Artigos do Autor: Fernando Bruder

Médicos denunciam desvalorização após troca emergencial de empresa na Saúde de Botucatu

A contratação emergencial de médicos para diversas unidades de saúde de Botucatu voltou a gerar críticas entre esses profissionais que atuam na atenção básica do município. Após romper o contrato com a empresa Vannini & Delatim — responsável pelo corpo médico das UBS como Jardim Cristina, CS1, Cohab 1, CECAP, Vila Jardim e São Lúcio — a Prefeitura optou por contratar, em regime de urgência, a empresa PROMEDSP. A mudança, porém, segundo os médicos, não resultou em valorização profissional e ainda trouxe redução no valor da hora paga pelas escalas.

O conflito teve início em setembro, quando médicos contratados pela Vannini protestaram contra atrasos constantes no pagamento. Segundo reportagem da Alpha Notícias, esses atrasos ocorreram “mais uma vez neste ano”, afetando a motivação e a estabilidade financeira dos profissionais.

Todos os médicos que atuam nessas unidades são contratados como Pessoa Jurídica (PJ), modelo que, segundo eles, oferece pouca segurança, ausência de direitos trabalhistas e forte dependência da empresa intermediadora contratada pelo município.

Mesmo com o encerramento do contrato da Vannini e a contratação emergencial da PROMEDSP, os médicos relatam que a situação não melhorou. Pelo contrário: além de seguirem sem reajuste, muitos foram informados de que o novo contrato permitiria a oferta de plantões com valores mais baixos do que os praticados anteriormente.

Atualmente, os pagamentos seguem os seguintes valores:

• Generalistas: R$ 75,00/hora
• Especialistas: R$ 87,50/hora

Entretanto, médicos relatam que novas vagas têm sido ofertadas a R$ 62,50/hora, o que representa redução direta da remuneração nas UBSs.

Profissionais tentaram negociar coletivamente, mas afirmam que não houve avanço. Eles alertam para o impacto da desvalorização na permanência dos médicos e, consequentemente, na qualidade do atendimento.

“As unidades já sofrem pela falta de continuidade. Quando a remuneração cai, aumenta ainda mais a rotatividade de médicos e quem perde é a população”, relataram.

Além disso, os médicos denunciam que a Secretaria de Saúde não teve diálogo com os médicos para resolver essa situação. Os médicos alegam que a Secretaria de saúde joga a responsabilidade apenas para a empresa terceirizada. Os profissionais ainda denunciam que esse tipo de contratação proporciona pouca estabilidade, gera cobrança de produtividade, baixos salários e substituições frequentes por profissionais recém-formados e sem familiaridade com a população.

A categoria cobra que o contrato firmado entre a prefeitura e a empresa não ampara a equipe médica que hoje atende nos postos de forma fixa. Além disso, a terceirizada não proporciona que outros médicos com formação e especialistas entrem nas escalas dos postos de saúde, pois oferece baixos pagamentos; fazendo com que falte pediatras e ginecologistas com residência nas unidades de saúde.

Os médicos também alegam que o contrato entre a prefeitura e aterceirizada não possuem cláusulas obrigando a empresa a praticar valores compatíveis com os outros municípios da região que pagam mais que Botucatu; estabilidade na escala e índice de reajuste anual para a remuneração.

“Não somos contra a contratação de empresas, mas é preciso assegurar que a mudança não resulte em perda salarial enquanto a demanda só aumenta. Sem valorização, não há como garantir atendimento digno para a população ”, concluíram.

Os médicos ainda denunciam que sofrem assédio moral, cobranças sobre o prazo de atendimento, subordinação, periodocidade, más condições de trabalho, consultórios apertados, sem ventilação e vínculo empregatício caracterizado.

“Somos obrigados a atender como funcionários, mas somos obrigados a receber por pessoa jurídica. Isso é ilegal e nenhum trabalhador pode ser submetido a isso.” desabafou um médico que preferiu nao se identificar por receio de represálias.

A equipe de jornalismo da Rede Alpha de Comunicação procurou o Prefeito Fábio Leite, o Secretário de Saúde, o médico André Spadaro, a secretária de Comunicação, Cinthia Al-Lage, mas nenhum deles deu qualquer resposta. Já o administrador da PROMEDSP, Vinicius Barrionuevo Garcia Gullo também foi procurado e não retornou nossas ligações.

A Rede Alpha continuará acompanhando os desdobramentos de mais essa denúncia e divulgando novas informações.

Abono salarial PIS/Pasep: Veja as novas regras para 2026 e quem pode perder o direito ao benefício

O abono salarial do PIS/Pasep, pago anualmente pelo governo federal a trabalhadores com carteira assinada, terá novas regras a partir de 2026.

  • O abono salarial é um benefício no valor de até um salário-mínimo concedido anualmente a trabalhadores da iniciativa privada (PIS) e a servidores públicos (Pasep) que trabalharam durante ao menos 30 dias do ano-base (dois anos antes) e que receberam até dois salários mínimos por mês.

O limite de renda para ter direito ao benefício deixará de ser calculado com base em dois salários mínimos e passará a ser corrigido pela inflação, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Na prática, isso deve restringir gradativamente quem tem direito ao pagamento.

A mudança, que integra o pacote fiscal aprovado pelo Congresso no final de 2024, visa reduzir gastos públicos e tornar o programa mais direcionado às pessoas de renda mais baixa.

Como ficam as novas regras?

Antes da aprovação do pacote fiscal pelo governo, tinham direito a receber o valor funcionários da iniciativa privada (PIS) e servidores públicos (Pasep) que trabalharam durante pelo menos 30 dias no ano-base (dois anos antes) e receberam até dois salários mínimos por mês.

Em 2025, o pagamento do PIS/Pasep ainda seguiu as regras antigas. Receberam o benefício os trabalhadores que, no ano-base 2023, tiveram remuneração média de até dois salários mínimos — o equivalente a R$ 2.640.

O valor pago foi proporcional ao tempo trabalhado e calculado com base no salário mínimo vigente no momento do pagamento: de R$ 1.518 para quem trabalhou os 12 meses.

Agora, a PEC estabeleceu uma regra de transição que, na prática, deve restringir gradativamente quem tem direito ao benefício:

A partir de 2026, o cálculo para saber quem terá direito ao benefício será diferente. Em vez de acompanhar o aumento do salário mínimo, o limite de renda será ajustado anualmente conforme a inflação.

Assim, a tendência é que, a cada ano, menos pessoas se enquadrem nos pré-requisitos para receber o benefício. A previsão do governo é que, até 2035, só tenha direito ao valor os trabalhadores que ganharam no máximo um salário mínimo e meio por mês no ano-base.

Conforme a PEC, o salário mínimo continuará tendo um ganho real (acima da inflação, seguindo as regras do arcabouço fiscal) durante esse período de transição, mas a concessão do PIS-Pasep não vai acompanhar esses aumentos.

Enquanto a correção anual do salário mínimo é feita pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais ganho real do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos anteriores (e com o novo teto de reajuste). O valor para acesso ao abono salarial será corrigido apenas pelo INPC.

Por que as regras mudaram?

Governo de São Paulo divulga calendário do IPVA 2026; pagamento à vista terá 3% de desconto

A quitação em parcela única seguirá o cronograma por final de placa ou optar pelo parcelamento em até cinco vezes

O Governo do Estado de São Paulo divulgou o calendário oficial para pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) referente ao exercício de 2026. O decreto foi publicado no Diário Oficial do Estado e estabelece as datas e condições para pagamento à vista ou parcelado.

Os proprietários que optarem pelo pagamento em cota única no mês de janeiro terão desconto de 3%, desde que respeitem a data-limite correspondente ao final da placa do veículo. Confira as datas:

Pagamento à vista com desconto (janeiro):
• Final 1 – dia 12
• Final 2 – dia 13
• Final 3 – dia 14
• Final 4 – dia 15
• Final 5 – dia 16
• Final 6 – dia 19
• Final 7 – dia 20
• Final 8 – dia 21
• Final 9 – dia 22
• Final 0 – dia 23

Quem preferir também poderá pagar o imposto em fevereiro, sem desconto, seguindo o mesmo cronograma por final de placa.
Parcelamento
O IPVA poderá ser parcelado em até cinco vezes, de janeiro a maio, desde que o valor total seja igual ou superior a 10 Ufesps. Para valores inferiores, o parcelamento será limitado a quatro ou três parcelas, conforme o montante devido.

Caminhões têm calendário próprio
Para veículos de carga, o calendário é diferenciado. O pagamento integral, sem desconto, poderá ser feito até 22 de abril. Já o parcelamento poderá ser dividido em até cinco vezes, com vencimento no dia 20 de cada mês.

Como realizar o pagamento
O contribuinte pode quitar o IPVA por meio de internet banking ou caixas eletrônicos, informando o número do Renavam e selecionando a opção de pagamento do imposto.

Fonte: JCNET

Foto: Reprodução

Moradora denuncia que crianças são deixadas na chuva por motoristas do transporte escolar em Botucatu

Uma moradora da Fazenda Lageado, em Botucatu, procurou a reportagem para relatar sua “total indignação” com o serviço de transporte escolar oferecido pela Prefeitura. Segundo ela, motoristas têm deixado as crianças no lago da propriedade — ponto distante entre 200 e 300 metros das casas — mesmo em dias de chuva intensa.

De acordo com o relato, os motoristas alegam dificuldades para trafegar pelas estradas internas quando chove. Porém, a moradora contesta a justificativa. “As estradas estão pedradas, não atola a van. A van sobe, a van desce, porque a gente recebe caminhões aqui. Não tem perigo nenhum das vans atolar nessas estradas”, afirma.

A situação, segundo ela, expõe as crianças a riscos e desconforto desnecessário. “As crianças têm que ir na chuva. É um descaso”, desabafa.

A moradora conta ainda que tentou contato com a garagem municipal e com o próprio prefeito para buscar uma solução, mas não obteve retorno. “Ninguém me atendeu. Eu queria pedir ajuda de pessoas competentes, porque tem muitos incompetentes deixando as crianças desse jeito”, protesta.

Até o momento, não houve manifestação oficial da Prefeitura de Botucatu sobre o caso.

Lançamento de Livro em Botucatu: Um Tributo à Cronista Elda Moscogliato na Pinacoteca Fórum das Artes

Claudia Bassetto lança livro “Elda Moscogliato, um começo de conversa” no sábado, 29
Obra memorialística aborda trajetória da cronista que marcou a vida cultural da cidade de Botucatu e oferece ao leitor um percurso por ruas e acontecimentos que, de alguma forma, constituem tantos outros botucatuenses. Evento acontece na Pinacoteca, com entrada franca

No dia 29 de novembro de 2025, às 11h, a Pinacoteca Fórum das Artes (Rua General Teles, 1040, Centro) recebe o lançamento do livro “Elda Moscogliato, um começo de conversa” (Editora Mireveja, 288 páginas), assinado por Claudia Bassetto, professora, artista visual e membro da Academia Botucatuense de Letras (ABL). Mais do que um livro, a publicação integra um projeto multimídia que celebra a leitura, a escrita, a cena teatral e a memória cultural de Botucatu (SP).
Selecionado entre mais de 600 projetos em edital do Programa de Ação Cultural (ProAC), em 2024, o projeto se desdobra em múltiplas linguagens: além do livro, inclui audiolivro, e-book, ações educativas e a peça teatral “Querida Elda”, com dramaturgia de Solange Rivas e apresentação da Cia de Teatro Chafariz. Financiada com verbas de incentivo à cultura do Governo do Estado de São Paulo e do Ministério da Cultura do Governo Federal, a iniciativa tem apoio da Academia Botucatuense de Letras e das Secretarias de Educação e de Cultura de Botucatu.

A pesquisa do livro
Em 2009, ao assumir a cadeira 26 da Academia Botucatuense de Letras, cuja patrona é Elda Moscogliato (1916-2000), Claudia Bassetto iniciou uma pesquisa sobre a trajetória da cronista que marcou a vida cultural da cidade. Até então, a autora conhecia Elda apenas pelas colunas de jornal. Movida pela curiosidade e pelo encanto com a escrita da cronista, Claudia começou a reconstruir os caminhos dessa mulher que transformava o cotidiano em poesia.
A autora embarca, então, numa aventura, criando uma teia poética em que sua vida se entrelaça à obra da personagem-escritora.

“O acesso ao arquivo pessoal de Elda – repleto de cartas, crônicas, anotações e fotografias do álbum da família Moscogliato – foi possível graças à colaboração de Maria Anna, a “Nhá”, irmã caçula de Elda”, recorda-se Claudia. “Ela me abriu a casa da rua General Telles com a intenção de ter um registro fiel da história da irmã e da família. Nhá compartilhou suas memórias em conversas sempre orais, sem gravações, em respeito à confiança estabelecida. A cada encontro, eu me via mais imersa na história”.

Filha de Vicente Moscogliato e Ida Varoli Moscogliato, Elda registrou em suas crônicas, ao longo das décadas, o cotidiano das ruas botucatuenses, especialmente da Curuzu, coração da comunidade italiana, deixando um retrato sensível de uma Botucatu em transformação, desde o século passado até a virada do milênio.

O livro reúne textos e imagens, compondo um registro histórico e afetivo da presença de inúmeras famílias na cidade e do comportamento da época. Num tom autobiográfico e memorialístico, é mesmo um “começo de conversa” entre passado e presente, entre a mulher que escreveu Botucatu e a autora que hoje a revisita, oferecendo ao leitor um percurso por ruas e acontecimentos que, de alguma forma, constituem tantos outros botucatuenses.

O audiolivro é dividido em três partes, com mais de seis horas de gravação, ao todo, com trilha sonora de Josiel Rusmont e vozes femininas que percorrem afetivamente o passado e o presente, revelando a transformação da cidade e de suas famílias. Pode ser acessado na plataforma Spotify. Links na página do projeto, onde já é possível adquirir o livro: https://www.editoramireveja.com/elda .

Ação educativa e teatral
Desde maio, alunos dos oitavos anos da EMEF Elda Moscogliato, na zona rural, participam de oficinas e ensaios que estimularam leitura e escrita e culminaram na peça “Querida Elda”, dirigida por Solange Rivas, que também assina a composição homônima escrita para a peça ao lado de Gisele Barbosa, com encenação da Cia de Teatro Chafariz.

Pelo Projeto Elda, alunos e atores já se apresentaram em eventos como a FLIB (Feira Literária de Botucatu), promovida pela Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB), no campus da Unesp, o BotuSIMA – Simpósio de Metodologias Ativas do Ensino Fundamental, realizado pela Secretaria de Educação de Botucatu, além de apresentações na Biblioteca Municipal Emílio Pedutti e no Teatro Municipal Camillo Fernandez Dinucci.

A peça “Querida Elda” terá nova apresentação no lançamento oficial do livro, com interpretação em LIBRAS e registro em fotografia e vídeo para posterior exibição nas escolas, integrando aprendizado, memória e criação artística de forma acessível.

O projeto prevê distribuição gratuita dos exemplares impressos para alunos, professores e funcionários da escola, bibliotecas públicas, universidades e instituições culturais, enquanto e-book e audiolivro estão disponíveis no site da Editora Mireveja (https://www.editoramireveja.com/elda), na Secretaria de Cultura, Economia e Indústrias Criativas de São Paulo, na Biblioteca Municipal Emílio Pedutti e no NAPE de Botucatu, garantindo amplo acesso e inclusão.

“Com o projeto, quis valorizar a memória literária e cultural da cidade, aproximar alunos e comunidade da obra de uma cronista pioneira e promover o interesse pela leitura, escrita e criação artística por meio de experiências enriquecedoras e acessíveis para todas as idades”, afirma Claudia Bassetto. “Só durante a pesquisa e o processo de escrita percebi o quanto as histórias de Elda também falavam de mim. Foi nesse encontro de trajetórias que nasceu o diferencial do trabalho, entrelaçando nossas histórias.”

O lançamento do livro é gratuito. E, para 2026, a autora já tem programação planejada para as cidades da região, incluindo Bauru, Lençóis Paulista, Pardinho, Piracicaba, Pratânia, São Manuel e Sorocaba.

Atrasos e bloqueios na Floriano Peixoto irritam moradores que utilizam a via frequentemente em Botucatu

A reforma e adaptação da Avenida Floriano Peixoto, em Botucatu, continua a causar forte descontentamento entre moradores e motoristas que dependem diariamente da via. Embora a Prefeitura siga afirmando que as intervenções são necessárias para melhorias estruturais, a forma como os bloqueios e desbloqueios têm ocorrido vem gerando críticas generalizadas, especialmente pela falta de comunicação ampla e pela morosidade no andamento dos trabalhos.

Com a interdição parcial da avenida, o trânsito da Rua Major Matheus — sentido bairro-Centro — tem sido completamente direcionado para o Elevado Bento Natel. O resultado, segundo diversos munícipes, são congestionamentos constantes em horários de pico, tornando o deslocamento diário mais demorado e estressante.

Outro ponto levantado pela população é a ausência de equipes trabalhando em horários alternativos. Moradores afirmam que as secretarias envolvidas não têm adotado períodos de menor fluxo, como início da manhã, noite, sábados ou feriados — o que ajudaria a acelerar a obra sem causar tanto impacto no trânsito. A percepção é de que não há continuidade no serviço e que, muitas vezes, o canteiro parece ocioso.

A situação gera preocupação quanto ao prazo prometido pelo prefeito Fábio Leite, que declarou que a obra seria entregue até 20 de novembro. Com o tempo chuvoso dos últimos dias e o que moradores classificam como “falta de planejamento e pouca experiência em gestão de obras”, cresce a desconfiança de que o compromisso não será cumprido.

Muitos cidadãos relatam frustração com o que consideram uma marca da atual administração: entregas incompletas e intervenções prolongadas. Segundo eles, a população está cansada de receber serviços públicos “pela metade” e cobra que a Prefeitura adote uma postura mais firme no acompanhamento e fiscalização das obras.

O que diz a população

Moradores que utilizam as redes sociais e grupos comunitários para comentar a situação têm manifestado diferentes posicionamentos, entre eles:

  • Revolta com o trânsito:
    “A Major Matheus virou um caos. Todo mundo preso no mesmo desvio, ninguém aguenta mais”, relatou uma moradora do Jardim Paraíso.
  • Críticas ao cronograma:
    “Parece que ninguém trabalha à noite ou no fim de semana. Assim a obra nunca vai andar”, afirmou um comerciante da região.
  • Desconfiança sobre o prazo:
    “Prometer até 20/11 é fácil. Quero ver entregar mesmo, porque até agora só vemos chuva e obra parada.”
  • Cobrança por planejamento:
    “Faltou organização desde o começo. Não avisam, não sinalizam direito, e quem paga é a população que fica horas no trânsito.”
  • Cansaço com obras mal concluídas:
    “A cidade inteira está cansada de serviço pela metade. Queremos algo bem feito e dentro do prazo.”

Nesse ritmo, o que podemos observar de tempos em tempos é a exibição de vídeos em redes sociais do Prefeito e da Prefeitura mostrando

 

Mutirão de cirurgias no HC de Botucatu zera fila de Síndrome do Túnel do Carpo para pacientes da região

O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu,Unesp (HCFMB), por meio da subespecialidade de cirurgia da mão do Serviço de Ortopedia, realizou um mutirão de procedimentos no último sábado (8), promovendo um avanço significativo no atendimento regional.

A iniciativa, que ocorreu no Hospital Estadual Botucatu (HEBo), resultou na realização de 14 cirurgias destinadas à correção da Síndrome do Túnel do Carpo. O esforço beneficiou pacientes que estavam em fila de espera de toda a área de abrangência do Departamento Regional de Saúde VI (DRS-VI) Bauru.

O sucesso do mutirão foi garantido pela dedicação de:

Três docentes do Serviço de Ortopedia;
Cinco médicos residentes da especialidade;
Equipes de enfermagem e higienização.

Entenda a Síndrome do Túnel do Carpo

A Síndrome do Túnel do Carpo é uma condição muito comum causada pela compressão do nervo mediano no túnel do carpo, localizado no punho. Essa compressão afeta o nervo principal responsável pela sensibilidade do polegar, indicador e dedo médio, manifestando-se através de formigamento, dormência e dor na mão.

Polícia Militar cumpre mandados e prende quatro procurados da Justiça em São Manuel e Pratânia

A Polícia Militar (PM) de São Manuel, através de equipes da 2ª Cia do 12º Batalhão, realizou uma série de ações coordenadas no dia 14 de novembro, resultando na captura de quatro indivíduos procurados pela justiça em São Manuel e Pratânia.

Duas prisões foram efetuadas contra procurados pela justiça por mandados criminais:

1. Primeira Captura: Um indivíduo foi abordado durante patrulhamento de rotina na Avenida José Horácio Melão.
2. Segunda Captura: Outro procurado foi localizado em uma empresa situada no Distrito Industrial 2.

Ambos foram informados sobre a existência dos mandados e conduzidos à delegacia de polícia civil de São Manuel, sendo posteriormente transferidos para a Cadeia Pública de Itatinga.

As outras duas ações envolveram o cumprimento de mandados de apreensão expedidos contra dois indivíduos procurados por ato infracional de homicídio qualificado. A PM prestou apoio a um oficial de justiça para cumprir as determinações:

Um dos jovens foi apreendido no bairro Jardim Brasil, em São Manuel.
O segundo foi localizado no centro de Pratânia.

Os dois menores foram encaminhados à Fundação CASA de Botucatu, onde permanecem à disposição da Justiça.

A PM reforça seu compromisso com a segurança pública na região.