Denúncia

Carnaval de Botucatu 2025: Inclusão ou Exclusão?

O Carnaval de Botucatu, tradicionalmente uma festa inclusiva e popular, está enfrentando um ano de mudanças e questionamentos. A Prefeitura da cidade tem sido alvo de críticas devido à organização do evento em 2025, levantando questões sobre a acessibilidade, transparência e equidade da festa.

Mudança de Local: Do Centro à Periferia

Uma das polêmicas principais foi a decisão de mover o Carnaval de Rua para a Avenida Antonio Jamil Cury, logradouro que nem de forma oficial foi divulgado pelos órgãos oficiais da Prefeitura, referindo-se ao local apenas como Avenida do Fórum, inclusive um local considerado inóspito.

Tradicionalmente, o evento acontecia em locais centrais e acessíveis como a Rua Amando de Barros e a Avenida Dom Lúcio. A nova localização, descrita como um espaço descampado, apresenta desafios logísticos e de conforto, especialmente em uma época de calor intenso. A prefeitura, inicialmente, sugeriu transporte público acessível e transporte por aplicativos, mas depois acabou prometendo ônibus gratuitos para facilitar o acesso.

Carnaval da Estação Ferroviária: Exclusividade em Espaço Público

Além do Carnaval de Rua, Botucatu também sediará o “Carnaval da Estação Ferroviária”. Este evento, no entanto, parece direcionado a um público com maior poder aquisitivo. Localizado em um espaço central e público, ele será explorado comercialmente por uma empresa local. A entrada está condicionada à compra de abadás e copos para bebidas pelo valor de R$ 50,00, e há restrições significativas, como a proibição de entrada com bebidas de fora. A Prefeitura de Botucatu foi questionada sobre o contrato com a empresa organizadora, mas não respondeu até o momento.

Além do espaço interno, a organização do evento está utilizando as dependências da Estação para o evento

Questões Não Respondidas

Vários questionamentos permanecem sem resposta, incluindo:

– Quem autorizou a exploração do espaço público e onde está o contrato?
– Quem estabeleceu os valores cobrados e para onde vai o lucro?
– Qual é a identidade e função da comissão de eventos mencionada?
– A que legislação pertence o misterioso “Artigo 8”?

Conclusão: Inclusão ou Exclusão?

O Carnaval de Botucatu 2025 está se configurando como um exemplo de desigualdade. Enquanto o evento na periferia se apresenta como uma alternativa gratuita e acessível, tendo como paisagem um pasto de um lado e um canavial do outro, o Carnaval da Estação no centro da cidade, com vistas ao um dos principais cartões postais de Botucatu, parece privilegiar aqueles com maior capacidade financeira e à sombra da própria sede da Secretaria de Turismo. Esta distinção é sutil, mas impactante, destaca a necessidade de maior inclusão e transparência nas festividades públicas. É essencial que todas as camadas da população tenham acesso igualitário ao direito à diversão e à cultura.

A Prefeitura de Botucatu, através da Secretaria de Comunicação foi procurada para falar sobre o assunto, mas até o momento, no fechamento desta matéria não encontrou em contato com a nossa redação.

Denúncias de Irregularidades no Programa Bolsa Atleta 2025

O Programa Bolsa Atleta é uma das principais conquistas para o esporte em Botucatu, oferecendo apoio financeiro a atletas de diversas modalidades. Em fevereiro de 2025, 154 atletas foram contemplados com essa bolsa, em um evento realizado na Pinacoteca de Botucatu, com a presença do Prefeito Fábio Leite e seus secretários.

O investimento para o ano de 2025 está previsto em cerca de R$ 1 milhão e 350 mil, representando um aumento significativo de 72% em relação ao ano anterior, quando foram investidos R$ 789 mil. As bolsas foram distribuídas da seguinte forma:

  • 24 bolsas para a categoria Internacional
  • 72 bolsas para a categoria Nacional
  • 58 bolsas para a categoria Estadual

Denúncias de Irregularidades

Recentemente, uma comissão de atletas, principalmente do ciclismo, denunciou à REDE ALPHA irregularidades no programa. Segundo as denúncias, atletas de outras cidades, que não residem em Botucatu há mais de um ano, foram beneficiados pelo programa, o que vai contra as regras estabelecidas no edital. Algumas cidades Brasil afora mantém essa prática para competições, “emprestando” atletas de outras partes do Estado para suas equipes locais. As denúncias desses ciclistas exemplificaram essa situção de outras cidades onde pessoas tiveram o beneficio garantido pela Prefeitura sem morar em nossa cidade.

Evidências Apresentadas

A comissão apresentou uma lista de nomes, juntamente com registros de redes sociais, comprovando que alguns atletas que vivem fora de Botucatu foram indevidamente contemplados com a Bolsa. Além disso, há relatos de que empresários, que não necessitam do apoio financeiro, também obtiveram o benefício, prejudicando atletas de baixo poder aquisitivo que realmente precisam desse suporte para suas atividades esportivas.

Apelo por Respostas

Há um apelo para que a Prefeitura Municipal e a Secretaria de Esportes de Botucatu se pronunciem sobre essas irregularidades. É essencial que medidas sejam tomadas para impugnar os indivíduos que obtiveram o benefício de má fé e garantir que o Programa Bolsa Atleta continue a apoiar aqueles que realmente necessitam.

Este caso destaca a importância da transparência e da fiscalização rigorosa em programas de apoio ao esporte, para assegurar que os recursos públicos beneficiem os atletas que realmente precisam e representam a cidade de Botucatu com mérito.

Foto: Prefeitura de Botucatu

Falta de transparência na contratação do Carnaval pode comprometer evento

O Carnaval de 2025 em Botucatu prometia ser um evento memorável, se não fosse a falta de transparência para a contratação dos artistas para a realização dos shows, além do valor gasto para aluguéis dos equipamentos da estrutura, com atrações que ja foram renome no cenário nacional e que estão confirmadas para o carnaval popular na Avenida do Fórum.

No entanto, mais um elemento adicionou mais questionamentos pela população em relação ao evento: a presença de um “doador oculto” que teria pago 120 mil reais que segundo o prefeito Fábio Leite, em entrevista concedida a uma emissorade rádio local, nesta manhã do dia 27 de fevereiro. Ele afirmou que o tal doador anônimo teria depositado o valor nas contas da prefeitura.

No entanto, ha cerca de 2 semanas, a prefeitura anunciou que já havia garantido a presença de três atrações populares para o evento:

Karametade: Contratado por R$ 40.000,00
João Suplicy: Contratado por R$ 20.000,00
Katinguelê: Contratado por R$ 60.000,00

Essas contratações, no entanto, já tiveram seus valores empenhados nas contas da prefeitura, conforme pode ser verificado no Portal Transparência da Prefeitura de Botucatu, conforme foto abaixo.

Além disso, os contratos de 3 dessas atrações já foram publicados também no Diário Oficial do Município, exatamente hoje, 27 de fevereiro, logo após o anúncio do prefeito.

Ou seja, a prefeitura já contratou e garantiu o pagamento das atrações.
No entanto, ao fazer averiguação da conta bancária da prefeitura no Banco do Brasil, não consta o depósito da tal doação, nos últimos 30 dias (27/01 a 27/02). Conforme pode ser observado abaixo.

O Presente Inesperado

O Prefeito Fábio Leite incorre em situação delicada ao alem de não revelar o nome do “doador” que segundo ele “(…) presenteou a cidade com uma doação de R$ 120.000,00 (…)”, não revela a origem deste dinheiro; a identidade do tal “doador”; bem como, não esclarece quais a contrapartidas que este doador receberá da Prefeitura.

Transparência e Questionamentos

A equipe da REDE ALPHA procurou por registros desse pagamento no Portal da Transparência e nas Contas Bancárias da Prefeitura, que são de domínio público; mas, até o momento, não foi encontrado nenhum comprovante da doação. Alem disso, a equipe de jornalismo da Rede Alpha contactou a Secretária de Comunicação, Cinthia Al Lage, e o Prefeito Fábio Leite para que pudessem esclarecer essa tramitação; mas, mais uma vez, não se pronunciaram, oficialmente, até o fechamento desta matéria.

A REDE ALPHA ouviu a advogada Dra. Raphaela siloto à respeito do assunto:

Reflexões da Comunidade

O mistério em torno do “doador oculto” gerou uma mistura de entusiasmo e desconfiança entre os cidadãos de Botucatu.

Muitos defendem a necessidade de clareza e responsabilidade na gestão dos recursos públicos na atual gestão da prefeitura de Botucatu, conforme foi prometido, em campanha, pelo prefeito eleito. Muitos ressaltaram que sempre foi difícil acompanhar as ações de gastos de prefeitura, nas gestões passadas, e que agora esperavam que isso não ocorresse mais.

A expectativa é de que as autoridades locais se manifestem, com urgência, e esclareçam todos os detalhes dessa “doação” e garantindo que a população seja devidamente informada sobre o uso responsáveldo dinheiro público.

Afinal, em tempos de desconfiança generalizada, a transparência é o melhor caminho para manter a popularidade.

Conselho de Alimentação Escolar faz denúncia de alimentos vencidos em escolas municipais de Botucatu

Na manhã desta quarta-feira, 26 de fevereiro, o Conselho de Alimentação Escolar (CAE) de Botucatu realizou uma reunião para discutir e fiscalizar a qualidade da alimentação e as condições das creches e escolas municipais. A situação, que já havia sido alvo de denúncias em março de 2024 pelo Portal Alpha Notícias, continua a preocupar pais e responsáveis.

Denúncias Persistentes

Em março de 2024, o Portal Alpha Notícias publicou uma matéria sobre a presença de alimentos transgênicos em merendas escolares, prática proibida por Lei Municipal n°. 4564, de 28 de novembro de 2003. Desde então, pouco foi feito para resolver o problema, e novas irregularidades foram detectadas nas recentes fiscalizações. Dessa vez, foram encontrados óleo transgênico em duas escolas do município.

Além disso, o Conselho Municipal de Alimentação Escolar também denunciou infrações ainda mais graves, como:

– Creche sem alvará de funcionamento;
– Dedetização com prazo vencido em várias escolas e creches, onde foram encontradas insetos rasteiros (barata e formiga) nos armários;
– Cozinhas utilizando material equipamentos proibidos como colher de pau e pano de prato. Os panos de prato em uso em pacotes com grande quantidade e recém entregues pelo almoxarifado da prefeitura;
– Falta de telas nas janelas;
– Produtos de uso pessoal dos funcionários nas dependências da cozinha, como bolsas e capacetes, em cima da geladeira;
– Produtos sem identificação e sem data de abertura/validade guardados na dispensa;
– Armazenamento inadequado de produtos de limpeza junto com alimentos na dispensa;
– Armários em condições de grande desgaste estando enferrujados e soltando lascas de madeira onde são guardados os alimentos;
– Instalações elétricas irregulares em várias cozinhas, em que as gestoras já enviaram ofício e não foram atendidas, temendo acidentes com fagulhas elétricas;
– Falta de manutenção das cozinhas e refeitórios com paredes apresentando rachaduras e trincas;
– Produtos de limpeza armazenados no memo armário onde estão os pratos que são utilizados para servir as refeições para as crianças;
– Falta de armários para dispensa;
– Presença de sujeira e insetos, como baratas nos armários
– Estruturas de prédios com rachaduras;
– Lâmpadas fluorescentes sem proteção;
– Produtos mal armazenados em geladeiras. Os conselheiros encontraram até caixas de papelão dentro de geladeiras;
– Várias escolas e creches sem certificação da limpeza das caixas d’água atualizada.

Além de tudo isso, o que mais causou comoção das mães presentes na reunião, foi a denúncia de que os conselheiros encontraram alimentos vencidos sendo utilizados nas refeições das crianças, como manteiga, óleo e queijo ralado usado na macarronada servida aos alunos.

Reunião Tensa

A reunião contou com a presença de representantes da Prefeitura, incluindo o secretário adjunto de educação, Márcio Esposto; membros do conselho de alimentação escolar; membros da sociedade civil e a equipe da Rede Alpha, que documentou os relatos e a indignação geral.

O vice-presidente do CAE, Luciano Valin, destacou a precariedade dos alimentos fornecidos, a infraestrutura dos prédios escolares e as questões de higiene.

Um dos casos mais alarmantes discutidos foi o da EMEI Ida Rosa Pilan Dell’Omo, localizada no Distrito de Vitoriana, onde um gambá morto foi encontrado dentro da caixa d’água da escola no início de fevereiro.

O incidente, confirmado pela Prefeitura, causou preocupação entre os pais, especialmente após várias crianças apresentarem sintomas como diarreia, vômito e dores abdominais. Este incidente foi publicado pelo Portal Alpha Notícias, no último dia 04 de fevereiro.

Clique na matéria abaixo:

Animal é encontrado morto em caixa d’água de escola

Respostas do representante da Prefeitura

O secretário adjunto de educação, Márcio Esposto, ouviu as demandas e afirmou que irá encaminhar as questões à Secretaria de Educação. No entanto, quando questionado sobre prazos para resolver os problemas emergenciais que dizem respeito à saude dos alunos no quesito higiene e alimentos vencidos, Esposto declarou não ter competência para fornecer respostas específicas e nem o prazo em que serão resolvidos.

A situação gerou descontentamento entre as mães e pais presentes na reunião. Uma das mãesque não quiz se identificar, disse que agora se sente insegura em deixar seu filho ir para a escolas, diante de tantas irregularidades com a alimentação que as crianças estão recebendo dentro da escola.

A equipe da Rede Alpha registrou toda a reunião por filmagem, uma vez que não há nenhum impedimento para isso, já que as reuniões são abertas para a participação popular.

A comunidade espera, agora, uma ação efetiva e rápida por parte das autoridades para garantir a segurança e bem-estar das crianças.

Biscoitos maisena de algumas marcas contém resíduos agrotóxico

O terceiro volume do “Tem veneno nesse pacote”, lançado pelo @idecbr – Instituto de defesa do consumidor, expõe a presença de agrotóxicos em produtos ultraprocessados.

A publicação faz parte de um conjunto de três volumes de estudos científicos, que comunicam e alertam para o perigo duplo de consumir produtos ultraprocessados. Em primeiro lugar, porque comprovadamente os ultraprocessados têm em suas composições ingredientes nocivos à saúde humana e hoje são um dos principais responsáveis pelas doenças crônicas não transmissíveis.

Em segundo lugar, porque os estudos apresentam a presença de resíduos de agrotóxicos cancerígenos nos produtos analisados. Ao longo das três publicações, o Idec vem notificando a Anvisa, exigindo avanço nas ações sobre regulação do uso de agrotóxicos no Brasil. Lançada em junho de 2021, a cartilha “Tem veneno nesse pacote” divulgou os primeiros resultados sobre a presença de agrotóxicos em produtos ultraprocessados. Dentro do grupo de produtos avaliados, as famosas “bisnaguinhas” apresentaram presença de mais de oito agrotóxicos, incluindo o glifosato – perigoso produto com potencial cancerígeno.

Em 2022, O Idec deu mais um passo em direção à divulgação de pesquisa científica com o foco na alimentação e saúde e lançou o segundo volume do “Tem veneno neste pacote” analisando ultraprocessados de origem animal, como carnes e leites, e foi descoberto que 60% deles contêm resíduos de agrotóxicos.

Essas descobertas reforçam a necessidade de mudanças na maneira pela qual os sistemas alimentares são produzidos e distribuídos no Brasil, em que o modelo agrícola predominante é baseado na monocultura que atende a demanda de commodities, como soja, milho, trigo e açúcar, e faz uso intensivo de agrotóxicos.

Zona Leste ganha UBS mas não leva. Local foi inaugurado mas não funciona

A Prefeitura de Botucatu, por meio da Secretaria de Saúde, inaugurou a Unidade de Saúde da Família (USF) do Cachoeirinha, situada na região leste do município. A unidade, que recebeu o nome de Dr. Fernando Zambonini, foi oficialmente entregue no dia 31 de dezembro de 2024, ainda sob a gestão do ex-prefeito Mário Pardini.

Apesar da inauguração, a população da Zona Leste tem demonstrado preocupação e insatisfação, pois, passados quase dois meses da “inauguração”, a unidade ainda não iniciou suas atividades. Esse atraso no funcionamento tem sido visto como uma prática recorrente, na qual espaços públicos são inaugurados sem estarem prontos para atender a comunidade.

Os moradores expressam o desejo de que as inaugurações ocorram apenas quando os serviços estiverem de fato disponíveis para uso. A situação da USF Cachoeirinha não é isolada; outros projetos, como o Campo de Futebol do Jardim Palos Verdes e o Hospital Sorocabano, também foram inaugurados sem estarem plenamente operacionais.

Essas situações têm gerado um sentimento de frustração e desilusão entre os habitantes da região, que se sentem enganados pelas inaugurações simbólicas. A expectativa da população é de que as novas administrações tomem medidas para garantir que tais eventos ocorram apenas quando os serviços estiverem prontos para o uso, assegurando assim a credibilidade e a confiança entre o poder público e a comunidade.

foto: Prefeitura de Botucatu

 

Assistam a matéria:

 

Desafios de acesso para chegar em casa no Residencial Bela Hungria

Os moradores do Residencial Bela Hungria, localizado na zona leste de Botucatu, têm enfrentado dificuldades significativas para acessar seus apartamentos “à pé”. A principal causa desse problema é a ausência de calçamento entre o residencial e a Avenida Arquiteto Zenon Lotufo, situada ao lado do Bairro Cachoeirinha. Este problema é exacerbado em dias de chuva, quando o barro se acumula e torna a passagem praticamente impossível. Outra questão é o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, além de idosos e mães com cadeirinha com crianças.

Riscos e Inseguranças

Além do barro, a falta de infraestrutura adequada para pedestres obriga os moradores a circularem pela Rodovia Alcides Soares, o que representa um risco elevado de atropelamento. Este trajeto é extremamente perigoso, especialmente considerando que o local é uma via de grande fluxo devido à presença de cinco grandes blocos de apartamentos, incluindo os quatro do bairro Cachoeirinha.

Impacto na Comunidade

A área ao redor do Residencial Bela Hungria é um ponto de grande concentração de pessoas. O centro comercial adjacente, que inclui uma loja de conveniência e outros estabelecimentos, atrai muitos moradores para a prática de caminhada e outras atividades diárias. A falta de um caminho seguro e pavimentado não só dificulta o acesso dos residentes, mas também limita a utilização dos serviços comerciais disponíveis.

Proposta de Solução

A solução mais viável seria a implementação de um calçamento adequado entre o residencial e a avenida. Para isso, a Prefeitura de Botucatu precisa tomar medidas imediatas, seja acionando o empreendimento responsável para que realize as obras necessárias, seja aplicando multas para garantir que o conforto e a segurança dos moradores sejam priorizados.

Assistam a Reportagem:

 

 

Espaço das torres de tv no Jardim Paraíso carecem de atenção

O local que abriga as torres de TV do município tem se tornado uma fonte de preocupação para os moradores vizinhos no Jardim Paraíso, Zona norte de Botucatu. O mato alto e ao acúmulo de lixo nas calçadas tem sito denunciados semanalmente à REDE ALPHA. A situação tem gerado um risco potencial de dengue, uma vez que o matagal pode servir de criadouro para mosquitos transmissores da doença. Os residentes da área expressaram suas queixas, destacando a falta de manutenção e limpeza do espaço, que é de responsabilidade da prefeitura.

Uso Indevido do Espaço Público

Durante uma reportagem da REDE ALPHA, foi constatado que um pedreiro estava utilizando a calçada do entorno de forma inadequada, com uma betoneira, areia e terra, impedindo a passagem de pedestres na calçada. Além disso, o local tem sido utilizado como depósito de restos de construção, e há relatos de que algumas pessoas também estão descartando móveis no local, aumentando ainda mais o problema de lixo.

Responsabilidade e Falta de Fiscalização

Embora o espaço seja público e, portanto, sob a responsabilidade da prefeitura, as emissoras de televisão que operam no local são entidades privadas. A utilização do espaço também é feita pela TV Câmara de Botucatu. A situação levanta questões sobre a falta de fiscalização, inclusive por parte dos próprios vereadores, que deveriam zelar pelo uso adequado e pela manutenção do espaço.

Necessidade de Ação Imediata

A resolução desses problemas requer uma ação coordenada entre a prefeitura e as emissoras de televisão que utilizam o espaço. Uma manutenção regular e eficiente é essencial para garantir a segurança e o bem-estar dos moradores vizinhos, além de preservar a integridade do espaço público. É crucial que as autoridades competentes tomem medidas imediatas para evitar o agravamento da situação e mitigar os riscos à saúde pública.

 

Assistam a Reportagem: