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PF de Bauru prende três em flagrante por comprar e distribuir notas falsas

A Polícia Federal (PF) de Bauru (SP) prendeu três suspeitos em flagrante no centro-oeste paulista pelo crime de aquisição e distribuição de dinheiro falsificado. As prisões aconteceram nos últimos dias de janeiro, mas foram divulgadas nesta quinta-feira (3). Dois dos suspeitos foram presos em Bauru e o outro em Igaraçu do Tietê (SP).

Policiais federais contaram com a colaboração de empresas do setor de encomendas e transportes e monitoraram a entrega das cédulas. As prisões aconteceram durante fiscalização e inspeção dos conteúdos na presença dos recebedores.

Nos três casos, foram encontradas nas encomendas cédulas falsas de R$ 10, R$ 50 e R$ 100, totalizando o valor de R$ 3,6 mil. As investigações tiveram apoio da Unidade Especial de Repressão à Falsificação de Moeda da PF.

Segundo a PF, as notas apreendidas tinham características similares às verdadeiras, simulando até mesmo seus elementos de segurança. No entanto, todas as cédulas repetiam o mesmo número de série, o que não ocorre com notas verdadeiras.

Os suspeitos foram indiciados pelo crime de moeda falsa, previsto no Código Penal, e poderão ser condenados a até 12 anos de reclusão. Todos ficaram presos e aguardam audiência de custódia.

Fonte: g1

 

Pesquisadores de Araraquara e Botucatu participam de estudo global para sequenciamento de 10 mil genomas de Salmonella

Salmonella já é reconhecida como um dos principais problemas de saúde do mundo. Dados do estudo Global Burden Disease de 2017, um levantamento de problemas de saúde no planeta organizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS),  atribuem a este grupo de bactérias mais de 50 mil mortes e 95 milhões de infecções anuais em todo o mundo. Só este ano, um surto nos Estados Unidos varreu 25 estados. A bactéria causadora foi transmitida através de dragões-barbudos, animais exóticos que têm sido cada vez mais adotados como mascotes domésticas por lá. A relação afetiva baixou a guarda dos proprietários, criando a brecha para contaminações em série, que atingiram 44 pessoas e causaram 15 hospitalizações.

E há motivos para pensar que o número de contaminações e mortes pode crescer no futuro. A OMS já expressou sua preocupação com o crescimento da resistência a substâncias antimicrobianas em microrganismos causadores de doenças, um processo associado ao uso indiscriminado de antibióticos nos tratamentos de saúde e na criação animal, e que tem se intensificado nos últimos anos. As projeções sugerem que, até 2050, as doenças resistentes a agentes antimicrobianos poderão causar mais de 10 milhões de mortes anuais, se nada for feito para reverter esse quadro. Desse total, boa parte terá a Salmonella como causa.

Agora, um ambicioso projeto, denominado 10 k Salmonella Genome, está reunindo mais de 60 pesquisadores de todo o mundo para ampliar nosso conhecimento genético sobre o microrganismo. No total, o projeto já sequenciou mais de 10 mil diferentes cepas diferentes. Entre os integrantes estão dois grupos de pesquisadores da Unesp, das unidades de Araraquara e Botucatu. Os primeiros resultados do projeto foram publicados em dezembro na revista científica BMC Genome Biology.

À frente do projeto estão Jay Hinton, do Instituto de Ciências Ecológias, Veterinárias e de Infecções da Universidade de Liverpool, e Neil Hall, diretor do Instituto Earlham, um centro de pesquisas na Inglaterra. A equipe de pesquisadores coordenada por Hinton e Hall na Inglaterra desenvolveu uma metodologia mais acessível para a realização do sequenciamento, em larga escala, dos genes das diversas cepas do gênero Salmonella.

Os colaboradores de outros países enviaram amostras de Salmonella coletadas em suas regiões ao Reino Unido, onde foram sequenciadas. O professor de microbiologia Cristiano Gallina Moreira, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unesp Araraquara, é o representante do Brasil no projeto. Ele contou com a ajuda dos pesquisadores Rodrigo Tavanelli Hernandes, Terue Sadatsune e Adriano Martison Ferreira para selecionar cepas de Salmonella isoladas no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB).

Dados confirmam presença de cepa virulenta no Brasil

Ao todo, foram sequenciadas 49 cepas de Salmonella oriundas do HCFMB. Após a seleção, as bactérias foram ‘rompidas’ e seu material genético foi extraído e enviado para Liverpool, para que o sequenciamento fosse realizado. As informações genéticas agora estão disponíveis e poderão ser analisadas pela comunidade científica internacional.

Além de possibilitar comparações entre as cepas brasileiras e estrangeiras, o grande espaço de tempo entre as diferentes amostras isoladas no Hospital permite que se investiguem indícios de evolução nas bactérias locais. “A nossa amostra mais antiga é de 1998 e a mais recente, dentre o material que enviamos para Liverpool, é de 2017. É um período longo”, diz Rodrigo Hernandes, do Departamento de Microbiologia e Imunologia do Instituto de Biociências de Botucatu.

Outra característica peculiar é que as amostras das cepas enviadas pelos pesquisadores unespianos foram extraídas e isoladas a partir do sangue de pacientes contaminados. Geralmente, as amostras de Salmonella são isoladas a partir das fezes, visto que estas bactérias geram infecções gastrointestinais e são eliminadas pelo trato digestivo. A presença delas no sangue, portanto, demonstra um grau maior de complexidade, pois significa que romperam a barreira do intestino e ocuparam a corrente sanguínea. Os motivos para tal fenômeno, segundo Cristiano Moreira, “ainda não foram explicados pela literatura da área” e também são objetos de estudos de seu grupo de pesquisa.

 

Um dos primeiros resultados observados a partir do sequenciamento dessas ‘amostras de sangue’ é a presença de bactérias de Salmonella da sorovariedade Typhimurium e tipo clonal ST313. Esta rara sublinhagem é mais resistente a antibióticos, possui uma taxa de mortalidade superior a 25% e, há menos de uma década, era reportada quase que exclusivamente na África Subsaariana.  Num estudo de 2017, Moreira, ao lado de pesquisadores da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP Ribeirão Preto, já havia localizado amostras de ST313 no Brasil, fornecidas pelo Instituto Adolf Lutz de Ribeirão Preto e pela Fiocruz. Agora, a presença deste sorotipo na coleção do HCFMB recém-sequenciada confirma que ele circula no país em maior quantidade e já há algum tempo, e nesta forma de infecção diferenciada, a partir do sangue.

Combate à Salmonella é estratégico para o Brasil

No Brasil, a Salmonella foi a principal responsável pelos surtos de doenças de transmissão hídrica e alimentar (DTHA) de 2007 a 2019, nas ocasiões em que o patógeno responsável pelas infecções foi identificado. Essas bactérias foram a causa de 812 dos 3.275 surtos cujas origens foram identificadas, o equivalente a 24% do total. No mesmo período, ocorreram outros 5.755 surtos cujos agentes não foram desvendados, o que levanta a suspeita, entre as autoridades sanitárias, de que o estrago causado pelo microrganismo possa ser ainda maior.

Outro fato que alimenta a preocupação das autoridades médicas e sanitárias é o fato de que o Brasil é um dos principais produtores mundiais de proteína animal, exportando seus produtos para dezenas de países. “A Salmonella é um grande problema, principalmente para a indústria alimentícia, porque é uma bactéria amplamente distribuída na natureza. Qualquer animal, seja de sangue quente ou frio, pode ser um portador. Então, desde animais de produção até ‘pets’ podem representar risco”, diz Juliano Gonçalves Pereira, especialista em inspeção sanitária de alimentos e professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) de Botucatu. “E como ela está distribuída no ambiente, também é possível contaminar vegetais: um melão pode cair no chão e contaminar-se com fezes de um animal que a portava. É uma cadeia complexa, e todos esses fatores fazem com que essa bactéria seja um dos principais patógenos do mundo.”

Para diminuir os riscos, os governos criam regulamentações e promovem inspeções nas indústrias alimentícias, a fim de verificar as condições sanitárias dos produtos que vão ocupar as prateleiras dos supermercados. As próprias indústrias, por sua vez, também possuem programas de autocontrole, onde elas mesmas cuidam das análises. Entretanto, segundo Pereira, ainda assim é possível que haja contaminação em outras etapas do processo: “a contaminação pode vir da ração e das ‘camas’ onde os animais ficam, de roedores que habitam o local e têm acesso ao ambiente de produção e das aves silvestres que o sobrevoam. Até insetos podem carrear o patógeno”.

Outra estratégia adotada pela indústria para controlar a presença bacteriana na produção passa pela utilização de antibióticos para o tratamento dos animais envolvidos. O uso intensivo desses medicamentos, entretanto, é um dos maiores responsáveis pelo aumento da resistência bacteriana aos antimicrobianos no longo prazo. “Vários estudos mostram que, com essa pressão para a utilização de antibióticos na cadeia de produção, as bactérias estão se tornando resistentes”, diz Pereira.

Para ele, é por meio de projetos como o 10k Salmonella Genomes e outras iniciativas de pesquisa  semelhantes que os cientistas podem encontrar formas de combater a contaminação por Salmonella, ao seguirem “estudando muito, dimensionando o real problema e propondo soluções de acordo com as novas descobertas”.

Moreira explica quais serão os próximos passos das pesquisas. “Temos agora uma coleção sequenciada que poderemos comparar com coleções prévias para investigar questões como ‘será que as amostras do Brasil têm fatores de virulências distintos de amostras de outros países?’. Será que essas cepas incomuns, que ganham a corrente sanguínea, têm alguma coisa diferente? Acho que é mais ou menos isso que os pesquisadores vão buscar a partir de agora.” O microbiólogo já está conduzindo estudos baseados nesses sequenciamentos, entre eles uma tese de doutorado com enfoque na comparação das cepas de Botucatu com as de outros países. “Agora vem a parte mais difícil de se fazer pesquisa no Brasil: obter o fomento para viabilizar estes estudos que vão gerar abordagens mais profundas e, consequentemente, mais significativas para a sociedade.”

 

Fonte: Jornal da Unesp

Vacinação de crianças em Botucatu, neste sábado, 05, será em dois locais

Dando continuidade a campanha de vacinação contra a Covid-19 em Botucatu, o Espaço Saúde e o Centro de Saúde Escola, na Vila dos Lavradores, vacinarão crianças de 5 a 11 anos, neste sábado, 05. Os locais funcionarão das 8 às 13 horas, e receberão exclusivamente neste sábado crianças de 5 a 11 anos, 11 meses e 29 dias. No ato da vacina a criança precisa estar acompanhada dos pais ou responsáveis, ou apresentar Termo de Assentimento preenchido e assinado disponível no site da Prefeitura (botucatu.sp.gov.br). Além disso, os pais devem levar o CPF da criança e o RG.

O Espaço Saúde está localizado na Avenida Santana, 323, e o Centro de Saúde Escola na Rua Dr. Gaspar Ricardo, 181, Vila dos Lavradores. Orientações – Se a criança teve ou está com Covid-19, a mesma deverá aguardar o intervalo de 30 dias para receber a vacina; – Neste momento, será necessário aguardar o intervalo de 15 dias entre a vacina Covid-19 e outras do calendário vacinal da criança; – Após a vacinação, a criança deverá permanecer na Unidade de Saúde em observação por 20 minutos; – Para agilizar o processo de vacinação na Unidade de Saúde, os pais ou responsáveis podem fazer o pré-cadastro da criança no site www.vacinaja.sp.gov.br  e clicar na aba laranja (crianças até 11 anos).

Mais informações:Secretaria Municipal de SaúdeRua Major Matheus, 07, Vila dos LavradoresTelefone: (14) 3811-1100

Botucatu terá postos de saúde abertos para atendimento contra covid-19 neste fim de semana

Neste sábado, 05, e domingo, 06, Unidades de Saúde de Botucatu abrirão as portas para o atendimento de pessoas com síndrome gripal ou possíveis sintomas de Covid-19.

No sábado, as Unidades da Vila São Lúcio, Jardim Aeroporto, Santa Maria, Rubião Júnior e Jardim Iolanda funcionarão das 09 às 16 horas, com o atendimento e também realizando a testagem rápida de antígeno. O Hospital do Bairro, na Vila dos Lavradores, também fará estes atendimentos e testagem.

Já no domingo, abrirão para o público a Unidade de Saúde da Cecap, do Jardim Peabiru e também o Hospital do Bairro.

Todos os cidadãos de Botucatu que porventura apresentarem sintomas característicos de Covid-19, como tosse, coriza, gripe, dor de cabeça, diarreia, febre, entre outros, devem procurar primeiramente uma dessas Unidades de Saúde, a fim de que os prontos socorros da Cidade recebam apenas casos graves, desafogando assim o atendimento.

Excepcionalmente neste sábado, 05, e domingo, 06, essas Unidades não farão a aplicação de vacinas.

 

Mais informações:

Secretaria Municipal de Saúde

Rua Major Matheus, 07, Vila dos Lavradores

Telefone: (14) 3811-1100

Parceria entre Prefeitura, Senac, Sincomércio, Sicomerciários e ACEB disponibiliza cursos profissionalizantes

Capacitação profissional. Essas são as palavras da vez entre as instituições que promovem o contato entre cidadãos e as oportunidades de emprego em Botucatu.

Prefeitura, Senac, Sincomércio, Sicomerciários e ACEB disponibilizam cursos profissionalizantes para capacitação de quem está em busca de oportunidade no mercado de trabalho.

Os cursos disponíveis são para Assistente Administrativo, Assistente de Marketing e Vendas, Assistente Financeiro, Vendedor, Cuidador de Idoso, e Empreendedor em Pequenos Negócios.

“Nos reunimos, como instituições provedoras de oportunidade no mercado de trabalho, e delimitamos quais áreas precisavam com mais urgência de profissionais capacitados, de acordo com a demanda. Acreditamos que cada candidato estará mais preparado para o mercado de trabalho realizando estas capacitações e terá mais chance de conseguir uma oportunidade profissional”, afirmou Junot de Lara Carvalho, Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico.

Todos os cursos possuem 160 horas de duração e serão realizados ao longo do ano de 2022.

Os interessados devem entrar em contato com o Senac Botucatu para ter conhecimento sobre os requisitos de cada curso, grade horária das aulas, local, e para realizar a inscrição.

Mais informações:

Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Relações Institucionais e Trabalho

Praça Pedro Torres, 100, Centro

Telefone: (14) 3811-1493

Senac Botucatu

Rua Dr. Rafael Sampaio, 85 – Boa Vista

Telefone: (14) 3112-1150

Botucatu fará aplicação de 4ª dose da vacina em idosos com 70 anos ou mais, neste domingo, 06

A exemplo do que tem feito os países com maior destaque no combate a pandemia no mundo, e buscando oferecer maior proteção aos idosos, grupo que tem preenchido majoritariamente os últimos casos de internação em Botucatu, a Secretaria Municipal de Saúde fará a aplicação da 4ª dose da vacina contra a Covid-19 em cidadãos com 70 anos de idade ou mais, que tenham tomado a 3ª dose há pelo menos 4 meses.

Uma grande estrutura está sendo montada para neste domingo, 06, este grupo receber a nova dose do imunizante. Os postos de vacinação serão:

Drive-thru: Avenida Universitária (nova portaria da Fazenda Lageado), Avenida Rafael Serra (atrás do Ginásio Municipal de Esportes) e Largo da Catedral.

Posto fixo: Unidade de Saúde da Família do Residencial Caimã, em Rubião Júnior.

A recomendação da Saúde é que a população procure o local de vacinação mais próximo de casa.

A vacinação respeitará o seguinte cronograma:

9h às 10h30 – idosos com 80 anos ou mais;

10h30 às 12h30 – idosos entre 75 e 79 anos de idade;

12h30 às 14h30 – idosos de 70 a 74 anos;

14h30 às 16h – livre para idosos com 70 anos ou mais.

Os cidadãos deverão comparecer aos locais portando documento de identificação (RG, CNH ou Passaporte), CPF, e a carteirinha de vacinação, podendo ser também o comprovante digital nos aplicativos do Poupatempo ou ConecteSUS. Estes também devem ter tomado as doses anteriores em Botucatu (pelo menos a 3ª dose).

A lepra das estruturas

Um dos livros do Antigo Testamento, o Levítico, trata especificamente da lepra das estruturas, a partir do capítulo 14. Desde logo se faça a ressalva terminológica. Aqui não se cuida da doença que atinge as pessoas. Essa é a hanseníase, consoante o conceito científico que lhe deu o dr. Hansen, da Noruega. Também se padece, no Brasil, desse grave mal. Aliás, não logramos sair do desonroso segundo lugar nos países onde essa milenar doença ainda se alastra com muita intensidade. Entretanto, o objeto deste texto se refere somente à lepra das estruturas.

Tal doença se identifica quando as paredes atingem um tom esverdeado ou avermelhado.

Interessa perquirir alguns exemplos dessa doença na atualidade.

Vejamos o que ocorre com o orçamento, uma peça-chave para que o plano financeiro de uma casa funcione de maneira adequada.

Evidentemente, essa peça deve ser de domínio amplo e irrestrito, para que os donos da casa possam saber, a qualquer tempo, se o dinheiro nela vertido está sendo bem aplicado. A lepra consiste em se pretender tornar secreto o orçamento. Somente os alquimistas dessa peça podem saber onde, para que, quando e como está sendo gasto o dinheiro.

Ora, com o ocultamento dos gastos, pouco a pouco todas as estruturas da casa serão contaminadas, porque todos os interessados na gestão dos dinheiros também quererão o privilégio leproso de gastar os recursos sem revelar o destino. É muito mais prático não ter de prestar contas a ninguém. Desburocratiza tudo.

Essa mesma mancha esverdeada ou avermelhada pode ser encontrada, ainda, quando se verifica a contaminação, acidental ou criminosa, de bancos de dados. Suponha-se, apenas para argumentar, como seria de gravidade ímpar se o banco de dados usurpado contivesse dados de saúde dos habitantes de uma casa, e que a contaminação expusesse os males que acometem aquele grupo. Quantas implicações éticas e morais não decorreriam da publicação desses registros?

Nas duas situações aqui relatadas, o assunto se resolveria com uma simples quarentena. As pedras e a argamassa do orçamento e do banco de dados seriam substituídas, e tudo ficaria limpo.

Caminhemos, porém, para situação extremada. A falta da argamassa necessária para a reconstrução da casa se deveu, sobretudo, em razão de detalhe técnico aparentemente sem importância. Resolveram realizar enquete envolvendo toda a população da cidade para perguntar (mesmo a pessoas leigas, que nada entendem do tema) que tipo de material seria o melhor para a tarefa de reconstrução. Um material imune a toda a lepra, tanto a esverdeada quanto a avermelhada.

E ninguém soube entender muito bem o que estava sendo indagado. Então, o dono da casa ordenou que as pedras, a madeira, o reboco e tudo o mais fossem levados para fora da casa, um lugar para sempre declarado impuro.

Wagner Balera é professor titular de Direito Previdenciário e de Direitos Humanos na Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), livre-docente em Direitos Humanos, doutor em Direito das R elações Sociais, autor de mais de 30 livros na área de Direito Previdenciário e de mais de 20 livros da área de Direitos Humanos e sócio fundador e titular do escritório Balera, Berbel & Mitne Advogados.

Patrulhamento de rotina da GAPE resulta em prisão por tráfico de entorpecentes

No final da tarde de hoje (02) a equipe GAPE (Grupo de Ações Preventivas Especiais, durante patrulhamento de rotina pelos Próprios Municipais da Cohab 4, nas proximidades da escola La Salle e Bosque do Carmeluche, visualizou um indivíduo que ao perceber a presença da viatura tentou empreender fuga, diante da fundada suspeita foi realizada a abordagem do mesmo e com ele 31 papelotes de substância análoga a cocaína. Confessou que estava iniciando a venda do entorpecente naquele momento e que vendia papelotes por até cinquenta reais. Diante dos fatos foi encaminhado ao plantão policial, onde autoridade policial após ter ciência dos fatos, elaborou BOPC de Natureza Tráfico de entorpecentes ART. 33 da lei 11343/06, ratificando a voz de prisão, sendo encaminhado o indivíduo de 27 anos a cadeia pública de Itatinga.

 

Fonte: Guarda Civil Municipal