Geral

A Cultura de Botucatu tem sido vista e reconhecida

Em 2022 a cidade recebeu o Prêmio Top Destinos Turísticos na categoria Turismo Cultural, além do título de Capital Cultural concedido pelo Governo do Estado de São Paulo, a seletos 21 Municípios em alusão ao trabalho realizado na área cultural.

Iniciamos 2023 com mais um reconhecimento pelos trabalhos realizados em 2022. Desta vez trata-se do Selo de Responsabilidade Cultural atribuído pela ANCEC – Agência Nacional de Cultura, Empreendedorismo e Comunicação.

A ANCEC se consolida como uma das maiores instituições de reconhecimento no País, entregando anualmente algumas homenagens como a Medalha Renato Russo na área da música, o Troféu Nelson Rodrigues à classe artística e a Cruz da Referência Nacional a empresários e personalidades de diversas áreas.

O certificado de Responsabilidade Cultural é conferido a Personalidades e Instituições que valorizam e fomentam a Cultura em nosso País

A homenagem foi entregue no dia 13 de Março, no Clube Naval, em Brasília, oportunidade na qual esteve presente a Secretária de Cultura de Botucatu, Cris Cury Ramos, representando a equipe da Secretaria Municipal de Cultura e a cidade de Botucatu.

“Receber esse certificado nos honra, nos motiva e aumenta a nossa responsabilidade no fazer cultural.
Agradeço, de todo o meu coração, a minha equipe da Secretaria de Cultura, que é simplesmente incrível e ao Prefeito Pardini, pela confiança em nosso trabalho”.

Governo anuncia programa de passagens aéreas por R$ 200

O ministro dos Portos e Aeroportos, Marcio França, detalhou o novo programa do governo, Voa Brasil, que vai disponibilizar passagens aéreas a R$ 200 para estudantes do FIES, aposentados e pensionistas e servidores públicos que recebem até R$ 6.800.

Mais detalhes: O objetivo é aproveitar os assentos ociosos em meses de menor procura. A novidade deve começar no 2° semestre, com as passagens a R$ 200 representando 5% da ociosidade dos voos nesse primeiro momento.

  • A ideia é emitir cerca de 12 milhões de passagens por ano, com um limite de 4 tickets por pessoa — contando ida e volta.

O ministro afirmou que as companhias aéreas operam, em média, com apenas 79% das suas capacidades totais em períodos de baixa temporada. “Eu quero as vagas restantes para as pessoas que não voam”.

Seguindo esse tom de foco aos que não têm acesso a voos, ele ainda criticou a concentração de passagens.Segundo ele, são 90 milhões de bilhetes emitidos por ano para apenas 10 milhões de CPFs.

O impacto indireto: A partir do momento em que a ociosidade dos aviões cai, a tendência é uma maior margem para o preço das outras passagens também caírem, uma vez que as aeronaves são melhores aproveitadas.

Looking forward… O programa ainda será apresentado ao governo e depois levado às companhias aéreas. Apesar disso, o ministro destacou que não se trata de um subsídio do governo.

Fonte: Matéria/Imagem – thenewscc

Botucatu lança rotas ciclísticas autoguiadas

As paisagens, rios, mirantes, serras e encantos de Botucatu podem ser contemplados e admirados no ritmo das pedaladas, em trilhas autoguiadas recém inauguradas na cidade que possui uma geografia única proporcionada pela Cuesta e está localizada a 230 quilômetros de São Paulo.

São duas rotas, com percursos com trajetos e níveis de dificuldades diferentes. Além de QR codes, são equipadas com totens e placas informativas em pontos estratégicos para melhorar a experiência de pedalar pela Cuesta, uma formação geológica única. A criação das rotas é uma ação da secretaria adjunta de Turismo que visa atrair mais visitantes e praticantes do cicloturismo, que é uma modalidade que cresce no Brasil e permite, além da prática física e esportiva, a contemplação da natureza, aliada à conservação ambiental.

Uma das rotas é a da Indiana, com três níveis de percurso e dificuldade. O ponto de partida é o Ginásio Municipal de Esportes, com ampla área de estacionamento, lanchonetes e padaria. No local é possível encontrar uma placa informativa da Ciclorrota, com QR codes para acessar as trilhas através de aplicativos. Também há placas indicativas por todo caminho.

Logo de início já é possível contemplar a vista parcial da Cuesta e a 700 metros do ginásio a aventura começa com o acesso à Serra da Bocaina. Uma descida rápida em estrada de chão batido e que requer cuidado por conta das curvas e trechos estreitos, como um túnel, em que só passa um carro por vez. Vale a pena descer devagar porque tem atrativos interessantes, como um lindo Mirante da Cuesta onde há um Totem da Ciclo Rota e o Morro do Peru, que é possível acessá-lo.

No pé da serra as rotas começam. No local há placas informativas com três opções: Indiana Clássica (15 km), Indiana Mediana (20 km) e Indiana Hard (34 km). Cada uma com uma beleza diferente.

Na Indiana Clássica é possível avistar as ruínas da Igreja de São João, local muito escolhido para fotos. A rota segue e passa por dois restaurantes rurais, o Cantinho da Paz e Cantina Bela Vista, onde está instalado mais um totem da Ciclo Rota. Após a parada, passa por dentro do Rio da Indiana, onde é necessário cuidado nos dias de chuva, porque o Rio sobe muito.

A Indiana Mediana aumenta um pouco o percurso e é possível ter a visão da Cuesta em uma posição privilegiada. Em dias quentes é possível ver o voo dos paragliders decolando da Base da Nuvem.

A Indiana Hard é um percurso desafiador, com muitas subidas e descidas rápidas com muitas pedras, que requerem atenção. Neste percurso é possível avistar uma grande expansão da Cuesta, e o Gigante Adormecido em alguns trechos. A parada é o Restaurante Estância Jacutinga.

Os três percursos se encontram na Ponte da Indiana para o retorno pela linda serra. O trecho é quase todo sombreado. Também passa pelo Espaço Indiana, onde há um totem da Ciclorrota e é possível visitar a famosa Cachoeira Indiana, caso tenha autorização. Alguns metros à frente está a Base da Nuvem e, em seguida, já é possível ver o Ginásio de Esportes.

 

Roteiro Pedra do índio.

A rota da Pedra do Índio tem 41 quilômetros. O ponto de saída é o Parque da Juventude, na Cohab 1, onde está instalado o Totem com os QR codes dos APPs para a trilha. Também há placas indicativas por todo o trajeto. O local tem um amplo estacionamento, lanchonete e restaurante próximos.

Ao seguir a rota chega-se ao bairro da Demétria, de grande influência alemã com agricultura, dança, alimentação e escola Waldorf. É um bom local para se hidratar e tirar fotos no Totem. O percurso segue sem dificuldades até a Pedra do Índio, um dos locais mais visitados pelos turistas.

No parque tem infraestrutura, lanchonete, um Deck que garante lindas fotos e a Trilha do Guarani – para ser feita à pé.

O retorno é pela rodovia até chegar na Marechal Rondon, onde há opções de almoço e hidratação. Na sequência está o Parque Natural Cascata da Marta, a principal cachoeira de Botucatu, com centro receptivos, trilhas autoguiadas e monitores, além da queda d’água de 35 metros. Do parque da Marta até o ponto inicial são mais 4 quilômetros.

Porque pedalar em Botucatu – um dos destinos preferidos por aventureiros e esportistas que procuram paisagens e cenários encantadores para pedalar, fazer trekking ou praticar esportes de aventura. A cidade abriga eventos de esportes de aventura durante todo o ano e agora com as novas trilhas, vai proporcionar ao visitante a possibilidade de conhecer locais icônicos de diferentes pontos de vista.

A cidade localizada no centro do Estado de São Paulo, no topo da Cuesta, tem clima e relevos de montanha e planalto, características que a colocam em posição de destaque pelos encantos, beleza cênica, fácil acesso, boa infraestrutura e estrutura turística cada vez melhor.

Por que feijão está sumindo do prato dos brasileiros?

Os brasileiros estão perdendo o hábito de comer feijão diariamente, em meio a mudanças culturaisavanço dos alimentos ultraprocessados e aumento de preços do produto.

Seguindo a tendência dos últimos anos, o feijão deixará de ser consumido de forma regular – de 5 a 7 dias na semana – em 2025, conforme estudo do Programa de Pós-graduação em Saúde Pública da Faculdade de Medicina da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

A partir daquele ano, a maior parte dos brasileiros passará a comer o alimento símbolo nacional com frequência considerada irregular (1 a 4 dias), de acordo com a pesquisa.

A perda de espaço do feijão no prato nacional, e sua substituição por alternativas menos saudáveis, tem consequências para a segurança alimentar e para a saúde da população.

A importância histórica, nutricional e social do feijão

 

O feijão surgiu de uma miscigenação das nossas heranças culinárias“, observa a nutricionista Fernanda Serra Granado, que pesquisou o tema em seu doutorado na UFMG.

Segundo ela, a leguminosa já era um alimento nativo na América, conhecido pelos indígenas, que consumiam os grãos sem caldo, mesmo antes da colonização portuguesa.

Os portugueses acrescentaram o caldo, uma solução encontrada pelas senhoras europeias para umedecer a comida nativa, que elas consideravam muito seca. Trazidos ao Brasil escravizados, os africanos também consumiam o alimento, adicionando seus saberes ao preparo.

Mas a construção do feijão como um símbolo nacional só vai acontecer bem mais para frente, durante o Modernismo Brasileiro dos anos 1920.

“Aí ele é expresso em poesia, em músicas e é reconhecido como esse símbolo identitário da nossa tradição culinária”, diz Granado.

Em termos nutricionais, o feijão é rico em proteínas e minerais, incluindo o ferro, além das vitaminas C e do complexo B (à exceção da B12, de origem animal) e fibras solúveis e insolúveis, importantes para o bom funcionamento da digestão.

 

“Além de ter um excelente perfil nutritivo e ser importante para manutenção da saúde da população, o feijão é um marcador de qualidade da dieta”, afirma a pesquisadora.

“Isso porque o indivíduo, quando consome feijão, acaba complementando o prato com outros alimentos saudáveis, como arroz, vegetais, salada e uma proteína animal. Então, em geral, o feijão é um dos componentes de uma refeição nutricionalmente equilibrada.”

Além da tradição histórica e do valor nutricional, a pesquisadora destaca a importância social do feijão na dieta brasileira.

“O feijão é um elemento de segurança alimentar e nutricional, porque a alimentação saudável é um direito da população, previsto na Constituição”, observa a nutricionista.

O cumprimento desse direito implica no acesso a alimentos saudáveis, de forma permanente, regular, em quantidade suficiente, sem que isso comprometa outras necessidades essenciais da vida, como moradia, vestuário, entre outras.

“Por ser um alimento saudável e acessível, o feijão é um elemento importante em termos sociais para garantia da segurança alimentar e nutricional”, conclui Granado.

Como foi feito o estudo da UFMG

 

Para analisar a evolução do consumo de feijão nos últimos anos no Brasil, a pesquisadora usou dados do Vigitel (Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), pesquisa feita anualmente por telefone pelo Ministério da Saúde.

“A POF [Pesquisa de Orçamentos Familiares] do IBGE de 2017 já mostrava uma redução de 7% na participação dos alimentos in natura no consumo dos brasileiros. Ao mesmo tempo, mostrava um aumento de 46% nos ultraprocessados, em relação a 2002”, observa Granado.

“Foi isso que me instigou a investigar a tendência no consumo do feijão”, explica.

Analisando dados do Vigitel de mais de 500 mil adultos entre 2007 e 2017, a pesquisadora observou uma tendência de queda do consumo da leguminosa entre 2012 e 2017. A redução aconteceu entre homens e mulheres, de todas as faixas etárias.

A partir da observação do passado, ela então utilizou métodos estatísticos para projetar o que deve acontecer à frente, até 2030.

“Para nossa surpresa, vimos essa inversão em 2025, quando o consumo regular, de 5 a 7 dias por semana, vai perder prevalência para o consumo não regular, de 1 a 4 dias”, diz Granado.

 

“Entre as mulheres, a estimativa é de que essa mudança já tenha acontecido no ano passado [em 2022], e para os homens, vai acontecer em 2029”, detalha a especialista.

O que explica a queda de consumo nos últimos anos

 

Mudanças culturais e o avanço dos ultraprocessados – alimentos calóricos e de baixo valor nutricional – estão no centro da redução do consumo de feijão, segundo a pesquisadora.

“Na década de 1980, há a entrada das grandes transnacionais de alimentos no Brasil e o avanço da participação das mulheres no mercado de trabalho, o que causa uma modificação no perfil de consumo da população, com os ultraprocessados sendo percebidos como uma solução prática para o dia a dia”, observa a nutricionista.

“Com o passar do tempo, há também uma perda de práticas culinárias, da habilidade em si de preparar os alimentos, com a tradição de receitas que passavam entre gerações que começa a se perder.”

Um terceiro fator que pesa na redução de consumo do feijão é o aumento de preços do produto, observa a especialista.

Em 11 anos, entre janeiro de 2012 e janeiro de 2023, o feijão carioca acumula alta de preços de 122% e o feijão preto, de 186%, comparado a uma inflação geral de 89% no período, segundo o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da FGV (Fundação Getulio Vargas).

Ou seja, em pouco mais de uma década, o feijão carioca dobrou de preço e o feijão preto, quase triplicou.

Um dos fatores que explica esse encarecimento é a perda de espaço da produção agrícola de feijão para commodities como a soja e o milho, explica Granado.

Segundo dados da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), a área plantada de feijão no Brasil na safra 2022-2023 deverá ser de apenas 859 mil hectares, a menor da série histórica com início em 1976. O número representa uma redução de 65% em relação ao momento de auge, na safra 1981/1982.

“O produtor acaba abandonando a produção de feijão e outros alimentos que possuem valor agregado menor em comparação a commodities como soja e milho, que têm safras muito mais lucrativas, com demanda internacional”, observa Granado.

 

Por fim, com relação à queda maior do consumo entre as mulheres, a especialista avalia que isso pode ser fruto da dupla jornada, que pode estar fazendo com que elas optem com mais frequência pela conveniência dos ultraprocessados.

Quais as consequências para a saúde de comer menos feijão O estudo da UFMG investigou ainda a relação entre o consumo ou não de feijão e a obesidade.

Segundo o levantamento, os indivíduos que consomem feijão de forma regular, de 5 a 7 vezes por semana, têm chance 14% menor de desenvolver sobrepeso e 15% menor de serem obesos.

Já o não consumo é um fator de risco, com 10% de chance maior de excesso de peso e 20% de possibilidade maior de obesidade.

“Concluímos com isso a importância das nossas escolhas alimentares sobre o nosso perfil de saúde”, diz Granado.

“O indivíduo que não consome feijão, ou consome uma ou duas vezes por semana – o que não é suficiente – tem um fator de risco porque, muito provavelmente, nos dias em que ele tira o feijão de sua alimentação durante a semana, ele está fazendo opções não saudáveis. São essas opções que contribuem para o maior ganho de peso.”

O que o poder público pode fazer para mudar esse quadro

 

Para Granado, para mudar esse quadro é preciso uma revalorização do feijão como um elemento da nossa cultura, um alimento símbolo e parte da identidade nacional do país.

 

Para isso, ela sugere que seria desejável uma maior tributação dos alimentos ultraprocessados e pouco saudáveis. Países como França e México já adotam taxação mais alta para bebidas açucaradas, por exemplo, com bons resultados, cita a especialista.

Outro passo importante é a rotulagem nutricional. Granado avalia que o Brasil avançou nesse sentido com o novo padrão de rotulagem, em vigor desde outubro de 2022, que indica a presença de alto teor de sódio, gordura e açúcar nos alimentos.

“Isso contribui para o consumidor ter uma consciência melhor dos alimentos que ele está adquirindo e para que possa fazer escolhas melhores”, afirma.

Por fim, a nutricionista defende que, além da taxação dos alimentos não saudáveis, seria desejável subsidiar os saudáveis, por exemplo, através do incentivo à agricultura familiar, para que o produto chegue a um preço mais baixo às prateleiras, estimulando o consumo.

Fonte: Matéria/Imagem – G1

Chuva diminui, sol esquenta e escorpiões invadem casas em Franca

A aparição de escorpiões em Franca tem deixado a população preocupada. No sapato, nos ralos de casa, escalando superfícies, perto de lixo e mato. Esses são os cenários mais comuns para encontrar o pequeno e perigoso animal peçonhento. O cessar das chuvas, sol forte e outros fatores propiciam a aparição de escorpiões.

Era manhã e Cidinei da Silva, 49, se arrumava para ir até o serviço, numa fábrica de sapatos, onde trabalha como montador manual. Trabalhando normalmente, não sentiu nada, mas perto do fim do expediente, ao continuar andando sentiu um incomodo no sapato, foi quando o tirou e chacoalhou. Aí veio a surpresa: um escorpião amarelo esmagado caiu no chão – funcionários que estavam ao lado de Cidinei também se surpreenderam com a cena.

“Era um escorpião grande e amarelo. Ele estava no meu sapato e assim que calcei, acho que esmaguei ele. É engraçado, por pouco não acontece um acidente”, disse Cidinei. O caso aconteceu no início desta semana.

Nayara Azevedo, 28, estudante de medicina veterinária, somente nestas duas últimas semanas, já contabilizou três encontros com o aracnídeo.

“O primeiro achei perto do ralo. Até aí normal: fui tomar banho e achei ele perto do ralo, foi na sexta-feira (24). Já no domingo (26) encontrei um escalando o muro aqui de casa – entendível, já que o terreno vizinho é um matagal”, contou a universitária.

“Mas o último, agora nesta terça-feira (28), foi o mais surpreendente, minha porta tem aquele plástico por baixo, justamente para não passar nenhum tipo de bicho e sujeira, e lá estava ele, agarrado no cantinho da porta do meu quarto”, finalizou.

Cuidados
A Vigilância Ambiental faz orientações permanentes para a população sobre escorpiões, como manter lixo bem fechado para evitar baratas, moscas e outros insetos que sejam alimento dos escorpiões; manter jardins e quintais limpos.

Em casas e apartamentos, é importante utilizar soleiras nas portas e janelas, telas em ralos do chão, pias e tanques, afastar camas e berços das paredes e evitar que roupas de cama e mosquiteiros encostem no chão.

Não é recomendada a utilização de produtos químicos para o controle de escorpiões. Esses produtos, além de não possuírem, até o momento, eficácia comprovada para o controle do animal em ambiente urbano, podem fazer com que eles deixem seus esconderijos, aumentando o risco de acidentes.

Informações poderão ser obtidas pelos telefones (16) 3711-9415 e 3711-9408 ou pelo e-mail visam@franca.sp.gov.br

Homem mais rico da Ásia vai relançar a concorrente da Coca-Cola na Índia

Gosto antigo, garrafa nova. O homem mais rico da Ásia, Mukesh Ambani, anunciou planos para relançar a Campa Cola, uma icônica marca de refrigerante indiana que rivalizou com a Coca-Cola e a Pepsi em 1970.

  • A reintrodução será feita pelo Reliance Group — companhia de Ambani — e deve acontecer ainda neste verão.

Nem precisou de marketing. A notícia despertou interesse em milhões de indianos de meia-idade que cresceram saboreando a bebida, provocando uma onda de nostalgia nas redes sociais.

Contexto 🥤

A Coca-Cola começou a ser vendida na Índia em 1950, mas saiu de mercado duas décadas depois, quando o governo introduziu um regulamento que exigia que a empresa revelasse a sua fórmula.

📈 Nessa ausência, a Campa Cola tornou-se imensamente popular e passou a liderar o mercado de refrigerantes do país. Assim como o rival americano, a marca também investiu em campanhas publicitárias cativantes.

📉 Porém, em 1990, quando o governo indiano abriu o país para investimentos estrangeiros, a Coca-Cola retornou para o mercado, a Pepsi e a Fanta se popularizaram e a Campa Cola desapareceu das prateleiras.

Com o retorno, a Reliance espera atrair os indianos nostálgicos e conquistar os jovens que gostam do “vintage” — além de preocupar a Coca-Cola, que tem a Índia como um de seus principais mercados em volume global.

Fonte: thenewscc

Carteiro é flagrado pulando ‘amarelinha’ enquanto espera morador em Piraju: ‘Trabalho com alegria’; veja o vídeo

Pular corda, jogar pião e disputar uma partida de queimada são algumas das brincadeiras que marcaram a infância de muitas pessoas. Mas, para um carteiro de Piraju (SP), a tradicional “amarelinha” é a mais memorável e presente até nos dias atuais.

Com a vitalidade de uma pessoa com 56 anos, o servidor Pedro Luiz Ribeiro foi flagrado pulando as 10 casinhas do jogo até chegar ao “Céu”, enquanto esperava o morador que receberia uma encomenda.

Veja o vídeo.

O vídeo, que já acumula mais de 30 mil visualizações nas redes sociais, mostra que o carteiro toca a campainha e aguarda o cliente para realizar a entrega. Durante a espera, ele vê o desenho de uma “amarelinha” na calçada e decide brincar.

Nas redes sociais, a divulgação das imagens estimulou a memória afetiva dos internautas, que elogiaram a atitude do carteiro.

Pedro contou que não havia percebido a câmera de monitoramento e que levou um susto com a repercussão do vídeo.

“Nem pensei no que aconteceria. Foi só instinto de querer brincar. Depois de algumas horas, me mencionaram no Facebook, mas eu não sabia que tinha um vídeo. No início, fiquei assustado e com medo da repercussão. Quando vou pra rua, o povo já vem falar comigo. Dizem que o vídeo alegrou o dia. Isso me emociona! Fico feliz de saber que levei um pouquinho de alegria”, contou Pedro.

Apesar do medo da reprovação por parte dos Correios, onde o carteiro trabalha há pouco mais de 15 anos, ao tomar ciência do vídeo, a assessoria da empresa teceu elogios ao funcionário.

“Os Correios prezam pelo bem-estar físico e mental dos seus empregados, assim como o respeito às pessoas. Nesse sentido, o episódio do carteiro é um exemplo de que é possível trabalhar com alegria, leveza e profissionalismo, priorizando a satisfação dos nossos clientes”, ressaltou a estatal, em nota.

Hoje, após alguns dias de fama, o carteiro acredita que ser flagrado durante a brincadeira evidenciou o que ele mais preza: levar a vida e a profissão de uma forma descontraída e bem humorada.

“Trabalho com alegria e tento passar isso pros clientes. Até aprendi a falar ‘bom dia’ e ‘boa tarde’ em japonês por conta de um morador. Receber uma entrega é muito esperado, então, tento tornar esse momento mais bacana”, finalizou Pedro.

 

Fonte: Imagens/Matéria: G1

IPVA São Paulo: terceira parcela começa a vencer neste sábado (11)

IPVA São Paulo: terceira parcela começa a vencer neste sábado (11)

Motoristas que não efetuaram o pagamento da cota única ou de parcelas anteriores perdem possibilidade de parcelamento e devem pagar o valor integral com juros e multa

São Paulo, março de 2023 – A terceira parcela do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) dos automóveis registrados no estado de São Paulo começa a vencer neste sábado (11). As datas variam de acordo com o final da placa de cada veículo.

Motoristas que não pagaram a cota única ou deixaram de quitar parcelas anteriores não têm mais a possibilidade de efetuar o parcelamento com o Governo do Estado de São Paulo. Nesse caso, será necessário pagar o valor integral, além de juros e multa. Uma alternativa, porém, é o app Zul+, da Estapar, que ainda parcela os valores em 12 vezes no cartão de crédito.

Pagamento via app

O Zul+, é um aplicativo criado para facilitar a vida de quem dirige. O app, além de oferecer a possibilidade de pagamento no cartão de crédito em até 12 vezes, ainda aceita Pix, Google Play e Apple Pay. Segundo dados da plataforma, em 2023, 40% dos usuários optaram pelo pagamento à vista, enquanto 60% decidiram pelo pagamento parcelado em 2023. No ano passado, esta proporção foi oposta, afinal 60% pagaram a cota única. Vale lembrar que em 2022, o desconto para o pagamento à vista em janeiro era de 9%, contra 3% esse ano. Além disso, o IPVA ficou 10% mais caro em média, diante da alta dos preços de automóveis.

Quem paga com o Zul+ tem outra vantagem, além de parcelar em 12 vezes. Para aqueles que optam pelo parcelamento com o governo, o IPVA apenas é quitado quando a quinta parcela é paga. Já com o Zul+, mesmo que o motorista parcele em 12 meses, a empresa quita o tributo integralmente junto à Secretaria da Fazenda, regularizando o IPVA em até dois dias úteis. O motorista pode, inclusive, dividir qualquer uma das parcelas em até 12 vezes no cartão de crédito.

O Zul+ ainda oferece, além do pagamento de tributos, serviços como tag de pedágio sem mensalidade, onde encontrar o estacionamento mais próximo, baixar o CRLV digital (documento do veículo), localização de concessionárias, entre outras funcionalidades. Tudo isso na palma da mão, sem a necessidade de baixar diversos apps que ocupam mais espaço de memória dos smartphones.

Atraso

Atrasar o pagamento do IPVA não é uma infração de trânsito, entretanto implica o acréscimo de juros e multa no valor do imposto. Quem não quitar o IPVA também não conseguirá fazer o licenciamento do veículo, outra taxa que deve ser paga, porém, com vencimento em outro momento do ano. De acordo com o CTB (Código de Trânsito Brasileiro), conduzir um veículo que não está registrado e devidamente licenciado é uma infração gravíssima. A multa neste caso é de R$ 293,47 e 7 pontos na CNH.

Sem a regularização do licenciamento, o veículo também não pode ser transferido e pode ser retido em uma blitz policial, caso represente um risco à segurança. Além disso, o nome do proprietário é incluído na dívida ativa e também na lista de devedores do SPC, Serasa e SCPC.

Valores

O valor a ser pago depende do modelo do veículo. Em São Paulo, para carros de passeio, o tributo representa 4% do preço de venda do automóvel calculado pela tabela Fipe; 2% para motocicletas, caminhonetes e ônibus, 1,5% para caminhões e 1% para veículos destinados a locação. Assim, um veículo de passeio que custa R$ 60 mil terá o valor do IPVA de R$2,4 mil. Para fazer o cálculo, basta o motorista, sabendo o preço do veículo, multiplicar esse número por 0,04. Para os outros modelos, o correto é multiplicar por 0,02; 0,015 e 0,01.

Sobre o Zul+

O Zul+ é uma plataforma criada para facilitar a vida de quem dirige. Lançado em 2017, o aplicativo faz parte do grupo Estapar desde 2022 e está disponível em todo o território brasileiro. Dentre as principais funções do app, estão a seção de tributos para pagamento e parcelamento de multas, IPVA ou licenciamento, estacionamento rotativo, tag de pedágio sem mensalidade (que permite viajar sem pegar filas) e cálculo do valor a ser pago durante a viagem, seguros, pagamento de estacionamento de shopping e abastecimento via Shell Box. Além dessas facilidades, Zul+ apresenta informações do valor de mercado para compra ou venda de veículos, alertas de manutenção, busca por concessionárias e postos de combustível próximos e avisos sobre o rodízio de veículos.