Geral

Cenipa encerrará investigações em local de acidente aéreo nesta segunda-feira 12/08

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Força Aérea Brasileira (FAB), informou em nota, no fim da tarde deste domingo (11), que tem a previsão de encerrar na segunda-feira (12) os trabalhos no local da queda da aeronave operada pela Voepass Linhas Aéreas, em Vinhedo (SP).

Retirada da aeronave

De acordo com o Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA) e com a normas do Sistema do Comando da Aeronáutica, após a liberação por parte do Investigador-Encarregado do Cenipa e do responsável pela investigação policial, a retirada da aeronave do local será de responsabilidade do operador da aeronave.

Neste caso, a Voepass deverá providenciar e custear a higienização do local, dos bens e dos destroços de modo a evitar prejuízos à natureza, à segurança, à saúde, ou à propriedade privada no condomínio residencial Recanto Florido, onde caiu o avião ou danos à coletividade.

Investigação

Em entrevista coletiva neste domingo, o chefe da Cenipa, brigadeiro do ar Marcelo Moreno, informou que após a conclusão da Ação Inicial, a investigação avançará para a fase de Análise de Dados.

Neste próximo estágio, serão examinadas as atividades relacionadas ao voo, ao ambiente operacional e aos fatores humanos, bem como um estudo de componentes, equipamentos, sistemas, infraestrutura, entre outros.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Reprodução

Professor aposentado da Unesp treina atleta que chegou a final no salto em altura nas Olimpíadas

A atleta Valdileia Martins, 35, tornou-se nacionalmente conhecida ao classificar-se para a final olímpica do salto em altura no último dia 2/8. Durante a prova classificatória, ela saltou 1,92m, marca que igualou o recorde nacional brasileiro. No entanto, o esforço terminou por provocar uma entorse em seu tornozelo esquerdo, e ela deixou a pista carregada.

A lesão não permitiu que Valdileia disputasse a final, que aconteceu no domingo, 4/8. Ela chegou a tentar iniciar a corrida para dar o primeiro salto, mas as dores não lhe permitiram continuar. Mesmo assim, sua participação na Olimpíada de Paris é a consagração de uma trajetória de muita garra, que teve início num assentamento do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), e que é tão inspiradora quanto o resultado final. Acompanhando de perto esta trajetória, e contribuindo de forma importante para ela, está seu treinador, o professor aposentado de educação física da Unesp Dino Cintra.

Valdileia destacou-se logo no primeiro dia das provas de atletismo dos Jogos de Paris. O fato de aos 35 anos —  idade avançada para a prática de esporte de alto rendimento —  ter conseguido saltar 1m92, e igualar um recorde brasileiro estabelecido ainda em 1989 por Orlane Maria dos Santos, já bastaria para que ela se destacasse na história do atletismo brasileiro. “A Valdileia diz que nasceu para bater esse recorde porque essa marca foi estabelecida no ano em que ela nasceu”, brinca o treinador.

Depois de quase 30 anos dedicados às aulas de atletismo do curso de Educação Física da Faculdade de Ciências e Tecnologia, no campus de Presidente Prudente, Cintra se desligou da Universidade e investiu na carreira de treinador de alto rendimento. Atualmente é treinador de salto da equipe de atletismo da Orcampi, que figura entre as três melhores do país, e tem Valdileia como uma de suas atletas.

Ambos começaram a trabalhar juntos em 2018, mas não é exagero dizer que o dedo do treinador está presente no desenvolvimento da atleta brasileira desde quando ele ainda era professor da Unesp.

Ao longo de sua carreira como professor universitário em uma cidade com longa tradição no atletismo, Cintra sempre foi um entusiasta do esporte. Entre suas principais realizações em prol da modalidade, durante sua atuação docente, está um projeto de extensão universitária que produziu campeões sul-americanos e uma medalhista de ouro na prova do heptatlo nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em 2011, Lucimara Silvestre. E ele orientou a monografia de conclusão de curso de André Domingos, que foi aluno do curso de Educação Física e fez história no esporte como ganhador da medalha de prata no revezamento 4×100 em Sydney-2000.

Docente dedicado e querido pelos alunos, a ponto de ter sido por 17 vezes escolhido patrono da turma, Cintra sempre esteve ciente de que as condições para a prática esportiva com que seus alunos precisariam lidar quando formados nem sempre seriam as melhores. Por conta disso, em suas aulas, além de ensinar as técnicas da modalidade, ensinava também alguns “quebra-galhos” que poderiam ajudar os estudantes a superarem as adversidades em seus futuros postos de trabalho. Entre os macetes disponíveis no repertório do professor da Unesp estava o uso de varas de bambu para serem usadas como sarrafos para as provas de salto, e uma engenharia que combinava pilhas de pneus velhos e sacos cheios de palha de arroz para substituir os colchões que amortecem a queda dos atletas.

Em meados dos anos 1990, um de seus ex-alunos, o professor de educação física Flávio Rodrigues dos Santos, trouxe essas mesmas “técnicas” para superar a falta de recursos e viabilizar a prática esportiva para jovens e crianças de um acampamento ligado ao MST localizado no município de Querência do Norte, no Paraná. E, junto com as técnicas, o conhecimento técnico que absorveu no aprendizado com Dino Cintra.

Entre os alunos no assentamento estava uma garota alta, de pernas longas e com pouca desenvoltura para os esportes coletivos chamada Valdileia Martins. “Tudo o que eu passei para Valdileia aprendi com o Dino. Ele faz parte da história dela desde o início. Se eu não tivesse um professor competente como ele, não teria a coragem e nem capacidade de dar início a esse trabalho”, declarou Rodrigues em uma entrevista.

Por isso, quando décadas mais tarde Valdileia procurou os meios para dar uma virada em sua carreira, foi a Bragança Paulista que ela se dirigiu, em busca de Cintra e da equipe da Orcampi. Era o ano de 2018 e naquele momento, explica o treinador, Valdileia era uma atleta conhecida dentro da modalidade, mas estava desacreditada pela comunidade do atletismo por ter passado por duas cirurgias no joelho. Já não conseguia atingir as mesmas marcas de antigamente, e sua idade era considerada avançada. Tudo somado, a atleta pensava inclusive em desistir do esporte.

Os dois começaram a trabalhar juntos, mas Cintra só soube dessa “conexão” anterior com a atleta após a participação na Olimpíada, por meio de uma notícia veiculada na imprensa que resgatou sua história de infância no Paraná. “Eu consegui o contato desse meu ex-aluno Flávio e falei para ele que isso é coisa de Deus. Foi Deus quem me colocou para ensiná-lo na Universidade e ele acabou ensinando a atleta que no futuro viria treinar comigo e ir para uma final olímpica. Essa é uma história linda demais”, comemora o treinador.

Desde o início do trabalho em 2018 até o resultado nos Jogos Olímpicos em Paris, entretanto, muito trabalho teve que ser feito. Além dos treinamentos com Cintra, Valdileia investiu os poucos recursos que tinha para consultar-se com um nutricionista e ser acompanhada por um psicólogo especializado. A meta estabelecida por atleta e treinador era chegar aos Jogos na melhor forma possível, e saltar a melhor marca na carreira.

Trabalhando apenas com o atletismo, Cintra é um treinador especializado em saltos (altura, distância e com vara) e provas combinadas, como o decatlo e heptatlo. Entre todas essas modalidades, contudo, a que o ex-professor da Unesp considera mais difícil é o salto em altura. “Se você olhar o salto com vara, por exemplo, ele é difícil de ser executado, mas o atleta só perde a visão do sarrafo no movimento de reversão do corpo.

No salto em altura, por outro lado, assim que o atleta bate o pé da impulsão ele já não vê mais o sarrafo. A partir daí é tudo perceptivo. O atleta precisa jogar o centro de gravidade para o alto e sentir o momento exato de erguer a cintura e as pernas”, esclarece o treinador. “Isso demanda um controle corporal e uma noção da localização do corpo em relação ao sarrafo que nem todo mundo tem.”

Cintra explica que Valdileia tinha a força e o controle corporal para a execução de um bom salto, mas o elemento que faltava para a paranaense se estabelecer entre as melhores do mundo era a força mental. “Tenho 48 anos de atletismo e já fui um desses treinadores que diziam que um atleta não precisa de psicólogo. Hoje, trabalhando com o alto rendimento, tenho a opinião de que 90% do resultado são o fruto de um bom preparo mental”, afirma.

Para o treinador, é natural que durante a competição o atleta sinta medo de errar no momento de executar a prova, e esse receio faça com que ele acabe queimando ou chegue ao momento do salto em uma velocidade mais lenta. “O psicólogo tem as ferramentas capazes de ajudar o atleta a melhorar a sua performance, e a Valdileia é uma prova disso.

Ela é outra pessoa após receber o acompanhamento psicológico adequado. O atleta pode estar treinando muito bem. Mas, se não estiver mentalmente bem, não vai chegar lá”, diz. A força mental que a saltadora levou consigo para os jogos passou por uma dura prova quando, já na capital francesa, poucos dias antes de sua estreia, soube que seu pai havia falecido.

Apesar da extrema tristeza pela perda daquele que era um de seus grandes incentivadores, ela optou por permanecer em Paris, manteve o foco e alcançou sua melhor marca na carreira.

O treinador lamenta não ter sido convocado pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) para acompanhar Valdileia em Paris, ainda assim manteve contato com a atleta pelo telefone durante as competições. “Eu assistia à prova pela TV e imediatamente passava as orientações para um técnico da CBAt que estava no local. Mas ela foi para as Olimpíadas muito bem preparada, sabia o que tinha que fazer. Não precisava de mim, não”, brinca.

Para o treinador, a campanha na França mudou a vida dele e de Valdileia completamente. Cintra afirma que recebeu os parabéns e ganhou o reconhecimento de pessoas que até pouco tempo atrás não acreditavam no seu trabalho. Já a atleta viu o número de seguidores no Instagram aumentar de dois mil para 200 mil seguidores, além de ganhar projeção nacional. “Acredito que esse resultado pode fazer com que as meninas mais jovens se interessem em praticar o salto em altura. Quem sabe assim o recorde da Valdileia não leve outros 35 anos para ser quebrado”, diz.

Fonte: Jornal da Unesp

Foto: Reprodução

 

Sindicato dos Servidores Municipais de Botucatu lançará cartão de convênios para os associados

A novidade será lançada oficialmente no sábado dia 31/08 às 9 horas a todos os sócios da sede do Sispumb, na Rua Damião Pinheiro Machado, 197.
O convite estará disponível aos interessados até o dia 23/8 das 8h30 às 16h30 na própria sede e os benefícios serão somente para aos associados.

O Sindicato dos Servidores Municipais de Botucatu está localizado à Rua Damião Pinheiro Machado 197.
O convite poderá ser retirado de 08/08 a 23/08 das 8:30 às 16:30 na sede do sindicato e o mesmo será entregue somente ao associado mediante documento com foto.

 

Funcionários de empresas de ônibus de Botucatu reivindicam reajuste salarial

Cerca de 60 funcionários das empresas de ônibus Reta Transportes e Pontual assinaram um abaixo-assinado solicitando o reajuste dos pagamentos dos motoristas, que estão abaixo da média regional, e dos cobradores, que recebem menos que o salário mínimo paulista.

Além disso, os trabalhadores questionam a prática de os motoristas terem que dirigir e cobrar ao mesmo tempo, caracterizando acúmulo de função e expondo-os a riscos significativos.
Os funcionários das duas empresas destacam que os salários dos motoristas estão defasados em relação à média da região. “Enquanto outras empresas pagam um valor justo e compatível com o mercado, estamos recebendo menos e, ainda por cima, tendo que acumular funções”, relatou um motorista que preferiu não se identificar.

Já os cobradores enfrentam uma situação ainda mais crítica, com salários abaixo do mínimo estadual. “É um desrespeito completo com o nosso trabalho. Não conseguimos sustentar nossas famílias com o que ganhamos atualmente”, comentou um cobrador.

A questão do acúmulo de função é outro ponto crucial na reivindicação dos trabalhadores. Segundo eles, o fato de os motoristas terem que dirigir e cobrar ao mesmo tempo aumenta os riscos de acidentes e compromete a segurança dos passageiros. “Não é seguro para ninguém. Estamos sobrecarregados e isso pode resultar em situações perigosas no trânsito”, alertou outro motorista.

Na manhã desta terça-feira (06), a empresa Reta Transportes, juntamente com o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de São Manuel e Região, convocou uma assembleia para discutir as demandas dos funcionários e tentar chegar a um acordo. No entanto, a assembleia foi abruptamente cancelada.

O sindicato alegou que não foi informado previamente sobre as demandas apresentadas pelos trabalhadores. Segundo representantes sindicais, as questões seriam levadas ao presidente do sindicato, que remarcaria a assembleia, mas sem previsão de data.

Após o cancelamento da assembleia, nossa equipe tentou entrevistar a Dra. Leila, advogada do sindicato, que se recusou a conversar.

Diante da falta de respostas e da situação precária em que se encontram, os funcionários das empresas Reta Transportes e Pontual afirmam que, se não houver um acordo, iniciarão uma greve geral na cidade. “Estamos unidos e dispostos a lutar por nossos direitos. Se não tivermos um retorno positivo, vamos parar tudo”, declarou um dos líderes do movimento.

A possível paralisação dos serviços de transporte causaria um grande impacto na cidade, afetando milhares de usuários que dependem diariamente dos ônibus para se deslocarem.

A situação segue em desenvolvimento, e novos desdobramentos são aguardados nas próximas semanas. A expectativa dos trabalhadores é que o sindicato e as empresas se mobilizem rapidamente para atender às reivindicações e evitar uma greve geral.

A Rede Alpha continuará acompanhando de perto os acontecimentos e trazendo atualizações sobre o caso.

Matheus Kruze

Foto: Reprodução

Nova turma do Emprega Jovem capacita estudantes para o mercado de trabalho

Nesta semana, no Senai Botucatu, aconteceu a entrega de certificados da 1ª e parte da 2ª turma de novos alunos do Programa Emprega Jovem. Ao todo, 83 estudantes foram capacitados nesta edição da iniciativa. Os jovens da 1ª turma tiveram a oportunidade de aprender conhecimentos teóricos e práticos através dos cursos de Ajustador Mecânico, Eletricista Automotivo, Mecânico Auxiliar de Veículos Leves, Operador de Centro de Usinagem CNC, Operador de Torno CNC. Já os alunos da 2ª turma receberam o certificado referente aos cursos de Eletricista Instalador, Operador de Torno CNC e Assistente Controle de Qualidade.

O encontro contou com a presença da diretora titular do Ciesp – Regional Botucatu, Patrícia Dias, do secretário de Desenvolvimento Econômico, Relações Institucionais e Trabalho da Prefeitura de Botucatu, Junot de Lara Carvalho e do coordenador de Relacionamento com a Indústria do Senai Botucatu, Jose Orlando Santos.

Em um cenário competitivo do mercado de trabalho, o Emprega Jovem mostrou que os cursos oferecidos desempenham um papel crucial na vida dos jovens ao prepará-los para diferentes desafios. Além disso, as aulas proporcionam uma oportunidade valiosa para os estudantes explorarem suas paixões e interesses, ajudando-os a tomar decisões mais assertivas sobre suas carreiras futuras.

Sobre o Programa Emprega Jovem

O Emprega Jovem é um programa que oferece aos jovens de baixa renda a oportunidade de qualificação profissional para ingressar no mercado de trabalho.

A iniciativa surgiu por meio de uma ação conjunta entre a Secretaria de Desenvolvimento, Relações Institucionais e Trabalho e a Secretaria de Assistência Social. Além de proporcionar aos jovens qualificação profissional, o programa oferece bolsa-auxílio e vale-transporte, para que o estudante possa se manter no curso e concluir a capacitação.

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Operação Policial prende mulher por maus-tratos contra dois cães no Bairro Alto

Operação Policial realizada nesta quarta-feira (24), através dos Policiais Civis da Delegacia de Proteção Animal da Delegacia Seccional de Botucatu – DEPA, juntamente com a médica veterinária da prefeitura de Botucatu, estiveram no Bairro Alto para averiguação de um possível caso de maus-tratos contra dois cães na residência.

Os cães estavam apresentando magreza, desidratação e anemia. Em primeira visita, equipe orientou tutora responsável a providenciar atendimento médico veterinário aos cães, o que não foi atendido até a data de hoje.

Responsável foi conduzida até o 1º DP onde foi dada voz de prisão em flagrante pelo crime de maus tratos. Os animais passarão por atendimento médico veterinário e ficarão sob a responsabilidade do Departamento de Proteção Animal.

Fotos: Polícia Civil

 

Coleta porta a porta da Campanha do Agasalho será neste sábado 20/07

O Fundo Social de Solidariedade promoverá neste sábado, 20, a coleta porta a porta das 8 às 12 horas, em que as pessoas poderão doar roupas e sapatos em bom estado para a Campanha do Agasalho 2024. A concentração para o início da ação será na Praça da Educação.

Para esta ação, o Fundo contará com a colaboração do Tiro de Guerra de Botucatu, profissionais do Programa Botucatu em Frente, servidores das Secretarias de Educação, Infraestrutura, Zeladoria, Assistência Social, Comunicação, Governo, Semutran, Guarda Civil Municipal, além dos Escoteiros e voluntários.

Além da ação porta a porta, o Fundo Social distribuiu caixas coletoras nos seguintes locais:

– Supermercado Central – Jardim Paraíso
– Supermercado Jau Serve – Tanquinho
– Supermercado Manzini – Cohab I
– Supermercado Paulista – Boa Vista
– Supermercado Ypê – Itamarati
– Prefeitura Municipal

Serviço:
Fundo Social de Solidariedade
Rua Doutor José Barbosa de Barros, 121 – Vila dos Lavradores
(junto à Secretaria Municipal de Educação)
Telefone: (14) 3811-1524