Polícia

Ex-estagiária e colegas denunciaram coordenador de cartório que teve prisão decretada por assédio: ‘Me deixou doente’

Uma das 11 vítimas que denunciaram o coordenador do Cartório da 2ª Vara Criminal do Fórum de Botucatu (SP) era estagiária e subordinada a ele quando teria sofrido assédio sexual. A jovem, inclusive, desistiu da carreira no Direito após concluir o estágio.

O escrevente Paulo Roberto Maciel foi denunciado pelo Ministério Público por estupro, assédio e importunação sexual contra pelo menos 11 mulheres que trabalham no local, e teve prisão preventiva decretada pela Justiça.

O mandado de prisão foi expedido no dia 7 de junho e Paulo é considerado foragido. De acordo com a denúncia do MP, os casos teriam ocorrido entre 2017 e 2022 e passaram a ser investigados depois que uma das vítimas registrou um boletim de ocorrência em abril deste ano.

O g1 entrou em contato com a defesa de Paulo, que informou que existe um recurso de habeas corpus pendente de julgamento no Tribunal de Justiça de São Paulo e que “ele deverá se apresentar no momento oportuno”, afirma o advogado Vitor Carlos Deléo, que representa o denunciado.

A ex-estagiária que está entre as mulheres que denunciaram o escrevente conta que decidiu ir à delegacia somente 20 dias após o registro desse primeiro boletim de ocorrência feito por outra vítima. “Não queria reviver tudo aquilo”, diz.

A jovem, que pediu para não ser identificada, afirma que ficou doente e precisou de tratamento médico após deixar o estágio.

“Foi algo que me deixou doente, eu tive que fazer terapia, tive início de depressão e fiz tratamento. Até hoje se alguém do sexo masculino chega muito perto de mim, tenho gatilhos, não consigo confiar em nenhum homem por causa dele.”

Ela disse que, inicialmente, o suspeito foi bastante solicito e parecia que apenas queria ajudá-la no estágio.

“Ele começou a pegar na minha mão e no começo quando eu questionava, ele dizia que era para me dar segurança, porque era o meu primeiro trabalho, mas que eu poderia ficar segura, que ele ia sempre me ajudar. Falava que eu poderia confiar muito nele, que eu era a estagiária preferida dele”, lembra.

Mas, de acordo com os relatos da vítima, com o tempo ele começou a abusar desses contatos com ela.

“Por muitas vezes ele segurava na minha mão, depois começou a pegar na minha perna e ele sempre falava que era para me passar segurança. Ele acariciava a minha barriga por dentro da blusa e isso foi aumentando com o passar do tempo. Ele sempre me abraça, dava um beijo estalado no rosto e perto da boca muitas vezes. Me abraçava e ia passando a mão pelas minhas costas até chegar perto da bunda e me puxava para muito perto dele.”

A jovem disse que chegou a questionar e reclamar do comportamento do servidor.

“Quando reclamava, ele dizia que num tinha malícia nenhuma naquilo e por muito tempo eu me senti muito louca, eu chorava muito toda vez que isso acontecia, eu ia ao banheiro chorar. Muitas vezes eu pensei em desistir do estágio, mas era algo que naquela época fazia muito sentido para mim, depois passou a num fazer mais sentido. Hoje num faz sentido nenhum para mim o Direito”, completa.

Outra jovem que também denunciou Paulo conta que desistiu do estágio após passar por situações que considerou, no mínimo, inadequadas pela posição que ele ocupava como seu chefe.

“Ele falava que eu não tinha nada a ver com meu namorado, que tinha que terminar com ele, que precisava de um homem que cuidasse de mim e que ele ia ser esse homem. No começo achei que era brincadeira, mas essas falas começaram a se repetir e as investidas só pararam quando eu me posicionei, fui até grosseira com ele”, afirma.

Depois disso, a jovem, que também era estagiária decidiu deixar o trabalho no Fórum.

“Não tinha mais conforto, era uma coisa muito boa, um estágio muito bom e acabou se tornando uma coisa ruim”, afirma.

Denúncias

As vítimas decidiram quebrar o silêncio e denunciar os casos de assédio depois que uma delas procurou a Delegacia de Defesa da Mulher em abril deste ano e o inquérito foi aberto pela Polícia Civil. De acordo com a advogada Rayssa Blumer, que representa duas das vítimas, antes de procurar a polícia, uma delas chegou a denunciar o caso à 2ª Vara Criminal.

Porém, somente após a instauração do inquérito policial que foi aberto na 2ª Vara uma apuração interna preliminar sobre o caso. Ainda segundo Rayssa, durante esse procedimento as vítimas e testemunhas foram ouvidas, porém em nenhum momento o suspeito foi afastado de suas funções.

“Até o pedido de prisão do promotor do caso ele continuava no Fórum. Ele entrou de férias, porém em nenhum momento ele foi afastado. É chocante. Embora exista a possibilidade de afastar funcionário com os vencimentos durante a apuração do procedimento, isso não foi feito”, afirma a advogada.

As vítimas tiveram que trabalhar com Paulo, no mesmo ambiente, por mais de um mês enquanto o processo tramitava.

“Elas estavam com medo dele. Iam almoçar no carro para não ir ao refeitório e encontrar com ele lá”, destaca a advogada.

Ainda de acordo com Rayssa, o suspeito teria sido afastado do cargo de chefia somente após a conclusão do procedimento administrativo preliminar. O processo segue em segredo de Justiça.

Para as mulheres que fizeram as denúncias o objetivo é que a justiça seja feita e não seja mais um caso sem punição.

“Hoje me sinto acolhida, eu consigo ver que a culpa que não era minha. Tem muitas meninas que passaram por isso e tem medo, a gente que denunciou tem medo também, mas eu acredito que a justiça vai ser feita e peço que elas denunciem, porque juntas somos mais fortes. Espero que ele pague pelo o que fez, porque não é justo, a gente se culpar, a gente sofrer, ficar doente e ter que fazer tratamento médico por causa de uma pessoa assim.”

A defesa de Paulo informou que ele estava de férias durante a apuração das denúncias e depois foi afastado por licença médica. O advogado considera que o pedido de prisão de seu cliente é uma medida precipitada, apesar da gravidade das acusações.

“As acusações são graves, mas creio que as medidas judiciais se mostram precipitadas considerando que se trata servidor com 32 anos de trabalho sem uma única mácula de natureza administrativa ou criminal. Não oferece qualquer risco à sociedade tampouco às pessoas que hoje o acusam. Vamos aguardar a instrução probatória, com direito ao princípio do contraditório e defesa ampla, só então tudo será esclarecido”, afirma.

Como o suspeito é considerado foragido, informações e denúncias sobre o caso podem ser comunicadas às autoridades pelo disque-denúncia 181.

Fonte: g1

*Com informações Adriano Baracho/ TV TEM

Polícia Militar através da Força Tática, prende 2 homens por tráfico de drogas em Botucatu

Na noite de ontem (19), policiais militares do 12° BPMI prenderam em flagrante dois homens pelo crime de tráfico de drogas na Vila Mariana, em Botucatu/SP.

Após denúncia anônima, realizada diretamente por um popular, policiais da equipe de Força Tática deslocaram até os endereços informados, e após realizarem diligências, acabaram localizando os seguintes produtos utilizados no tráfico de drogas: 01 tablete de maconha de aproximadamente 300 gr, 01 balança de precisão e diversas embalagens plásticas.
A ocorrência foi apresentada na central de polícia judiciária, onde os criminosos permaneceram presos.

Apreensão de drogas e ocorrência de violência doméstica são atendidas pela Polícia Militar nos predinhos do CDHU

Durante patrulhamento pelos prédios do CDHU, uma mulher solicitou o apoio da equipe pois havia sido agredida por seu amasio com socos e chutes, além de puxões de cabelo e pediu a presença dos policiais militares para retirar seus pertences da residência.

No imóvel não havia ninguém naquele momento, pois seu amásio ao notar a presença da viatura policial evadiu-se do local em um veículo.

A esposa, muito nervosa deu um chute na porta do apartamento, arrombando-a e também denunciou que seu amasio faz o tráfico pelo local, relatando que o indivíduo recebia a quantia de R$ 50,00 por dia para armazenar as drogas prontas para venda diária em seu apartamento e que esse hábito se repete todos os dias.

Enquanto a solicitante abriu o guarda roupa para retirar suas roupas os policiais notaram um forte odor de maconha e perceberam um grande saco preto no interior do guarda roupa e localizaram 558 porções de maconha e 168 porções de cocaína e também ao lado encontrava-se a carteira de trabalho do seu amásio o qual foi apreendida.

Em consulta via COPOM foi constatado que o homem foi preso duas vezes pelo crime de tráfico de drogas.

Ocorrência apresentada na Delegacia de Plantão Permanente, sendo realizada a apreensão dos entorpecentes.

Fonte: Polícia Militar

Quadrilha rende duas famílias vizinhas em Bauru e rouba de joias a instrumentos musicais

Duas famílias vizinhas, moradoras do Jardim Chapadão, em Bauru, foram rendidas e roubadas por uma quadrilha, na noite desta quinta-feira (15). Armados e encapuzados, os quatro homens fugiram levando carro, motor de popa, mais de R$ 15 mil em dinheiro, talão de cheques, joias, óculos de sol, relógio, instrumentos musicais, iPhone e iPad, outros celulares e notebooks, televisor, tênis de várias marcas, assim como perfumes, roupas e bolsas.

Segundo consta do boletim de ocorrência (BO), por volta das 19h, um homem de 50 anos estava em sua casa fazendo o jantar, enquanto seu filho de 22 anos tomava banho, momento em que sua esposa de 44 anos chegou de carro na residência. Ao abrir o portão, foi abordada pelos quatro homens, que entraram no imóvel com ela.

Logo depois de anunciarem o assalto, levaram a família para o quarto do casal, onde os amarraram com fitas e fios. O tempo todo exigiam dinheiro e joias, consta no documento registrado no plantão da Polícia Civil. Na sequência, começaram a revirar a casa, sendo que um deles permanecia no quarto os vigiando, enquanto outro conversa ao telefone, como se estivesse recebendo ordens.

Todos vestiam moletom escuro e máscaras tipo balaclava. De acordo com as vítimas, estavam bem calmos e aparentavam ser experientes. A família permaneceu amarrada no quarto por cerca de três horas. Quando ouviram barulho de carro ligando e portão fechando, conseguiu se desvencilhar para pedir ajuda. Neste momento, as vítimas constataram que os quatro levaram o carro.

Na sequência, informa o BO, ao conversar com o vizinho de 56 anos, o morador soube que, por volta das 20h, dois homens entraram na casa ao lado, pulando o muro com o uso de uma escada. Na residência, mãe e a filha, com 42 e 17 anos, respectivamente, também foram rendidas e levadas para um quarto do imóvel. Com as mesmas roupas e máscara, além de armados, a dupla as ameaçou exigindo dinheiro.

Consta ainda do BO que ambas disseram não ter acesso ao cofre instalado na residência. Então, aguardaram o homem chegar, por volta das 22h. Ao entrar em casa, ele levou uma coronhada e foi rendido, amarrado e levado ao cômodo onde estavam mulher e filha. Ameaçado, abriu o cofre e entregou dinheiro e outros itens. Na sequência, saíram da casa.

Quando ouviram o barulho da partida do carro, saíram para pedir ajuda. Foi, então, que as duas famílias descobriram que foram vítimas da mesma quadrilha. A polícia esteve nos dois imóveis, onde foi realizada perícia técnica.

Fonte: JCNET

Polícia aguarda laudo do IML de homem confundido com estuprador

A Polícia Civil de Botucatu, aguarda resultado do exame de corpo de delito do homem de 36 anos que foi espancado na última segunda-feira (12) após ser confundido com um estuprador, enquanto acompanhava a filha de 13 anos, a distância, no trajeto da saída da escola até sua casa. A adolescente estuda no Sesi da cidade e, segundo o pai, um dos agressores seria funcionário da instituição.

De acordo com o delegado seccional de Botucatu, Lourenço Talamonte Netto, o Instituto Médico Legal (IML) irá emitir laudo detalhando a gravidade das lesões que o homem sofreu. O resultado do exame irá pautar as próximas ações relacionadas à investigação visando à responsabilização dos autores.

“Dependendo da gravidade, é um tipo de procedimento de Polícia Judiciária. Se for leve, vai para o Juizado Especial Criminal. Em Botucatu, temos o Necrim (Núcleo Especial Criminal). Então vai para o Necrim apurar. Se for lesão grave, instauramos o inquérito policial”, diz. “Mas o BO (boletim de ocorrência) já foi feito, já temos um autor identificado e os outros são profissionais também da escola do Sesi que estão sendo identificados e também ouvidos”.

O homem relatou que, segundo combinado com a mãe da estudante, permitiu que a filha fizesse o trajeto da escola para casa desacompanhada, pela primeira vez. Mas, por segurança, ele a seguiria a certa distância, sem que a menina o visse.

No caminho, porém, três pessoas o abordaram e alegaram que ele estava perseguindo a garota. O homem tentou explicar que era pai dela, mas, mesmo assim, os agressores o cercaram e o espancaram, além de o terem chamado de “malandro”, “estuprador”, “safado, “vagabundo”, “mentiroso”, dizendo que iriam “quebrar as suas duas pernas”.

Ele conseguiu correr, mas, ainda de acordo com seu relato à Polícia Civil, foi perseguido e novamente espancado. Na sequência, conseguiu entrar no Senai em busca de ajuda, mas os indivíduos o alcançaram e voltaram a agredi-lo, dentro da sede.

Os autores só cessaram o espancamento quando, finalmente, foram convencidos de que o homem era pai da jovem. Em seguida, os três deixaram o local. À polícia, a vítima identificou um dos agressores como sendo funcionário do Sesi.

O pai perdeu diversos objetos pessoais, como pulseiras, relógio e par de óculos, e passou por exame de corpo de delito. O caso foi registrado por lesão corporal, ameaça e injúria.

Em nota, o Sesi-SP informou ter tomado “ciência dos fatos, uma vez que o próprio diretor da instituição chamou a polícia”, e disse que aguarda a apuração do ocorrido pelas autoridades.

Fonte: JCNET

Imagem Divulgação

A Polícia Militar prende homem por tráfico de drogas em Pereiras

Na noite de ontem (15), policiais militares do 12° BPMI prenderam em flagrante um homem pelo crime de tráfico de drogas no município de Pereiras/SP.

Durante a realização do policiamento preventivo na região, os agentes de segurança suspeitaram do comportamento do indivíduo, que ao perceber a aproximação dos militares empreendeu fuga do local.

Ao ser efetuado o cerco policial, o criminoso foi detido e submetido à revista pessoal, quando então foram encontradas com ele 80 porções de crack (564 gr), 74 de cocaína (109 gr), 36 de maconha (160 gr) e R$ 576, 00 em espécie. A ocorrência foi apresentada na central de polícia judiciária, onde o infrator permaneceu preso.

Apreensão de dois indivíduos esclarece diversos crimes cometidos em Botucatu

Operação Policial realizada pelos policiais civis da Delegacia de Investigações Gerais – DIG, juntamente com Policiais Civis do Primeiro Distrito Policial, com a finalidade de dar cumprimento a mandados de busca, bem como, mandado de prisão criminal na cidade de Botucatu.

Das diligências realizadas, quando do efetivo cumprimento dos mandados, dois indivíduos suspeitos de cometerem diversos crimes de furto, foram conduzidos à DIG.

Na oportunidade, foram esclarecidos diversos crimes, nas dependências da DIG e outros dois crimes pelo 1º DP, motivo pelo qual a Autoridade Policial representou pela prisão de W.F.C. de 37 anos.

Fonte: Polícia Civil

 

STJ solta chefe do PCC por considerar abordagem da PM ilegal; policiais e promotores reagem

O ministro Sebastião Reis Junior, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), determinou a soltura de Leonardo da Vinci Alves de Lima, conhecido como um dos chefes do Primeiro Comando da Capital (PCC) em São Paulo.

Apontado como traficante pela polícia, Da Vinci estava preso no presídio de segurança máxima de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, mas já foi solto, de acordo com ofício do ministro publicado no sistema do STJ na segunda-feira (12).

O magistrado entendeu como ilegal a abordagem dos policiais militares em São Paulo. Pela ocorrência, os militares informaram um “comportamento estranho do réu”, o que causou suspeita na equipe e motivou que ele fosse abordado.

“Transitava com a motocicleta prata, quando se deparou com patrulha da polícia militar, momento em que subiu na calçada e parou, deixando transparecer o nervosismo, o que ocasionou a abordagem. Com Leonardo, havia R$ 1.010,00 e celular, o qual, durante a averiguação, ele tentou quebrar e correu rumo à viela, sendo, no entanto, alcançado. Questionado, informalmente, admitiu aos policiais que pertencia à facção criminosa e comercializava entorpecente, detalhando que contabilizava o tráfico e distribuía drogas em três dos pontos de venda que havia na favela de Paraisópolis e, também, em bairros da região do ABC”, diz o documento do STJ ao absolver o réu.

Essa não é a primeira vez em que o traficante tem embate jurídico. Em maio de 2020, a Justiça de São Paulo determinou a prisão domiciliar ao suspeito, mas a decisão foi revertida e ele foi mantido preso no presídio de segurança máxima. Logo depois, Da Vinci foi condenado à pena de 10 anos, 7 meses e 15 dias de reclusão, pela qual estava preso.

Críticas à soltura

“Causa preocupação esta interpretação do STJ, que relativiza o alcance da fundada suspeita, absolvendo e dando liberdade a criminosos de alta periculosidade, como é o caso do chefão do PCC Leonardo da Vinci Alves de Lima, encontrado com dois quilos de cocaína”, declarou à CNN a delegada Raquel Gallinati, diretora da Associação dos Delegados de Polícia do Brasil (Adepol).

Segundo a investigadora de São Paulo, “o policial lida diariamente com análises comportamentais’. “Que se registre: policial, estudante, professor, juiz, criança — todos percebem o nervosismo, seja esta definição subjetiva ou não”.

A delegada conta, também, que é crucial que os ministros do STJ considerem ‘a realidade das ruas’ e a experiência dos policiais ao interpretar a fundada suspeita e outros conceitos jurídicos relacionados à segurança pública.

“Não podemos permitir que a defesa dos direitos individuais seja usada como desculpa para enfraquecer o combate ao crime e proteger criminosos de alta periculosidade. É preciso equilíbrio e bom senso nessa discussão”, reforça a delegada.

CNN também ouviu a promotora de Justiça em São Paulo Celeste Leite dos Santos. Para ela, existem nuances do caso concreto que afastariam essa conclusão. “Isso porque, na narrativa do v. acórdão se extrai que não houve uma “mera suspeita” fundada no nervosismo, mas acrescida do fato de que o autor do fato desrespeitou as leis de trânsito, subindo na calçada, o que, em tese, justificaria sua abordagem pessoal. Não menos importante: o tráfico de drogas constitui grave ofensa à saúde pública, com vítimas individuais e coletivas”, explicou.

“A ausência de um estatuto específico que regule os direitos das vítimas faz com que o Direito Penal deixe de exercer uma de suas funções mais emblemáticas: a prevenção à prática de crimes”, comenta a promotora e presidente do Instituto Pró-Vítima.

Fonte: CNN Brasil

Imagem Divulgação STJ