Geral

Trânsito na região do Hospital do Bairro terá interdições nesta semana

Entre os dias 09, 10 e 11 de agosto das 7 às 17 horas o trânsito nas ruas do entorno do Hospital do Bairro serão interditadas para a execução da obra de reforma.

A interdição se faz necessária para garantir a segurança dos funcionários da obra, além dos que na via transitam. Por isso, durante os horários de obra, a Rua Padre Salustio Rodrigues Machado, no trecho entre a Rua Antônio Figueiredo e a Rua Jorge Barbosa de Barros, estará totalmente fechado para passagem de veículos.

Os motoristas e motociclistas devem utilizar ruas paralelas como a Rua Brás de Assis e Rua Amadeu Santi como alternativa, bem como a Avenida Camilo Mazoni, nestes três dias.

Confira o trajeto no mapa: https://www.google.com/maps/d/embed?mid=1dgrHP8WsIeEw1Ybr_Chk5n2iCQvugaU&hl=pt-BR&ehbc=2E312F

Começam obras de pavimentação no Jardim Bons Ares e Bela Vista

Teve início nesta segunda-feira, 07, a obra de pavimentação dos bairros Bons Ares e Bela Vista, em Rubião Júnior, investimento de R$ 1.664.447,99.

As obras começam pela implantação de guias e sarjetas, além da terraplanagem das ruas remanescentes dos dois bairros. O asfalto é a fase final de implantação de infraestrutura nestes locais, e deve ser concluído em 5 meses.

O investimento faz parte do pacote de infraestrutura para o Distrito de Rubião Júnior, anunciado em janeiro de 2023, que previa obras de recapeamento asfáltico, drenagem e pavimentação em diversos bairros.

A Prefeitura, através da Secretaria de Infraestrutura, já recapeou Pedro Paniguel, Luiz Michelin, Antônio Lopes, além da Avenida Bento Lopes, uma das principais vias do Distrito de Rubião Júnior, e realizou obras de drenagem nos bairros Jardim Bons Ares, Parque Bela Vista, Santo Antônio da Cascatinha e Vila Sueleny.Além dos bairros Jardim Bons Ares, Bela Vista, em Rubião Júnior, também está prevista a pavimentação da Avenida Waldemar Vizotto no Jardim Santa Eliza, finalizando os investimentos em infraestrutura na região Oeste de Botucatu.

Entenda o que é e como funcionará o real digital

A versão virtual do real deu, nesta segunda-feira (7), mais um passo rumo à implementação. O Banco Central (BC) anunciou que a moeda digital brasileira se chamará Drex.

Com a plataforma em fase de testes desde março e as primeiras operações simuladas previstas para setembro, o real digital pretende ampliar as possibilidades de negócios e estimular a inclusão financeira. Tudo num ambiente seguro e com mínimas chances de fraudes.

A ideia, segundo o BC, é que o Drex seja usado no atacado para serviços financeiros, funcionando como um Pix – sistema de transferências instantâneas em funcionamento desde 2020 – para grandes quantias e com diferentes finalidades. O consumidor terá de converter reais em Drex para enviar dinheiro e fazer o contrário para receber dinheiro.

Confira como vai funcionar a nova moeda digital oficial do país:

O que é o Drex?

Também chamado de real digital, o Drex funcionará como uma versão eletrônica do papel-moeda, que utiliza a tecnologia blockchain, a mesma das criptomoedas. Classificada na categoria Central Bank Digital Currency (CBDC, Moeda Digital de Banco Central, na sigla em inglês), a ferramenta terá o valor garantido pela autoridade monetária. Cada R$ 1 equivalerá a 1 Drex.

Considerado à prova de hackers, o blockchain é definido como uma espécie de banco de dados ou de livro-razão com dados inseridos e transmitidos com segurança, rapidez e transparência. Sem um órgão central de controle, essa tecnologia funciona como uma espécie de corrente de blocos criptografados, com cada elo fechado depois de determinado tempo. Nenhuma informação pode ser retirada ou mudada porque todos os blocos estão conectados entre si por senhas criptografadas.

Qual a diferença em relação às demais criptomoedas?

As criptomoedas obedecem à lei da demanda e da oferta, com o valor flutuando diariamente, como uma ação de uma empresa. Sem garantia de bancos centrais e de governos, a cotação das criptomoedas oscila bastante, podendo provocar perdas expressivas de valor de um dia para outro.

Atrelado às moedas oficiais, o CBDC oscila conforme a taxa diária de câmbio, determinada pelos fundamentos e pelas políticas econômicas de cada país. A taxa de câmbio, no entanto, só representa diferença para operações entre países diferentes. Para transações internas, o Drex valerá o mesmo que o papel-moeda.

Outra diferença em relação às criptomoedas está no sistema de produção. Enquanto moedas virtuais como BitcoinEthereum e outras podem ser “mineradas” num computador que resolve algoritmos e consome muita energia, o Drex será produzido pelo Banco Central, com paridade em relação ao real.

Qual a diferença do Drex para o Pix?

Embora possa ser considerado primo do Pix, por permitir pagamentos instantâneos entre instituições financeiras diferentes, o Drex funcionará de maneira distinta. No Pix, a transferência ocorre em reais e obedece a limites de segurança impostos pelo BC e pelas instituições financeiras. No Drex, a transferência utilizará a tecnologia blockchain, a mesma das criptomoedas. Isso permitirá transações com valores maiores.

Que serviços poderão ser executados com o Drex?

Serviços financeiros em geral, como transferências, pagamentos e até compra de títulos públicos. Os consórcios habilitados pelo Banco Central poderão desenvolver mais possibilidades, como o pagamento instantâneo de parcelas da casa própria, de veículos e até de benefícios sociais, conforme anunciado pelo consórcio formado pela Caixa Econômica Federal, a Microsoft do Brasil e a bandeira de cartões de crédito Elo.

O Drex permitirá o uso de contratos inteligentes. No caso da venda de um veículo, não haveria a discussão se caberia ao comprador depositar antes de pegar o bem ou se o vendedor teria de transferir os documentos antes de receber o dinheiro. Todo o processo passará a ser feito instantaneamente, por meio de um contrato automatizado, reduzindo o custo com burocracias, intermediários e acelerando as operações.

Como se dará o acesso ao Drex?

Prevista para chegar ao consumidor no fim de 2024 ou início de 2025, o Drex só funcionará como uma moeda de atacado, trocada entre instituições financeiras. O cliente fará operações com a moeda digital, mas não terá acesso direto a ela, operando por meio de carteiras virtuais.

O processo ocorrerá da seguinte forma. Primeiramente, o cliente (pessoa física ou empresa) deverá depositar em reais a quantia desejada numa carteira virtual, que converterá a moeda física em Drex, na taxa de R$ 1 para 1 Drex. Essas carteiras serão operadas por bancos, fintechs, cooperativas, corretoras e demais instituições financeiras, sob a supervisão do BC. Novos tipos de empresas com carteira virtual poderão ser criados, conforme a evolução da tecnologia.

Após a tokenização (conversão de ativo real em ativo digital), o cliente poderá transferir a moeda digital, por meio da tecnologia blockchain. Caberá ao receptor converter os Drex em reais e fazer a retirada.

A tokenização pode ser definida como a representação digital de um bem ou de um produto financeiro, que facilita as negociações em ambientes virtuais. Por meio de uma série de códigos com requisitos, regras e processos de identificação, os ativos (ou frações deles) podem ser comprados e vendidos em ambientes virtuais.

Testes

Em março, o BC escolheu a plataforma Hyperledger Besu para fazer os testes com ativos de diversos tipos e naturezas. Essa plataforma tem baixos custos de licença e de royalties de tecnologia porque opera com código aberto (open source).

Em junho, o BC escolheu 16 consórcios para participar do projeto piloto. Eles construirão os sistemas a serem acoplados ao Hyperledger Besu e desenvolverão os produtos financeiros e as soluções tecnológicas. A lista completa de entidades selecionadas pelo Comitê Executivo de Gestão está no site do BC.

Previstos para começarem em setembro, os testes com os consórcios ocorrerão com operações simuladas e testarão a segurança e a agilidade entre o real digital e os depósitos tokenizados das instituições financeiras. A testagem será feita em etapas até pelo menos fevereiro do próximo ano, quando ocorrerem operações simuladas com títulos do Tesouro Nacional.

Ativos

Os ativos a serem testados no projeto piloto serão os seguintes:

•    depósitos de contas de reservas bancárias;

•    depósitos de contas de liquidação;

•    depósitos da conta única do Tesouro Nacional;

•    depósitos bancários à vista;

•    contas de pagamento de instituições de pagamento;

•    títulos públicos federais.

Fonte: Agência Brasil

Apostador de Cerqueira César fatura quase R$ 1 milhão na Lotofácil

Uma aposta de Cerqueira César acertou os 15 números do concurso 2.883 da Lotofácil, sorteado na segunda-feira, dia 7 de agosto.

O vencedor dividirá o prêmio máximo com mais três apostas, levando R$ 992.394,62 cada. As dezenas sorteadas foram: 05 – 07 – 08 – 09 – 10 – 11 – 12 – 13 – 15 – 17 – 18 – 19 – 20 – 21 – 25.

Os outros ganhadores são de Duartina (SP), São Paulo (SP) e Aratiba (RS).

Cerqueira César já teve outros 2 ganhadores na Lotofácil. Em 2011, um apostador da cidade ganhou mais de R$ 500 mil. Já em 2013, outro morador faturou mais de R$ 2 milhões em premiação.

Fonte: A Voz do Vale

Foto Divulgação

Uma reflexão sobre a “Lei Maria da Penha”

Ontem, segunda-feira (07/08), foi o dia celebração dos 17 anos da Lei Maria da Penha. Trata-se a meu ver, de uma lei que é um marco, na história de luta das mulheres contra a violência doméstica. Todavia, tudo que foi e tem sido feito ainda é muito pouco. Quando o assunto é a aplicabilidade das leis, muita coisa deixa a desejar e o que notamos é que as injustiças se perpetuam e os criminosos acabam ficando livres. Faltam leis mais rígidas e efetivas. Ou seja, sem lacunas nas quais, os monstros possam se socorrer.

Maria da Penha, foi e é uma mulher destemida, guerreira e que fez e faz jus a sua existência, combatendo com coerência e de forma empírica, a dor que assola milhares de lares por todo o Brasil. Todas e todos sabem das minhas batalhas e do meu apoio ferrenho as mulheres. Por isso, que para falar desse dia tão importante é necessário eu sair da terceira pessoa do singular, que é o lugar de fala no qual deve ocupar, um jornalista, para emitir aqui, a minha análise dos fatos, na primeira pessoa.

Mesmo porque como alguém que ouve, se sensibiliza e se preocupa com o povo, eu não teria só como reportar os fatos, em especial nesses casos, com as mulheres que sofrem de maneira impiedosa nas mãos de seus parceiros, que as maltrata de maneira vil, nojenta, covarde e, portanto, criminosa! A mentalidade humana precisa ser estudada para que um dia, entendamos o porquê de tanta crueldade. Crueldade essa que nivela a raça humana ao mais primitivo dos seres.

Fica aqui, a minha solidariedade e apoio a todas as mulheres que dependem da justiça, e que padece nas portas das delegacias, bem como, as que sequer possuem coragem de ir a um batalhão de polícia, por não acreditar mais, na justiça dos homens. Não a violência contra as mulheres e não a impunidade!!

Texto: João Costa

Foto (Jarbas Oliveira)

 

Governo do Estado promove “Coalizão” em busca do desenvolvimento econômico da região

A Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico realizou, em parceria com o Ciesp – regional Botucatu, o evento “Coalizão Botucatu”, no último domingo, 06, no Parque Tecnológico Botucatu. O evento contou com a presença do Secretário Estadual de Desenvolvimento Econômico, Jorge Lima, que abordou em palestra o desenvolvimento na região botucatuense. Além disso, ouviu demandas dos empresários e colocou sua pasta à disposição para ajudar nas necessidades do setor produtivo regional.

A coalizão também visa aproximar o setor empresarial das políticas públicas da pasta, propondo possíveis parcerias que tragam impacto na vida da população e no desenvolvimento econômico do Estado, além de aumentar o equilíbrio econômico no interior e no litoral. Ao todo, serão 16 coalizões empresariais, uma em cada região administrativa, para fomentar o crescimento local. Além das empresas dos setores do comércio, serviço e indústria, representantes de entidades que promovem o desenvolvimento econômico na cidade também estiveram presentes, como o Senai, Sesi, Associação Comercial de Botucatu e o Sebrae.

A diretora titular do Ciesp – Regional Botucatu, Patrícia Dias, foi indicada pelo secretário Jorge Lima a representante da região para receber as demandas dos empresários e encaminhá-las ao Governo do Estado. “Fiquei muito feliz e honrada por receber essa missão do secretário Jorge Lima. Além de dirigente do Ciesp Botucatu também sou empreendedora e sei dos desafios que vivemos no dia a dia. Essa aproximação da nossa região com o governo estadual, por meio do secretário, e a união de forças locais nos permitirão tratar demandas importantes e, tenho certeza, resultará em mais produtividade, geração de emprego e desenvolvimento. Estarei à disposição para ajudar!”, afirma.

Na opinião da diretora do Ciesp, o encontro foi muito importante, por reunir empresários de setores que, juntos, impulsionam a economia da nossa região. “Essa foi uma oportunidade ímpar para que pudéssemos ouvir as perspectivas do secretário e apresentar nossas demandas ao Governo do Estado de São Paulo. Tenho certeza de que, de mãos dadas, nós empresários, com apoio e a articulação política do nosso secretário Jorge Lima, poderemos construir um futuro muito promissor”, completou Patrícia.

 

O secretário Jorge Lima, que fez questão de conversar com veículos de imprensa locais antes da palestra, também deu atenção a diversos empresários logo após a sua apresentação.

Coalizão em Avaré

 

Na última sexta-feira, 04, Avaré – que faz parte da Regional de Botucatu do Ciesp – recebeu o “Coalizão Avaré”, que também contou com a participação do Secretário Estadual de Desenvolvimento Econômico, Jorge Lima. Na cidade avareense o evento contou com apoio do Ciesp, da Associação Comercial Industrial e Agropecuária de Avaré.

 

Além de Patrícia Dias, diretora titular do Ciesp – Regional Botucatu, participaram a vice-prefeita Bruna Silvestre e o presidente da Associação Comercial Industrial e Agropecuária de Avaré, Cassio Jamil Ferreira. Ao final da palestra sobre desenvolvimento regional, o secretário Jorge Lima conhece o Parque de Exposições de Avaré – já que em sua fala aos empresários ele ressaltou a importância de se desenvolver a vocação do município para o Turismo.

Confiram a entrevista com Patrícia Dias, diretora titular do CIESP Botucatu

https://www.youtube.com/watch?v=opGbc2rMa0w&feature=youtu.be

 

 

 

Quarta-feira, 09, “É Dia de Feira do Campus da Unesp”

Na próxima quarta-feira, 09, “É Dia de Feira do Campus da Unesp”. O evento, sempre das 11 às 14 horas, no Gramado da Biblioteca do campus da Unesp, em Rubião Júnior, é uma estratégia de promoção e incentivo à segurança e soberania alimentar de funcionários, pacientes e de quem visita o campus.

A feira permite também a aproximação de produtores e consumidores, reduzindo intermediários na cadeia de consumo e estimulando a continuidade da produção. Além disso, visa ainda garantir o acesso a alimentos com preços mais justos em comparação aos praticados nos mercados tradicionais.

O “É Dia de Feira do Campus da Unesp” é um evento de extensão universitária, com cadastro na PROEC. O projeto conta com uma comissão organizadora constituída pela Profa. Flávia Queiroga Aranha, do Departamento de Ciências Humanas e Ciências da Nutrição e Alimentação do IBB; Profa. Karina Pavão Patrício do Departamento de Saúde Pública da FMB; Nutricionista Claudia da Motta Nanzer, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB); e Caroline de Barros Gomes – Docente da Pós-graduação e do Departamento de Enfermagem da FMB. Conta ainda com parceria do Grupo Administrativo e Biblioteca do Campus, Interssan e projeto Sustenta Saúde.

CART alerta para incêndios em propriedades rurais

A vegetação ressecada de propriedades rurais e canteiros laterais ao longo das rodovias, no Centro-Oeste Paulista, típica do período entre outono e inverno coloca em alerta todo quadro operacional da CART Concessionária de Rodovias. No ano de 2023, no trecho administrado pela Concessionária, que vai de Bauru a Presidente Epitácio, foram registradas 41 ocorrências de incêndios, mais da metade delas, 22, fora da faixa de domínio administrada pela CART.

A forte estiagem registrada no período favorece o desencadeamento de incêndios naturais, devido aos baixos índices de umidade relativa do ar que ressecam e fragilizam a vegetação.

As regiões mais atingidas pelos incêndios foram Assis e Regente Feijó, que registraram, juntas, 39,02% de todas as ocorrências do período. Outras áreas afetadas foram Presidente Prudente e Presidente Epitácio, que registraram 12,20% e 9,76%, respectivamente, dos incêndios registrados no período.

Força-tarefa 

Mesmo com um incidente maior de chuvas em 2023 e com boa parte dos incêndios ocorrendo fora da faixa de domínio da CART, as ações preventivas são mantidas pela Concessionária para reduzir os riscos aos motoristas, moradores de propriedades lindeiras, à flora e à fauna.

Dentre as ações está a intensificação da manutenção da faixa de domínio, com a roçada da vegetação e a formação de aceiros, que impedem a evolução de chamas nas divisas com as propriedades rurais. Equipes de conservação fazem também a retirada de material de alta combustão, como galhos secos e lixo dispensado irregularmente no local. Operadores viários, que fazem a inspeção rodoviária 24 horas por dia, são treinados para o combate ao princípio de incêndio e as viaturas de combate a incêndios (caminhão pipa) ficam alocados em locais estratégicos.

A Concessionária ainda mantém um robusto plano de prevenção a incêndios nas rodovias que administra. Além da inspeção de tráfego e formação de aceiros nas faixas de domínio, a CART constitui forças-tarefas regionais que mobilizam canavieiros, usinas de açúcar e álcool, equipes da Polícia Militar Rodoviária e do Corpo de Bombeiros.

A CART também realiza o monitoramento das rodovias pelo circuito de câmeras, com a finalidade de identificar focos de incêndio e de coibir ações criminosas. Por meio das redes sociais, a Concessionária também realiza ações de conscientização de lindeiros por meio de divulgação de matérias e outros conteúdos sobre o tema. Aos motoristas, algumas orientações também são reforçadas constantemente para que não sejam responsáveis por causar incêndios nas rodovias.

“Qualquer bituca de cigarro arremessada do carro, pequenas fogueiras deixadas no canteiro lateral da rodovia pelos caminhantes e/ou chapas, ou mesmo o ato de jogar lixo na rodovia pode causar incêndios de grandes proporções. O momento é crítico e a contribuição de todos é fundamental para evitar transtornos desta natureza”, conclui Marcos Lanuti, coordenador de Operações da CART.

Sobre a CART

As rodovias da CART contribuem para a expansão do comércio, indústria, do agronegócio, do turismo e da prestação de serviços nos 34 municípios cortados pelo Corredor. Ao longo de todas as edições do Prêmio ARTESP, a CART já foi vencedora nas categorias: “Relacionamento com a Sociedade”, na 3ª Edição; “Segurança Rodoviária”, na 5ª Edição e, na edição de 2020, consagrou-se como a segunda melhor Concessionária do Estado de São Paulo, recebendo o primeiro lugar na categoria “Inovação”. Monitorada e 100% duplicada, a concessão confere segurança e agilidade no trânsito de cargas, conectando o Oeste Paulista com os principais pontos de escoamento da produção do Brasil.