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Aborto foi a maior causa de morte em 2019, matando mais de 42 milhões… ‘Isso não é um bebê!’: a tragédia de crianças nascidas vivas durante abortos

Mais de 42 milhões de abortos ocorreram por todo o mundo em 2019, de acordo com o serviço de rastreamento Worldometers, constatando mais uma vez que o aborto foi a maior causa de morte no planeta.

“Segundo a OMS, todos os anos no mundo há cerca de 40 a 50 milhões de abortos. Isso corresponde a aproximadamente 125.000 abortos por dia”, observou o Worldometers.

Em 31 de dezembro, a plataforma Worldometers contabilizou 42,4 milhões de abortos, o que representa mais da metade do número total de mortes por qualquer outra causa (58,6 milhões). O aborto superou todas as causas individuais de morte, incluindo mortes em geral por doenças (13 milhões).

O real número total de abortos pode ser menor ou maior, no entanto, já que o Worldometers depende de estatísticas de saúde e mortalidade da Organização Mundial da Saúde (OMS), que por sua vez se baseia em estimativas do Instituto Guttmacher — posicionado como pró-aborto, segundo o LifeSiteNews.

“Os 56,3 milhões de abortos globais que o Guttmacher estima anualmente, não mais do que 10%, pode ser oficialmente contabilizados e apenas 23% têm base na evidência empírica”, disse Michael Spielman,  fundador do projeto pró-vida Abort73. “Os outros 77% são assumidos com base em um complexo modelo estatístico que estima uma variedade de fatores”.

O Worldometers identificou números semelhantes no ano passado, levando os órgãos como o Snopes, um site de verificação de fatos, a tentar minimizar a notícia, “não contestando os números, mas argumentando que o aborto não deve ser considerado uma ‘causa de morte’”, relatou o LifeSiteNews.

O Worldometers rastreia e estima estatísticas em tempo real sobre uma ampla variedade de assuntos, com base em dados de fontes como a ONU, a OMS, o Fundo Monetário Internacional (FMI), entre outras. O instituto possui reconhecimento e citações de uma ampla variedade de meios de comunicação e trabalhos acadêmicos, bem como o endosso da American Library Association.

Até esta quinta-feira, 3 de janeiro, o Worldometers já contabilizou mais de 300.000 abortos em todo o mundo somente em 2020.

Quando uma representante da Planned Parenthood testemunhou contra um projeto de lei da Flórida que defendia bebês nascidos vivos durante abortos malsucedidos, ativistas pró-aborto reclamaram que este cenário não era real. Situações como essas, no entanto, têm acontecido desde que o aborto se tornou legal nos Estados Unidos. Um número considerável de funcionários de clínica de aborto, médicos e ex-aborteiros tem quebrado o silêncio e falado sobre essas crianças a quem foi negada assistência médica depois do parto.

No livro The Ambivalence of Abortion [“A Ambivalência do Aborto”], a autora pró-aborto Linda Bird Francke recolheu o depoimento de várias pessoas envolvidas na indústria do aborto. Ela cita uma enfermeira, que conta a seguinte história:

” Tivemos um salino (tipo de aborto) que nasceu vivo. Eu corri para a enfermaria e pus aquilo em uma encubadora. Chamei o pediatra para ajudar, mas ele se negou. ‘Isso não é um bebê. É um aborto!’, ele disse.” [1]

Embora o destino da criança não tenha sido revelado, é praticamente impossível que ela tenha sobrevivido sem assistência médica às lesões fatais de um aborto salino.

Em um procedimento desse gênero, uma solução salina cáustica é injetada no útero materno, envenenando o líquido amniótico e matando o bebê no curso de algumas horas. A mulher entra em trabalho de parto para dar à luz um bebê morto. Esse método foi abandonado na década de 1990 pelo grande número de abortos malsucedidos e porque era perigoso para a mulher. Foi substituído pela D&E (“dilatação e evacuação”), um procedimento brutal pelo qual o bebê é dilacerado com um fórceps e extraído pedaço por pedaço. Uma técnica similar à do envenenamento salino, que ainda é realizada hoje, consiste na injeção de digoxina diretamente no coração do feto. A substância “amolece” o cadáver, tornando mais fácil o ato de rasgá-lo e retirá-lo do útero. Abortos por digoxina são geralmente feitos nos últimos dois trimestres e, às vezes, também produzem nascidos vivos.

Em In Necessity and Sorrow: Life and Death in an Abortion Hospital [“Na Necessidade e no Sofrimento: Vida e Morte em um Hospital de Aborto”], Magda Denes, outra autora pró-aborto, relata o testemunho de Teresa Etienne, identificada como funcionária de uma clínica:

“A única vez em que pensei sobre aborto em termos de religião foi quando vi alguns fetos e um tinha nascido vivo. Eu realmente vi um deles, até senti a batida do coração. Eu o toquei. Parecia um bebê, mas era muito pequeno. Era realmente lindo. Muito calmo. Na verdade, estava começando a morrer. As batidas do coração estavam diminuindo. Ele estava indo para o Hospital Bellevue e um rapaz dizia: ‘Eu não sei porque temos que levar isso pra lá, já que vai morrer de qualquer jeito. Por que passar por todo esse aborrecimento?” [2]

Um caso no qual um bebê nascido vivo foi morto por ação direta do aborteiro veio à luz quando funcionários de uma clínica revelaram o que aconteceu. Nas palavras do autor pró-vida Mark Crutcher:

“De acordo com cinco empregados de uma clínica de aborto, o aborteiro texano John Roe 109 (pseudônimo) estava realizando um aborto quando uma menina do tamanho de um pé (cerca de 30 cm) e com cabelo castanho claro nasceu. Eles confirmaram que o bebê se enrolava na mão de Roe e tentava respirar, enquanto ele segurava a placenta sobre o seu rosto.

Então, ele a jogou em um balde de água e vários empregados confirmaram que bolhas subiram até a superfície. Eles prosseguiram dizendo que Roe, então, ‘soltou o feto dentro de um saco plástico… que foi amarrado e colocado no fundo da sala de operações. As laterais da sacola pulsavam, como se alguém estivesse respirando dentro dela. Então, o saco parou de se mover.’ Uma testemunha diz que estava segurando o saco no qual Roe colocou a criança e, depois, pôs a sacola no freezer onde os fetos abortados eram armazenados.” [3]

Aborteiros descrevem as suas experiências

No artigo Pro-Choice 1990: Skeletons in the Closet [“Pró-Escolha 1990: Esqueletos no Armário”, literalmente], o ex-aborteiro Dr. David Brewer descreve a sua primeira participação em um procedimento de aborto tardio. A operação foi feita por histerotomia, um tipo de aborto no qual o bebê é tirado da barriga da mulher, de modo similar a uma secção cesariana.

“Eu me lembro de ver o bebê se movendo, debaixo das membranas da bolsa, assim que a incisão cesariana foi feita, antes que o médico a rompesse. Veio-me à mente: ‘Meu Deus, aquilo é uma pessoa’. Então, ele rompeu a bolsa. E quando o fez, é como se viesse uma dor ao meu coração, assim como quando eu vi o primeiro aborto por sucção. Então, ele tirou o bebê, e eu não podia tocá-lo… Não podia mais ser um assistente. Apenas fiquei ali e a realidade do que estava acontecendo finalmente começou a entrar em meu cérebro e coração endurecidos.

Eles levaram aquele bebezinho que fazia pequenos sons e se movia e chutava, e o colocaram naquela mesa, em uma fria tigela de aço inoxidável. Enquanto fechávamos a incisão no útero e finalizávamos a cesariana, a todo momento eu conferia e via aquele pequeno ser se movendo naquela tigela. E ele, é claro, chutava e se movia cada vez menos com o passar do tempo. Lembro-me de ficar pensando e olhando para o bebê quando terminamos a cirurgia e ele ainda estar vivo. Era possível ver o seu peito se movendo, o seu coração batendo e o bebê tentando dar um pequeno suspiro. Aquilo realmente me atingiu e começou a me ensinar sobre o que o aborto realmente era.” [4]

Brewer ainda realizaria mais abortos antes de eventualmente sair da indústria e se tornar um interlocutor pró-vida. Mais tarde, na sua carreira profissional, o mesmo David Brewer presenciou o drama de outro bebê nascido vivo depois de um aborto salino:

“Uma noite, uma mulher deu à luz e eu fui chamado a comparecer e examiná-la porque estava fora de controle. Entrei na sala e ela estava caindo aos pedaços, em um colapso nervoso, gritando e se debatendo. As enfermeiras estavam incomodadas porque não conseguiam trabalhar e do mesmo modo todos os outros pacientes, porque essa mulher estava gritando. Quando entrei, vi o seu pequeno bebê vítima de um aborto salino. Ele tinha nascido e ficou chutando e se movendo por um curto espaço de tempo, até finalmente morrer com aquelas terríveis queimaduras – porque a solução salina entra nos pulmões e os queima também.”

O doutor Paul Jarrett, outro ex-aborteiro, conta a seguinte história:

“Como a solução salina hipertônica era muito tóxica se, ao invés do saco amniótico, fosse injetada na parede do útero, havia uma constante procura pela droga perfeita. A prostaglandina tornou-se agora a droga da vez, mas um dos primeiros experimentos era com ureia hipertônica. A maior desvantagem do seu uso era o problema dos nascidos vivos. Lembro-me de usar a solução em uma paciente que os residentes da psiquiatria nos trouxeram de sua clínica (…). Nunca esquecerei quando tirei o seu bebê de cerca de 900 gramas e ouvi os seus gritos: ‘Meu bebê está vivo, meu bebê está vivo!’. Ele sobreviveu por vários dias.”

Outros médicos testemunham o horror

Um médico que cuida de bebês prematuros descreve experiências que teve enquanto ainda fazia residência. Ele ajudou um médico a realizar um aborto terapêutico por histerotomia – técnica na qual o útero gravídico é removido como forma de tornar a pessoa estéril e, ao mesmo tempo, realizar um aborto.

“Eu já havia ajudado em duas outras histerotomias, uma por câncer no endométrio e outra por causa de um tumor benigno. Tinha sido ensinado durante os dois primeiros casos a ‘sempre abrir o útero e examinar o seu conteúdo’ antes de mandar a amostra para a patologia. Então, depois que o professor retirou o útero, eu – ansioso por mostrar-lhe que já tinha aprendido o procedimento padrão – perguntei-lhe se queria que eu o abrisse, ao que ele respondeu: ‘Não, porque o feto pode estar vivo e então estaríamos diante de um dilema ético.’” [5]

Pouco tempo depois, o mesmo médico presenciou com os seus próprios olhos um bebê nascido vivo depois de um aborto:

“Algumas semanas depois, agora no departamento de obstetrícia, eu recuperei uma bolsa de fluído intravenoso que o médico residente havia pedido. O material era para ministrar prostaglandina, uma droga que induz o útero a contrair e expelir o que tem. O paciente fez o mínimo contato visual conosco. Algumas horas depois, eu vi o feto abortado ofegante e movendo as suas pernas em uma arrastadeira, que depois foi coberta com um pano.” [5]

Então, ele descreve um aborto por nascimento parcial realizado sem sucesso em um bebê com hidrocefalia. Primeiro, ele conta o modo como o aborto seria realizado:

“O residente descreveu como ia tirar o corpo do bebê e, então, quando a cabeça estivesse presa, inserir o trocarte – um longo instrumento de metal com uma ponta afiada – através da base do crânio. Durante a fase final desse procedimento, ele indicou que moveria o tubo de sucção várias vezes de um lado ao outro do tronco cerebral, para garantir que o bebê nasceria morto. Vários dos pediatras residentes, incrédulos, disseram: ‘Você está brincando’ ou ‘Você está inventando isso’…” [5]

Depois, descreve o resultado da operação:

“Depois, naquela tarde, o obstetra residente realizou o procedimento, mas, infelizmente, a criança nasceu com o coração batendo e alguns suspiros fracos e ofegantes. Então, o bebê foi trazido à UTI neonatal: era uma criança um pouco prematura, que pesava em torno de 2 quilos. Sua cabeça, em si, estava dilacerada. A cama estava suja de sangue e drenagem. Fiz o meu exame (nenhuma outra anomalia detectada), então anunciei a morte do bebê cerca de uma hora depois.” [5]

O Dr. Ron Paul, que já foi candidato do Partido Republicano à presidência dos EUA, contou a seguinte história em uma propaganda de campanha:

“Aconteceu, uma vez, de eu entrar em uma sala de operações onde estavam realizando um aborto em uma gravidez avançada. Eles retiraram um pequeno bebê que era capaz de chorar e respirar, colocaram-no em um balde, puseram-no no canto da sala e fingiram que ele não estava lá. Desci pelo pátio de entrada e um bebê tinha nascido prematuro – um pouco maior que o bebê que tinham colocado no balde – e eles queriam salvar esse bebê. Ali, eram em torno de 10 médicos fazendo todo o possível para salvar a vida daquela criança.

Quem somos nós para decidir, para escolher e descartar uns e lutar para salvar a vida de outros? A menos que solucionemos isso e entendamos que a vida é preciosa e que devemos protegê-la, não seremos capazes de proteger a liberdade.”

Esses incidentes são apenas a ponta do iceberg. Não se sabe exatamente, ao longo de todos esses anos, quantas crianças nasceram vivas e morreram silenciosamente – ou foram deixadas para morrer – sem que ninguém revelasse o que aconteceu a elas.

Referências

  1. Linda Bird Francke. The Ambivalence of Abortion. New York: Laurel, 1982. p. 53.
  2. Magda Denes. In Necessity and Sorrow: Life and Death in an Abortion Hospital. New York: Basic Books, 1976. p. 39.
  3. In Mark Crutcher. Lime 5: Exploited by Choice. Denton, Texas: Life Dynamics Incorporated, 1996.
  4. David Kuperlain; Mark Masters. Pro-Choice 1990: Skeletons in the Closet. New Dimensions, October 1990.
  5. Hanes Swingle. A Doctor’s Grisly Experience With Abortion. The Washington Times, July 23, 2003. p. A-18.
  6. Portal Guia-me

Operação Verão + Seguro pelas rodovias do DER tem queda de 12,2% no número de acidentes e de 8,6% no número de mortes

Entre o dia 20/12/2019 e o dia 05/01/2020 -durante as festas de Natal e Ano Novo, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), órgão vinculado à Secretaria de Logística e Transportes, registrou queda de 12,2% no número de acidentes e de 8,6% no número de vítimas fatais nas rodovias estaduais de acesso ao Litoral Paulista, mesmo com um fluxo de veículo 6,3% maior do que no ano anterior.

Neste ano, o número de acidentes foi de 264 contra 301 ocorrências registradas no período do ano passado nas rodovias SP 055 (litoral Norte e Sul), SP 098 e SP 125. Já o número de mortes caiu de nove no mesmo período do ano passado, para quatro vítimas fatais neste ano.

O DER também registrou nesta operação a passagem de 3,6 milhões de veículos pelas rodovias de acesso ao litoral paulista, litorâneas e de acesso ao Oeste Paulista – número 6,3% maior em comparação ao ano passado,quando 3,3 milhões de veículos seguiram viagem com destino ao litoral.

Durante os 17 dias de operação especial que envolveu o Natal e o Ano Novo, foram realizados 2.943 atendimentos aos usuários. Deste total, 69,6% dos atendimentos foram decorrentes de panes nos veículos, ou seja, 2.049 atendimentos.

Para o secretário estadual de Logística e Transportes, João Octaviano Machado Neto, o resultado positivo obtido com a redução no número de acidentes e mortes é resultado da força-tarefa formada pelas equipes do DER e da Polícia Militar Rodoviária, que estiveram atuantes initerruptamente nas rodovias. “Apesar do maior número de veículos circulando pelas rodovias estaduais, tivemos um bom resultado com a redução no número de acidentes e mortes, o que mostra que a fiscalização e a forte presença de agentes nas rodovias mudou a atitude dos usuários. Os motoristas precisam ter cuidado e cautela, evitar o uso do celular, não beber e dirigir, respeitar as leis de trânsito. Todas estas ações atreladas às boas condições de infraestrutura oferecidas, tornaram as viagens mais confortáveis e seguras”.

Balanço das atividades operacionais – Apesar do alto fluxo de veículos, os motoristas contaram com uma viagem mais rápida e segura em função das ações tático-operacionais desenvolvidas pelas equipes da coordenação de tráfego do DER, das Unidades Básicas de Atendimento nas rodovias e da Polícia Militar Rodoviária.

Como parte da Operação Verão + Seguro, foram realizadas operações subida e descida nas rodovias litorâneas, liberação de acostamentos, implantação de faixa reversível, fiscalização de veículos estacionados em locais proibidos e uso de rotas alternativas para desafogar o tráfego.

Drones foram usados no monitoramento do tráfego e auxílio na tomada de decisões operacionais. Na ocasião de acidentes, os drones foram utilizados para que as equipes fossem acionadas de forma ágil, adotando todas as medidas de segurança necessárias e advertindo os motoristas a reduzirem a velocidade na pista.

EmbraerX e Elroy Air firmam acordo de cooperação para transporte não tripulado de cargas aéreas

A EmbraerX, subsidiária para negócios disruptivos da Embraer, anunciou sua entrada no mercado de transporte de cargas aéreas na feira americana CES 2020 – Consumer Electronic Show, por meio de um acordo de cooperação com a Elroy Air. Essa colaboração permitirá que as empresas acelerem o desenvolvimento do mercado não tripulado de cargas aéreas em todo o mundo, combinando os 50 anos de experiência da Embraer na indústria aeronáutica com o desenvolvimento inovador da Elroy Air em sistemas autônomos de aeronaves.
“No intuito de criar soluções que beneficiam a humanidade de forma ampla, acreditamos que o transporte de carga é um dos principais mercados para uma aeronave autônoma”, disse Antonio Campello, presidente e CEO da EmbraerX. “A expansão acelerada do comércio eletrônico está forçando o mercado de cargas a crescer e buscar novas soluções, criando uma clara necessidade por mais flexibilidade. Nossa abordagem holística para acelerar esse mercado incluirá a colaboração com a Elroy Air e seu sistema Chaparral, capaz de entregar entre 110 e 220 kg de carga a distâncias de até 480 km, assim como a nossa atuação em serviços associados e soluções para gerenciamento de tráfego aéreo”.
“A Elroy Air pretende escrever um novo capítulo no mercado de logística com sistemas autônomos para entrega de carga aérea ponto a ponto”, disse Dave Merrill, CEO da Elroy Air. “A aeronave de decolagem e aterrissagem vertical da Elroy Air (VTOL) para entrega de cargas, batizada Chaparral, será capaz de operar sem a necessidade de aeroportos ou de estações de recarga, e seu projeto é otimizado para o transporte de carga, com capacidade de carregamento e descarregamento automáticos. Nossa colaboração com a EmbraerX vai acelerar o caminho para a implantação nos mercados de frete comercial”.
Essa colaboração faz parte da abordagem de multi-projetos da EmbraerX, para desenvolver ainda mais o ecossistema de mobilidade aérea e criar as condições para transportar pessoas e bens do ponto A ao ponto B de uma forma melhor e mais acessível. Além do transporte de carga, a EmbraerX está envolvida em diversos outros projetos, incluindo o desenvolvimento de uma aeronave VTOL de propulsão elétrica (eVTOL) focada em mobilidade aérea urbana, um sistema dedicado ao gerenciamento do tráfego aéreo urbano (UATM) e uma plataforma agnóstica de negócios voltada para frotas de aeronaves, denominada Beacon, com o objetivo de aprimorar os serviços aeronáuticos.
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Sobre a EmbraerX
A EmbraerX é uma aceleradora de mercado comprometida com o desenvolvimento de soluções que transformam experiências da vida. Uma subsidiária de inovação disruptiva da Embraer S.A., está localizada na Costa Espacial da Flórida, em Melbourne, nos Estados Unidos. Seus postos avançados no Vale do Silício e em Boston são integrados à equipe de engenharia da Companhia no Brasil, todos colaborando com as comunidades globais de inovação. Com uma mentalidade de startup, a EmbraerX faz parte do Uber Elevate Network, uma rede que está co-criando o futuro do transporte aéreo urbano sob demanda.
A equipe de inovadores, criadores, líderes de pensamento e designers da EmbraerX combina a visão do desenvolvimento centrado no ser humano, com a expertise em negócios e engenharia para enfrentar alguns dos maiores problemas de mobilidade da humanidade. A EmbraerX está envolvida em diversos projetos, incluindo o desenvolvimento de um conceito de veículo elétrico de decolagem e pouso na vertical (conhecido como eVTOL), um sistema de gerenciamento de tráfego aéreo urbano e a plataforma de negócios Beacon, projetada para conectar e sincronizar recursos da indústria, cadeia de suprimentos pós-venda e profissionais de serviços aeronáuticos. Para mais informações, visite EmbraerX.com
Sobre a Embraer
Empresa aeroespacial global com sede no Brasil com atuação nos segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança, Aviação Agrícola. A Companhia projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, além de fornecer Serviços & Suporte a clientes.
Desde que foi fundada, em 1969, a Embraer já entregou mais de 8 mil aeronaves. Em média, a cada 10 segundos uma aeronave fabricada pela Embraer decola de algum lugar do mundo, transportando anualmente mais de 145 milhões de passageiros.
A Embraer é líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos. A empresa mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa.
Sobre a Elroy Air
A Elroy Air é uma plataforma de logística autônoma que desenvolve sistemas e softwares para aeronaves autônomas para entrega aérea de carga rápida e flexível. Com base na tecnologia de powertrain e na percepção que permite a revolução de veículo híbrido-elétrico/autônomo, seus sistemas de logística aérea de decolagem e aterrissagem vertical (VTOL) podem operar fora da infraestrutura de aeroportos e transportar de 110 a 220 quilos de carga por mais de 480 quilômetros. Além do transporte de carga comercial por via aérea, a empresa oferece ajuda imediata e socorro em situações de desastre, combate a incêndios e rápido reabastecimento autônomo para tropas no campo.
A Elroy Air foi fundada em 2016 pelo UAS, líder em desenvolvimento de produtos e softwares. A empresa conseguiu financiamento de algumas das principais empresas de venture capital do Vale do Silício e de Los Angeles e atraiu uma equipe diversificada e talentosa, com experiência no setor, e passagens pela Uber, Northrop Grumman, Scaled Composites, Skyryse e Airbus, além de formações acadêmicas que incluem Embry-Riddle, MIT, Georgia Tech e Stanford.

Shopping Botucatu inicia eventos de 2020 com festa gratuita

O ano já começou a todo vapor no Shopping Botucatu. Para celebrar a chegada de 2020, o empreendimento vai dar início aos eventos com uma festa super animada e divertida. O encontro gratuito será realizado no dia 18 de janeiro, a partir das 16 horas, no estacionamento do local.

Serão montadas tendas, com DJ e muito som.  Além disso, teremos animadores para a recreação da criançada.

Interessados em participar podem se inscrever através de um link, que estará disponível nas redes sociais do Shopping a partir desta quinta-feira, 9 (veja detalhes, abaixo).

As inscrições serão limitadas e, assim que atingido o limite máximo de pessoas, estarão encerradas.

As crianças precisam estar acompanhadas de um responsável e todas as inscrições devem ser feitas no nome do adulto.

Segundo o gerente de Marketing do Shopping Botucatu, Rafael Almeida, a festa promete esquentar ainda mais o verão. “Estamos bastante ansiosos para os eventos deste ano. Vamos trazer bastante novidade bacana. E um encontro desses, com música e alegria, vai ser apenas o começo”, afirma.

O departamento de Marketing do Shopping também prepara novidades para o Carnaval. Mais informações em breve.

Redes sociais
Facebook: Shopping Botucatu
Instagram: @shoppingbotucatu

Serviço
O estacionamento do shopping é gratuito. O empreendimento funciona de segunda a sábado, das 10 às 22 horas. Aos domingos e feriados, a praça de alimentação fica aberta das 11 às 22 horas e as lojas, das 14 às 20 horas.

fonte: 4Toques Comunicação

“Mestres do Ofício de Botucatu” ficará em exposição até o dia 31

Uma boa dica cultural para as férias é a exposição “Mestres do Ofício de Botucatu”, que vai até o próximo dia 31, no Museu Histórico e Pedagógico “Francisco Blasi”, o MuHP.

Em exposição desde 19 de dezembro do ano passado, a mostra é resultado do trabalho de alunos do curso Design Social para Culturas Populares, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura, por meio do Programa de Oficinas Culturais, e ministrado pela designer Silvia Sasaoka.

Através da sensibilização de seus participantes para explorarem a diversidade sociocultural do município de Botucatu, a exposição mostra novas perspectivas de cidadania ao identificar profissionais anônimos e reconhece o valor cultural e social de seus trabalhos feitos à mão.

O público conhecerá trabalhos originais, artesanais e manufaturados de sete mestres de ofício residentes em Botucatu, que tiveram seu aprendizado a partir de outros mestres ou por autodidatismo. A biografia e os processos de cada mestre são exibidos continuamente em vídeo, e também disponibilizados em um canal na internet criado exclusivamente para o projeto, que pode ser acessado via redes sociais do MuHP Botucatu.

A exposição, de maneira inédita, integra outra exposição vigente no MuHP: o Novembro Negro, com trabalhos artísticos de pessoas negras. O intuito é promover um diálogo entre as diversas manifestações artísticas, culturais e de ofícios que tanto enriquecem a comunidade.

A exposição Mestres de Ofício de Botucatu está à disposição do público das 9 às 17 horas, até o dia 31 de janeiro de 2020.

A entrada do MuHP é franca e aberta a todos.

Mestres de Ofício

Carlos Alan Lira – artesão e construtor de bambu

Idalino dos Santos – artesão de brinquedos

José Cláudio Lino – músico e luthier de pífanos

Marcos Mendes Maciel – artista-desenhista

Sandra Regina dos Santos – professora de crochê

Thaís Avellar Guerra – professora de rendas

Zeca Godinho – artista-marceneiro

Mais informações:

Museu Histórico e Pedagógico “Francisco Blasi”

Rua General Teles, 1738 – Centro (Espaço Cultural)

Telefone: (14) 3811-1480

Janeiro é o mês de conscientização sobre a Hanseníase

Seguindo a tradição dos meses de conscientização sobre saúde, em 2016 o Ministério da Saúde oficializou o mês de janeiro como de alerta e esclarecimento sobre a Hanseníase.

A hanseníase, conhecida antigamente como lepra, é uma doença crônica, transmissível, que através do bacilo Micobacterium leprae, atinge principalmente a pele e os nervos periféricos do organismo humano. Por ano, são diagnosticados 30 mil novos casos de hanseníase no Brasil.

Todas as equipes das Unidades de Saúde de Botucatu estarão envolvidas na campanha “Janeiro Roxo”, em alusão à doença, promovendo a busca ativa de casos, com avaliação de contatos e encaminhamento de pacientes para tratamento, realização de atividades educativas em salas de espera e também aproveitando cada situação de atendimento de usuários nas Unidades de Saúde.

“A hanseníase pode provocar graves incapacidades físicas se o diagnóstico demorar ou se o tratamento for inadequado. Apesar de ser uma doença de pele, é transmitida através de gotículas que saem do nariz, ou através da saliva do paciente, afetando primordialmente a pele, mas também olhos e, eventualmente, outros órgãos”, afirma o Secretário Municipal de Saúde, André Spadaro.

Os sinais e sintomas mais frequentes da hanseníase são:

•          Manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas, em qualquer parte do corpo, com perda ou alteração de sensibilidade térmica (ao calor e frio), tátil (ao tato) e à dor;

•          Áreas com diminuição dos pelos e do suor;

•          Dor e sensação de choque, formigamento, fisgadas e agulhadas ao longo dos nervos dos braços e das pernas e dormência nas extremidades;

•          Inchaço de mãos e pés;

•          Diminuição sensibilidade ou da força muscular da face, mãos e pés, devido à inflamação de nervos, que nesses casos podem estar engrossados e doloridos;

•          Úlceras de pernas e pés;

•          Caroços (nódulos) no corpo, em alguns casos avermelhados e dolorosos;

•          Febre, edemas e dor nas juntas;

•          Entupimento, sangramento, ferida e ressecamento do nariz;

•          Ressecamento nos olhos.

A Secretaria Municipal de Saúde orienta que, ao suspeitar dos sintomas, munícipes devem procurar uma Unidade de Saúde.

Mais informações:

Secretaria Municipal de Saúde

Rua Major Matheus, 07 – Vila dos Lavradores

Telefone: (14) 3811-1100

 

Tucano é resgatado no Bairro Alvorada da Barra

Na tarde desta terça-feira a Guarda Civil Municipal de Botucatu resgatou um tucano no bairro Alvorada da Barra.

Os agentes da GCM Odair e Maffei em patrulhamento preventivo pelo bairro foi acionado por um morador que localizou a ave na estrada com ferimentos nas asas.

A ave foi encaminhada ao CEMPAS/UNESP onde passará por intervenção dos veterinários de plantão.

fonte: GCM

Mulheres alcançam postos de liderança no setor de tecnologia; mas representatividade ainda é baixa

Elas representam apenas cerca de 20% das posições da área, apesar de melhorarem desempenho das companhias em até 50%
Quando Sheynna Hakim trocou o mercado financeiro pelo de tecnologia, esperava encontrar um ambiente diverso, com mais mulheres em cargos de chefia. “Estava acostumada a ser a única presente em reuniões de diretoria e sentia falta de uma maior representatividade”. Infelizmente, a atual diretora geral do aplicativo Chama foi surpreendida negativamente. “Por ser um setor que trata de inovação e por ser novo, achei que seria diferente e encontraria mais mulheres na liderança. Mas, em geral, não é. Quando vim para o Chama, essa foi uma das coisas que me surpreendeu positivamente, temos o diferencial em ter tantas mulheres em posições de liderança”, afirma.
A sua sensação é compartilhada por muitas mulheres ao redor do mundo. Embora o setor de tecnologia tenho sido o que mais evoluiu em contratações, com 18% de aumento no número em cargos de liderança de 2008 a 2016, as mulheres ainda representam apenas 20,6% das posições na chefia. De forma geral, elas estão em 25% das posições de liderança no mundo. No Brasil, estão em 39% desses cargos. No país, apesar de terem mais tempo de estudo, em média, do que os homens, elas ainda recebem 76,7% da remuneração deles, segundo o IBGE.
Esses números, segundo Sheynna, mostram não só uma realidade difícil para a mulher no mercado de trabalho, mas também uma grande perda para as próprias empresas, que deixam de ter, em sua equipe, as qualidades da mão de obra feminina. “Em geral, as mulheres passaram por mais provações para alcançar os postos que ocupam, tiveram que batalhar mais, enfrentar preconceitos. Acho que temos uma noção mais ampla dos objetivos e de como alcançá-los de forma mais global, enxergar talentos, trabalhar em conjunto. As empresas perdem muito sem as mulheres e sem a diversidade”, comenta.
Por sorte, muitas empresas despertaram para essa potencialidade feminina e têm buscado diversificar cada vez mais o ambiente de trabalho. É o caso do Chama, aplicativo que conecta revendedores de botijão de gás aos consumidores, onde Sheynna comanda um time de líderes em que 80% são mulheres.
Quando o assunto é a alta liderança da empresa, Vivian Bernardi é uma das mulheres que ocupa uma posição de C-Level com o cargo de CFO da empresa e ela acredita que a gestão das mulheres tem um grande diferencial: em geral, as mulheres na liderança têm maior jogo de cintura, e acrescenta: “A mulher tende a demonstrar maior empatia fazendo com que as equipes possam expressar suas opiniões de forma livre e verdadeira, o que permite que as empresas inovem e prosperem cada vez mais”.
Sua impressão também é confirmada por números. Segundo uma pesquisa realizada pelo site Linkedin, startups do Vale do Silício fundadas por mulheres têm cerca de 50% de chances a mais de sobreviver.
Maternidade precisa ser discutida
“Quantas vezes as mulheres não ouvem, já na entrevista de trabalho, se pretendem ou não ter filhos e, se tem, com quem vão deixá-los. É como se o pai não existisse na vida das crianças, como se a única responsável fosse ela. São perguntas pessoais, com um cunho até invasivo. E precisamos falar sobre isso. As mulheres podem e devem ter família, se quiserem e vão precisar se ausentar, é claro, mas voltam, e costumam voltar ainda mais produtivas. Essa é uma característica da vida das mulheres que precisa ser respeitada”, afirma Sheynna.
Um estudo feito pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) com 247 mil mulheres entre 25 e 35 anos, apontou que metade das que tiveram filhos perderam o emprego até dois anos depois da licença-maternidade. No segundo mês após o retorno ao trabalho, a probabilidade de demissão chega a 10%.
Auto confiança é fundamental
“Acho que isso parte também dessa questão de que a mulher, exatamente por ter ouvido muitos nãos, só se sente confiante para investir, para se arriscar, com mais certezas. O homem é incentivado desde sempre a se atirar, aventurar, ser dinâmico e corajoso. É algo que temos que começar a fazer também com as nossas meninas desde sempre”, acredita Sheynna.
Filha de egípcio com catarinense e casada com um francês, Sheynna, que tem uma filha, já morou em diversos países, fala seis idiomas e acumula experiência no setor, é a prova de que dá para “ter quase tudo”. “A gente dá conta. Acho que, além dos preconceitos estruturais, das dificuldades, acho que falta para essa mulher autoconfiança para saber que sim, ela pode tentar mais, ir além, conquistar, buscar outros espaços, sem perder o direito de ter sua vida pessoal. Basta ela pedir ajuda, se preparar e trabalhar que ela pode. Ter essa autoconfiança na sua capacidade é fundamental”, finaliza.
Sobre o Chama
Disponível no Google Play e na App Store, o Chama é um marketplace que conecta revendedores de botijões de gás a clientes. Lançada em dezembro de 2016, a empresa reúne em um único ambiente mais de 2.000 revendedores regulamentados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). Em apenas alguns cliques o usuário pode solicitar o serviço oferecido pela empresa e escolher o fornecedor que mais lhe agradar – selecionando informações como: valor cobrado, tempo de entrega e marca do produto. O serviço está presente em São Paulo, Recife, Florianópolis, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre.
“Quantas vezes as mulheres não ouvem, já na entrevista de trabalho, se pretendem ou não ter filhos e, se tem, com quem vão deixá-los. É como se o pai não existisse na vida das crianças, como se a única responsável fosse ela. São perguntas pessoais, com um cunho até invasivo. E precisamos falar sobre isso. As mulheres podem e devem ter família, se quiserem e vão precisar se ausentar, é claro, mas voltam, e costumam voltar ainda mais produtivas. Essa é uma característica da vida das mulheres que precisa ser respeitada”, afirma Sheynna.
Um estudo feito pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) com 247 mil mulheres entre 25 e 35 anos, apontou que metade das que tiveram filhos perderam o emprego até dois anos depois da licença-maternidade. No segundo mês após o retorno ao trabalho, a probabilidade de demissão chega a 10%.
Auto confiança é fundamental
“Acho que isso parte também dessa questão de que a mulher, exatamente por ter ouvido muitos nãos, só se sente confiante para investir, para se arriscar, com mais certezas. O homem é incentivado desde sempre a se atirar, aventurar, ser dinâmico e corajoso. É algo que temos que começar a fazer também com as nossas meninas desde sempre”, acredita Sheynna.
Filha de egípcio com catarinense e casada com um francês, Sheynna, que tem uma filha, já morou em diversos países, fala seis idiomas e acumula experiência no setor, é a prova de que dá para “ter quase tudo”. “A gente dá conta. Acho que, além dos preconceitos estruturais, das dificuldades, acho que falta para essa mulher autoconfiança para saber que sim, ela pode tentar mais, ir além, conquistar, buscar outros espaços, sem perder o direito de ter sua vida pessoal. Basta ela pedir ajuda, se preparar e trabalhar que ela pode. Ter essa autoconfiança na sua capacidade é fundamental”, finaliza.
Sobre o Chama
Disponível no Google Play e na App Store, o Chama é um marketplace que conecta revendedores de botijões de gás a clientes. Lançada em dezembro de 2016, a empresa reúne em um único ambiente mais de 2.000 revendedores regulamentados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). Em apenas alguns cliques o usuário pode solicitar o serviço oferecido pela empresa e escolher o fornecedor que mais lhe agradar – selecionando informações como: valor cobrado, tempo de entrega e marca do produto. O serviço está presente em São Paulo, Recife, Florianópolis, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre.
fonte: Digital Trix