Saúde

Nova ala do Pronto Socorro Infantil já está em construção

Já está em construção a nova ala do Pronto Socorro Infantil. Os dez leitos da enfermaria de retaguarda da pediatria devem ser concluídos no primeiro semestre deste ano e irão atender as crianças que precisam ficar internadas em observação médica ou tomando medicação.

 Para esta reforma, a Prefeitura está investindo cerca de R$ 600 mil. Os novos leitos serão administrados pelo Hospital das Clínicas, que irá adquirir o mobiliário e também será responsável pelos profissionais que atuarão neste setor.

 “Estamos dando continuidade ao plano de recuperação do Hospital do Bairro com a reforma da nova ala do Pronto Socorro Infantil. Atualmente, a unidade de internação disponível no Pronto Socorro Infantil com frequência não é suficiente para comportar o volume de crianças que permanecem sob observação ou aguardando transferência para o Hospital das Clínicas. Com estes novos leitos, a capacidade de internação será ampliada, acompanhada de melhora da qualidade e de conforto para crianças e acompanhantes”, explicou o Prefeito Mário Pardini.

 Além de novos leitos, com a reforma o Pronto Socorro Infantil ganhará um elevador para o transporte das crianças, que ligará os dois pisos do Hospital do Bairro.

 “Estamos nos empenhando para melhorar cada vez mais os serviços da Saúde em nosso Município. Temos esse compromisso com a população e em especial com nossas crianças, que serão sempre prioridade”, concluiu André Spadaro, Secretário Municipal de Saúde.

Vigilância Ambiental orienta sobre morcegos

Uma das dúvidas mais comuns entre moradores da Cidade é referente ao procedimento correto ao notar a presença de morcegos nas residências.

Os morcegos são animais silvestres protegidos por lei, importantes para o meio ambiente ao realizar o controle da população de insetos, dispersão de sementes, polinização, entre outros benefícios.

Morcegos insetívoros, frugívoros e nectarívoros, os mais comuns na área urbana, não são alvos de controle em Saúde Pública, portanto somente deverão ser resgatados em situação de risco, ou seja, caídos ou pousados em locais não habituais a espécie

Em 2020, a Vigilância Ambiental em Saúde encaminhou 47 morcegos para exame laboratorial, sendo dois com resultado positivo para raiva. No ano passado inteiro foram cinco morcegos positivos dos 430 encaminhados para exame.

“Os morcegos são reservatórios naturais do vírus da raiva e por isso a VAS orienta que as pessoas não manuseiem o animal, pois como forma de defesa, o morcego pode morder e transmitir a doença. Por isso também é importante que se mantenha a vacina antirrábica de cães e gatos em dia, pois caso estes animais entrem em contato com morcegos ou outros mamíferos infectados com o vírus rábico, estarão protegidos e não se tornarão um fonte de infecção para o homem”, afirma Valdinei Campanucci, Supervisor de Serviços de Saúde Ambiental e Animal.

O Canil Municipal é um posto permanente de vacinação antirrábica, portanto é importante que todo cão e gato, acima dos três meses de vida, que ainda não recebeu a dose da vacina nos últimos doze meses seja levado para a vacinação de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30. O Canil fica na Avenida Itália, s/n, Lavapés.

O que fazer quando encontrar um morcego caído

Ao encontrar um morcego vivo ou morto, caído ou pousado em local não habitual, é importante isolá-lo, colocando um balde ou uma caixa de papelão em cima, impedindo que animais e crianças tenham contato direto. Em hipótese alguma jogue o morcego no lixo, por exemplo.

A Vigilância Ambiental em Saúde deverá ser acionada para fazer o resgate. Caso um morcego entre voando no interior do imóvel, apague as luzes, feche as portas internas e deixe a janela aberta para que ele possa sair.

A VAS atende de segunda a sexta-feira das 7 às 17 horas pelo telefone (14) 3813-5055. Após o horário comercial, finais de semana e feriados, o plantão deve ser acionado pela Guarda Civil Municipal, pelo telefone 199.

Novo coronavírus: o que precisamos saber?

As notícias mais recentes são enfáticas: não há nenhum caso do novo coronavírus no Brasil. No entanto, buscas sobre as principais informações da doença crescem diariamente. O que é o coronavírus? Como se proteger? Pega no ar?

Segundo o Infectologista do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB), Dr. Carlos Magno Fortaleza, é importante saber que os coronavírus são uma grande família viral, que causam infecções respiratórias em seres humanos e em animais. “Geralmente, infecções por coronavírus causam doenças respiratórias leves a moderadas, semelhantes a um resfriado comum. Alguns coronavírus podem causar doenças graves com impacto importante em termos de saúde pública, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), identificada em 2002 e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), identificada em 2012”, explica.

O novo coronavírus causa doença respiratória pelo agente coronavírus, e teve início na China. Nesta semana, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aumentou o nível de alerta e declarou emergência global da epidemia.  Países como Estados Unidos, Alemanha, Austrália, Canadá, entre outros, já registraram casos da doença.

O Brasil investiga casos suspeitos do coronavírus, e por enquanto, nenhum foi confirmado no país. Nesta semana, o Núcleo Hospitalar de Epidemiologia (NHE), o Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIE) e a Comissão de Controle de Infecção Relacionada à Assistência (CCIRAS) do HCFMB divulgou orientações aos servidores e já tem um plano de ação, de acordo com a Secretaria da Saúde do Estado (SES), para atendimento de casos suspeitos por infecção pelo novo coronavírus, se houver. O protocolo orienta os servidores no diagnóstico, tratamento e isolamento dos casos.

“Ainda é cedo para orientações mais rígidas, mas certamente, evitar contato em locais públicos quando estiver com sintomas gripais e sempre se atentar a lavagem das mãos são procedimentos básicos que evitam diversos tipos de vírus e infecções”, finaliza Fortaleza.

O que sabemos até agora sobre o novo coronavírus?

A transmissão entre humanos ocorreu da seguinte forma:

– Proximidade do paciente com familiares e profissionais de saúde

– A maioria dos casos envolve contato com quem visitou a província de Hubei (China), cuja capital é Wuhan, de onde o vírus partiu

 

Qual a gravidade da doença?

– Os problemas respiratórios variam de leve à pneumonia e morte

– Gravidade é maior entre pessoas já doentes e idosas

 

Como se prevenir?

– Não entre em contato com quem sofre de infecções respiratórias

– Lave as mãos frequentemente

– Use álcool gel para limpar a superfície dos móveis e objetos

– Evite contato com animais selvagens ou doentes

Fonte: Dr. Carlos Magno Fortaleza (HCFMB) e OMS (Organização Mundial de Saúde)

 

Evite compartilhar fake news

Apesar de ser um rápido meio de comunicação, a internet está repleta de mensagens falsas sobre o coronavírus.

Uma das mensagens de circulam é que o Diretor do Hospital das Clínicas dá orientações sobre a propagação do vírus. Essa mensagem é falsa.

Recebeu uma mensagem sobre saúde está na dúvida se ela é verdadeira ou não? Envie para o SAÚDE SEM FAKE NEWS, pelo WhatsApp: (61) 99289-4640. (Contato – Ministério da Saúde)

Hemocentro do HCFMB necessita de doações

O Hemocentro do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB) encontra-se com seus estoques em baixa. A doação de todos os tipos sanguíneos é bem-vinda.

Os horários de atendimento do Hemocentro são:

Segunda à sexta, das 8h às 16h30

Aos sábados, o horário de coleta é das 7h às 12h.

As doações também podem ser realizadas no Hospital Unimed Botucatu, sempre às quartas-feiras.

Agende seu Horário: (14) 3112-7676

Praça Isabel Arruda, 138 – Centro

Os requisitos para ser doador de sangue são: apresentar documento emitido por órgão oficial com foto, como RG ou CNH ou, ter boa saúde e pesar acima de 50 quilos; ter idade entre 16 anos completos e 69 anos, 11 meses e 29 dias. Candidatos com idade entre 16 e 17 anos, devem possuir consentimento formal, por escrito, do seu responsável legal para cada doação que realizar; não estar em jejum, dormir ao menos 6 horas antes da doação; não estar com doenças infecciosas; não ter vida sexual promíscua; não ser usuário de drogas; não ingerir bebidas alcoólicas 12 horas antes da doação.

Doe sangue e salve vidas!

Saúde prepara ação especial contra DST’s no Carnaval

Carnaval é tempo de se divertir, mas também de se cuidar. Pensando assim, a Secretaria Municipal de Saúde, através do Programa Municipal DST/HIV/AIDS, em parceria com a Secretaria de Cultura, preparou para os foliões do Município mais de 20 pontos de distribuição de preservativos, além da distribuição de leques com orientações sobre prevenção em IST’s (Infecções Sexualmente Transmissíveis) em todos os eventos de Carnaval.

A campanha visa principalmente facilitar o acesso e estimular o uso do preservativo em todas as relações sexuais durante o carnaval, principalmente entre os homens na faixa etária de 15 a 39 anos, já que os números do HIV no Brasil demonstram aumento nessa faixa etária.

Dados epidemiológicos de HIV/AIDS dos últimos dez anos mostram que 73% de novos casos de HIV ocorreram no sexo masculino. Um em cada cinco novos casos está entre homens de 15 a 24 anos (2018). Entre homens na faixa etária de 20 a 24 anos, a taxa de detecção de AIDS cresceu 133% entre 2007 a 2018, passando de 15,6 para 36,2%.

“Os jovens têm sido foco de campanhas de prevenção nos últimos anos. Pesquisas apontam que o uso do preservativo não é consistente entre os mais jovens, embora o nível de informação seja elevado em relação à forma de prevenção ao HIV. Os casos de HIV têm aumentado no país. A AIDS é uma doença que ainda não tem cura, portanto é necessário o máximo de cuidado”, afirma o Secretário Municipal de Saúde, André Spadaro.

Botucatu pretende distribuir 12 mil preservativos neste Carnaval de 2020.

“O Programa municipal DST/AIDS estará realizando atividade de orientação e prevenção no Evento do Bloco Muvuca Dubrô, no dia 22 de fevereiro. Haverá também distribuição de leques e disponibilidade de preservativos em todos os eventos do carnaval”, explica Thaís Renata Espernega, Coordenadora do Programa Municipal DST/HIV/AIDS

O uso da camisinha é a forma mais simples de proteção contra o HIV e outras IST’s como a sífilis e o HPV, além de prevenir uma gravidez indesejada.

Todas as Unidades de Saúde também disponibilizam, durante o ano todo, preservativos gratuitamente, e nessas semanas de fevereiro estarão realizando várias ações educativas de orientação e prevenção.

Existem também pontos de distribuição de preservativos em vários locais de grande circulação de pessoas, como rodoviária, rádios, clubes recreativos e bares.

Mais informações:

Programa Municipal DST/HIV/AIDS

Avenida Santana, 23, Centro

Telefone: (14) 3811-1125

Vila Dignidade tem novo número de telefone

A Prefeitura Municipal está atualizando as linhas telefônicas das repartições públicas para o sistema Voip (tecnologia que permite chamadas pela internet). Desde 2016, diversas secretarias já utilizam o novo sistema.

Dessa vez é a Vila Dignidade, ligada a Secretaria de Assistência Social, que recebe um novo número, o (14) 3811-1429. O antigo número, (14) 3814-1698, será desativado a partir do dia 03 de fevereiro.

Entre os benefícios do sistema VoIP estão: redução de até 70% nos custos de comunicação, melhor qualidade de som, permissão de ligações gratuitas entre as unidades da empresa, a utilização de números próprios, adição de novos ramais, entre outros.

Mais informações:

Secretaria Municipal de Assistência Social

Rua Velho Cardoso, 338, Centro

Telefone: (14) 3814-5181 / 3811-1468

Criança indo mal na escola? Pode ser um problema de audição

Uma situação comum, que pode acabar passando despercebida: a criança ir mal na escola por complicações na audição. Desatenção ou notas baixas nem sempre significam que o pequeno não goste de estudar ou de aprender. A perda auditiva está entre os contratempos de saúde que se manifestam de forma silenciosa e podem atrapalhar o aprendizado ou rendimento escolar do indivíduo.

A fonoaudióloga Cristina Batista, especialista em audiologia da clínica Para Ouvir, destaca que a perda auditiva pode ocorrer em qualquer idade, sendo muito comum em crianças. “Hoje em dia, a maioria dos hospitais fazem a triagem auditiva neonatal, o que melhorou bastante o diagnóstico precoce dos casos. Porém, pode acontecer de a criança desenvolver uma complicação depois do nascimento, o que muitas vezes não é percebido pela família”, aponta.

O bom funcionamento do ouvido é primordial para que a criançada consiga assimilar as informações e o contexto da sala de aula. Por isso, um quadro de comprometimento da audição pode comprometer o desempenho nas tarefas e atrapalhar um aprendizado completo. O aluno que tem alguma perda auditiva costuma, por exemplo, se cansar bastante e chegar em casa exausto, uma vez que tem de fazer muito esforço para compreender o que se é passado.

“No geral, crianças com perda auditiva evidenciam vocabulário pobre e isolamento social, de modo a preferirem brincar mais sozinhas. O mais importante a fazer é ajudá-las no processo de interação, bem como mediar a ação e tentar colocá-las dentro do contexto de sala de aula”, comenta Sueli de Oliveira, coordenadora pedagógica do Colégio Objetivo DF, unidade Guará.

Alerta vermelho

Cristina Batista afirma que é importante os pais ou responsáveis prestarem atenção em casos em que a criança, desde de muito nova, comete trocas na fala, pois isso pode significar uma perda leve ou moderada na audição. “Acontece muito de essas trocas serem tidas como natural do desenvolvimento, mesmo elas sendo são persistentes, e a criança tendo um atraso no desenvolvimento da linguagem ou não melhorando. Até que essa pessoa entra na escola, e então começa a ser tida como inquieta, bagunceira, sem comportamento”.

A especialista aponta que, em casos assim, essa falta de atenção ocorre porque a criança não consegue se concentrar, uma vez que não é capaz de ouvir o que o professor está dizendo. “Assim, ela se dispersa e fica sem concentração, e esses sinais de perdas auditivas são confundidos com outros problemas. Às vezes, a escola acha que o aluno tem alguma hiperatividade ou dificuldade de se concentrar”.

A audiologista conta que já recebeu em seu consultório de trabalho situações semelhantes, em que a criança estava sendo examinada com suspeita de autismo, deficiência mental, sendo que era apenas uma perda auditiva, ou seja, uma condição mais simples de tratar. “Em muitos casos, conseguimos colocar um aparelho auditivo e acompanhar o desenvolvimento da saúde audiológica do pequeno”, esclarece.

Como dica para evitar complicações sérias, Cristina afirma que o ideal é que o exame auditivo seja parte da bateria de elementos anual da criança. Antes de se iniciar o ano letivo, a indicação é que os responsáveis levem a garotada para fazer o exame auditivo e visual para se certificar que os canais de recebimento das informações dos pequenos estejam adequados. “Isso faz com que se tenham menos diagnósticos tardios, que dificultam o tratamento. Quanto antes se identificar o problema, melhor o prognóstico e menos esforço auditivo a criança terá de fazer”, finaliza.

Parque Municipal recebe Oficina de Iscas para Abelhas sem ferrão

No sábado, dia 01 de fevereiro, ocorrerá no Parque Municipal “Joaquim Amaral Amando de Barros” a Oficina de Iscas para Abelhas sem ferrão. O evento é promovido pelo Grupo de Criadores de Abelhas Melíponas de Botucatu e Região – CAMBO, e tem o apoio da Secretaria Municipal do Verde.

O evento dará continuidade a diversas atividades desenvolvidas em 2019, auxiliando os participantes na confecção das iscas que ajudarão no transporte das abelhas em caixas racionais.

As abelhas sem ferrão compõem a fauna nativa e têm importância ambiental com a polinização de sementes, que é fundamental para a produção de alimentos. O manejo de abelhas é regulamentado pelo IBAMA e pelo Ministério do Meio Ambiente.

A oficina será realizada das 9 às 12 horas e as inscrições podem ser feitas on-line pelo link: https://forms.gle/6n7Cak2aQx6DuHo58.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (19) 98358-8423.