O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) registrou alta de 3,90% em 2025, abaixo dos 4,77% observados em 2024. O indicador é usado para definir o reajuste das aposentadorias de quem recebe acima de um salário mínimo, de acordo com dados divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira (9).
Os preços dos produtos alimentícios subiram 2,63% no ano passado, enquanto os não alimentícios tiveram variação de 4,32%. Entre as regiões, Vitória apresentou o maior aumento (4,82%), influenciada pela energia elétrica residencial (17,65%) e pelo aluguel (9,06%), enquanto Campo Grande registrou a menor alta (2,78%), com queda nos preços do arroz (-31,01%), frutas (-9,56%) e carnes (-3,00%).
Os aposentados e pensionistas que começaram a receber benefícios em 2025 terão a correção proporcional ao período do ano em que receberam os pagamentos. Já o piso previdenciário, pago a quem recebe o valor mínimo, será de R$ 1.621,00, representando um aumento de 6,79%. O reajuste começará a ser pago entre 26 de janeiro e 6 de fevereiro, impactando cerca de 21,9 milhões de benefícios de até um salário mínimo, o que corresponde a 62,5% do total de 35,15 milhões de benefícios do Regime Geral de Previdência Social, com custo estimado de R$ 30,7 bilhões em 2026.
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