desfecho da novela Corpo Dourado. Ele chegou ao hospital em coma profundo, passou por cirurgias e permaneceu 23 dias na UTI. O ataque ocorreu após criminosos espalharem pedras na estrada para forçar a parada de veículos; ao trocar o pneu, Brenner foi abordado e atingido por um tiro que atravessou o lado esquerdo do cérebro. Ele foi encontrado por caminhoneiros e socorrido.

Os três assaltantes, com idades entre 19 e 25 anos, foram presos dias depois e confessaram o crime. Na época, o ator aguardava o nascimento de sua segunda filha com a então esposa, Denize Tacto.

Brenner estreou na TV em Kananga do Japão (1989), na extinta TV Manchete, e participou de produções como Top Model (1989), Perigosas Peruas (1992) e Tocaia Grande (1995). Seu último trabalho na televisão, Corpo Dourado (1998), foi interrompido devido ao assalto.

Nos últimos anos, Gerson vivia em São Paulo sob os cuidados da esposa, Marta, que conheceu durante seu tratamento. Casados desde 2014, ele enfrentava sequelas graves do atentado, incluindo limitações motoras, de fala e cognitivas.