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Menina de 10 anos é agarrada por leoa durante atividade interativa em zoológico na China

Uma atividade que prometia interação com animais silvestres terminou em susto em um zoológico no sul da China na quinta-feira (26/2). Uma menina de 10 anos foi agarrada por uma leoa enquanto participava de uma experiência de alimentação no Zoológico do Parque Zhongshan de Shantou, localizado na província de Guangdong.

Imagens gravadas por visitantes mostram o momento em que o animal estende a pata entre as grades e segura a calça da criança, puxando-a em direção ao recinto onde estavam outros leões. A menina gritou enquanto os funcionários correram para soltá-la.

Um tratador que acompanhava a atividade conseguiu agir rapidamente. Primeiro, segurou a criança para impedir que fosse arrastada e, em seguida, utilizou um objeto metálico para pressionar a leoa até que ela soltasse a perna da menina. A ação durou poucos segundos, mas causou pânico entre os visitantes.

A criança sofreu escoriações leves na perna e foi levada a um hospital da região. Após atendimento médico e aplicação de vacina preventiva contra a raiva, recebeu alta no mesmo dia.

De acordo com informações divulgadas pela imprensa local, uma apuração interna indicou que a menina foi levada a uma área destinada à alimentação dos leões mesmo sem ter idade mínima para participar da atividade. Também foi identificado que o acesso de visitantes a áreas restritas já havia ocorrido em outras ocasiões.

O funcionário responsável foi afastado das funções enquanto o caso é investigado. A direção do zoológico informou que a unidade está fechada temporariamente para revisão dos protocolos de segurança e das práticas de manejo durante experiências interativas com animais, tendo em vista que além do ataque houve a quebra de uma das regras em relação à idade da criança.

Autoridades locais acompanham o caso e avaliam medidas para reforçar as normas de segurança no local.

Fonte: Cortreio Braziliense

Foto: Reprodução

Ataque de Israel ao Irã faz dolar subir e petróleo disparar, escalada da guerra afeta mercado

O preço do petróleo no mercado internacional disparou na manhã desta segunda-feira (2), primeiro dia útil após a ofensiva militar dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, que resultou na morte de centenas de pessoas, incluindo o líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, e outras autoridades do primeiro escalão.

Pouco depois das 12h, o contrato futuro do petróleo tipo Brent, referência global, era negociado em Londres a cerca de US$ 79 o barril, alta de aproximadamente 7,6%. Já o WTI, em Nova York, cotava a pouco mais de US$ 71 o barril, avanço de cerca de 6%. O barril do Brent chegou a registrar alta de 13%, superando US$ 80.

A escalada reflete preocupações com o Estreito de Ormuz, rota marítima ao sul do Irã que transporta cerca de 20% da produção mundial de petróleo e gás, proveniente de países como Irã, Arábia Saudita e Iraque. No sábado, dia dos primeiros ataques, centenas de embarcações foram ancoradas, impossibilitadas de atravessar o estreito.

Analistas atribuem a volatilidade à potencial interrupção logística. Rodolpho Sartori, economista da Austin Rating, destacou que o fechamento do estreito reduziria drasticamente a oferta, elevando os preços de forma imediata. Enquanto o conflito persistir e o estreito permanecer fechado, os valores devem se manter altos, possivelmente subindo à medida que os estoques diminuem.

Otávio Oliveira, gerente da tesouraria do Banco Daycoval, enfatizou que o problema não é a produção, mas a logística. A OPEP+ anunciou no domingo (1º) aumento na produção para compensar eventuais perdas, com capacidade ociosa suficiente para suprir o Irã. No entanto, o estreito estreito pode ser facilmente bloqueado, gerando disrupções nas cadeias produtivas globais. Mesmo como exportador de petróleo, o Brasil pode ser impactado pelo encarecimento de derivados importados.

No Brasil, as ações da Petrobras negociavam na B3 a R$ 44,39, alta de 3,90%, pouco antes das 13h. O dólar também subiu, beirando R$ 5,20, avanço de cerca de 1%, interrompendo uma trajetória de queda recente.

Oliveira explica o movimento como fuga de risco, com investidores saindo de emergentes para ativos mais seguros, fortalecendo o dólar globalmente. Sartori considera o cenário complexo, prevendo oscilações na faixa de R$ 5,20 a R$ 5,25, sem valorizações abruptas como em conflitos passados.

Economicamente, Sartori alerta para possível repique na inflação, com repasses de preços ao consumidor se o conflito se prolongar. Oliveira não descarta cortes mais tímidos na Selic, atualmente em 15% ao ano, na reunião do Copom em março – talvez 0,25 ponto percentual em vez de 0,50.

 

Trump diz que “grande onda” de ataques ao Irã “ainda está por vir”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, nesta segunda-feira (2/3), que a “grande onda” de ataques do exército norte-americano contra o Irã “ainda está por vir”.

“Ainda nem começamos a atacá-los com força. A grande onda ainda não chegou. A grande onda de ataques ainda está por vir”, disse Trump.

No sábado (28/2), militares dos Estados Unidos e de Israel iniciaram o maior ataque já registrado contra o território iraniano. A operação resultou na morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei.

Em entrevista à CNN Internacional, Trump afirmou que o exército norte-americano está “dando uma surra” no Irã e que a operação militar deve durar menos de um mês.

“Não quero que se prolongue muito. Sempre achei que seriam quatro semanas. E estamos um pouco adiantados em relação ao cronograma.”

Surpresa com os ataques do Irã

O líder da Casa Branca se disse surpreso com a retaliação do Irã contra países árabes, mas garantiu que os Estados Unidos vão resolver a situação. “Dissemos a eles (países árabes): ‘Nós damos conta disso’. Mas agora eles querem lutar e estão lutando agressivamente. Eles iriam se envolver muito pouco, e agora insistem em se envolver”, afirmou.

Ataques iranianos atingiram ao menos oito países desde o começo da escalada bélica: Bahrein, Catar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Iraque, Jordânia e Omã. Em decorrência dos ataques, ao menos três pessoas morreram nos Emirados Árabes, uma no Kuwait e uma no Bahrein.

“Eles ficaram arrogantes”

Na entrevista desta segunda-feira, Trump revelou que vários líderes do regime iraniano se reuniram no mesmo local, que se tornou o alvo do ataque norte-americano. Para o republicano, “eles (iranianos) ficaram um pouco arrogantes”.

“Achavam que eram indetectáveis, e não eram. Ficamos chocados com isso. Quarenta e nove pessoas (da liderança iraniana). Foi um ataque incrível”, disse.

Trump destacou que, entre os mortos, estavam pessoas cotadas para suceder o aiatolá Ali Khamenei, morto aos 86 anos.

“Esses eram os líderes, e alguns estavam sendo considerados”, disse Trump. Com o sucesso da operação, o republicano afirmou que não se sabe “quem está liderando o país agora”. “Eles (iranianos) não sabem quem está liderando. É um pouco como uma fila de desemprego.”

Segundo Trump, os EUA tentaram negociar com o Irã. “Não conseguimos fazer um acordo com essas pessoas”, disse.

O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, afirmou que os iranianos não estão abertos a negociações com os Estados Unidos. Em publicação no X, ele foi taxativo: “Não negociaremos com os Estados Unidos”.

Larijani escreveu, ainda, que “a ilusão de Trump arrastou toda a região para uma guerra desnecessária e agora ele está, com razão, preocupado com mais baixas americanas”.

Sequência de ataques ao Irã

Trump ressaltou ainda que os ataques contra o Irã desde sábado (28/2) são a sequência de uma campanha de longo prazo contra o regime iraniano. “Eliminamos Soleimani (major-general iraniano Qasem Soleimani) da última vez. Ele era um general incrivelmente violento e cruel”, referindo-se aos ataques de 2020.

“Se isso não tivesse acontecido, talvez você não tivesse Israel hoje. Israel poderia não existir”, complementou Trump.

O republicano também destacou a Operação Martelo da Meia-Noite (Midnight Hammer), deflagrada contra instalações nucleares do Irã em junho do ano passado. “Eles estavam a um mês de ter uma arma nuclear”, disse.

Foto: Reprodução/Atta Kenare

Brinquedo desaba em feira na Índia, mata policial e deixa 13 feridos

Um policial morreu e outras 13 pessoas ficaram feridas após um brinquedo de parque de diversões desabar durante uma feira realizada em Faridabad, no norte da Índia. O acidente ocorreu no dia 7 de fevereiro, em um momento de grande movimento no local por causa do fim de semana.

De acordo com o jornal The Times of India, 26 pessoas estavam no brinquedo no momento do incidente. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra quando uma das extremidades da estrutura se solta após uma rotação no próprio eixo. Em seguida, o equipamento despenca e atinge o chão com força, causando pânico entre os presentes.

Segundo a imprensa local, o policial que morreu tentava socorrer os ocupantes quando a outra extremidade do brinquedo caiu sobre ele. O agente, que estava prestes a se aposentar, não resistiu aos ferimentos. As autoridades investigam as causas do acidente.

Registro do momento exato do acidente com avião em Toronto, Canadá

O voo DL4819 da Delta Connection, operado pela Endeavor Air, virou na pista durante o pouso no Aeroporto Internacional Pearson, em 17 de fevereiro de 2025. A aeronave havia partido de Minneapolis e enfrentava neve e ventos fortes no momento da chegada.

Com 80 pessoas a bordo, o acidente ocorreu após falha no trem de pouso. Uma das asas se desprendeu e houve princípio de incêndio, rapidamente controlado. Apesar da gravidade, não houve mortes, e os cerca de 18 a 21 feridos se recuperaram.

Explosão de caminhão-tanque em Santiago deixa quatro mortos e 17 feridos

Uma violenta explosão envolvendo um caminhão-tanque deixou ao menos quatro mortos e 17 feridos em Santiago, capital do Chile. O acidente ocorreu na manhã de ontem, por volta das 8h no horário local — o mesmo de Brasília — e provocou uma grande operação de emergência, com a mobilização de bombeiros, equipes médicas e forças de segurança.

Segundo informações preliminares das autoridades chilenas, o veículo transportava gás liquefeito quando o motorista perdeu o controle da direção. O caminhão tombou na pista e, poucos instantes depois, ocorreu a explosão, seguida de um incêndio de grandes proporções. O impacto destruiu parte da via, atingiu veículos que passavam pelo local e causou danos em estruturas próximas. O motorista do caminhão está entre as vítimas fatais.

Testemunhas relataram momentos de pânico e correria logo após a explosão. Vídeos gravados por pessoas que estavam nas imediações e divulgados nas redes sociais mostram uma intensa bola de fogo, além de fumaça densa que pôde ser vista a longa distância. Equipes de resgate atuaram rapidamente no socorro às vítimas, e os feridos foram encaminhados a hospitais da região.

As causas do acidente ainda não foram oficialmente confirmadas. A hipótese de falha mecânica ou erro humano não é descartada, e o caso segue sob investigação. As autoridades também trabalham para avaliar os prejuízos materiais e os impactos no trânsito, já que a área precisou ser isolada após o ocorrido.

Não há evidências de que Michael Jackson tenha tido envolvimento com Jeffrey Epstein sobre abuso infantil

A trajetória de Michael Jackson (1958–2009) permanece entre as mais controversas da cultura pop mundial, marcada tanto por uma carreira artística sem precedentes quanto por acusações de abuso sexual infantil que acompanharam o cantor por décadas. @Embora Jackson tenha enfrentado múltiplas acusações em vida, registros oficiais e investigações judiciais concluíram repetidamente que ele não foi condenado criminalmente por abuso infantil, e não existe comprovada ligação criminosa entre ele e o financista Jeffrey Epstein nas investigações mais recentes.

As acusações contra Jackson

A primeira grande acusação pública ocorreu em 1993, quando um garoto de 13 anos e seu pai acusaram Jackson de abuso sexual. A investigação policial terminou sem que o cantor fosse indiciado criminalmente, e Jackson fez um acordo civil com a família sem admitir culpa.

As investigações posteriores também falharam em produzir provas que sustentassem uma condenação criminal.

Em 2003, novas acusações surgiram com base em alegações de um segundo caso, mas após um longo julgamento em 2005, @Jackson foi absolvido de todas as acusações criminais em um tribunal na Califórnia, de acordo com apontamentos do The Guardian.

Desde então, surgiram documentários e processos civis — como Leaving Neverland (2019) — que continuaram a gerar debates públicos sobre o legado de Jackson. No entanto, essas são disputas legais e narrativas de mídia, não julgamentos criminais com veredictos condenatórios.

Arquivos de Jeffrey Epstein e as fotos de celebridades

No final de 2025, os Estados Unidos divulgaram uma grande leva de documentos relacionados às investigações sobre o financista Jeffrey Epstein, acusado e condenado por abuso sexual de menores e tráfico de menores para exploração sexual. Entre os materiais publicados estão diversas fotografias e imagens de Epstein com figuras públicas, incluindo Michael Jackson.

Importante: essas imagens não constituem prova de envolvimento em crimes. Elas apenas mostram Jackson em um momento social ou casual ao lado de Epstein — assim como outras personalidades também apareciam em registros fotográficos — e não há nenhum documento oficial ou investigação credível que ligue Jackson com as atividades criminosas de Epstein, segundo a People.com

Autoridades e especialistas alertam que a presença em fotografias não implica participação ou conhecimento de crimes. Até o momento, nenhuma acusação criminal foi feita contra qualquer figura pública nessas imagens além dos próprios crimes comprovados de Epstein e de sua associada Ghislaine Maxwell.

A dor pública e a experiência de Jackson

O impacto das acusações sobre a vida de Jackson foi profundo. A cobertura midiática intensiva, as especulações e o estigma público tiveram efeitos pessoais sobre seu bem-estar mental e físico, segundo registros e entrevistas liberadas postumamente. Mesmo depois de sua morte em 2009, sua reputação continuou sendo objeto de disputa entre admiradores fervorosos, críticos e sobreviventes que apresentaram acusações civis, conforme aponta tutorial do The Guardian.

Conclusão: o que os fatos dizem até agora

Jackson nunca foi condenado criminalmente por abuso sexual de menores em nenhum dos casos investigados em vida.

A justiça norte-americana decidiu pela sua inocência criminal em julgamento formal em 2005, conforme reportagens do The Guardian.

As fotos de Jackson com Epstein aparecem em arquivos públicos, mas não indicam envolvimento em qualquer atividade criminosa de Epstein, segundo a People.com.

Não há evidências oficiais de que a mídia “descobriu” recentemente que Jackson não cometeu crimes; sim, há um debate contínuo sobre o legado dele com base em julgamentos passados e documentos públicos recém-divulgados.

Michael Jackson sofreu a vida toda e, mesmo assim, não desistiu de defender a si próprio, a natureza, a paz, o amor.

Deputados argentinos aprovam redução da maioridade penal para 14 anos

A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou nesta quinta-feira (12/2) um novo Regime Penal Juvenil, que reduz a idade de responsabilidade penal de 16 para 14 anos. A medida, aprovada com 149 votos a favor e 100 contra, segue agora para análise no Senado.

O debate sobre o projeto foi conduzido pela deputada Laura Rodríguez Machado, presidente da Comissão de Legislação Penal. Ela destacou que a legislação vigente desde 1980 não se alinhava com princípios democráticos modernos.

Machado, relatora do projeto, ressaltou que o novo Código estabelece a reabilitação como objetivo central. Além disso, garante que adolescentes não serão alojados com adultos, um ponto crucial da proposta.