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Shopping Botucatu instala totens automáticos de medição de temperatura

O Shopping Botucatu implantou mais uma novidade no combate ao novo coronavírus (COVID-19). As entradas de acesso ao empreendimento agora contam com totens eletrônicos de autoatendimento para medição de temperatura.

Basta que o cliente aproxime o pulso e, automaticamente, o aparelho também libera álcool em gel para que a pessoa possa fazer a higienização das mãos.

O empreendimento tem seguido todas as normas em saúde orientadas pelas autoridades competentes. Por este motivo o uso de máscaras é obrigatório.

Serviço – O Shopping Botucatu está aberto de segunda a quinta-feira, das 11 às 21h. De sexta a domingo, das 12 às 22 horas. O estacionamento é gratuito.

Hemocentro do HCFMB precisa de doações de sangue

Nós precisamos de VOCÊ!

O Hemocentro do HCFMB precisa de todos os tipos sanguíneos.

Para aumentar a segurança do doador e evitar aglomerações, o Hemocentro recebe doadores de sangue com agendamento prévio em seu horário normal de funcionamento: de segunda à sexta, das 8h às 16h30 e, aos sábados, das 7h às 12h. Para o agendamento, o Hemocentro disponibiliza aos doadores o telefone (14) 3811-6234 (ramal 240) e o WhatsApp (14) 99624-7055 / (14) 99631-5650.

Lembramos:

A doação de sangue não expõe o doador ao risco, pois todo material é descartável.
– O Hemocentro segue as regulamentações do Ministério da Saúde. Na triagem, o Hemocentro reforça os questionamentos aos doadores quanto a sintomas gripais e contatos com casos suspeitos.
– Até o momento, não há evidências científicas sobre o contágio via transfusão. Mesmo assim, se o doador for positivo até 14 dias após a doação, deverá comunicar o Hemocentro.

Além disso, está sendo liberada a entrada de apenas 10 doadores por vez, a fim de favorecer um ambiente com maior circulação de ar e distanciamento entre pessoas.

Doe sangue e salve vidas! 

ENEM é mantido nos dias 17 e 27 de janeiro

Originalmente, a aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), que seria realizada em novembro do ano passado, foi adiada por conta da pandemia e, agora chegando perto da data, a Defensoria Pública da União, acompanhada de movimentos estudantis, alegaram a falta de segurança sanitária e entraram na justiça, mas houve a negativa da Justiça de São Paulo. Portanto, estão mantidas as datas de 17 e 24 de janeiro.

A decisão foi da juíza Marisa Cláudia Gonçalves Cucio, da 2ª Vara Cível Federal de São Paulo. Segundo ela, o adiamento causará certamente prejuízos financeiros, mas também poderá comprometer a própria realização do Enem no primeiro semestre de 2021, além da possibilidade de impedir o prosseguimento da formação acadêmica de muitos participantes. “As medidas adotadas pelo INEP para neutralizar ou minimizar o contágio pelo coronavírus são adequadas para viabilizar a realização das provas nas datas previstas”, ressalta.

DECISÃO SERÁ DAS AUTORIDADES LOCAIS.

Ainda segundo a juíza, a decisão do não adiamento não deixa de confiar na responsabilidade do cuidado individual de cada participante, passando para as autoridades sanitárias locais a definição da necessidade de restringir ou não a circulação de pessoas nos dias das provas, caso for necessário.

De acordo com o Historiador e Especialista em aplicação de provas, entre elas o ENEM, Professor Cássio Luige acredita que a negativa do adiamento reflete dois cenários. “Por um lado, isso é muito bom, porque os estudantes que estão se preparando não ficarão mais agoniados esperando uma futura data para as provas. Mas, em contrapartida, a decisão das autoridades locais ainda não foi apresentada, o que garante que outras regiões do Brasil, podem, infelizmente, trazer a notícia de que o Enem vai ser adiado. Se isso acontecer, provavelmente pode virar um caos, já que um estado pode optar por uma data, outro estado optará por outra data. Então, levando em consideração um consenso entre estados com foco em organização, a melhor escolha seria se todos os estados negassem o adiamento para os estudantes”, conclui.

Fim do auxílio emergencial deve aumentar desigualdade no país, aponta especialista

O auxílio emergencial, criado pelo congresso nacional no início da pandemia de covid-19, chega ao fim neste mês, seguindo cronograma divulgado nas últimas semanas. O benefício ajudou a impulsionar a economia nacional em 2020, realizando pagamentos para a população mais vulnerável.

Segundo especialistas, o término do programa trará dificuldades, não só para os cidadãos, mas também para a administração pública. “O fim do auxílio irá criar uma lacuna, principalmente em pequenos municípios do país. A maioria das cidades passa por dificuldades financeiras, e o encerramento do programa deve pressionar ainda mais o sistema público, trazendo a população que utilizava a rede privada para a pública, o que vai demandar mais profissionais, adaptação das estruturas e equipamentos públicos, principalmente na educação, saúde e assistência social”, afirma Paulo Loiola, mestre em gestão de políticas públicas e estrategista político da Baselab, consultoria especializada em campanhas progressistas.

Inicialmente, o auxílio emergencial tinha duração prevista de três meses, mas houve prorrogações à medida que a pandemia avançava. Apesar de ainda existir a possibilidade do programa retornar em março, o presidente da República, Jair Bolsonaro, já se posicionou contra a proposta.

A maior parte dos beneficiados pelo programa eram os desempregados e os autônomos, atingidos diretamente pela recessão econômica. De acordo com o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a redução dos valores pagos em setembro já moveu cerca de 7 milhões de cidadãos para uma situação abaixo da linha de pobreza.

De acordo com Loiola, essas pessoas necessitarão de assistência em seus municípios, que devem adotar algumas estratégias neste momento. “As prefeituras deverão buscar soluções de acordo com suas capacidades: remanejamento de profissionais, novos concursos, contratos temporários e diagnósticos para entender as novas demandas. Além disso, um monitoramento constante do desempenho das políticas públicas e canais abertos de comunicação podem ajudar os gestores neste período. Manter os dados atualizados sobre a população é fundamental”, explica.

Legado

Apesar de chegar ao fim após cerca de nove meses, o auxílio emergencial pode deixar um legado para o Brasil. O programa alcançou a população mais pobre de forma rápida e certeira. Também expôs, em números, os cidadãos que precisam de apoio e suas necessidades. São quase 70 milhões de pessoas.

“O auxílio ajudou a identificar pessoas vulneráveis que não tinham nenhum tipo de apoio do estado. A partir daqui não é mais possível ignorar isso, mas o fim do auxílio trará uma desigualdade ainda maior do que era vista anteriormente, e os desafios são muitos”, conclui Loiola.

Sobre a Baselab

A Baselab é uma aceleradora especializada em campanhas e mandatos eleitorais progressistas, com atuação em estratégia e produção de conteúdo. Disponibilizam gratuitamente em seu website um livro gratuito que foi escrito em parceria com a RAPS sobre campanhas eleitorais inovadoras e um newsletter diário via WhatsApp. Em seu canal no YouTube, publicam vídeos de aulas e cursos gratuitos. Para mais informações, acesse: https://www.baselab.cc/

Em reunião, Prefeitura cobra rápida finalização do Residencial Cachoeirinha 3

Na tarde desta terça-feira, 12, o Prefeito Mário Pardini convocou um reunião com Caixa Econômica Federal, a construtora Qualyfast e representantes dos contemplados do Residencial Cachoeirinha 3, para discutir sobre a entrega do empreendimento.

A obra está com 96% da construção concluída, porém está com o prazo de entrega expirado, especialmente por conta da empresa responsável ter apresentado dificuldades em cumprir com o estipulado em contrato junto a Caixa.

“Convoquei essa reunião para ao lado dos contemplados cobrar a conclusão e entrega dos apartamentos. Nosso papel neste momento é cobrar as partes para que o quanto antes as famílias do Cachoeirinha 3 realizem o tão esperado sonho da casa própria. Portanto, assim faremos até o dia da entrega”, afirmou o Prefeito Pardini.

A empresa Qualyfast, responsável pela obra, solicitou à Caixa a reprogramação da obra, para conclusão no fim do próximo mês de março.

Após a conclusão, os moradores aguardarão processos burocráticos e participarão de atividades técnico-sociais da Caixa, como sorteio dos apartamentos, palestras sobre convívio em condomínio, escolha de síndico, assinatura de contratos e outros temas.

A Caixa se comprometeu a antecipar alguns desses processos, para que os moradores tenham acesso a seus imóveis o mais breve possível.

O Residencial Cachoeirinha 3 é o último bloco de apartamentos do complexo habitacional lançado em Botucatu a ser entregue. Ao todo, são 992 unidades habitacionais sorteadas para munícipes que se enquadraram na Faixa 1 do Programa Minha Casa Minha Vida.

PSA do HCFMB e Instituto CUIDA formalizam parceria com foco no cuidado com a saúde mental

Uma parceria entre o Pronto-Socorro Adulto (PSA), unidade gerida pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB), e o Instituto CUIDA permitirá que pacientes do serviço hospitalar, especialmente jovens em riscos de suicídio, sejam encaminhados ao Instituto para receber atendimento em saúde mental.

A iniciativa com o PSA, que teve início em dezembro de 2020, surgiu da necessidade de os pacientes seguirem com atendimento ambulatorial diante de transtornos mentais. Desde então, o PSA encaminha os pacientes em risco de suicídio para atendimento no CUIDA, que realiza o acolhimento e o tratamento com as práticas integrativas e avaliação interdisciplinar periódica. O Instituto ainda direciona os pacientes para manterem o tratamento convencional na rede básica que são realizados no posto de saúde e nos CAPES.

De acordo com a médica do PSA e voluntária do Instituto CUIDA, Drª Júlia Beatriz Coelho, das 29 práticas regulamentadas atualmente pelo SUS, o CUIDA oferece: acupuntura, aromaterapia, arteterapia, auriculoterapia, constelação familiar, hipnoterapia, medicina tradicional chinesa, massoterapia, meditação, reflexoterapia, reiki, yoga, entre outras. “Buscamos investir em saúde mental visando aperfeiçoar essa modalidade de serviço em Botucatu, explica Drª Júlia.

Encaminhamentos

Para realizar o encaminhamento dos pacientes do PSA para o Instituto CUIDA, alguns critérios são estabelecidos, tais como:

.Qualquer idade;

.Ambos os sexos;

. Transtornos mentais classificados nos Códigos Internacionais de Doenças (CID’s):

– Transtornos do humor [afetivos]

– Transtornos neuróticos, transtornos relacionados com o estresse e transtornos somatoformes

– Síndromes comportamentais associadas a disfunções fisiológicas e a fatores físicos;

. Ideação suicida não estruturada e sem planejamento para o suicídio;

. Sem consumo ativo de álcool e outras drogas (mais de 1 ano sem uso) ;

. Com cuidador determinado;

.Familiares de pacientes de autoextermínio em sofrimento emocional pelo luto de qualquer idade.

O papel do Instituto

Todos os pacientes passam por avaliações periódicas com objetivo de acompanhar o desenvolvimento do tratamento por uma equipe interdisciplinar. Foram estabelecidos protocolos clínicos para supervisão de efetividade por meio das várias áreas do cuidado.

Além disso, também realiza atendimento em pósvenção, que compreende a assistência dada às famílias que sofrem o luto provocado pelo suicídio de algum familiar.

Serviço:

Endereço: Rua Antônio Hermelindo Soares, n. 50 – Vila São Luiz, Botucatu/SP

Fone: (14) 99172-4353

Facebook: @INSTITUTOCUIDA

Instagram: c.u.i.d.a

Horários de Funcionamento:

De 2ª a 6ª feira das 9h às 21h

Sábados das 9h às 17h

Responsável Técnica: Dra. Júlia Beatriz Coelho CRM: 174042

Primeiro repasse de ICMS de 2021 transfere R$ 523 milhões às prefeituras paulistas

O governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Fazenda e Planejamento, transfere nesta terça-feira (12), R$ 523,88 milhões em repasses de ICMS para os 645 municípios paulistas. O depósito é referente aos montantes arrecadados no período de 4 a 8 deste mês. Os valores correspondem a 25% da arrecadação do imposto, que são distribuídos às administrações municipais com base na aplicação do Índice de Participação dos Municípios (IPM) definido para cada cidade.

Para janeiro, a estimativa é transferir para as prefeituras do Estado o total de R$ 2,9 bilhões em repasses de ICMS. Os depósitos semanais são realizados por meio da Secretaria da Fazenda e Planejamento sempre até o segundo dia útil de cada semana, conforme prevê a Lei Complementar nº 63, de 11/01/1990. As consultas dos valores podem ser feitas no site da Fazenda, no link Acesso à Informação

Agenda Tributária
Os valores semanais transferidos aos municípios paulistas variam em função dos prazos de pagamento do imposto fixados no regulamento do ICMS. Dependendo do mês, pode haver até cinco datas de repasses. As variações destes depósitos oscilam conforme o calendário mensal, os prazos de recolhimento e o volume dos recursos arrecadados. A agenda de pagamentos está concentrada em até cinco períodos diferentes no mês, além de outros recolhimentos diários, como por exemplo, os relativos à liberação das operações com importações.

Índice de Participação dos Municípios
Os repasses aos municípios são liberados de acordo com os respectivos Índices de Participação dos Municípios, conforme determina a Constituição Federal, de 5 de outubro de 1988. Em seu artigo 158, inciso IV está estabelecido que 25% do produto da arrecadação de ICMS pertencem aos municípios, e 25% do montante transferido pela União ao Estado, referente ao Fundo de Exportação (artigo 159, inciso II e § 3º).

Os índices de participação dos municípios são apurados anualmente (artigo 3°, da LC 63/1990), para aplicação no exercício seguinte, observando os critérios estabelecidos pela Lei Estadual nº 3.201, de 23/12/81, com alterações introduzidas pela Lei Estadual nº 8.510, de 29/12/93.

Fiesp: saída da Ford é alerta para o Brasil

A decisão da Ford de fechar suas fábricas no Brasil, depois de mais de 100 anos de atividade, é uma triste notícia para o país e um movimento que tem de ser olhado com atenção. A Fiesp tem alertado sobre a necessidade de se implementar uma agenda que reduza o custo Brasil, melhore o ambiente de negócios e aumente a competitividade dos produtos brasileiros. Isso não é apenas discurso. É a realidade enfrentada pelas empresas.

A alta carga tributária brasileira faz diferença na hora da tomada de decisões. O custo de cada automóvel produzido aqui, por exemplo, dobra apenas por conta dos impostos – e ainda há governantes que pensam no absurdo de aumentar tributos, como no caso da inacreditável alta do ICMS em São Paulo. Precisamos urgentemente fazer as reformas estruturais, baixar impostos e melhorar a competitividade da nossa economia para atrair investimentos e gerar os empregos de que o Brasil tanto precisa.

Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP