Meio Ambiente

Tem aumentado as denúncias de maus-tratos aos “Saruês”

Os saruês, pequenos primatas da família dos saguis, têm sido alvo constante de maus-tratos em diversas regiões do Brasil. Esses animais, conhecidos por sua agilidade e curiosidade, muitas vezes são capturados ilegalmente para serem vendidos como animais de estimação exóticos, o que é proibido por lei.

Além disso, os saruês também sofrem com a destruição de seu habitat, o que os coloca em situações de vulnerabilidade e dificulta sua sobrevivência na natureza. A expansão urbana e a prática de desmatamento são alguns dos principais fatores que contribuem para o declínio das populações de saruês em todo o país.

Outro ponto preocupante é o uso desses animais em circos e shows itinerantes, onde são submetidos a condições precárias e maus-tratos constantes. Muitas vezes, os saruês são obrigados a realizar truques e performances que vão contra sua natureza selvagem, causando estresse e sofrimento.

Diante desse cenário, organizações ambientais e defensoras dos direitos dos animais têm se mobilizado para combater o comércio ilegal de saruês, conscientizar a população sobre os cuidados adequados com esses primatas e pressionar as autoridades para a criação de políticas de proteção e conservação das espécies ameaçadas.

É fundamental que a sociedade como um todo se una em prol da proteção dos saruês e de todas as outras espécies de animais que sofrem com maus-tratos e exploração. Somente com a conscientização e o engajamento de todos será possível garantir um futuro responsável e sustentável para a fauna brasileira.

Lei do ICMS Ambiental proposta pelo Governo de SP é aprovada na ALESP

A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou, nesta terça-feira (12), o projeto de lei 948/2023 proposto pelo Governo de SP que marca, na prática, o dobro do repasse do ICMS Ambiental para cidades que preservarem suas áreas verdes ou que possuem vegetação ainda nativa.

Dois dos quatro critérios para o repasse da arrecadação do imposto aos municípios passaram de 0,5% para 1%. Os outros dois foram mantidos em 0,5%, cada. Agora, o PL virá para a sanção do governador Tarcísio de Freitas.

A PEC relativa à adoção desse instrumento de incentivo aos municípios para a preservação de áreas verdes, proposta pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), havia sido aprovada em dezembro passado.

Com a nova regra, o Governo estima que R$ 732 milhões sejam destinados aos municípios anualmente. O montante é 153% maior do que o destinado a cerca de 200 municípios que cumpriram os critérios ao longo de 2021 e 2022.

“O foco é a preservação da floresta e a restauração de áreas. Nós vamos dobrar o ICMS ambiental direcionado aos municípios que protegem espaços territoriais ou que possuem áreas de vegetação nativa.

Regiões, como o Vale do Ribeira, por exemplo, serão bastante beneficiadas”, explica o subsecretário de Meio Ambiente da Semil, Jônatas Trindade.

Construção da Represa Plínio Paganini inundará cachoeiras famosas da região

Represa ameaça belezas naturais em Botucatu: Cachoeira da Schin e Cachoeira do Segredo irão desaparecer para a formação do lago da Represa Plínio Paganini.

A construção da barragem Plínio Paganini em Botucatu está causando preocupação entre os amantes da natureza e os defensores do meio ambiente. Duas das mais belas cachoeiras da região, a Cachoeira da Schin e a Cachoeira do Segredo, serão inundadas e desaparecerão devido ao projeto.

Localizada na região central do estado de São Paulo, Botucatu é conhecida por sua rica paisagem natural, que inclui diversas cachoeiras. No entanto, a construção da barragem tem levantado sérias questões sobre o impacto ambiental da fauna, da flora e dos mananciais próximos às obras.

A Cachoeira da Schin, um dos principais pontos turísticos da região, atrai visitantes de todo o país pela sua beleza cênica e pelas atividades de ecoturismo que oferece. Já a Cachoeira do Segredo, conhecida por sua atmosfera tranquila e seu entorno exuberante, era um refúgio para quem buscava contato com a natureza.

A inundação dessas cachoeiras não apenas representa uma perda irreparável de paisagens naturais únicas, mas também afeta negativamente o turismo local, a economia rural da região, mas também o setor turístico.

Os defensores do meio ambiente têm se mobilizado para tentar discutir melhor o projeto de ocupação do entorno da represa pelos empreendimentos imobiliários na área chamada ZEPAM (Zonas Especiais de Proteção Ambiental) que tramita na Câmara Municipal, mas boa parte da área das cachoeiras ja foi desmatada e estaqueada delimitando ate onde irá chegar o nível da água da represa que indica que essas cachoeiras serãosim inundadas e desaparecerão. Os ambientalistas argumentam que é possível encontrar alternativas que preservem as cachoeiras e ao mesmo tempo atender às necessidades econômicas da região.

Enquanto as discussões continuam, a comunidade local e os amantes da natureza permanecem vigilantes, na esperança de que medidas sejam tomadas para proteger esses tesouros naturais e evitar a perda irreparável de parte da identidade e da beleza de Botucatu.

Assista o vídeo:

 

Ambientalista fala a respeito da barragem e o meio ambiente

O Alpha Notícias desta sexta-feira (01), recebeu Georges Pourkam Júnio, ambientalista e membro da ONG Nascentes, para falar de obras que prejudicam o meio ambiente.

A Alpha recebeu denúncias de moradores que moram entorno da obra da barragem em Botucatu, que estão preocupados com os animais e de duas cachoeiras que serão alagadas

A equipe da Alpha esteve no local onde está sendo feita a obra da barragem para apurar a denúncia e entender o que de fato está ocorrendo. E de fato no local foi observados vários pontos que interferem na proteção ao meio ambiente, tanto na fauna quanto na flora. A matéria foi veiculada nesta sexta-feira (01), no programa Alpha Notícias.

E para que pudéssemos nos entender melhor essa pauta, a Alpha convidou Georges para uma entrevista e pontuar danos ao meio ambiente naquele local.

Segundo Georges, aquela região jamais poderia receber uma obra daquela dimensão, era uma área de proteção ambiental, tendo animais de várias espécies que habitam aquela região.

“É importante salientar que temos lá diversos problemas que são omitidos, a ONG Nascente sempre faz cobranças aos responsáveis em diversas questões, porque não é só uma represa, e sim oque envolve ela. Há um tempo estivemos com o pessoal da Defesa Civil que estava preocupado com oque pode acontecer em um rompimento da barragem, é difícil acontecer, mas pode.

Aquele local estava dentro da proteção ambiental, era necessário ter feito o afastamento dos animais com a recolha, tudo isso tem estudos, temos falado principalmente com a Sabesp, mas as respostas vem sempre pela metade”. disse Georges

A redação entrou em contato com o prefeito Pardini, para questionar sobre as denúncias que a Rede Alpha recebeu, e questionou sobre a área que será inundada, que respondeu:

“Não me recordo sobre área inundada, caso não se incomode, por favor, acho interessante consultar a Superintendência da Sabesp”. disse Pardini

Acompanhe a entrevista completa pelo link

https://www.facebook.com/share/v/9Z4rfQmmLJUpKnMD/?mibextid=oFDknk

Botucatu atingiu Qualificação I no Programa Município Verde Azul

O Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), entregou no dia 19 de dezembro, certificações a 280 municípios paulistas no nono ciclo do Programa Município Verde Azul (PMVA).

O evento, realizado no Palácio dos Bandeirantes, reconheceu o comprometimento dessas cidades com o desenvolvimento sustentável e a gestão ambiental.

A Secretaria do Verde de Botucatu foi representada pela Interlocutora do Município Verde Azul, Bélith Caroline Leite, e a suplente, Juliane Fumes Bazzo, responsáveis pelo gerenciamento das ações das diretivas ambientais, e pelos servidores Adriana Oliveira e Douglas Crespam.

O programa visa alinhar a gestão ambiental do Estado e dos municípios, proporcionando capacitações e apoio técnico para as prefeituras. No ciclo referente aos anos 2022 e 2023, aprimorou sua metodologia, incluindo critérios mais objetivos de avaliação, como passivos ambientais, e retomou seu calendário anual de atividades.

“As ações propostas são organizadas em dez diretivas que abrangem temas estratégicos, como Governança Ambiental, Avanço na Sustentabilidade, Educação Ambiental, Uso do Solo, Gestão das Águas, Esgoto Coletado e Tratado, Resíduos Sólidos, Qualidade do Ar, Arborização Urbana e Biodiversidade”, destacou Bélith Caroline Leite.

Segundo Bélith, além da qualificação o município recebeu um troféu confeccionado com madeira apreendida em operações da Polícia Militar Ambiental, promovendo a conscientização sobre o combate ao desmatamento ilegal.

Vazamentos de esgoto no Ribeirão Lavapés trazem transtornos aos moradores do local

A equipe da Rede Alpha foi chamada no inicio da tarde desta terça-feira 05/12 por moradores da Travessa Longo cujo terrenos fazem fundos com o Ribeirão Lavapés.

Na semana passada, os mesmos reclamaram do retorno de esgoto dentro de suas residencias que estavam trazendo transtornos sempre que chovia.

E nesta terça, os moradores descobriram que possivelmente o retorno de esgoto nas residencias se dava pelo possível entupimento do emissário de esgoto que foi feito no local há alguns anos.

As imagens coletadas no local, mostram diversos pontos que há vazamento do esgoto e o mesmo percorrendo o curso do rio, trazendo danos ambientais que precisam urgentemente da atenção da SABESP no local.

Nossa redação entrou em contato com a gerência da Sabesp em Botucatu e com o superintendente que prontamente irá averiguar o problema no local.

Uma outra situação levantada pela nossa equipe foi a que há algumas semanas atrás, uma equipe da Prefeitura de Botucatu fez a limpeza da calha do rio e acabou danificando a estrutura de boa parte dos gabiões que foram feitos na primeira fase de recuperação do Ribeirão Lavapés.

Estaremos enviando essa nova demanda para a Prefeitura de Botucatu no tocante da responsabilidade que ela tem sobre o assunto para que situações como esta não voltem mais a acontecer na localidade.

 

 

 

 

Secretaria do Verde apresenta na Câmara a preliminar do projeto de ordenamento territorial da Bacia do Rio Pardo

Na noite da última terça-feira (28), a Câmara de Botucatu sediou uma audiência pública de iniciativa da Secretaria Municipal do Verde. Na ocasião, a pasta apresentou a minuta (ou seja, uma versão preliminar) do projeto de lei que dispõe sobre o ordenamento territorial da Bacia do Rio Pardo.

O local, onde está sendo construída a Represa do Rio Pardo e engloba também o Bairro Demétria, é uma Zona Especial de Desenvolvimento Ecológico Econômico (ZEDEE).

O objetivo do projeto é regulamentar e ordenar o adensamento, o uso e a ocupação do solo da ZEDEE, remetendo às regras que constam no Plano Diretor da cidade. Além disso, visa à gestão participativa, a sustentabilidade, a conservação e preservação dos mananciais e a promoção de educação ambiental.

O evento foi uma oportunidade da população não só tomar conhecimento da proposta, mas também participar, mais uma vez, da discussão sobre ela. Quem presidiu a apresentação e a interação com o público foi o Secretário do Verde, Fillipe Martins. Segundo ele, a audiência representou uma “prestação de contas do processo participativo de elaboração desta legislação específica”.

Também estiveram presentes na Mesa dos Trabalhos o Secretário de Habitação e Urbanismo, Luiz Guilherme Silva, a procuradora municipal, Isadora Coradi, e a arquiteta da Prefeitura, Maressa Mendes. Já os vereadores Alessandra Lucchesi (PSDB), Lelo Pagani (PSDB), Marcelo Sleiman (União), Palhinha (União) e Sargento Laudo (PSDB) acompanharam a audiência de suas bancadas.

Fortes chuvas desta tarde de quinta-feira causam transtornos nas áreas próximas aos rios

As fortes chuvas desta quinta-feira, dia 30/11, causaram pontos de transbordamento no Ribeirão Lavapés em Botucatu.

O nível do rio atingiu o limite dos gaviões, indicando um aumento significativo na quantidade de água.

Além disso, a área próxima à rodoviária também apresentou transbordamento dos rios, porém, os danos foram apenas relacionados à sujeira acumulada no local.

No tocante à área da Rodoviária, esse problema já é antigo. Obras de contenção, piscinões e outras medidas já foram pautadas como alternativas para solucionar este problema.

Chuvas rápidas e fortes como desta quinta-feira já são suficientes para causar estragos naquela região e acabam causando transtornos financeiros para as empresas e residências que se encontram naquele local

Assista a reportagem