Fernando Bruder 10 de janeiro de 2020Destaque, SaúdeComentários desativados em Primeira Roda de Gestantes de 2020 é na próxima quarta-feira, 15
O bebê vai nascer, e agora? Quais são os sinais do trabalho de parto? O que é preciso fazer? Quando ir ao hospital? Com o intuito de auxiliar as gestantes e familiares – na realização do nascimento humanizado, transmitir conhecimentos técnicos e científicos, vivências profissionais, desmistificar mitos e promover troca de experiências – a Secretaria de Saúde de Botucatu, em parceria com o Grupo Gestar, realiza todos os meses a Roda de Gestantes.
O grupo, pensado para acolher e orientar sobre essas informações, favorece a criação de um espaço de troca de saberes entre mães e profissionais.
Na próxima quarta-feira, 15, a Roda debaterá o trabalho de parto. O próximo encontro da Roda de Gestantes, que é aberta a gestantes, mães, puérperas e acompanhantes, ocorre às 19 horas, no Auditório da Secretaria Municipal de Saúde.
Outras informações podem ser obtidas pelos telefones (14) 3811-1100 – ramal 27 e (14) 99641-1280.
Fernando Bruder 10 de janeiro de 2020Destaque, SaúdeComentários desativados em Médica de Botucatu faz pesquisa inédita para reduzir drogas no coquetel de pacientes com HIV
Uma médica da Unesp de Botucatu (SP) está fazendo uma pesquisa inédita para diminuir a quantidade de drogas no coquetel dos pacientes com vírus HIV. A ideia da doutora Stephanie Valentini já despertou o interesse do Ministério da Saúde e pretende diminuir os efeitos colaterais dos pacientes.
“Nosso projeto de pesquisa consiste em tirar essas medicações de pacientes que aderem bem ao tratamento, que mantém carga viral indetectável por um período um pouco mais prolongado. A gente retira essas medicações tóxicas, colocando apenas duas drogas”, explica a médica.
Ideia da doutora Stephanie Valentini já despertou o interesse do Ministério da Saúde — Foto: Reprodução/TV TEM
Segundo o Ministério da Saúde, a Aids é uma doença que não tem cura, mas tem tratamento. O coquetel é importante para evitar que a doença avance, protegendo os pacientes de problemas mais graves de saúde. Assim, se os medicamentos forem tomados corretamente, o paciente pode melhorar a qualidade de vida.
De acordo com Stephanie, o novo coquetel vai fazer com que o paciente mantenha a carga viral indetectável, ao mesmo tempo que tem menos efeitos colaterais por conta do tratamento com muitos remédios.
Assim, o sucesso do tratamento não é prejudicado. “A gente está tirando a quantidade de comprimidos e colocando remédios com alta barreira genética”, explica a pesquisadora.
PrEP HIV
Médicos pesquisadores conseguem aprovação de medicamento que pode prevenir o HIV
Além do novo coquetel que vem sendo estudado em Botucatu, o Hospital das Clínicas da cidade também está oferecendo, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), um medicamento aprovado pela Anvisa que promete prevenir em 100% o risco de contaminação pelo vírus HIV.
Segundo o infectologista Alexandre Naime, o PrEP HIV é composto por dois medicamentos que impedem que o vírus invada e destrua as células do sistema imunológico.
“Através de um comprimido por dia, você evita a infecção pelo HIV, mesmo que você esqueça de usar a camisinha. Isso faz com que os índices de proteção girem em torno de 100%”, explica.
Apesar da eficácia do medicamento, a camisinha continua sendo essencial para prevenir outras doenças — Foto: Reprodução/TV TEM
O médico infectologista, Jonas Sawasaki, também afirma que a medicação é segura, mas que o preservativo ainda é o método preventivo mais eficaz.
“O medicamento é quase 100% seguro se tomado corretamente. Nós recomendamos, que fora desse método, ainda seja usado preservativo para evitar outras infecções que possam ser transmitidas”, conta.
Apesar da eficiência, apenas um dia sem tomar o medicamento já pode interferir no resultado, aumentando em 5% a chance de contrair o vírus.
Remédio é composto por dois medicamentos que impedem que o HIV invada e destrua as células do sistema imunológico —
Um morador, que prefere não ser identificado, diz que tem medo de contrair a doença e, por isso, faz uso do medicamento oferecido pelo HC regularmente.
“Eu faço uso da medicação há aproximadamente um ano e não tive nenhuma reação adversa. Não tenho dor de cabeça, enjoo e mantenho minhas atividades normais. É algo sagrado, acordo e já tomo meu medicamento antes do café-da-manhã, para não ter problema”, completa.
Fernando Bruder 9 de janeiro de 2020Destaque, SaúdeComentários desativados em Imobiliárias auxiliarão Prefeitura no combate a dengue em Botucatu
Na tarde desta quarta-feira, 08, o Prefeito Mario Pardini se reuniu com representantes de imobiliárias do Município para debater medidas de combate ao mosquito da dengue.
O encontro no gabinete do Prefeito teve como foco a limpeza de imóveis, em especial terrenos baldios de propriedade das imobiliárias ou por elas agenciados.
“Botucatu tem hoje aproximadamente 20 mil terrenos baldios, e uma parte significativa tem essas empresas como responsáveis. Pedimos a colaboração deles nessa luta contra a dengue que a Prefeitura e a população já começaram a enfrentar”, afirmou o Prefeito Pardini.
O decreto emitido pelo Executivo no último dia 02 de janeiro, notifica todos os moradores do Município a limparem seus imóveis no prazo de 10 dias. Após este período, a Prefeitura poderá realizar a limpeza desses imóveis e multar os proprietários.
De acordo com o Código de Obras do Município, instituído pela Lei nº2.482, os proprietários que não realizarem a limpeza de seus terrenos poderão ser autuados com multa de R$ 5,50 por metro quadrado. Além disso, será cobrado o valor do serviço de limpeza, calculado em R$ 5,00 por metro quadrado. A soma dos dois valores equivale a R$ 2.625,00 para um lote padrão de 250 metros quadrados.
A mesma lei esclarece também, em seu artigo 59, que os proprietários dos imóveis são responsáveis pela construção dos respectivos passeios (calçadas), além de mantê-los em perfeito estado de conservação.
Prefeitura fará a sua parte
A Prefeitura de Botucatu aumentou em 10 vezes a cobertura de capina e roçada via contrato com empresas terceirizadas do Município para 2020. O novo contrato prevê, em 2020, que 2,5 milhões de metros quadrados de guias, sarjetas e áreas verdes de propriedade da Prefeitura sejam limpos mensalmente.
Um gabinete de crise foi criado pelo Prefeito Mário Pardini, envolvendo diversos setores da Administração Municipal para o desencadeamento de ações, como Infraestrutura, Zeladoria, Comunicação e Defesa Civil.
Segundo levantamento de janeiro da Vigilância Ambiental em Saúde da Cidade, a cada 100 imóveis, 3,5 possuem larvas do mosquito da dengue, número este que merece atenção, em especial da população. O levantamento apontou que 85% dos criadouros do mosquito estão dentro das casas em calhas, vasos de planta, ralos, e outros objetos que dependem única e exclusivamente da ação do próprio morador.
Fernando Bruder 9 de janeiro de 2020Destaque, SaúdeComentários desativados em Vigilância Ambiental em Saúde fará nebulização no Recreio do Havaí
A Vigilância Ambiental em Saúde realizará nestas quinta e sexta-feira, 09 e 10, entre 8 e 12 horas, a nebulização residenciais do bairro Chácara Recreio do Havaí, Região Oeste de Botucatu. A ação ocorrerá após a investigação de um caso de dengue no bairro.
A VAS já realizou as ações de controle de criadouros e busca ativa de novos casos suspeitos no entorno dos locais de deslocamento do paciente. No bloqueio de redução de criadouros foram visitados 128 imóveis, sendo que 4,6% estavam com larvas de Aedes aegypti.
Como atividade complementar, as equipes também farão a aplicação de inseticida, que tem como objetivo eliminar possíveis mosquitos infectados e quebrar o ciclo de transmissão da dengue.
Os agentes de combate às endemias visitarão os imóveis previamente na quinta e na sexta-feira e orientarão quanto à preparação do ambiente para receber a aplicação do inseticida.
Após 20 minutos, os agentes retornam para confirmar se todos os moradores já estão fora do imóvel e assinalar para o bombista que o ambiente já está preparado para receber o inseticida. O tempo mínimo de espera para retornar ao imóvel após aplicação do inseticida deverá ser de 15 minutos.
“Em hipótese alguma os bombistas retornarão aos imóveis que estavam fechados ou não preparados para receber o inseticida. Por isso é importante que todos sigam corretamente a preparação do ambiente dentro do prazo estipulado”, afirma Valdinei Campanucci, Supervisor de Serviços de Saúde Ambiental e Animal.
Como preparar o imóvel para receber a nebulização
1º – Guarde em local fechado ou mantenha cobertos os alimentos, utensílios de cozinha, roupas limpas ou penduradas no varal, bebedouros de animais e aquários;
2º – Retire ou mantenha levantadas roupas de cama e toalhas de mesa para que o inseticida possa atingir todos os locais;
3º – Mantenha abertas as portas, janelas e cortinas para facilitar a entrada do inseticida;
4º – Retire ou mantenha em cômodo fechado os animais domésticos (cães, gatos, aves, entre outros);
5º – Pessoas impossibilitadas de aguardarem a aplicação do inseticida do lado de fora, deverão permanecer em cômodo com portas e janelas fechadas.
Em caso de chuva, a atividade será reagendada.
“O inseticida agirá apenas no momento da aplicação, portanto a eliminação de condições favoráveis à proliferação do Aedes aegypti, através da manutenção adequada de recipientes com água parada, ainda é a melhor forma de combater a dengue”, finaliza Valdinei Campanucci.
A Secretaria Municipal de Saúde orienta a busca por atendimento médico no caso de aparecimento de sintomas característicos de dengue como febre alta, dor de cabeça, dor no fundo dos olhos, dores nas articulações, cansaço e indisposição.
Fernando Bruder 8 de janeiro de 2020Destaque, SaúdeComentários desativados em Aborto foi a maior causa de morte em 2019, matando mais de 42 milhões… ‘Isso não é um bebê!’: a tragédia de crianças nascidas vivas durante abortos
Mais de 42 milhões de abortos ocorreram por todo o mundo em 2019, de acordo com o serviço de rastreamento Worldometers, constatando mais uma vez que o aborto foi a maior causa de morte no planeta.
“Segundo a OMS, todos os anos no mundo há cerca de 40 a 50 milhões de abortos. Isso corresponde a aproximadamente 125.000 abortos por dia”, observou o Worldometers.
Em 31 de dezembro, a plataforma Worldometers contabilizou 42,4 milhões de abortos, o que representa mais da metade do número total de mortes por qualquer outra causa (58,6 milhões). O aborto superou todas as causas individuais de morte, incluindo mortes em geral por doenças (13 milhões).
O real número total de abortos pode ser menor ou maior, no entanto, já que o Worldometers depende de estatísticas de saúde e mortalidade da Organização Mundial da Saúde (OMS), que por sua vez se baseia em estimativas do Instituto Guttmacher — posicionado como pró-aborto, segundo o LifeSiteNews.
“Os 56,3 milhões de abortos globais que o Guttmacher estima anualmente, não mais do que 10%, pode ser oficialmente contabilizados e apenas 23% têm base na evidência empírica”, disse Michael Spielman, fundador do projeto pró-vida Abort73. “Os outros 77% são assumidos com base em um complexo modelo estatístico que estima uma variedade de fatores”.
O Worldometers identificou números semelhantes no ano passado, levando os órgãos como o Snopes, um site de verificação de fatos, a tentar minimizar a notícia, “não contestando os números, mas argumentando que o aborto não deve ser considerado uma ‘causa de morte’”, relatou o LifeSiteNews.
O Worldometers rastreia e estima estatísticas em tempo real sobre uma ampla variedade de assuntos, com base em dados de fontes como a ONU, a OMS, o Fundo Monetário Internacional (FMI), entre outras. O instituto possui reconhecimento e citações de uma ampla variedade de meios de comunicação e trabalhos acadêmicos, bem como o endosso da American Library Association.
Até esta quinta-feira, 3 de janeiro, o Worldometers já contabilizou mais de 300.000 abortos em todo o mundo somente em 2020.
Quando uma representante da Planned Parenthood testemunhou contra um projeto de lei da Flórida que defendia bebês nascidos vivos durante abortos malsucedidos, ativistas pró-aborto reclamaram que este cenário não era real. Situações como essas, no entanto, têm acontecido desde que o aborto se tornou legal nos Estados Unidos. Um número considerável de funcionários de clínica de aborto, médicos e ex-aborteiros tem quebrado o silêncio e falado sobre essas crianças a quem foi negada assistência médica depois do parto.
No livro The Ambivalence of Abortion [“A Ambivalência do Aborto”], a autora pró-aborto Linda Bird Francke recolheu o depoimento de várias pessoas envolvidas na indústria do aborto. Ela cita uma enfermeira, que conta a seguinte história:
” Tivemos um salino (tipo de aborto) que nasceu vivo. Eu corri para a enfermaria e pus aquilo em uma encubadora. Chamei o pediatra para ajudar, mas ele se negou. ‘Isso não é um bebê. É um aborto!’, ele disse.” [1]
Embora o destino da criança não tenha sido revelado, é praticamente impossível que ela tenha sobrevivido sem assistência médica às lesões fatais de um aborto salino.
Em um procedimento desse gênero, uma solução salina cáustica é injetada no útero materno, envenenando o líquido amniótico e matando o bebê no curso de algumas horas. A mulher entra em trabalho de parto para dar à luz um bebê morto. Esse método foi abandonado na década de 1990 pelo grande número de abortos malsucedidos e porque era perigoso para a mulher. Foi substituído pela D&E (“dilatação e evacuação”), um procedimento brutal pelo qual o bebê é dilacerado com um fórceps e extraído pedaço por pedaço. Uma técnica similar à do envenenamento salino, que ainda é realizada hoje, consiste na injeção de digoxina diretamente no coração do feto. A substância “amolece” o cadáver, tornando mais fácil o ato de rasgá-lo e retirá-lo do útero. Abortos por digoxina são geralmente feitos nos últimos dois trimestres e, às vezes, também produzem nascidos vivos.
Em In Necessity and Sorrow: Life and Death in an Abortion Hospital [“Na Necessidade e no Sofrimento: Vida e Morte em um Hospital de Aborto”], Magda Denes, outra autora pró-aborto, relata o testemunho de Teresa Etienne, identificada como funcionária de uma clínica:
“A única vez em que pensei sobre aborto em termos de religião foi quando vi alguns fetos e um tinha nascido vivo. Eu realmente vi um deles, até senti a batida do coração. Eu o toquei. Parecia um bebê, mas era muito pequeno. Era realmente lindo. Muito calmo. Na verdade, estava começando a morrer. As batidas do coração estavam diminuindo. Ele estava indo para o Hospital Bellevue e um rapaz dizia: ‘Eu não sei porque temos que levar isso pra lá, já que vai morrer de qualquer jeito. Por que passar por todo esse aborrecimento?” [2]
Um caso no qual um bebê nascido vivo foi morto por ação direta do aborteiro veio à luz quando funcionários de uma clínica revelaram o que aconteceu. Nas palavras do autor pró-vida Mark Crutcher:
“De acordo com cinco empregados de uma clínica de aborto, o aborteiro texano John Roe 109 (pseudônimo) estava realizando um aborto quando uma menina do tamanho de um pé (cerca de 30 cm) e com cabelo castanho claro nasceu. Eles confirmaram que o bebê se enrolava na mão de Roe e tentava respirar, enquanto ele segurava a placenta sobre o seu rosto.
Então, ele a jogou em um balde de água e vários empregados confirmaram que bolhas subiram até a superfície. Eles prosseguiram dizendo que Roe, então, ‘soltou o feto dentro de um saco plástico… que foi amarrado e colocado no fundo da sala de operações. As laterais da sacola pulsavam, como se alguém estivesse respirando dentro dela. Então, o saco parou de se mover.’ Uma testemunha diz que estava segurando o saco no qual Roe colocou a criança e, depois, pôs a sacola no freezer onde os fetos abortados eram armazenados.” [3]
Aborteiros descrevem as suas experiências
No artigo Pro-Choice 1990: Skeletons in the Closet [“Pró-Escolha 1990: Esqueletos no Armário”, literalmente], o ex-aborteiro Dr. David Brewer descreve a sua primeira participação em um procedimento de aborto tardio. A operação foi feita por histerotomia, um tipo de aborto no qual o bebê é tirado da barriga da mulher, de modo similar a uma secção cesariana.
“Eu me lembro de ver o bebê se movendo, debaixo das membranas da bolsa, assim que a incisão cesariana foi feita, antes que o médico a rompesse. Veio-me à mente: ‘Meu Deus, aquilo é uma pessoa’. Então, ele rompeu a bolsa. E quando o fez, é como se viesse uma dor ao meu coração, assim como quando eu vi o primeiro aborto por sucção. Então, ele tirou o bebê, e eu não podia tocá-lo… Não podia mais ser um assistente. Apenas fiquei ali e a realidade do que estava acontecendo finalmente começou a entrar em meu cérebro e coração endurecidos.
Eles levaram aquele bebezinho que fazia pequenos sons e se movia e chutava, e o colocaram naquela mesa, em uma fria tigela de aço inoxidável. Enquanto fechávamos a incisão no útero e finalizávamos a cesariana, a todo momento eu conferia e via aquele pequeno ser se movendo naquela tigela. E ele, é claro, chutava e se movia cada vez menos com o passar do tempo. Lembro-me de ficar pensando e olhando para o bebê quando terminamos a cirurgia e ele ainda estar vivo. Era possível ver o seu peito se movendo, o seu coração batendo e o bebê tentando dar um pequeno suspiro. Aquilo realmente me atingiu e começou a me ensinar sobre o que o aborto realmente era.” [4]
Brewer ainda realizaria mais abortos antes de eventualmente sair da indústria e se tornar um interlocutor pró-vida. Mais tarde, na sua carreira profissional, o mesmo David Brewer presenciou o drama de outro bebê nascido vivo depois de um aborto salino:
“Uma noite, uma mulher deu à luz e eu fui chamado a comparecer e examiná-la porque estava fora de controle. Entrei na sala e ela estava caindo aos pedaços, em um colapso nervoso, gritando e se debatendo. As enfermeiras estavam incomodadas porque não conseguiam trabalhar e do mesmo modo todos os outros pacientes, porque essa mulher estava gritando. Quando entrei, vi o seu pequeno bebê vítima de um aborto salino. Ele tinha nascido e ficou chutando e se movendo por um curto espaço de tempo, até finalmente morrer com aquelas terríveis queimaduras – porque a solução salina entra nos pulmões e os queima também.”
O doutor Paul Jarrett, outro ex-aborteiro, conta a seguinte história:
“Como a solução salina hipertônica era muito tóxica se, ao invés do saco amniótico, fosse injetada na parede do útero, havia uma constante procura pela droga perfeita. A prostaglandina tornou-se agora a droga da vez, mas um dos primeiros experimentos era com ureia hipertônica. A maior desvantagem do seu uso era o problema dos nascidos vivos. Lembro-me de usar a solução em uma paciente que os residentes da psiquiatria nos trouxeram de sua clínica (…). Nunca esquecerei quando tirei o seu bebê de cerca de 900 gramas e ouvi os seus gritos: ‘Meu bebê está vivo, meu bebê está vivo!’. Ele sobreviveu por vários dias.”
Outros médicos testemunham o horror
Um médico que cuida de bebês prematuros descreve experiências que teve enquanto ainda fazia residência. Ele ajudou um médico a realizar um aborto terapêutico por histerotomia – técnica na qual o útero gravídico é removido como forma de tornar a pessoa estéril e, ao mesmo tempo, realizar um aborto.
“Eu já havia ajudado em duas outras histerotomias, uma por câncer no endométrio e outra por causa de um tumor benigno. Tinha sido ensinado durante os dois primeiros casos a ‘sempre abrir o útero e examinar o seu conteúdo’ antes de mandar a amostra para a patologia. Então, depois que o professor retirou o útero, eu – ansioso por mostrar-lhe que já tinha aprendido o procedimento padrão – perguntei-lhe se queria que eu o abrisse, ao que ele respondeu: ‘Não, porque o feto pode estar vivo e então estaríamos diante de um dilema ético.’” [5]
Pouco tempo depois, o mesmo médico presenciou com os seus próprios olhos um bebê nascido vivo depois de um aborto:
“Algumas semanas depois, agora no departamento de obstetrícia, eu recuperei uma bolsa de fluído intravenoso que o médico residente havia pedido. O material era para ministrar prostaglandina, uma droga que induz o útero a contrair e expelir o que tem. O paciente fez o mínimo contato visual conosco. Algumas horas depois, eu vi o feto abortado ofegante e movendo as suas pernas em uma arrastadeira, que depois foi coberta com um pano.” [5]
Então, ele descreve um aborto por nascimento parcial realizado sem sucesso em um bebê com hidrocefalia. Primeiro, ele conta o modo como o aborto seria realizado:
“O residente descreveu como ia tirar o corpo do bebê e, então, quando a cabeça estivesse presa, inserir o trocarte – um longo instrumento de metal com uma ponta afiada – através da base do crânio. Durante a fase final desse procedimento, ele indicou que moveria o tubo de sucção várias vezes de um lado ao outro do tronco cerebral, para garantir que o bebê nasceria morto. Vários dos pediatras residentes, incrédulos, disseram: ‘Você está brincando’ ou ‘Você está inventando isso’…” [5]
Depois, descreve o resultado da operação:
“Depois, naquela tarde, o obstetra residente realizou o procedimento, mas, infelizmente, a criança nasceu com o coração batendo e alguns suspiros fracos e ofegantes. Então, o bebê foi trazido à UTI neonatal: era uma criança um pouco prematura, que pesava em torno de 2 quilos. Sua cabeça, em si, estava dilacerada. A cama estava suja de sangue e drenagem. Fiz o meu exame (nenhuma outra anomalia detectada), então anunciei a morte do bebê cerca de uma hora depois.” [5]
O Dr. Ron Paul, que já foi candidato do Partido Republicano à presidência dos EUA, contou a seguinte história em uma propaganda de campanha:
“Aconteceu, uma vez, de eu entrar em uma sala de operações onde estavam realizando um aborto em uma gravidez avançada. Eles retiraram um pequeno bebê que era capaz de chorar e respirar, colocaram-no em um balde, puseram-no no canto da sala e fingiram que ele não estava lá. Desci pelo pátio de entrada e um bebê tinha nascido prematuro – um pouco maior que o bebê que tinham colocado no balde – e eles queriam salvar esse bebê. Ali, eram em torno de 10 médicos fazendo todo o possível para salvar a vida daquela criança.
Quem somos nós para decidir, para escolher e descartar uns e lutar para salvar a vida de outros? A menos que solucionemos isso e entendamos que a vida é preciosa e que devemos protegê-la, não seremos capazes de proteger a liberdade.”
Esses incidentes são apenas a ponta do iceberg. Não se sabe exatamente, ao longo de todos esses anos, quantas crianças nasceram vivas e morreram silenciosamente – ou foram deixadas para morrer – sem que ninguém revelasse o que aconteceu a elas.
Fernando Bruder 7 de janeiro de 2020Destaque, SaúdeComentários desativados em Janeiro é o mês de conscientização sobre a Hanseníase
Seguindo a tradição dos meses de conscientização sobre saúde, em 2016 o Ministério da Saúde oficializou o mês de janeiro como de alerta e esclarecimento sobre a Hanseníase.
A hanseníase, conhecida antigamente como lepra, é uma doença crônica, transmissível, que através do bacilo Micobacterium leprae, atinge principalmente a pele e os nervos periféricos do organismo humano. Por ano, são diagnosticados 30 mil novos casos de hanseníase no Brasil.
Todas as equipes das Unidades de Saúde de Botucatu estarão envolvidas na campanha “Janeiro Roxo”, em alusão à doença, promovendo a busca ativa de casos, com avaliação de contatos e encaminhamento de pacientes para tratamento, realização de atividades educativas em salas de espera e também aproveitando cada situação de atendimento de usuários nas Unidades de Saúde.
“A hanseníase pode provocar graves incapacidades físicas se o diagnóstico demorar ou se o tratamento for inadequado. Apesar de ser uma doença de pele, é transmitida através de gotículas que saem do nariz, ou através da saliva do paciente, afetando primordialmente a pele, mas também olhos e, eventualmente, outros órgãos”, afirma o Secretário Municipal de Saúde, André Spadaro.
Os sinais e sintomas mais frequentes da hanseníase são:
• Manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas, em qualquer parte do corpo, com perda ou alteração de sensibilidade térmica (ao calor e frio), tátil (ao tato) e à dor;
• Áreas com diminuição dos pelos e do suor;
• Dor e sensação de choque, formigamento, fisgadas e agulhadas ao longo dos nervos dos braços e das pernas e dormência nas extremidades;
• Inchaço de mãos e pés;
• Diminuição sensibilidade ou da força muscular da face, mãos e pés, devido à inflamação de nervos, que nesses casos podem estar engrossados e doloridos;
• Úlceras de pernas e pés;
• Caroços (nódulos) no corpo, em alguns casos avermelhados e dolorosos;
• Febre, edemas e dor nas juntas;
• Entupimento, sangramento, ferida e ressecamento do nariz;
• Ressecamento nos olhos.
A Secretaria Municipal de Saúde orienta que, ao suspeitar dos sintomas, munícipes devem procurar uma Unidade de Saúde.
Fernando Bruder 6 de janeiro de 2020Destaque, SaúdeComentários desativados em Um mês antes de um ataque cardíaco, seu corpo vai avisar você: aqui estão os 6 sinais!
Ataque cardíaco é uma das principais causas de morte no mundo.
Os principais problemas que levam a um ataque do coração são:
Pressão arterial alta
Colesterol alto
Cigarro
Se você conseguir se afastar desses três problemas, já ficará mais longe de ter complicações no coração.
No entanto, há outros problemas que devem ser evitados, como:
Diabetes
Obesidade
Má alimentação
Sedentarismo
Bebidas alcoólicas
Esses seis fatores aumentam consideravelmente os riscos de ataque cardíaco.
O assunto é muito sério.
E detectar o problema o mais rápido possível pode garantir a sobrevivência.
Por isso é muito importante conhecer sintomas que podem ser detectados um mês antes do ataque:
1. Desconforto no peito
Este é clássico, todo mundo conhece.
Às vezes é uma pressão no peito, outra vezes é um ardor ou espécie de beliscão.
Geralmente isso surge durante uma atividade física ou até mesmo durante o repouso.
Observação:
É possível um ataque cardíaco sem o sintoma do desconforto no peito, principalmente entre as mulheres.
2. Cansaço
Cansaço sem motivo é muito estranho.
Se o coração passa a trabalhar mais e as tarefas simples já se tornam cansativas, então tome cuidado!
Ao perceber que você está dormindo mais horas durante a noite ou tira vários cochilos durante o dia, atenção!
3. Tosses e resfriados duradouros
Se tiver um resfriado que parece que não vai embora nunca, pode ser sinal de insuficiência cardíaca.
Nessas horas é importante prestar atenção na cor do muco.
Se for branco, está tudo bem.
No entanto, se for rosado, pode ser o indício da presença de sangue e é preciso ver se tem relação com o coração.
4. Inchaço
Se o coração se esforça para bombear o sangue no corpo, veias podem começar a inchar.
Você pode perceber inchaço principalmente nos pés, pernas e tornozelos – pois são as partes mais distantes do coração.
Também é possível perceber cianose periférica, que é uma coloração azulada, vista nas extremidades.
5. Tontura
Com o sangue restrito, o coração fraco, o cérebro pode não estar absorvendo a quantidade correta de oxigênio.
O resultado disso é a sensação de tontura.
6. Falta de ar
O coração e os pulmões são parceiros de trabalho.
Quando o primeiro começa a funcionar mal, os pulmões ficam sem oxigênio necessário.
Resultado: dificuldade respiratória.
Importante!
Esses sintomas servem de alerta para um ataque cardíaco.
Mas eles também podem estar associados a outros problemas.
Por isso, se tiver um ou mais deles, é importante você investigar com seu médico, para ter certeza do que realmente se trata.
Fernando Bruder 31 de dezembro de 2019Destaque, SaúdeComentários desativados em Prefeitura lança medidas contra o avanço da dengue no verão em Botucatu
Para que Botucatu se mantenha protegida contra a dengue, a Prefeitura de Botucatu adotará medidas para inibir a proliferação do mosquito Aedes aegypti.
Na manhã da última sexta-feira, 27, um gabinete de crise foi criado pelo Prefeito Mário Pardini, envolvendo diversos setores da Administração Municipal para o desencadeamento de ações, como Infraestrutura, Zeladoria, Comunicação e Defesa Civil.
Segundo levantamento da Vigilância Ambiental em Saúde da Cidade, a cada 100 imóveis, 3,5 possuem larvas do mosquito da dengue, número este que merece atenção, em especial da população. O levantamento apontou que 85% dos criadouros do mosquito estão dentro das casas em calhas, vasos de planta, ralos, e outros objetos que dependem única e exclusivamente da ação do próprio morador.
“Agradecemos o apoio da nossa população no último ano, mas novamente contamos com a sensibilidade de cada um para que Botucatu não tenha um surto da doença. Cada um precisa fazer sua parte no que diz respeito a sua própria casa ou terreno. Estamos multiplicando em 10 vezes a área de roçada e capina de nossas áreas públicas dentro do contrato com a empresa vencedora da licitação para também estarmos de acordo com essa necessidade”, citou o Prefeito Mário Pardini.
Dentre as medidas que serão realizadas, como visita intensiva dos agentes de combate às endemias nas residências de toda a Cidade, presença de drones da Prefeitura fiscalizando caixas d’água, calhas e piscinas, operações Cata-treco quinzenais em pontos críticos, e ações educativas através das escolas do Município, está um novo decreto do Prefeito Mário Pardini. Assim como no início de 2019, o documento dará 10 dias, a partir do dia 02 de janeiro de 2020, para que todos os munícipes realizem a limpeza em suas casas e terrenos, especialmente com a capina do mato e remoção de entulho. No caso de descumprimento, o cidadão ficará passível de multa.
De acordo com o Código de Obras do Município, instituído pela Lei nº2.482, os proprietários que não realizarem a limpeza de seus terrenos poderão ser autuados com multa de R$ 5,50 por metro quadrado, o que equivale a R$ 1.375,00 para um lote padrão de 250 metros quadrados. A mesma lei esclarece também, em seu artigo 59, que os proprietários dos imóveis são responsáveis pela construção dos respectivos passeios (calçadas), além de mantê-los em perfeito estado de conservação.
“Tivemos municípios na região, como Bauru, com dezenas de milhares de casos confirmados e até óbitos, o que não queremos que ocorra em nossa Cidade. Por isso, é fundamental que cada um contribua fazendo a sua obrigação”, completou o Secretário Municipal de Saúde, André Spadaro.
Em 2019, Botucatu registrou 97 casos de dengue, número este que foi expressivo, se comparado aos anos de 2017 e 2018, quando o Município teve seis casos em cada período. O aumento se deve ao grande surto da doença no interior do Estado de São Paulo.
Vai viajar? Então se liga!
Para quem vai viajar neste fim de ano e deixará a casa fechada, a orientação é não dar oportunidade para o vetor se proliferar. Medidas simples podem ser adotadas, como substituir a água dos pratos dos vasos de planta por areia; deixar a caixa d´água tampada; cobrir os grandes reservatórios de água, como as piscinas; remover do ambiente todo material que possa acumular água (garrafas pet, latas e pneus) e fazer a manutenção das calhas para um bom escoamento de água.
Outra recomendação importante é que, se ao voltar de viagem houver a manifestação de sintomas como febre, dor de cabeça, dor no fundo dos olhos, dor muscular, dores nas articulações, cansaço ou indisposição, procurar atendimento médico para uma avaliação e possível notificação de caso suspeito de dengue, que desencadeará todas as ações para evitar a transmissão desta doença.