Artigos do Autor: Fernando Bruder

Geração nem-nem: a triste estatística brasileira

Poucos dias antes da data de aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, o IBGE apresentou uma triste estatística que indicou 10,9 milhões de jovens de 15 a 29 anos que nem estavam estudando e nem trabalhando, em 2022.

O número de jovens brasileiros da geração nem-nem é maior do que todo o volume da população de Portugal, que era de 10,3 milhões de habitantes em 2022. Portanto, o Brasil tem milhões de jovens sem os direitos ao emprego e à educação, fato que representa um grande desperdício do potencial produtivo do país. Jovens sem perspectiva serão idosos sem esperança.

A publicação “Síntese de indicadores sociais 2023”, do IBGE, com base nos dados da PNAD contínua, traz informações importantes sobre a geração nem-nem na última década (2012-2022). O Brasil tinha 51,9 milhões de jovens de 15 a 29 anos em 2012 e 48,9 milhões em 2022, sendo que 4 em cada 10 destes jovens estavam exclusivamente ocupados na década. Em 2012 havia 43,7% dos jovens só ocupados, este percentual veio caindo, atingiu o nível mais baixo (35,1%) durante a pandemia da covid-19 e recuperou parcialmente para 41,3% em 2022. O percentual de jovens só estudando variou de 21,8% em 2012 para 24% em 2022. Os jovens estudando e trabalhando variou de 13% em 2012 para 12,4% em 2022. Ou seja, cerca de 50% dos jovens brasileiros de 15 a 29 anos não estavam ocupados na última década.

Pouco mais de 1 em cada 5 jovens compunham a geração nem-nem e não estavam nem trabalhando e nem estudando. Segundo a publicação do IBGE: “Esse indicador é, portanto, uma medida mais rigorosa de vulnerabilidade juvenil do que a taxa de desocupação, pois abrange aqueles que não estavam ganhando nem experiência laboral nem qualificação, possivelmente comprometendo suas possibilidades ocupacionais futuras. Tal indicador compõe a meta 8.6, que pretende reduzir substancialmente a proporção de jovens de 15 a 24 anos sem emprego, educação ou formação, como parte do ODS 8 para promoção de emprego decente e crescimento econômico, presente na Agenda 2030 promovida pelas Nações Unidas”.

O gráfico abaixo mostra que entre os jovens de 15 a 17 anos a grande maioria estava estudando e entre os jovens de 25 a 29 anos a grande maioria estava trabalhando. Mas o que chama a atenção é que entre os jovens de 18 a 29 anos, cerca de 1 em cada 4 jovens (25%) não estavam nem trabalhando e nem estudando.

O gráfico abaixo mostra que entre os jovens de 15 a 29 anos, existe um maior percentual de homens trabalhando e um maior percentual de mulheres estudando. Entre os adolescentes de 15 a 17 anos, a maioria estava estudando, com taxas mais elevadas entre as mulheres. Entre os jovens de 18 a 24 anos, o percentual de nem-nem é de 21,4% entre os homens e 34,3% entre as mulheres. Entre os jovens de 25 a 29 anos, o percentual de nem-nem é de 14,5% entre os homens e 33,8% entre as mulheres.

As mulheres predominam entre os jovens nem-nem por conta da gravidez na adolescência (ou em idades jovens) e devido à divisão sexual do trabalho que sobrecarrega o sexo feminino com as atividades da reprodução e do cuidado. A falta de políticas efetivas de direito sexual e reprodutivo – incluindo a falta de acesso aos métodos de regulação da fecundidade, aumentam o número de gravidez indesejada e acabam excluindo as mulheres do mercado de trabalho.

O gráfico abaixo mostra que a incidência dos jovens nem-nem é maior entre a população negra (preta + parda), sendo que mais de 40% dos jovens nem-nem são mulheres negras, especialmente aquelas pobres e da periferia das grandes cidades. A segregação social e espacial gera um grande desperdício do potencial produtivo do país e diminui as oportunidades de aumento do bem-estar coletivo.

alto número de jovens nem-nem no Brasil é uma verdadeira tragédia social, pois reflete a falta de oportunidade para os jovens que não estão na escola e no mercado de trabalho. Isto acontece na sua grande maioria entre a população pobre e contribui para reforçar ainda mais os níveis de pobreza, pois sem a inserção no mundo do trabalho e sem níveis educacionais adequados estes jovens dificilmente conseguirão apresentar uma mobilidade social ascendente.

Os idosos de hoje dependem das novas gerações e os jovens de hoje serão os idosos do futuro. A bolha de jovens de hoje será a bolha de idosos de amanhã. Sem uma completa integração educacional e produtiva não haverá bem-estar para todos. Os jovens que nem estudam e nem trabalham estão mais propensos a serem manipulados por atividades criminosas e serem vítimas da violência.

Como mostra o Pisa, um dos principais testes de avaliação da qualidade da educação básica do mundo, os jovens brasileiros que estudam permanecem entre os últimos do mundo no desempenho em matemática, ciência e leitura, Evidentemente, a situação é ainda pior entre os jovens nem-nem.

Se nada for feito para mudar esta situação, o Brasil jogará fora a sua plena perspectiva de um futuro saudável e sustentável.

Referências

ALVES, JED. Demografia e Economia nos 200 anos da Independência do Brasil e cenários para o século XXI (com a colaboração de GALIZA, F), ENS, maio de 2022
https://ens.edu.br:81/arquivos/Livro%20Demografia%20e%20Economia_digital_2.pdf

IBGE. Síntese de indicadores sociais : uma análise das condições de vida da população brasileira, Coordenação de População e Indicadores Sociais. – Rio de Janeiro : IBGE, 2023.
https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv102052.pdf

Entregador se envolve em acidente na Rodovia Marechal Rondon

Um entregador foi vítima fatal de um acidente na Rodovia Marechal Rondon (SP-300). Devido ao ocorrido, o jovem que era morador de Lençóis Paulista veio a óbito nesta quinta-feira 11/01.
Ele estava internado na UTI de Bauru e não resistiu aos ferimentos e veio a óbito.

Paciente morre durante princípio de incêndio no Hospital São Luiz do Morumbi, na Zona Sul de SP

Uma paciente de 94 anos morreu durante um princípio de incêndio no Hospital São Luiz do Morumbi, na Zona Sul de São Paulo, na manhã desta quinta-feira (11).

Segundo o hospital, ela estava internada na UTI e sofreu uma parada cardíaca no processo de retirada dos pacientes.

O São Luiz também informou que por precaução e para cumprir os protocolos de segurança, 47 pacientes foram transferidos para outras unidades hospitalares.

Ainda segundo o hospital, ocorreu uma pane em equipamento eletrônico que acabou por gerar fumaça, dificultando o funcionamento adequado de duas Unidades de Terapia Intensiva. Os bombeiros precisaram fazer o trabalho de ventilação do local.

As equipes do hospital também estão entrando em contato com os pacientes que tinham consultas marcadas para agendar nova data.

Segundo relato de funcionários, o alarme disparou, os bombeiros foram acionados e foi uma correria. À TV Globo, a familiar de uma paciente disse que todos foram levados para o estacionamento do hospital.

Em nota, o São Luiz informou que o funcionamento do pronto-socorro adulto e infantil da unidade do Morumbi não foi retomado até a noite desta quinta. “As consultas ambulatoriais do Centro Médico serão realizadas normalmente nesta sexta-feira (12). Alguns andares do edifício já foram liberados e os pacientes internados seguem recebendo atendimento, assim como casos urgentes e de exceção.”

Moro e Flávio discutem manter ‘saidinhas’ para presos que trabalham e estudam

A flexibilização do projeto que elimina as saídas temporárias de presos, as chamadas “saidinhas”, está sendo discutida por integrantes da Comissão de Segurança Pública do Senado. As conversas são encabeçadas pelos senadores Sergio Moro (União-PR), pelo relator do texto, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e pelo presidente da comissão, Sérgio Petecão (PSD-AC).

A ideia é permitir que ocorram em atividades de educação e trabalho para os que estejam no regime semiaberto. A negociação é uma tentativa de destravar o projeto, que deve ser pautado no colegiado em fevereiro, no retorno do recesso parlamentar.

O texto aprovado pela Câmara revogou toda as hipóteses de saidinha previstas na Lei de Execução Penal, além de outros dispositivos que trazem a possibilidade. “Há busca de consenso para votar o texto da Câmara em fevereiro na Comissão de Segurança Pública do Senado, com pequenas alterações”, afirma Moro.

“Eliminam-se as saídas em feriados e sem causas, as chamadas saidinhas, que são a essência do projeto e que têm gerado problemas e revoltas. Preserva-se a saída para educação e trabalho para os presos do semiaberto”, declara.

Petecão afirma que não é possível eliminar completamente as saídas temporárias porque alguns presos já adquiriram o benefício em conformidade com o que a lei permite.

“Tem uns que estudam, outros que trabalham. O Moro está tentando ajustar para que a gente possa votar no retorno do recesso, explicando para o senador Flávio que existe a necessidade de fazer uma adequação jurídica”, diz o presidente da comissão.

Lula decide apoiar denúncia contra Israel por Genocídio em Gaza na corte de Haia

O governo Luiz Inácio Lula da Silva decidiu nesta quarta-feira, dia 10, subscrever a denúncia por genocídio contra o Estado de Israel, na Corte Internacional de Justiça, em Haia. Mais cedo, o presidente recebeu no Palácio do Planalto a visita do embaixador palestino em Brasília, Ibrahim Alzeben, que pediu o apoio brasileiro na corte internacional. A decisão é mais um gesto diplomático duro de repúdio do governo Lula a Israel e foi criticada pela comunidade judaica brasileira. O caso começará a ser julgado nesta quinta-feira, 11.

A Confederação Israelita do Brasil (Conib) condenou o apoio brasileiro ao que chamou de ação “cínica e perversa, que visa impedir Israel de se defender dos seus inimigos genocidas”. A nota afirma que a decisão “diverge da posição de equilíbrio e moderação da política externa brasileira”. O texto segue dizendo que a África do Sul “inverte a realidade” e lembra que o conflitou foi desencadeado pelo ataque do Hamas.

Já a nota divulgada pelo Itamaraty afirma que “à luz das flagrantes violações ao direito internacional humanitário, o presidente manifestou seu apoio à iniciativa da África do Sul de acionar a Corte Internacional de Justiça para que determine que Israel cesse imediatamente todos os atos e medidas que possam constituir genocídio ou crimes relacionados nos termos da Convenção para a Prevenção e Repressão do Crime de Genocídio”.

Lula já tinha dado diversas declarações controversas a respeito da resposta militar de Israel, o que provocou desgaste diplomático. O presidente já vinha usando a palavra “genocídio” para descrever a guerra em Gaza e chegou a comparar os ataques do Hamas às incursões e bombardeios promovidos pelas Forças de Defesa de Israel. Ao receber o primeiro grupo de brasileiros repatriados de Gaza, Lula acusou Israel de também praticar “terrorismo”.

As declarações de Lula estremeceram a relação do governo com a comunidade judaica. Entidades como a Conib, o Instituto Brasil Israel e a ONG StandWithUs Brasil criticaram no ano passado as posições do petista sobre o conflito.

Irmão de Suzane Richthofen transforma herança milionária em dívidas

Um dos assassinatos mais frios que aconteceu no Brasil por herança foi transformado em uma grande divida milionária. Suzane von Richthofen, 40 anos, que matou os pais, Manfred e Marísia von Richthofen, em 2022, perdeu todo o patrimônio para o irmão Andreas Von Richthofen, de 36 anos. E agora, o rapaz entrou em uma briga judicial pelo dinheiro e os imóveis, abandonou tudo que conseguiu.

Depois de quatro anos, Andreas conseguiu o direito de herdar todo o patrimônio avaliado em quase R$ 10 milhões. De acordo com o jornal, os pais deixaram carros, terrenos, seis imóveis, entre eles a mansão onde o casal foi assassinado, além de dinheiro em contas correntes e aplicações. Porém, após 20 anos do crime bárbaro, Andreas parou de administrar os bens e já acumula uma dívida que ultrapassa R$ 500 mil reais. Além de enfrentar 24 ações na Justiça de São Paulo por falta de pagamento do IPTU.

Ainda de acordo com as informações apuradas, o irmão de Suzane Richthofen abandonou duas mansões e agora foram invadidas por falsos sem-teto, na Rua Barão de Suruí, na Vila Congonhas, em São Paulo. Uma das casas, inclusive, tem 300 metros quadrados e está avaliada em R$ 1 milhão. Por anos, chegou a funcionar duas editoras, a Magnum, especializada em armas de fogo; e a Etros. Mas desde que saíram, ficaram abandonadas.

Em outro bairro, outras duas casas também foram invadidas e os moradores afirmam que estão por usucapião. Significa que a propriedade se torna deles por meio de posse prolongada, contínua, pacífica e sem oposição, também chamada no Direito Imobiliário de prescrição aquisitiva. O tempo dessa posse pode ser entre 5 e 15 anos.

Desde a pandemia do COVID-19, Andreas Richthofen foi morar em um sítio herdado dos pais. Um tempo depois ele comprou um novo sítio que fica isolado no meio do mato e tem difícil acesso. Desde então ele vive sem celular e internet. Segundo O Globo, esse isolamento voluntário aumenta a possibilidade de Andreas perder seus bens, já que a Justiça de São Paulo não consegue localizá-lo para notificá-lo sobre os processos das dívidas.

Campanha sobre segurança pública é alvo do governo diante de crises

Questão sensível para o Planalto, a segurança pública será tema da primeira campanha publicitária do governo em 2024. Com o mote Brasil Unido Contra o Crime, o plano é mostrar que somente no ano passado o crime organizado e as milícias perderam R$ 6 bilhões em patrimônio, incluindo imóveis, veículos, aeronaves e dinheiro durante operações das forças de segurança.

As peças da campanha vão exaltar ações da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e das Forças Armadas nas fronteiras, em portos e aeroportos e estão sendo produzidas para rádio, televisão e internet. A previsão era que a divulgação do material começasse em dezembro, mas o governo optou por esticar as campanhas que visam à redução da polarização no país.

Em dezembro, uma pesquisa da Quaest em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais publicada pelo GLOBO mostrou que a sensação de insegurança havia crescido na avaliação da população. Oito em cada dez brasileiros veem agravamento da violência no país nos 12 meses de 2023. A mesma fatia (81%) avalia que a segurança pública e o crime organizado são problemas nacionais e as facções criminosas têm ganhado força (83%).

A sensação de que a criminalidade avançou, aponta a Quaest, é alta tanto entre eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva quanto entre os do ex-chefe do Planalto Jair Bolsonaro no segundo turno das eleições de 2022, embora seja maior no segundo grupo (71% a 88%). O levantamento mostra ainda que a atuação do governo petista da área de segurança divide os brasileiros: 43% acham que o presidente vai melhor do que o adversário; 43% consideram que o desempenho é pior. Apesar dos dados, os índices de criminalidade como homicídio doloso e latrocínio, caíram de janeiro a outubro do ano passado se comparados com o mesmo período de 2022, segundo dados do Ministério da Justiça. (veja ao lado)

As crises na segurança sobretudo em estados como a Bahia, governado pelo petista Jerônimo Rodrigues, e o Rio de Janeiro, administrados por Cláudio Castro (PL), aliado de Bolsonaro, reacenderam a discussão sobre a separação do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Embora o debate tenha esfriado, há uma leitura entre auxiliares do presidente que o governo precisa demonstrar uma atitude mais forte ao abordar o tema e que, embora a atribuição de policiamento seja dos estados, a população acaba atribuindo também a Lula as crises de segurança pública. Outra preocupação é de que recrudescimento de casos deem fôlego ao discurso bolsonarista em ano de eleições municipais.

Começa ser pago a profissionais de segurança pública o Bolsa Formação

A Caixa inicia, nesta terça-feira (09/01), o pagamento do Bolsa Formação (PRONASCI 2), benefício destinado aos agentes de segurança pública. O programa, voltado à qualificação profissional, prevê o total de 100 mil bolsas aos profissionais integrantes das carreiras de policiais militares, civis e penais, dos bombeiros, agentes penitenciários, peritos criminais e dos trabalhadores das guardas civis municipais, que atendam aos critérios de elegibilidade.

Ao todo, o programa deve investir R$ 175 milhões na formação de agentes de segurança pública em todo o país durante o ano de 2024. O valor da Bolsa Formação é de R$ 900,00, devido a cada mês de duração do curso.

Os créditos da Bolsa Formação serão realizados em conta poupança digital na Caixa, com abertura automática para os beneficiários que não a possuírem.

A movimentação das contas digitais deve ser realizada pelo Aplicativo Caixa Tem, que permite consultas de saldos e extratos, pagamentos de contas e boletos, transferências e compras na internet utilizando o Cartão de Débito Virtual. O Caixa Tem também permite compras no comércio por meio de QR Code gerado pelo lojista na própria maquininha do estabelecimento.

Quem tem direito ao Bolsa Formação:

Integrantes das carreiras das polícias militar, civil e penal, do corpo de bombeiros militar, dos órgãos oficiais de perícia criminal, das guardas municipais e os agentes penitenciários, que preencham os seguintes requisitos:

Receber remuneração mensal bruta de até R$ 15.000,00, excluídos os valores referentes à gratificação natalina e férias;

Atender aos critérios de elegibilidade específicos de curso ofertado pelo Projeto Bolsa-Formação;

Não ter sido condenado pela prática de infração administrativa de natureza grave, nos últimos cinco anos;

Não possuir condenação penal nos últimos cinco anos;

Pertencer a corporação de ente federado que tenha assinado termo de adesão;

Frequentar, a cada 12 meses, ao menos um dos cursos ofertados pelo Bolsa Formação, observado o limite máximo de 3

PRONASCI:

Criado em 2007 e regulamentado pelo Decreto Nº 11.436, de 15 de março de 2023, o PRONASCI – Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania é um programa de gestão do Ministério da Justiça e Segurança Pública – MJSP, criado para articular ações de segurança pública para a prevenção, controle e repressão da criminalidade, estabelecendo políticas sociais e ações de proteção às vítimas.

A identificação dos beneficiários do PRONASCI 2 – Bolsa Formação e a geração da folha de pagamentos será realizada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, cabendo à CAIXA o pagamento aos bolsistas.

Após o recebimento da folha de pagamentos enviada pelo MJSP, a Caixa disponibiliza a consulta quanto às informações de pagamento no Portal Cidadão .

Mais informações no site da CAIXA: PRONASCI | CAIXA .

Por: Caixa Econômica Federal (Caixa)