Destaque

Em nova reunião, vereadores buscam soluções para fios soltos e problemas de quedas de energia na cidade

Os vereadores Abelardo (REPUBLICANOS), Alessandra Lucchesi (PSDB), Cula (PSDB), Cláudia Gabriel (DEM), Marcelo Sleiman (DEM), Lelo Pagani (PSDB) e Palhinha (DEM) participaram, na manhã desta quinta-feira (11/03), de uma reunião remota com representantes da CPFL. O objetivo principal foi entender a logística da empresa em relação à utilização dos postes por empresas concessionárias, como as de telefonia.

A reunião foi um desdobramento de encontro entre vereadores e a operadora Vivo no final de fevereiro, que trouxe demandas e o pedido para o Legislativo ajudar a encaminhar essa questão no município. Naquela ocasião, os vereadores assumiram o compromisso de intermediar outras reuniões com as empresas envolvidas e o Poder Executivo, para resolver o problema que afeta diretamente o cidadão. “Entendemos que para isso o primeiro passo seria ouvir a CPFL e conhecer como funciona essa utilização dos postes e como se dá a relação com as concessionárias”, explicou o presidente da Câmara, vereador Palhinha.

Durante quase duas horas, a consultora de negócios, Orzila Ortega, e técnicos da Companhia responderam a questionamentos dos vereadores e debateram possíveis sugestões de encaminhamento. Como, segundo eles, a maior parte das reclamações de fios soltos/caídos que a CPFL recebe diz respeito a ‘cabos mortos’ de telefonia, os vereadores definiram que esta será uma primeira linha de ação junto às concessionárias.

Além desse tema central, os vereadores aproveitaram para apresentar outras demandas e conversar sobre a qualidade do fornecimento e as quedas de energia na zona rural e na zona urbana. “Foi um momento de aproximação e tivemos trocas importantes com essa empresa que presta um serviço essencial na nossa cidade. Vamos manter e estreitar esse contato para pensar e colocar em prática um plano de ação de melhorias para o município”, finaliza Palhinha.

Projeto Guri reabre inscrição de interesse para as vagas remanescentes

Até o próximo dia 19 de março, o Projeto Guri estará com inscrições abertas para vagas remanescentes de seus cursos. Em Botucatu, o programa disponibiliza vagas para os cursos:

– Violoncelo (a partir dos 10 anos)
– Canto coral (a partir dos 9 anos)

Os cursos do Projeto Guri são destinados a crianças, adolescentes e jovens de 6 a 18 anos incompletos. Não é preciso ter conhecimento prévio de música, nem possuir instrumentos ou realizar testes seletivos.

Alunos e alunas terão acesso às aulas e atividades por meio da plataforma de ensino a distância.

Aqueles que se interessarem devem acessar o link http://www.projetoguri.org.br/matricula2021/ para realizar a matrícula.

O retorno presencial deverá ocorrer de maneira progressiva, atendendo à deliberação do Plano de Retomada Consciente do Governo do Estado de São Paulo e a autorização prévia de cada uma das cidades. As famílias receberão as informações necessárias com antecedência, cientes de que todas as medidas de segurança estão sendo tomadas, visando a saúde e o bem-estar dos Guris, familiares, empregados, empregadas e comunidade.

Mais informações podem ser obtidas através do site www.projetoguri.org.br.

Sobre o Projeto Guri

Mantido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, o Projeto Guri é considerado o maior programa sociocultural brasileiro e oferece, nos períodos de contraturno escolar, cursos de iniciação musical, luteria, canto coral, tecnologia em música, instrumentos de cordas dedilhadas, cordas friccionadas, sopros, teclados e percussão, para crianças e adolescentes entre 6 e 18 anos.

Mais de 50 mil alunos são atendidos por ano, em quase 400 polos de ensino, distribuídos por todo o Estado de São Paulo. Desses, quase 340 polos estão localizados no interior e litoral, incluindo os polos da Fundação CASA.

Educação entrega kits de alimentação a alunos das Etapas 1 e 2 e Ensino Fundamental

Durante toda a semana, a Secretaria Municipal de Educação está distribuindo o kit de alimentação escolar para alunos das Etapas 1 e 2 da Educação Infantil e do Ensino Fundamental, regularmente matriculados na Rede Municipal de Ensino. A medida beneficia mais de 10 mil estudantes e suas famílias.

 

Em reunião, o CAE (Conselho de Alimentação Escolar) deliberou que todos os alunos que optarem por permanecer em aulas remotas receberão o kit até que as aulas voltem a atender 100% presencialmente. Já os alunos que optarem por aulas híbridas, receberão o kit de alimentação em meses alternados, visto que também serão contemplados com refeições nas escolas.

 

A distribuição do kit está baseada no repasse mensal do PNAE – Programa Nacional de Alimentação Escolar, e conta também com recursos próprios do Município.

 

“Como nas entregas anteriores, as unidades escolares seguirão um cronograma de distribuição, de forma a evitar aglomerações e com todas as medidas e protocolos de segurança e distanciamento que o momento exige. Dessa forma, cumprimos com esse auxílio, sem colocar em risco a saúde de todos”, afirmou a Secretária Municipal de Educação, Cristiane Amorim.

 

No período entre agosto de 2020 e janeiro de 2021, a Prefeitura de Botucatu, através da Secretaria Municipal de Educação, entregou mais de 67 mil kits de alimentação (seco e perecível) aos alunos da Rede Municipal de Ensino.

Vigilância Ambiental realiza nebulização no Jardim Monte Mor, nesta quinta-feira, 11

A Vigilância Ambiental em Saúde realizará na próxima quinta-feira, 11, a nebulização (aplicação de inseticida) em 14 quarteirões do Jardim Monte Mor, região norte. A ação ocorrerá por conta de um caso positivo de dengue no bairro.

 

A aplicação do inseticida será realizada em dois períodos: 8h e 10h, 17h e 19h. Em caso de chuva ou ventos fortes a ação será reagendada para o dia seguinte nos mesmos horários.

 

Os agentes de combate as endemias realizarão a atividade de controle de criadouros de mosquitos no bairro e a busca ativa de novos casos suspeitos. É importante que a população procure atendimento médico ao aparecimento de sintomas como febre alta, dor de cabeça, dor no fundo dos olhos, dores musculares, manchas vermelhas na pele, cansaço e indisposição, pois se houver a suspeita de dengue  ou de outra arbovirose (Zika vírus ou Chikungunya) o caso será notificado e as ações para quebrar o ciclo de transmissão serão desencadeadas oportunamente. Em 2021 foram confirmados 7 casos positivos de dengue.

 

Aplicação do inseticida

 

Para a aplicação do inseticida será utilizado um mini gerador de aerossol, acoplado a um veículo, portanto os moradores não necessitarão sair das residências durante a atividade, necessitando apenas deixar portas e janelas abertas para melhor ação do produto. O objetivo da aplicação do inseticida é matar os mosquitos adultos possivelmente infectados com o vírus da dengue.

 

O produto agirá penas no momento da aplicação, portanto a eliminação das condições favoráveis à proliferação do Aedes aegypti através da manutenção adequada dos recipientes com água parada, ainda é a melhor forma de combate a dengue.

Bolsonaro sanciona projeto sobre compra de vacinas por estados

O presidente Jair Bolsonaro assinou hoje (10), em cerimônia no Palácio do Planalto, o Projeto de Lei (PL) 534/2021, que autoriza estados, municípios e o setor privado a comprarem vacinas contra a covid-19 com registro ou autorização temporária de uso no Brasil. O texto é de autoria do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e teve sua tramitação concluída pelo Congresso Nacional na semana passada.

Pelo projeto, pessoas jurídicas de direito privado, como empresas, por exemplo, poderão adquirir diretamente das farmacêuticas vacinas contra a covid-19 que tenham autorização temporária para uso emergencial, autorização excepcional e temporária para importação e distribuição ou registro definitivo concedidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Enquanto estiver em curso a vacinação dos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde, as doses deverão ser integralmente doadas ao Sistema Público de Saúde (SUS). Após a conclusão dessa etapa, o setor privado poderá ficar com metade das vacinas comprada desde que as doses sejam aplicadas gratuitamente. A outra metade deverá ser remetida ao SUS.

O texto também permite que estados, Distrito Federal e municípios assumam a responsabilidade civil por eventuais efeitos adversos provocados pelos imunizantes, desde que estes tenham obtido registro Anvisa. Segundo o projeto, agora transformado em lei, os governos locais podem contratar um seguro privado para cobrir os eventuais riscos das condições impostas por fornecedores em contrato. Essa é uma exigência feita por alguns laboratórios, como Pfizer/BioNTech e Janssen, cujas vacinas ainda não chegaram ao Brasil. Dentre essas condições, estão a ausência de responsabilização ao laboratório em caso de atraso na entrega ou de eventuais efeitos colaterais do imunizante.

Em discurso na cerimônia, o presidente da República destacou as medidas tomadas pelo governo para a aquisição de imunizantes. “Já distribuímos 17 milhões de vacinas. Já temos vacinados, no Brasil, mais de 10 milhões de pessoas. Isso equivale a uma população maior do que o estado de Israel, que são 9 milhões de habitantes.”

A expectativa do governo é que o país receba, ao menos, 22 milhões de doses ainda este mês. “Estamos garantidos para março entre 22 e 25 milhões de doses, podendo chegar a 38 milhões de doses. São números impactantes e que vão fazer a diferença na nossa campanha de vacinação. Somos o quinto que mais vacinou”, afirmou o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.

Vetos

Bolsonaro vetou três dispositivos da nova lei que haviam sido aprovados pelo Parlamento. O principal deles era a autorização para que estados e municípios pudessem adquirir doses de vacinas em caráter suplementar, com recursos da União ou, excepcionalmente, com recursos próprios, no caso de descumprimento do Plano Nacional de Imunização (PNI) contra a covid-19, ou na hipótese de o governo federal não garantir cobertura imunológica “tempestiva e suficiente” contra a doença.

“De uma forma clara, para não haver dúvida, independentemente de quem compre a vacina, uma vez autorizado pela Anvisa na sua segurança e eficácia, essa vacina será coordenada, a sua distribuição, pelo programa nacional de imunização”, afirmou Pazuello durante o discurso, numa referência ao veto.

Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República justificou o veto como uma inadequação legal, já que outra legislação já trataria do tema.

“De acordo com as razões apresentadas pelas pastas competentes, o dispositivo trata de matéria análoga à disposta no art. 13, §3º, da Lei nº 14.124 de 2021, também sancionada no dia de hoje, e que já dispõe sobre a possibilidade de aquisição de vacinas pelos entes federativos. A manutenção de disposição semelhante ofenderia, portanto, o art. 7º, inciso IV, da Lei Complementar nº 95, de 1998, que dispõe sobre a elaboração, a redação, a alteração e a consolidação das leis, em razão do inadequado tratamento do mesmo assunto em mais de um diploma legislativo”.

O dispositivo criaria, segundo a Presidência, despesa adicional da União sem o estudo de impacto orçamentário e financeiro, o que violaria a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Também foi vetado o trecho da nova lei que estabelecia a obrigação de que o Ministério da Saúde atualizasse, em até 48 horas, os painéis de informação sobre a aquisição e aplicação dessas vacinas por parte do setor privado. Na justificativa, o governo alegou que a determinação só poderia ser efetivada a partir de um projeto de lei do próprio presidente da República, como prevê a Constituição Federal.

“Embora seja boa intenção do legislador, a determinação de atualização, no prazo de 48 horas, dos painéis de informação sobre a aquisição e aplicação de vacinas contra a covid-19, trata de iniciativa parlamentar que institui obrigação ao Poder Executivo de forma a violar o art. 61, §1º, II da Constituição, além do fato da Lei nº 14.124 já estabelecer medidas de transparência e publicidade a todas as aquisições ou contratações relacionadas às vacinas”, informou a Secretaria-Geral da Presidência.

O outro trecho vetado é o dispositivo que estabelecia que os efeitos na nova lei deveriam retroagir à data de declaração de emergência em saúde pública por causa da covid-19. Na justificativa, o Planalto informou que a medida incidiria em contratos celebrados anteriormente com o Poder Público, o que violaria os princípios do direito adquirido e o ato jurídico perfeito.

Edição: Lílian Beraldo | Fonte: Agência Brasil

Os rins são órgãos bastante afetados pela Covid-19

Neste um ano de pandemia muito se aprendeu sobre o novo coronavírus e a Covid-19, a doença que ele provoca. Primeiramente descrita apenas como infecção respiratória, hoje já se sabe que, principalmente quando evolui de forma grave, pode afetar o funcionamento de vários outros órgãos do corpo, como os rins, coração, sistema circulatório, fígado e até o cérebro. Neste Dia Mundial do Rim, celebrado em 11 de março, é importante discutir sobre o tema. A médica nefrologista Tricya Nunes Vieira Bueloni, do Grupo São Francisco, que integra o Sistema Hapvida, explica que a Covid-19 é uma doença sistêmica.

 

Os rins, juntamente com os pulmões, estão susceptíveis à ação direta do vírus e de citocinas inflamatórias, liberadas em grande quantidade nos casos de infecção por Covid-19, principalmente nos casos que evoluem de forma grave. E isso é um grande complicador. “Nas infecções por Covid-19, o desenvolvimento de lesão renal aguda agrava muito o quadro do paciente. Em conjunto com as demais alterações, como necessidade de ventilação mecânica, choque séptico, inflamação pulmonar intensa e infecções bacterianas secundárias, leva a um risco muito grande de desfecho desfavorável, como óbito”, alerta a médica.

 

A nefrologista ressalta que há estudos que apontam que mais de 20% dos pacientes com Covid-19 desenvolvem lesão renal. Tricya chama a atenção para um estudo com quase 4.000 pacientes, no mês de janeiro deste ano, que revelou lesão renal aguda em 46% dos pacientes hospitalizados com coronavírus e que 19% deles precisaram de diálise. “O percentual de injúria renal aguda é muito mais significativo nos pacientes que necessitam de terapia intensiva, chegando a 76% dos casos”, frisa a médica.

 

Até o início da pandemia de coronavírus, diabetes e pressão alta eram as principais causas de doença renal. Essas doenças continuam causando insuficiência renal, mas agora também acrescenta-se a Covid-19. “Há dois tipos de alteração do funcionamento renal. Quando a perda da função renal é lenta e progressiva, é o que chamamos de doença renal crônica, fortemente associada a doenças crônicas como diabetes e hipertensão. Uma vez que o paciente perde o funcionamento renal e acaba necessitando de tratamento dialítico, não há reversão da perda da função renal. E há casos de quadro agudo, associado a algum evento grave infeccioso, uso de alguma medicação que subitamente fez o funcionamento renal deteriorar, desidratação grave, sangramentos e quedas importantes da pressão, entre outras causas. Aqui se enquadra a lesão que ocorre em pacientes internados por Covid-19”, explica a médica.

 

Quando os rins apresentam problemas devido à infecção por Covid-19, o quadro pode ser temporário, evoluindo com recuperação da função renal completa. Porém, sequelas podem permanecer, mantendo um funcionamento renal comprometido com doença renal crônica posterior, e até mesmo necessidade de manutenção de terapia dialítica, informa a nefrologista. “A recuperação depende muito da gravidade do quadro infeccioso, das complicações presentes, das comorbidades associadas, principalmente nos pacientes que já apresentam alteração de função renal, diabéticos e hipertensos”, comenta Tricya.

 

Em casos de doença renal aguda, o paciente precisa ser mantido internado para tratar a infecção e evitar fatores que possam afetar mais o funcionamento dos rins, como hipotensão, desidratação, uso de medicamentos que são nefrotóxicos. “Porém, cerca de 20% dos pacientes necessitam de terapia de substituição renal como a hemodiálise, que é realizada como terapia de suporte, para manter o equilíbrio do organismo, evitando a sobrecarga de líquidos no corpo, nos pulmões, eliminando substâncias tóxicas que prejudicam mais o paciente e podem contribuir para gravidade e óbito”, afirma a médica.

 

O tratamento precisa ser mantido até que o paciente apresente sinais de recuperação do funcionamento renal, mas uma parcela pode precisar de hemodiálise mesmo com a resolução da infecção e melhora clínica. “Já pacientes com Covid-19, mesmo que recuperam o funcionamento renal, devem ser acompanhados após a alta hospitalar pelo nefrologista, pois ainda não se sabe ao certo se futuras alterações como evolução para doença renal crônica podem aparecer como o passar do tempo”, finaliza a nefrologista.

 

Sobre o Sistema Hapvida

Com mais de 6,7 milhões de clientes, o Sistema Hapvida hoje se posiciona como um dos maiores sistemas de saúde suplementar do Brasil presente em todas as regiões do país, gerando emprego e renda para a sociedade. Fazem parte do Sistema as operadoras do Grupo São Francisco, RN Saúde, Medical, Grupo São José Saúde, além da operadora Hapvida e da healthtech Maida. Atua com mais de 36 mil colaboradores diretos envolvidos na operação, mais de 15 mil médicos e mais de 15 mil dentistas. Os números superlativos mostram o sucesso de uma estratégia baseada na gestão direta da operação e nos constantes investimentos: atualmente são 45 hospitais, 191 clínicas médicas, 46 prontos atendimentos, 175 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial.

 

Tricya Nunes Vieira Bueloni

médica nefrologista

Grupo São Francisco

 

Pesquisa exclusiva CNN mostra Bolsonaro em 1º, dez pontos à frente de Lula

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) aparece na liderança das intenções de voto em pesquisa realizada pela parceria CNN/Instituto Real Time Big Data sobre as eleições presidenciais de 2022.

O levantamento indica Bolsonaro com 31% dos votos, dez pontos percentuais a mais que o segundo colocado, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP). A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Pesquisa realizada pela parceria CNN/Instituto Real Time Big Data
Pesquisa realizada pela parceria CNN/Instituto Real Time Big Data
Foto: CNN Brasil

Este é o primeiro levantamento após a decisão do ministro Edson Fachin de anular as condenações de Lula na operação Lava Jato, o que o torna elegível para as próximas eleições.

Pesquisa realizada pela parceria CNN/Instituto Real Time Big Data
Pesquisa realizada pela parceria CNN/Instituto Real Time Big Data
Foto: CNN Brasil

A pesquisa traz como possível cenário para a eleição presidencial uma disputa entre oito candidatos. Atrás de Bolsonaro e Lula, há um empate técnico no terceiro lugar entre quatro candidatos: Sergio Moro (10%), Ciro Gomes (9%), Luciano Huck (7%) e João Doria (4%).

Os possíveis candidatos João Amoêdo e Marina Silva também empatariam tecnicamente, segundo a pesquisa. Amoedo registou 2% das intenções de voto e Marina Silva somou 1%.

Votos brancos e nulos somam 12%, enquanto 3% disseram que ainda não sabem como irão votar ou não responderam.

Pesquisa realizada pela parceria CNN/Instituto Real Time Big Data
Pesquisa realizada pela parceria CNN/Instituto Real Time Big Data
Foto: CNN Brasil

Segundo turno

Considerando o cenário de um segundo turno entre os candidatos que lideram a pesquisa, Bolsonaro e Lula, a pesquisa estimulada registrou 43% das intenções de votos para o atual presidente, e 39% para o ex-presidente Lula.

Levando em conta a margem de erro de três pontos percentuais, eles estão tecnicamente empatados no segundo turno.

Ainda considerando um possível segundo turno em 2022, a pesquisa aponta que votos brancos e nulos somam 15%. Já 3% dos entrevistados não sabem ou não responderam essa etapa da pesquisa.

Pesquisa realizada pela parceria CNN/Instituto Real Time Big Data
Pesquisa realizada pela parceria CNN/Instituto Real Time Big Data
Foto: CNN Brasil

 

No cenário de segundo turno entre Bolsonaro e Ciro Gomes, o presidente atinge 43%, enquanto o pedetista soma 36%. Brancos e nulos somam 16%. Não sabem ou não responderam 5%.

Já no cenário contra Sergio Moro, Bolsonaro atinge 41% ante 38% do ex-juiz. Branco e nulos somam 17%. Não sabem e não opinaram 4%.

Quando a disputa é contra Luciano Huck, Bolsonaro registra 46% das intenções e voto, enquanto o apresentador soma 31%. Brancos e nulos somam 16%. Já 7% dos entrevistados não sabem ou não responderam essa etapa da pesquisa.

 

Decisão de Fachin

A pesquisa foi conduzida entre os dias 8 e 9 de março, após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin anular, em decisão monocrática, as condenações de Lula definidas pela 13ª Vara da Justiça Federal em Curitiba.

Os entrevistados foram questionados se concordam com a decisão do ministro em anular as condenações do ex-presidente Lula. Os resultados mostram que 36% do público concorda com a decisão de Fachin, enquanto 54% não concordam. 10% não sabem ou não responderam.

Pesquisa realizada pela parceria CNN/Instituto Real Time Big Data
Pesquisa realizada pela parceria CNN/Instituto Real Time Big Data
Foto: CNN Brasil

Condução da pesquisa

A pesquisa ouviu 1.200 pessoas de todo o Brasil, sendo que a margem de erro é de três pontos (para mais ou para menos) e o nível de confiança é de 95%. Isto significa que se a mesma pesquisa fosse feita 100 vezes, o resultado seria o mesmo, dentro da margem de erro, em 95 oportunidades.

A metodologia adotada foi a quantitativa, realizada via abordagem telefônica, com entrevistadores humanos. A divisão regional da pesquisa foi realizada por setores:

Setor 1 – Sul (15%)

Setor 2 – Sudeste (42%)

Setor 3 – Nordeste (28%)

Setor 4 – Norte / Centro-Oeste (15%)

A pesquisa não é registrada no Tribunal Superior Eleitoral, pois a lei só permite registro em período eleitoral.

fonte: CNN Brasil

Senac realiza lives para auxiliar na busca pelo primeiro emprego

Com a alta do desemprego e a crise econômica por conta da pandemia, além da grande competitividade pelas vagas disponíveis, o mercado vem se mostrando mais exigente. Dessa maneira, o investimento em educação, especialmente nos cursos técnicos, pode ser uma saída estratégica. Pensando nisso, entre os dias 9 e 13 de março, o Senac São Paulo realiza a Live Senac Jornada Técnica, com mais de 170 atividades sobre as principais tendências e necessidades educacionais e do mundo do trabalho.

Na abertura da programação, marcada para o dia 9 de março, às 19 horas, especialistas como Renato Meirelles, presidente do Instituto de Pesquisa Locomotiva, e as docentes do Senac Silene Bueno de Godoy Purificação, Fabiana Raulino e Nathália dos Anjos darão dicas sobre as mudanças do mercado de trabalho e os principais impactos da tecnologia nas carreiras atuais e futuras.

O Senac Botucatu colabora com o evento em três atividades: no dia 10, das 19 às 20 horas, promove o bate-papo Oportunidade de Atuação Profissional de Técnico de Administração; dia 11, das 19 às 20 horas, conduz o debate Diálogo sobre tecnologia: o mercado de TI pós pandemia; por fim, no dia 12, das 19 às 20 horas, realizará a live O profissional da área de segurança do trabalho em meio à pandemia.

Os conteúdos disponibilizados durante as lives apresentarão inovações previstas nas mais diversas áreas, com destaque para o papel da tecnologia no aperfeiçoamento de serviços relacionados à moda, gestão e negócio, saúde e bem-estar, e muito mais. Para participar e se inscrever, basta acessar a programação completa no site www.sp.senac.br/jornadatecnica.

 

Serviço:

Live Senac Jornada Técnica

Data: de 9 a 13 de março

Horário: de segunda a sábado, em diversos horários

Inscrições gratuitas: www.sp.senac.br/jornadatecnica

 

Abertura: 9/3

Live: O Profissional Técnico e o Futuro do Trabalho
Horário: das 19 às 20 horas

Inscrição:  

 

Senac Botucatu

Local: Rua Dr. Rafael Sampaio, 85, Boa Vista – Botucatu/SP

Informações e inscrições: www.sp.senac.br/botucatu