Saúde

Carreata Mc Dia Feliz 2020 é amanhã à partir das 10 horas

Vem aí a Carreata McDia Feliz 2020 de Botucatu, amanhã dia 21, a partir das 10h, com concentração no Largo da Catedral e término no McDonald’s da Avenida Vital Brasil!
A participação é totalmente gratuita!
Lembramos: o uso de máscara é obrigatório para todos!
 
Faça a sua parte e contribua para o diagnóstico precoce do câncer infantojuvenil! Participe!

HCFMB abre processo seletivo para 2ª turma de Cursos de Especialização

A partir desta sexta-feira, 20, até o dia 5 de dezembro, estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo destinado ao preenchimento de vagas da segunda turma dos Cursos de Especialização na área da Saúde, reconhecidos pelo Conselho Estadual de Educação da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo (CEE/SEE/SP) e oferecidos pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB).

Serão oferecidas vagas para os seguintes cursos:

– Especialização Multiprofissional em Saúde da Criança e do Adolescente;
– Especialização em Sistematização da Assistência de Enfermagem;
– Especialização Multiprofissional em Saúde do Adulto e do Idoso;
– Especialização em Inovações Diagnósticas e Terapêuticas;
– Especialização em Rede de Atenção no Sistema Único de Saúde.

Desde o começo deste ano, o HCFMB se tornou uma das Unidades Didáticas do Centro Formador de Recursos Humanos para o Sistema Único de Saúde de São Paulo (CEFOR SUS/SP) “Dr. Antônio Guilherme de Souza”, órgão pertencente à Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP).

Os cursos são reconhecidos pelo Conselho Estadual de Educação da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo (CEE/SEE/SP) e tem o apoio administrativo do Departamento de Gestão de Atividades Acadêmicas (DGAA) do Hospital.

As inscrições podem ser feitas clicando aqui. Neste mesmo endereço eletrônico, podem-se obter mais informações sobre os cursos oferecidos pelo HCFMB. Para esclarecimento de dúvidas, é necessário entrar em contato com o DGAA pelo telefone (14) 3811-6426 ou pelo e-mail: ensinodgaa.hcfmb@unesp.br.

Estudo e pandemia: expectativas e realidade

A rotina de todos nós mudou repentinamente com a chegada da covid-19. Em todos os setores da vida houve mudanças e adaptações para que de alguma maneira pudéssemos seguir. Assim estamos desde meados de março, com muitas pessoas, senão a maioria, trabalhando em casa ou perderam seus empregos, o que traz ainda mais insegurança. Estamos distantes de uma vida normal, além da pandemia, a situação econômica do país está caótica e muitas famílias sofrendo com o desemprego, que aumentou consideravelmente.

Na área da Educação não foi diferente, adaptações foram feitas e de repente os estudantes da Educação Básica, que nunca pensaram em estudar de forma remota, agora estudam por meio de canal de televisão e plataformas digitais com a utilização da internet. Os professores também tiveram que se adequar a esta nova metodologia, utilizar as câmeras para dar aulas, tarefa difícil para muitos que não tiveram em sua formação inicial e continuada, esta prática para o ensino. O trabalho realizado nos sistemas também é tarefa difícil para os professores, fazer chamada, alimentar o sistema com conteúdo, avaliar, corrigir provas e trabalhos agitou a rotina dos professores.

Diante deste cenário, muito se tem discutido sobre o acesso a internet de qualidade, tanto a rede como em equipamentos para assistir as aulas. Esta situação não se aplica apenas para os alunos ou rede pública de ensino, mas as necessidades se igualaram, considerando que na rede privada os alunos até podem ter acesso a internet e computadores, mas, e os professores, será que eles também possuem equipamentos que suprem as necessidades para o trabalho?

Vimos em muitas pesquisas que não, os professores sofrem tanto quanto os alunos, quando se trata de utilização da tecnologia em casa. A questão é que como estão todos em casa, muitas vezes a família possui um computador para utilização de todos, o que antes tinha a finalidade de lazer agora é para trabalho e estudo de todos.

Esta é uma realidade triste perante o desenvolvimento da aprendizagem dos estudantes, sobretudo dos que estão se preparando para prestar vestibular. O Ministério da Educação divulgou algumas diretrizes para o retorno as aulas, porém ainda sem previsão para que aconteça.

Entre diretrizes divulgadas pelo MEC, estão:

  • Uso de máscara obrigatório
  • Medição de temperatura no acesso às áreas comuns
  • Disponibilização de álcool em gel
  • Volta ao trabalho de forma escalonada
  • Ventilação do ambiente
  • Possibilidade de trabalho remoto aos servidores e colaboradores do grupo de risco
  • Reuniões e eventos à distância
  • Distanciamento de pelo menos 1,5 m
  • Orientação para manter cabelo preso e evitar usar acessórios pessoais, como brincos, anéis e relógios
  • Não compartilhamento de objetos – incluindo livros e afins
  • Elaboração quinzenal de relatórios para monitorar e avaliar o retorno das atividades

Assim, a pergunta que fica é se a pandemia vai contribuir para uma melhor formação do professor, se estratégias de aprendizagens serão pensadas para situações como esta que estamos vivendo.

Autora: Ana Paula Soares é mestre em Educação e Novas Tecnologias, professora do Centro Universitário Internacional Uninter.

O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB) atualiza suas principais informações referentes à COVID-19 desta sexta-feira, 20 de novembro.

Nas últimas 24 horas, foi registrada uma alta de paciente com diagnóstico confirmado de COVID-19. Trata-se de um homem de 46 anos, morador de Botucatu.

Segue abaixo tabela atualizada com número de pacientes internados (casos suspeitos e confirmados) em enfermarias e UTI do HC, além das altas e óbitos confirmados, desde o início da pandemia.

Hospital das Clínicas atualiza dados sobre a Covid 19

O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB) atualiza suas principais informações referentes à COVID-19 desta quinta-feira, 19 de novembro.

Nas últimas 24 horas, não foram registradas altas hospitalares ou óbitos de pacientes COVID positivos internados no HCFMB.

Segue abaixo tabela atualizada com número de pacientes internados (casos suspeitos e confirmados) em enfermarias e UTI do HC, além das altas e óbitos confirmados, desde o início da pandemia.

AFPESP reforça necessidade de prevenção ao câncer de próstata

O médico Álvaro Gradim, presidente da Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo (AFPESP), ressalta a importância da campanha Novembro Azul, referente aos cuidados com a saúde integral da população masculina, com ênfase na prevenção e diagnóstico precoce do câncer de próstata. “É necessário que se realize um controle médico periódico, no mínimo anual, para verificar os fatores de risco cardiovasculares, como colesterol, pressão sanguínea e volume de açúcar no sangue, bem como detectar no início outros fatores potencialmente causadores de doenças”.

Quanto ao câncer de próstata, especificamente, trata-se do segundo mais recorrente entre os brasileiros, atrás apenas do de pele. Considerando ambos os sexos, também é o segundo mais comum. É uma enfermidade característica da terceira idade, pois 75% dos casos, em todo o mundo, ocorrem a partir dos 65 anos. “Em nosso país, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) estima que, em 2020, ocorrerão 65.840 novos casos da doença, que mata cerca de 15,5 mil homens por ano no Brasil”, observa o médico.

Os principais fatores de risco são genéticos (pai ou irmão que tiveram câncer de próstata antes dos 60 anos), excesso de gordura corporal e exposição a aminas aromáticas, arsênio, produtos de petróleo, escape dos veículos, hidrocarbonetos, fuligem e dioxinas. “O diagnóstico precoce é o meio mais eficaz para reduzir sua mortalidade”, enfatiza o presidente da AFPESP, explicando: “Pode ser feito por meio de exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos, quando há sintomas sugestivos, como dificuldade de urinar, diminuição do jato de urina, necessidade de urinar mais vezes e sangue na urina. Na maioria das vezes, tais sintomas não são causados por câncer, mas é necessário que sejam sempre investigados rapidamente por um médico”.

Quanto ao rastreamento periódico, por meio do toque retal e o PSA (Antígeno Prostático Específico), exame de sangue, deve ser feito apenas quando houver orientação médica.

“Cuidar da saúde é fundamental. É um ato de responsabilidade de todos os indivíduos perante eles próprios, suas famílias e a sociedade”, salienta o presidente da AFPESP, entidade com 246 mil associados, aos quais são sempre dirigidas campanhas de prevenção e valorização da vida.

Para reforçar a importância da data, a entidade incentiva seus associados a fazer, frequentemente, exames preventivos para diagnóstico da doença em suas fases iniciais. Sobretudo todos os homens, acima de 40 anos. Estes devem se submeter aos exames específicos, como prevenção a este tipo de câncer.

Nesse sentido, a AFPESP oferece a seus associados acesso à Rede Afinidade, que permite a realização destes e de outros testes com preços menores.

O acesso a esse serviço pode ser feito via Dr. App. No aplicativo é possível escolher entre diversos laboratórios que realizam esses testes.

Sobre a AFPESP

A Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo (AFPESP) é uma entidade sem fins lucrativos e direcionada ao bem-estar dos servidores civis estaduais, municipais e federais atuantes do território paulista. Fundada há oito décadas, é a maior instituição associativa da América Latina, com mais de 246 mil associados.

Está presente em mais de 30 cidades. Tem sede e subsede social no centro da capital paulista, 20 unidades de lazer com hospedagem em tradicionais cidades turísticas litorâneas, rurais e urbanas de São Paulo e Minas Gerais, além de 14 unidades regionais distribuídas estrategicamente no Estado de São Paulo.

com Assessoria

Idade, raça e histórico familiar podem interferir no diagnóstico do câncer de próstata

O rastreamento do câncer de próstata é importante. Mas qual a idade para começar? A resposta está relacionada a fatores como idade, raça e histórico familiar. A Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) recomenda que homens de etnia negra ou aqueles com parentes de primeiro grau com câncer de próstata iniciem a avaliação urológica com 45 anos, enquanto que os demais devem começar aos 50 anos. “Homens com parentes de primeiro grau, ou seja pai ou irmão, com câncer de próstata, têm duas vezes mais chances de desenvolver a doença ao longo de sua vida quando comparado à população masculina em geral”, afirma o urologista Pedro Ivo Rocchetti Pajolli, do Grupo São Francisco, que faz parte da Hapvida, e é membro titular da SBU.

 

O câncer de próstata é a segunda neoplasia mais comum em homens, só atrás do tumor de pele. A estimativa é que neste ano o Brasil tenha cerca de 65 mil novos casos da doença. Porém, não há indicação para que toda população masculina antecipe o rastreamento, visto que o tumor atinge mais frequentemente homens após os 40 anos de idade. Além disso, os exames para diagnóstico e mesmo o tratamento do câncer, quando não bem indicados, podem trazer complicações que irão impactar negativamente na qualidade de vida, alerta Pajolli. “Há uma classificação quanto à gravidade do tumor de próstata. A partir desta classificação, urologista e paciente irão determinar a melhor forma para tratar. Classificar é imprescindível para tomarmos a decisão mais assertiva no intuito de curar o paciente e diminuir o risco de complicações indesejadas, como incontinência urinária e disfunção erétil”, explica.

 

O rastreamento do câncer de próstata, que deve ser anual, consiste em dois exames iniciais: toque retal, quando o médico averigua a existência de alteração da próstata, como um nódulo, e exame de sangue denominado Antígeno Prostático Específico (PSA), que é uma proteína produzida pela próstata. É fundamental, frisa Pajolli, uma abordagem individualizada do paciente a fim de evitar complicações com diagnóstico e tratamentos agressivos da doença, principalmente em pacientes portadores de tumores indolentes, que se desenvolvem lentamente e não se espalham para outros tecidos e órgãos. Dentre as formas de tratamento do câncer de próstata atualmente, estão a cirurgia, seja ela por via aberta, laparoscópica ou robótica, radioterapia, braquiterapia e até a vigilância ativa do câncer sem, necessariamente, a retirada da glândula. “Importantíssimo esclarecer que esta vigilância ativa deve ser feita através de um acompanhamento rigoroso do urologista a fim de reduzir o risco de complicações futuras”, frisa Pajolli.

 

Como o câncer de próstata é uma doença silenciosa, que apresenta sintomas somente quando já está em estágio avançado, o rastreamento da doença é a melhor maneira de obter o diagnóstico precoce. “Os homens no Brasil, culturalmente, vão menos ao médico que as mulheres e ainda têm certo preconceito em fazer o exame de toque retal. É exatamente por isso que campanhas como Novembro Azul são realizadas anualmente com a finalidade de quebrar o paradigma em relação à avaliação da próstata e conscientizar a população masculina da gravidade da doença. O toque retal e/ou PSA alterados auxiliam no diagnóstico do câncer e são fundamentais para indicar a biópsia da glândula ou complementação com outros exames de imagem. “Mesmo na presença de todos esses outros métodos auxiliares no diagnóstico do câncer, deve-se ressaltar que nenhum deles substitui o exame digital da próstata”, acrescenta.

 

Os sintomas relacionados ao câncer da próstata tendem a se manifestar quando a doença já está em fases avançadas, muitas vezes impossibilitando tratamento curativo ou mesmo quando já afeta outros órgãos. “No Brasil, 20% dos pacientes diagnosticados com câncer de próstata chegam ao médico com a doença avançada. De cada quatro homens com diagnóstico de câncer de próstata, um morre em decorrência da doença. Essas taxas podem ser reduzidas através do diagnóstico precoce, quando a chance de cura é de 90%. Fica assim evidente a importância de fazer o exame do toque e PSA anualmente. A melhor maneira de prevenir o tumor é a avaliação urológica anual e hábitos de vida saudáveis, como realização de atividade física diariamente e controle do peso”, completa o urologista.

Sobre o Sistema Hapvida

Com mais de 6,5 milhões de clientes, o Sistema Hapvida hoje se posiciona como um dos maiores sistemas de saúde suplementar do Brasil presente em todas as regiões do país, gerando emprego e renda para a sociedade. Fazem parte do Sistema as operadoras do Grupo São Francisco, RN Saúde e Medical, além da operadora Hapvida e da healthtech Maida. Atua com mais de 35 mil colaboradores diretos envolvidos na operação, mais de 15 mil médicos e mais de 15 mil dentistas. Os números superlativos mostram o sucesso de uma estratégia baseada na gestão direta da operação e nos constantes investimentos: atualmente são 43 hospitais, 191 clínicas médicas, 43 prontos atendimentos, 175 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial.

 

 

Dia “D” da vacinação contra a Pólio é neste sábado, 17

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e a Campanha Nacional de Multivacinação para Atualização da Caderneta de Vacinação das crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade terá seu “Dia D” neste sábado, 17 de outubro.

Todas as Unidades de Saúde do Município estarão abertas para vacinação das 8 às 17h. Os postos de vacinação seguirão às diretrizes sobre distanciamento social, considerando a capacidade do sistema de saúde em realizar de forma efetiva uma campanha de vacinação em massa segura e com qualidade, no contexto da pandemia em curso.

As ações têm como objetivos reduzir o risco de reintrodução do poliovírus no país, oportunizar o acesso às vacinas, atualizar a situação vacinal, aumentar as coberturas vacinais e homogeneidade, diminuir a incidência das doenças imunopreveníveis e contribuir para o controle, eliminação ou erradicação dessas doenças.

O objetivo da Campanha Nacional de Vacinação Contra a Poliomielite é vacinar as crianças de um ano a menor de cinco anos de idade. Em Botucatu, 6.609 crianças de 1 a 4 anos 11 meses 29 dias deverão ser vacinadas indiscriminadamente com a Vacina Oral Poliomielite (VOP – “gotinha”), desde que já tenham recebido as três doses de Vacina Inativada Poliomielite (VIP) do esquema básico.

Já a Campanha de Multivacinação para Atualização da Caderneta de Vacinação da Criança e do Adolescente é uma estratégia que tem a finalidade de atualizar a situação vacinal de crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade (14 anos, 11 meses e 29 dias), de acordo com as indicações do Calendário Nacional de Vacinação.

O grupo alvo desta atualização vacinal é a população não vacinada ou com esquemas incompletos, menores de 15 anos de idade (14 anos, 11 meses e 29 dias) de acordo com o Calendário. Estima-se que em Botucatu existam 21.769 adolescentes menores de 15 anos.

Precauções gerais Em doenças febris agudas, moderadas ou graves, recomenda-se adiar a vacinação até a resolução do quadro com o intuito de não se atribuir à vacina as manifestações da doença (diarreias graves e vômitos intensos, adiar a vacinação até a resolução do quadro).

São consideradas contraindicações gerais para qualquer vacina: anafilaxia (alergia grave) a qualquer um dos componentes de uma vacina ou após uma dose anterior da mesma; imunodepressão e gravidez.

Mais informações: Secretaria Municipal de Saúde Rua Major Matheus, 7

Vila dos Lavradores Telefone: (14) 3811-1100