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Censo: Brasil tem 57 mil pessoas morando em tendas e barracas e 1,9 mil, em veículos

Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (06), apontam que 56,6 mil brasileiros vivem atualmente em tendas ou barracas feitas de lona, plástico ou tecido. Esse número representa 35,3% dos 160 mil moradores de domicílios improvisados no país, o que corresponde a apenas 0,03% da população total.

Os domicílios improvisados são aqueles não projetados para moradia, mas utilizados temporariamente pelos residentes. O IBGE destacou uma redução de 43% no número de pessoas vivendo em tais condições em comparação a 2010, quando havia 283 mil pessoas nessa situação.

Além disso, o levantamento revelou que a quantidade de pessoas em situação de rua não inclui aqueles sem qualquer tipo de domicílio. Por exemplo, atualmente, 1.875 mil brasileiros vivem em veículos, como carros, caminhões e barcos, e 27 mil residem em abrigos naturais ou outras estruturas improvisadas, como cavernas.

Foto: Reprodução

IBGE dá início à coleta da Pesquisa de Informações Básicas Municipais

Pesquisa, que completa 25 anos em 2024, tem por objetivo traçar um amplo perfil de todos os municípios brasileiros.

A partir do dia 02/09, os técnicos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vão a campo para coletar os dados da “MUNIC” (Pesquisa de Informações Básicas Municipais), com o objetivo de traçar o diagnóstico da gestão municipal em todas as 5.568 prefeituras do país, fornecendo dados sobre o aparato institucional, planejamento, estrutura, programas, ações e serviços públicos municipais.

No estado de São Paulo, os 645 municípios serão visitados pelo IBGE, através de suas 93 Agências de coleta, para aplicação do questionário da pesquisa. O governo estadual será objeto de uma pesquisa similar, a ESTADIC (Pesquisa de Informações Básicas Estaduais), que levanta o mesmo conjunto de informações para os Governos Estaduais e Distrito Federal.

Como exemplo das várias informações presentes na base de dados da pesquisa, exibimos abaixo alguns resultados da edição de 2021 da pesquisa, relacionados a políticas públicas da área da Saúde:

Sobre a pesquisa

A “MUNIC” 2024, através do questionário básico, coletará informações sobre a estrutura administrativa das prefeituras e execução das políticas públicas, através dos blocos temáticos de Recursos humanos, Governança, Habitação, Agropecuária, Transporte e mobilidade urbana, Informática e comunicação, Instrumentos de gestão migratória e Igualdade racial, o qual é um bloco inédito da pesquisa, realizado em cooperação entre o IBGE e o Ministério da Igualdade Racial por meio da Secretaria de Gestão do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial.

Esta edição da “MUNIC” conta também com o suplemento de Segurança Alimentar e Nutricional, realizado em cooperação entre o IBGE e o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. Ele tem por objetivo obter informações detalhadas sobre a estrutura organizacional, instrumentos e ações da Administração Municipal que visam garantir o acesso regular e permanente a alimentos de qualidade e em quantidade suficiente para uma vida saudável de toda a população.

Região de Botucatu

Para os municípios de Anhembi, Areiópolis, Bofete, Botucatu, Conchas, Itatinga, Pardinho, Pratânia e São Manuel, a responsabilidade da coleta da “MUNIC” é da Agência do IBGE em Botucatu/SP, que pode ser contactada através do e-mail agbotucatu@ibge.gov.brou através dos telefones (14) 3882-0944 e (14) 98199-8464 (WhatsApp).

Para saber mais

Para mais informações sobre seu município, consulte o Portal Cidades@ (https://cidades.ibge.gov.br/). Nele você pode encontrar os dados das pesquisas do IBGE, infográficos e mapas, além de poder comparar os indicadores entre diferentes municípios e estados.

Para saber mais sobre a “MUNIC”, acesse:

– https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/41032-semana-de-treinamento-para-as-pesquisas-munic-e-estadic-2024-reune-dezenas-de-supervisores-na-sede

– https://www.gov.br/igualdaderacial/pt-br/assuntos/copy2_of_noticias/ministerio-da-igualdade-racial-e-ibge-fortalecem-cooperacao-para-inclusao-de-bloco-de-igualdade-racial-em-pesquisas-municipais-e-estaduais

https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/protecao-social/10586-pesquisa-de-informacoes-basicas-municipais.html?=&t=sobre

 

 

 

Bauru: Dois homens são mortos após troca de tiros com Baep

Dois homens, um de 26 e o outro de 36 anos, morreram nesta segunda-feira (26) em decorrência de confronto armado com policiais militares do 13.º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (13.º Baep) de Bauru. O fato aconteceu durante cumprimento de mandado de prisão na quadra 4 da Alameda Pascal, no Parque Santa Edwirges, zona Norte da cidade. As vítimas fatais foram identificadas em boletim de ocorrência (BO) como Elias dos Santos Gomes e Willian Galindo Silva.

Segundo o registro policial, a ocorrência teve início por volta de 16h45 com o objetivo de prender Elias. Os policiais militares afirmaram que, ao chegar no local, o suspeito correu para dentro da residência. Ainda segundo o BO, Elias estava armado com uma pistola de calibre ponto 40 e efetuou um disparo contra a equipe policial, que revidou com quatro tiros, dois disparos de cada PM. Elias caiu no solo já sem sinais vitais. Um outro indivíduo no interior da casa, Willian, após ter sido alertado de que se tratava de policiais, ainda sim, segundo a PM, efetuou um disparo com um revólver calibre 38, mas errou. Diante do tiro, os dois policiais atiraram em revide e acertaram Willian três vezes. Uma viatura do Samu chegou a ir ao local para o resgate, mas ele também não sobreviveu.

No interior da casa foram apreendidas as armas, munições e R$ 460 em dinheiro. A Polícia Civil irá apurar o caso.

O 13.º Baep informa, por meio de nota, a dinâmica da ocorrência: “O Baep estava averiguando um mandado de prisão na Alameda Pascal, quando avistou o indivíduo procurado pela justiça (Elias). Ele estava parado no portão da residência, visivelmente armado. Ao perceber a presença policial, o indivíduo fugiu para o interior da casa, o que motivou a entrada da equipe no imóvel para detê-lo. Durante a entrada na residência foi visualizado um segundo indivíduo (Willian), que estava no primeiro cômodo, o qual apontou um revólver calibre 38 para os policiais militares e efetuou disparos contra a equipe. Em resposta ao perigo iminente, os policiais dispararam contra o agressor. Prosseguindo na busca ao indivíduo que adentrou a residência armado, a equipe encontrou-o em outro cômodo, portando uma pistola calibre .40, a qual apontou aos policiais militares, que efetuaram disparos de arma de fogo com o intuito de se defenderem”.

A nota prossegue informando que Elias dos Santos Gomes (E.S.G. – nota traz apenas iniciais) era procurado pela Justiça e integrante de uma organização criminosa, com antecedentes criminais pelos artigos 14 e 16 da Lei 10.826/03 e artigo 147 do Código Penal (relacionados a porte irregular de arma de fogo, porte de arma de uso restrito e ameaça). Willian ainda não tinha sido qualificado criminalmente.

Fonte: JCNET

Foto: Divulgação

Rayssa Blumer fala sobre “Agosto Lilás” campanha Violências contra Mulheres

Alpha Notícias desta sexta-feira (23), recebeu advogada Rayssa Blumer, que é especializada em Direito das Mulheres e Desigualdade de Gênero, para falar sobre a campanha “Agosto Lilás”, que trata da “Violência contra as Mulheres”.

A Lei Maria da Penha prevê cinco tipos de violência doméstica e familiar contra a mulher: Física, Psicológica, Moral, Sexual, Patrimonial. 
As Nações Unidas definem a violência contra as mulheres como “qualquer ato de violência de gênero que resulte ou possa resultar em danos ou sofrimentos físicos, sexuais ou mentais para as mulheres, inclusive ameaças de tais atos, coação ou privação arbitrária de liberdade, seja em vida pública ou privada”.
  • A violência contra as mulheres – particularmente a violência por parte de parceiros e a violência sexual – é um grande problema de saúde pública e de violação dos direitos humanos das mulheres.
  • Estimativas publicadas pela OMS indicam que aproximadamente uma em cada três mulheres nas Americas sofreram violência física e/ou sexual por parte do parceiro íntimo ou ou violência sexual por não parceiro em sua vida.
  • A violência por parceiro íntimo é a forma mais comum de violência contra a mulher. Globalmente, até 38% dos assassinatos de mulheres são cometidos por um parceiro íntimo do sexo masculino.
  • Entre os fatores associados ao aumento do risco de perpetração da violência estão a baixa escolaridade, maltrato infantil ou exposição à violência na família, uso nocivo do álcool, atitudes violentas e desigualdade de gênero.
A violência contra as mulheres tem aumentado em todo Brasil. Infelizmente em Botucatu e região na maioria dos finais de semana a polícia e a Guarda Municipal atendem várias ocorrências de violência doméstica. E para Blumer, é preciso um trabalho mais aprofundado, e de penas mais duras para o agressor e sugere palestras mais efetivas ou até em grades escolares a participação de um advogado para ensinar as leis, dos direitos e deveres que o cidadão deve ter.

Alpha Notícias: “A gente tem acompanhado os casos de violência contra a mulher, e parece não ter fim, mesmo com as campanhas, estou correto”?

Blumer: “A questão da violência contra a mulher embora o legislador esteja criando novas leis, a gente sempre tem atualização na Lei Maria da Penha, tem crimes aumentando a pena e qualificando. Temos novos crimes relacionada a violência sexual, mas isso não basta para resolver o problema, é um cenário que os índices só aumentam”.

Há necessidade urgente de trabalhos do Poder Público voltado para esse problema, em buscar soluções rápidas para que as vítimas não fiquem expostas correndo riscos de serem assassinadas. Em Botucatu, em cinco anos houveram três feminicidios.

                                                                 Advogada Dra. Rayssa Blumer – Foto Rede Social

 

Acompanhe a entrevista completa através do link:

https://www.facebook.com/share/v/vuQ8oue3qnSCzRX1/?mibextid=oFDknk

 

 

 

 

 

 

 

Funcionários e empresas de ônibus fazem acordo e cancelam greve prevista para segunda 26/08

Além disso, os trabalhadores questionavam a prática de os motoristas terem que dirigir e cobrar ao mesmo tempo, caracterizando acúmulo de função e expondo-os a riscos significativos.

Os funcionários das duas empresas destacaram que os salários dos motoristas estão defasados em relação à média da região. Os cobradores enfrentavam uma situação ainda mais crítica, com salários abaixo do mínimo estadual.

Devido as discussões não terem chegadas a um acordo anteriormente, havia a possibilidade de uma paralização na próxima segunda-feira (26).

Porém um dos representantes da categoria, Bruno, entrou em contato com a redação informando que após uma longa demanda e “luta de braço”, chegaram a um acordo. Sendo assim, a paralização que ocorreria na próxima segunda-feira (26), foi cancelada.

Governo divulga gabarito oficial preliminar do Concurso Público Nacional Unificado (CNU)

Os quase 1 milhão de candidatos que fizeram o Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) no último domingo (18) já podem conferir os gabaritos preliminares das provas objetivas dos oito blocos temáticos. O material foi disponibilizado nesta terça-feira (20), na área do candidato, no site do CNPU.

Em nota, o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos informou que, com a divulgação, os candidatos têm até esta quarta-feira (21) para interposição de eventuais recursos quanto às questões formuladas ou aos gabaritos divulgados.

Os recursos, segundo a pasta, devem ser enviados em campo específico na área do candidato. Não serão aceitos recursos via postal, via correio eletrônico, via fax ou fora do prazo.

Os cadernos de provas foram disponibilizados na noite do domingo (18). A imagem do cartão-resposta será disponibilizada no dia 10 de setembro. Já as notas finais das provas objetivas e a nota preliminar da discursiva serão divulgadas em 8 de outubro.

A divulgação do resultado definitivo da seleção, conforme cronograma divulgado pelo ministério, está prevista para 21 de novembro e a etapa de convocação para posse e realização de cursos de formação deve começar em janeiro de 2025.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Reprodução

Mais de 1,5 milhão são afetados por remoções forçadas no Brasil

Um levantamento inédito, produzido pela Campanha Nacional Despejo Zero e divulgado nesta quarta-feira (14), mostra que mais de 1,5 milhão de brasileiros sofreram com despejos ou remoções forçadas entre outubro de 2022 e julho de 2024. Isso representou aumento de 70%, já que em outubro de 2022, 898.916 pessoas tinham enfrentado essa situação.

O mapeamento reúne casos coletivos de remoção forçada de pessoas e de comunidades inteiras, que foram expulsas de seus locais de moradia. Isso inclui não só os casos judicializados, mas também processos administrativos promovidos pelo poder público.

O aumento verificado no período, explicou Raquel Ludermir, gerente de Incidência Política da organização Habitat para a Humanidade Brasil, pode estar relacionado ao fato de que, durante a pandemia de covid-19, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a suspensão dos despejos e a reintegração de posse contra famílias vulneráveis. A medida acabou durando até o final de outubro de 2022. “Até esse momento, vários casos ficaram represados por essa determinação do STF. Depois disso, a gente teve a liberação, e os despejos voltaram a ser legais. Então, o que a gente nota é um aumento muito expressivo que reflete a retomada do andamento desses processos judiciais de despejo e ameaça de reintegração de posse, de uma forma geral”, disse ela, em entrevista à Agência Brasil e à TV Brasil.

Outro fator que pode ter contribuído para esse aumento, explicou Raquel, é o custo de vida elevado como reflexo da pandemia. “A gente sabe que, durante a pandemia, houve um empobrecimento muito sério das pessoas e o custo de vida aumentou bastante. Então é possível que muitas pessoas tenham recorrido a ocupações”, lembrou. “Se a família já está morando de forma precária, está morando de favor, às vezes está tendo que comprometer alimentação e segurança alimentar para pagar o aluguel no final do mês, aí ela pode recorrer a uma ocupação urbana”.

Perfil

A crise habitacional brasileira tem classe, gênero e raça, revelou o levantamento. A grande maioria dos afetados é formada por pessoas que se autodeclaram pretas e pardas (66,3% do total), mulheres (62,6%) e que ganham até dois salários mínimos (74,5%). “Estamos falando de pessoas predominantemente de baixa renda, muito vulnerabilizadas do ponto de vista socioeconômico. É também uma população predominantemente negra e, muitas vezes, chefiada por mulheres. Existe uma dívida histórica do país em relação à demanda dessa população por moradia”.

Do total de vítimas dessas remoções e despejos, cerca de 267 mil são crianças e mais de 262 mil, pessoas idosas. “Sabemos que apesar de a moradia ser um direito constitucional e um direito humano, ainda estamos em um país em que existem pelo menos 6 milhões de pessoas em situação de déficit habitacional e mais 26 milhões em condição de inadequação habitacional. A pesquisa indica a ponta do iceberg de um problema histórico no Brasil. Estamos falando aqui da moradia, do problema da luta pela terra e de como isso está atrelado às questões da pobreza e de interseccionalidades”, disse Raquel Ludermir.

Números subestimados

Segundo a Campanha Nacional Despejo Zero – articulação nacional composta por 175 organizações que atuam na luta pelo direito à vida na cidade e no campo e que fez o mapeamento de forma coletiva – esse número pode ser ainda maior já que a pesquisa não considera a população em situação de rua e pessoas que estão ameaçadas por desastres socioambientais.

O que o levantamento conseguiu apontar é que, do total de vítimas de despejos ou remoções forçadas, 333.763 correspondem a famílias ameaçadas, 42.098 a famílias despejadas e 78.810 a famílias vivendo com o despejo suspenso.

Entre as regiões mais afetadas, São Paulo lidera o ranking com o maior número de famílias ameaçadas (90.015) e despejadas (9.508). O estado de Pernambuco aparece na segunda posição no ranking de famílias ameaçadas (43.411) e em quinto no de despejadas (2.194). Já o estado do Amazonas aparece na segunda posição em número de despejados (5.541) e em terceiro no de ameaçados (31.902).

Reintegração de posse e grandes obras

De acordo com Raquel, essas remoções forçadas ou despejos são motivados principalmente por reintegração de posse, quando há conflito entre a pessoa que se diz proprietária do imóvel ou da terra e as famílias que estão ocupando esses locais.

Como segunda principal razão estão as remoções forçadas impulsionadas pelo poder público, principalmente por grandes obras. “Isso pode estar relacionado a grandes obras – como de sistema de transporte, drenagem ou esgotamento sanitário – ou obras em menor escala, que são supostamente para o benefício da própria população, mas que acabam tendo efeitos contraditórios de remoção”, afirmou.

É por isso que, neste momento em que as grandes obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) estão sendo retomadas, Raquel defende que é preciso repensar o quanto elas podem estar afetando também a população mais vulnerável. “É muito importante a gente estar atento para que essas obras não tenham um efeito ainda mais negativo sobre a população vulnerabilizada”, destacou. “A obra pública não pode nunca aumentar o déficit habitacional ou o problema da moradia no país, porque senão a gente está favorecendo apenas um setor de desenvolvimento”.

Soluções

Para a gerente da organização, é urgente que se pense em uma política nacional de mediação de conflitos fundiários, com esforço interministerial para que o problema seja resolvido. Outro ponto levantado por ela diz respeito às legislações e decisões judiciais. “Temos diversas medidas em nível do Conselho Nacional de Justiça, como por exemplo a Resolução 510 de 2003, que estabelece a necessidade de mediação desses conflitos com visitas in loco, ou seja, é o juiz descer do escritório e realmente colocar o pé na terra e conhecer as pessoas que estão sendo removidas”.

Também é preciso, segundo ela, que se encerrem propostas legislativas que pretendem marginalizar ainda mais essas pessoas. “Há propostas legislativas que estão tramitando e que estabelecem – ou tentam estabelecer – que as pessoas que precisam ocupar imóveis ou terrenos percam também seus direitos a programas sociais, como o Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) ou o direito de participar de concursos públicos. Existe aqui uma tentativa de punir duplamente a população que já está bastante vulnerabilizada, ou seja, uma pessoa que já não tem direito à moradia, além de tudo, corre o risco de perder o direito a um programa social”.

O mapeamento pode ser consultado no site da campanha.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Reprodução

Vinhedo (SP): Corpos de vítimas de tragédia aérea começam a ser enterrados

Familiares das vítimas do acidente aéreo que matou 62 pessoas em Vinhedo, no interior de São Paulo, começam a realizar os primeiros velórios das vítimas, à medida que os corpos são identificados e liberados. Até a manhã desta segunda-feira (12/8), o Instituto Médico Legal (IML) Central de São Paulo havia identificado 12 vítimas e feito a liberação de oito corpos. As certidões de óbito já foram lavradas em cartório.