Geral

MPF pede indenização por vítimas de câncer que não iniciaram tratamento em 60 dias

Ao ser diagnosticada com câncer nos ossos, em dezembro de 2021, uma moradora de Bauru descobriu os obstáculos à sua frente para tratar a doença. A começar pela máquina de radioterapia, na época inoperante no Hospital Estadual (HE), onde estava internada. A paciente só conseguiu começar as sessões de radioterapia cerca de três meses depois, após intervenção do Ministério Público Federal (MPF), a quem recorreu.

A partir do drama daquela mulher, que morreu no início de 2023, a Procuradoria entrou na Justiça contra o Governo de São Paulo e contra o Ministério da Saúde em busca do cumprimento de uma lei que obriga o SUS (Sistema Único de Saúde) a iniciar tratamentos contra câncer em até 60 dias após o diagnóstico da doença, que deve ser feito em até 30 dias.

A Secretaria da Saúde da gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) diz que atualmente todos os pacientes que estão sob a gestão da regulação estadual de vagas são encaminhados às consultas e tratamentos em até 60 dias.

Procurado três vezes por e-mail e por telefone, o Ministério da Saúde não respondeu à reportagem da Agência de Notícias Folhapress.

A assessoria do ex-governador Rodrigo Garcia, que estava no governo quando a ação foi protocolada na Justiça, diz ter implantado o AME (Ambulatório Médico de Especialidade) Oncologia. O programa, nas 61 unidades do Estado, afirma, reduziu de 90 para 45 dias o tratamento no caso de câncer de intestino e pele, por exemplo. “Além disso, houve a implantação de serviços de radioterapia e quimioterapia em hospitais referências de cada região.”

Entre outros, a ação do MPF requer que a União adote, em 90 dias, providências para registro adequado de dados de pacientes diagnosticados com câncer. O mesmo prazo é dado para que o governo paulista imponha controle e transparência às filas para tratamento oncológico.

A ação judicial também cobra que sejam identificados e informados os nomes de todos os usuários do SUS que, desde a entrada em vigor da lei em 2012, morreram com diagnóstico de câncer após demora no início do tratamento.

Para cada um desses pacientes, o MPF quer que os governos paulista e federal sejam condenados a pagar de indenização por danos morais coletivos em valor não inferior a R$ 100 mil.

A instituição exige indenização de pelo menos R$ 50 mil por usuário do SUS em São Paulo que não teve acesso a tratamento contra o câncer no prazo máximo de 60 dias e que União e estado paulista paguem no mínimo R$ 10 milhões de indenização, caso não consigam identificar todos os pacientes oncológicos cujos direitos ao tratamento foram desrespeitados.

No processo, o procurador da República Pedro Antonio de Oliveira Machado afirma que em 2019 cerca de 18,5 mil pacientes oncológicos no Estado (18,6% do total de casos tratados) esperaram mais de 60 dias para iniciar o combate à doença e que não havia informações sobre quase 50 mil pessoas (45,22%). O MPF diz não ter dados atualizados e que não se manifestará nesta fase do processo, que cobra mais transparência na divulgação de filas.

Segundo a Secretaria da Saúde paulista, em 1 de janeiro, quando começou a gestão Tarcísio, 1.536 pacientes oncológicos aguardavam na fila até oito meses – questionada sobre o número, a assessoria do ex-governador Rodrigo listou ações que reduziram o tempo de diagnóstico e de tratamento.

O MPF aponta no processo judicial que o registro e o monitoramento dos casos de câncer no Brasil não têm sido feitos da forma correta, devido à falta de uma ferramenta oficial para cadastro das informações.

“É assustadoramente dramático verificar que algumas neoplasias chegaram a ter 46% de pacientes aguardando início de tratamento em prazo superior a 60 dias no ano de 2019 [pré-pandemia de Covid-19]”, escreve o procurador em trecho da peça judicial.

A ação foi protocolada em dezembro de 2022 na 3ª Vara Federal de Bauru e remetida para a capital paulista. Atualmente, a Justiça tem coordenado uma tentativa de conciliação entre a Procuradoria, governo estadual e Ministério da Saúde. Desde fevereiro, houve três audiências conciliatórias.

Em nota, a Secretaria da Saúde diz que desde janeiro tem dialogado com o Ministério da Saúde para que haja aumento do teto oncológico (R$ 685 milhões por ano no estado), além da habilitação de novos leitos e serviços. São Paulo pede que o governo federal amplie o recurso para mais R$ 415 milhões.

O governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirma ainda ter ampliado as salas cirúrgicas e leitos de internação e UTI e que em todo o estado a oferta de vagas na especialidade cresceu mais de 20%. Nos primeiros cem dias deste ano, acrescenta, mais de 24 mil pacientes oncológicos foram atendidos dentro do prazo legal. Sobre a ação na Justiça, a pasta reforça que estão sendo realizadas audiências de conciliação.

A ação do MPF pede a condenação dos governos federal e estadual, solidariamente, ao pagamento de indenização por danos morais coletivos, extrapatrimoniais ou danos sociais, em valor não inferior a R$ 100 mil por usuário do SUS que foi a óbito, com diagnóstico de câncer/neoplasias malignas, que não iniciou o tratamento no prazo máximo de 60 dias, contados a partir do dia do diagnóstico.

Condenação dos governos federal e estadual, solidariamente, ao pagamento de indenização por danos morais coletivos, extrapatrimoniais ou danos sociais, em valor não inferior a R$ 50 mil por usuário do SUS, com diagnóstico de câncer/neoplasias malignas, que não iniciou o tratamento prazo máximo de 60 dias, contados a partir do dia do diagnóstico.

Condenação dos governos federal e estadual ao pagamento de indenização por danos morais coletivos, extrapatrimoniais ou danos sociais, em valor não inferior a R$ 10 milhões, caso não consiga identificar todos os pacientes/usuários do SUS, na forma das duas alíneas anteriores.

Que a União adote, em 90 dias, providências para que seja reativado o módulo de tratamento do Siscan (Sistema de Informação do Câncer, do Ministério da Saúde) ou institua outro sistema confiável e compatível, permitindo o registro adequado de dados de pacientes diagnosticados com câncer.

Que o Estado de São Paulo imponha, em 90 dias, controle e transparência às filas de espera do SUS, seja por meio da Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde (Cross) ou outro sistema, garantindo prioridade aos pacientes oncológicos em consultas, exames, cirurgias, quimioterapia e radioterapia.

Fonte: JCNET

Foto: Arquivo JC

Ex-estagiária e colegas denunciaram coordenador de cartório que teve prisão decretada por assédio: ‘Me deixou doente’

Uma das 11 vítimas que denunciaram o coordenador do Cartório da 2ª Vara Criminal do Fórum de Botucatu (SP) era estagiária e subordinada a ele quando teria sofrido assédio sexual. A jovem, inclusive, desistiu da carreira no Direito após concluir o estágio.

O escrevente Paulo Roberto Maciel foi denunciado pelo Ministério Público por estupro, assédio e importunação sexual contra pelo menos 11 mulheres que trabalham no local, e teve prisão preventiva decretada pela Justiça.

O mandado de prisão foi expedido no dia 7 de junho e Paulo é considerado foragido. De acordo com a denúncia do MP, os casos teriam ocorrido entre 2017 e 2022 e passaram a ser investigados depois que uma das vítimas registrou um boletim de ocorrência em abril deste ano.

O g1 entrou em contato com a defesa de Paulo, que informou que existe um recurso de habeas corpus pendente de julgamento no Tribunal de Justiça de São Paulo e que “ele deverá se apresentar no momento oportuno”, afirma o advogado Vitor Carlos Deléo, que representa o denunciado.

A ex-estagiária que está entre as mulheres que denunciaram o escrevente conta que decidiu ir à delegacia somente 20 dias após o registro desse primeiro boletim de ocorrência feito por outra vítima. “Não queria reviver tudo aquilo”, diz.

A jovem, que pediu para não ser identificada, afirma que ficou doente e precisou de tratamento médico após deixar o estágio.

“Foi algo que me deixou doente, eu tive que fazer terapia, tive início de depressão e fiz tratamento. Até hoje se alguém do sexo masculino chega muito perto de mim, tenho gatilhos, não consigo confiar em nenhum homem por causa dele.”

Ela disse que, inicialmente, o suspeito foi bastante solicito e parecia que apenas queria ajudá-la no estágio.

“Ele começou a pegar na minha mão e no começo quando eu questionava, ele dizia que era para me dar segurança, porque era o meu primeiro trabalho, mas que eu poderia ficar segura, que ele ia sempre me ajudar. Falava que eu poderia confiar muito nele, que eu era a estagiária preferida dele”, lembra.

Mas, de acordo com os relatos da vítima, com o tempo ele começou a abusar desses contatos com ela.

“Por muitas vezes ele segurava na minha mão, depois começou a pegar na minha perna e ele sempre falava que era para me passar segurança. Ele acariciava a minha barriga por dentro da blusa e isso foi aumentando com o passar do tempo. Ele sempre me abraça, dava um beijo estalado no rosto e perto da boca muitas vezes. Me abraçava e ia passando a mão pelas minhas costas até chegar perto da bunda e me puxava para muito perto dele.”

A jovem disse que chegou a questionar e reclamar do comportamento do servidor.

“Quando reclamava, ele dizia que num tinha malícia nenhuma naquilo e por muito tempo eu me senti muito louca, eu chorava muito toda vez que isso acontecia, eu ia ao banheiro chorar. Muitas vezes eu pensei em desistir do estágio, mas era algo que naquela época fazia muito sentido para mim, depois passou a num fazer mais sentido. Hoje num faz sentido nenhum para mim o Direito”, completa.

Outra jovem que também denunciou Paulo conta que desistiu do estágio após passar por situações que considerou, no mínimo, inadequadas pela posição que ele ocupava como seu chefe.

“Ele falava que eu não tinha nada a ver com meu namorado, que tinha que terminar com ele, que precisava de um homem que cuidasse de mim e que ele ia ser esse homem. No começo achei que era brincadeira, mas essas falas começaram a se repetir e as investidas só pararam quando eu me posicionei, fui até grosseira com ele”, afirma.

Depois disso, a jovem, que também era estagiária decidiu deixar o trabalho no Fórum.

“Não tinha mais conforto, era uma coisa muito boa, um estágio muito bom e acabou se tornando uma coisa ruim”, afirma.

Denúncias

As vítimas decidiram quebrar o silêncio e denunciar os casos de assédio depois que uma delas procurou a Delegacia de Defesa da Mulher em abril deste ano e o inquérito foi aberto pela Polícia Civil. De acordo com a advogada Rayssa Blumer, que representa duas das vítimas, antes de procurar a polícia, uma delas chegou a denunciar o caso à 2ª Vara Criminal.

Porém, somente após a instauração do inquérito policial que foi aberto na 2ª Vara uma apuração interna preliminar sobre o caso. Ainda segundo Rayssa, durante esse procedimento as vítimas e testemunhas foram ouvidas, porém em nenhum momento o suspeito foi afastado de suas funções.

“Até o pedido de prisão do promotor do caso ele continuava no Fórum. Ele entrou de férias, porém em nenhum momento ele foi afastado. É chocante. Embora exista a possibilidade de afastar funcionário com os vencimentos durante a apuração do procedimento, isso não foi feito”, afirma a advogada.

As vítimas tiveram que trabalhar com Paulo, no mesmo ambiente, por mais de um mês enquanto o processo tramitava.

“Elas estavam com medo dele. Iam almoçar no carro para não ir ao refeitório e encontrar com ele lá”, destaca a advogada.

Ainda de acordo com Rayssa, o suspeito teria sido afastado do cargo de chefia somente após a conclusão do procedimento administrativo preliminar. O processo segue em segredo de Justiça.

Para as mulheres que fizeram as denúncias o objetivo é que a justiça seja feita e não seja mais um caso sem punição.

“Hoje me sinto acolhida, eu consigo ver que a culpa que não era minha. Tem muitas meninas que passaram por isso e tem medo, a gente que denunciou tem medo também, mas eu acredito que a justiça vai ser feita e peço que elas denunciem, porque juntas somos mais fortes. Espero que ele pague pelo o que fez, porque não é justo, a gente se culpar, a gente sofrer, ficar doente e ter que fazer tratamento médico por causa de uma pessoa assim.”

A defesa de Paulo informou que ele estava de férias durante a apuração das denúncias e depois foi afastado por licença médica. O advogado considera que o pedido de prisão de seu cliente é uma medida precipitada, apesar da gravidade das acusações.

“As acusações são graves, mas creio que as medidas judiciais se mostram precipitadas considerando que se trata servidor com 32 anos de trabalho sem uma única mácula de natureza administrativa ou criminal. Não oferece qualquer risco à sociedade tampouco às pessoas que hoje o acusam. Vamos aguardar a instrução probatória, com direito ao princípio do contraditório e defesa ampla, só então tudo será esclarecido”, afirma.

Como o suspeito é considerado foragido, informações e denúncias sobre o caso podem ser comunicadas às autoridades pelo disque-denúncia 181.

Fonte: g1

*Com informações Adriano Baracho/ TV TEM

STF vai retomar análise do piso salarial da enfermagem nesta sexta

O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para sexta-feira (23) o início do julgamento sobre a liberação do pagamento do piso nacional da enfermagem. A ação sobre o assunto será julgada no plenário virtual, em sessão aberta até as 23h59 de 30 de junho.

pagamento do piso foi liberado em maio pelo relator, ministro Luís Roberto Barroso, mediante a aplicação de uma série de especificações e condicionantes. Agora, os demais ministros julgam se referendam ou não essa decisão.

O caso começou a ser julgado em maio, com os votos de Barroso e Edson Fachin. Um pedido de vista (mais tempo de análise) de Gilmar Mendes, entretanto, adiou o desfecho. Uma tentativa de retomada foi feita em 16 de junho, quando Gilmar Mendes apresentou voto assinado em conjunto com Barroso, ato inédito no Supremo. Contudo, nova vista pedida por Dias Toffoli novamente impediu a continuidade da análise.

Uma costura interna permitiu que o caso voltasse a pauta nesta sexta (23), o que possibilita que uma decisão seja tomada antes do recesso de julho no Judiciário, salvo se houver nova vista ou pedido de destaque, que remeteria a ação para deliberação presencial no plenário físico.

Entenda

O pagamento do piso foi suspenso pelo Supremo no ano passado, depois de a medida ter sido aprovada no Congresso e sancionada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. A justificativa para a suspensão foi que a legislação não previa fonte de custeio para os pagamentos, afetando diretamente o orçamento de municípios e estados, por exemplo.

Pela decisão de Barroso que liberou o pagamento, estados e municípios devem pagar o piso nacional da enfermagem nos limites dos valores que receberem do governo federal. A ordem foi proferida após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter sancionado a abertura de crédito especial de R$ 7,3 bilhões para o pagamento do piso. Segundo as unidades federativas, contudo, o impacto nas contas locais é de R$ 10,5 bilhões, mais do que o previsto para suplementar o pagamento.

Pelo novo voto conjunto apresentado por Barroso e Mendes, em caso de eventual insuficiência de recursos federais, a União poderá abrir crédito suplementar mediante a destinação de emendas parlamentares destinadas à saúde.

No caso do setor privado, o voto conjunto propõe prazo de 60 dias para que empresas e sindicatos conduzam negociações coletivas que flexibilizem o valor do piso. Tal medida visa manter empregos, justificaram Barroso e Mendes, e prevê “tempo razoável” para eventual flexibilização do valor.

O novo piso para enfermeiros contratados sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) é de R$ 4.750, conforme definido pela Lei nº 14.434. Técnicos de enfermagem recebem, no mínimo, 70% desse valor (R$ 3.325) e auxiliares de enfermagem e parteiras, 50% (R$ 2.375). O piso vale para trabalhadores dos setores público e privado.

Fonte: Agência Brasil

Estão abertas as Inscrições para os Jogos Infantis Plínio Paganini 2023

A Secretaria Municipal de Educação, através da Coordenadoria de Práticas Esportivas, informa que estão abertas e seguem até 03 de julho, as inscrições para as escolas que queiram participar da 63ª edição dos Jogos Infantis Plínio Paganini. As competições terão início no dia 15 de setembro, com previsão de encerramento em 20 de outubro.

A tradicional competição do Município tem como objetivo integrar alunos de diversas escolas pertencentes a Botucatu e estimular as crianças para a prática esportiva.

As inscrições deverão ser feitas AQUI

Nos Jogos Infantis “Plínio Paganini” podem participar alunos do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental das escolas municipais, particulares e organizações sociais, nascidos em 2013 ou entre 1 de julho a 31 de dezembro de 2012.

Mais informações podem ser obtidas através do telefone (14) 3811-3178.

Bracell implementa capacitação para adultos com foco no desenvolvimento de adolescentes

A Bracell em parceria com o Instituto LideraJovem, organização da sociedade civil, iniciou no dia 16 de junho, em Botucatu, uma capacitação focada na formação de facilitadores. Por meio do uso de metodologias ativas, a turma, formada por educadores e servidores públicos municipais, estão aprimorando técnicas para serem aplicadas na formação de adolescentes, com foco no desenvolvimento de habilidades e competências necessárias para o século XXI. O projeto esta sendo realizado também em outras 16 cidades em que a Bracell atua com suas operações.

A formação, totalmente gratuita, é uma iniciativa da Bracell e contribui para que os participantes utilizem ferramentas que potencializem o protagonismo juvenil e o desenvolvimento de habilidades socioemocionais nos adolescentes e jovens, ampliando a visão de mundo e de futuro deles.

Mouana Sioufi, gerente de Relações Institucionais e Responsabilidade Social, ressalta que a iniciativa vai ao encontro da missão da empresa de melhorar a vida das pessoas. Para cumprir com essa missão, a empresa realiza seu investimento social por meio do Bracell Social, com diversos projetos, entre eles a formação de facilitadores.

“A finalidade é contribuir para o desenvolvimento das comunidades onde atuamos, oferecendo oportunidades por meio da Educação, Empoderamento e promoção da qualidade de vida. Com a capacitação, contribuímos para o fortalecimento de competências de protagonismo e liderança entre adolescentes e jovens, preparando-os para os desafios do mundo e do mercado de trabalho”, disse.

O programa ocorre em sete semanas, com carga horária de 14 horas. Além disso, há conteúdo extra para atividades assíncronas em uma plataforma específica para o aprendizado, disponibilizado pelo Instituto LideraJovem. Carla Branco, superintendente do Instituto, reforça que os participantes terão, por meio da capacitação, a possibilidade de aprimorar suas habilidades em práticas diárias, pessoais e/ou profissionais com foco nos adolescentes.

“Utilizamos a metodologia socrática em que trazemos ferramentas para que os adultos apliquem práticas que ampliem a visão de mundo e de futuro desses jovens, fomentando seu potencial”, explicou.

A Bracell é também uma das empresas mantenedoras do Instituto, por meio do Bracell Social. A Secretária Municipal de Assistência Social, Rosemary Pinton agradeceu a oportunidade que a Bracell trouxe para o Município.

“É muito importante essa parceria entre a Bracell e as secretarias de Educação e Assistência Social. A capacitação vem somar conhecimento em relação ao trabalho que já realizamos com nossos adolescentes para que a gente consiga multiplicar esse trabalho de excelência que é feito pelo Instituto LideraJovem e que irá contribuir para os nossos atendimentos diários junto à população”, finalizou.

Polícia Militar através da Força Tática, prende 2 homens por tráfico de drogas em Botucatu

Na noite de ontem (19), policiais militares do 12° BPMI prenderam em flagrante dois homens pelo crime de tráfico de drogas na Vila Mariana, em Botucatu/SP.

Após denúncia anônima, realizada diretamente por um popular, policiais da equipe de Força Tática deslocaram até os endereços informados, e após realizarem diligências, acabaram localizando os seguintes produtos utilizados no tráfico de drogas: 01 tablete de maconha de aproximadamente 300 gr, 01 balança de precisão e diversas embalagens plásticas.
A ocorrência foi apresentada na central de polícia judiciária, onde os criminosos permaneceram presos.

Conselho eleva subsídio para famílias do Minha Casa, Minha Vida

O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) decidiu, nesta terça-feira (20), em Brasília, aumentar o subsídio para unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) e reduzir a taxa de juros para famílias de baixa renda nas faixas 1 e 2 do programa.

Também hoje, o conselho decidiu pela correção no valor dos imóveis que podem ser financiados pelo MCMV. Assim, o subsídio para famílias de baixa renda com renda mensal de até R$ 2.640 (faixa 1) e até R$ 4,4 mil (faixa 2), passou de R$ 47 mil para até R$ 55 mil.

O subsídio é uma espécie de desconto e é aplicado conforme a renda da família e a localização do imóvel. Com a alteração, o teto dos imóveis para as faixas 1 e 2 do programa será de R$ 264 mil para os municípios com população de 750 mil habitantes ou mais; R$ 250 mil para as cidades com população entre 300 mil e 750 mil habitantes; R$ 230 mil para os que têm população entre 100 mil e 300 mil habitantes; e R$ 200 mil para cidades com população inferior a 100 mil habitantes.

Valor do imóvel

Na mesma reunião, o conselho ampliou o valor máximo do imóvel que pode ser comprado pelas famílias com renda que varia entre R$ 4,4 mil e R$ 8 mil (faixa 3): passou de R$ 264 mil para até R$ 350 mil em todos os estados.

A estimativa é que a medida traga um incremento de 57 mil novas contratações na faixa 3, das quais 40 mil em 2023. Além disso, o conselho estima um crescimento de 12% nas contratações, com cerca 330 mil unidades para as famílias com renda de até R$ 3,3 mil. Em 2023, o orçamento do FGTS para subsídios é de R$ 9,5 bilhões.

O conselho também fez a revisão dos juros cobrados de famílias com renda mensal de até R$ 2 mil. Os juros passaram de 4,25% ao ano para 4% nas regiões Norte e Nordeste. Para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, a taxa caiu de 4,5% para 4,25% ao ano.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Divulgação

Escolas Municipais participam do Projeto Óleo do Bem

Através de um parceria entre a Prefeitura de Botucatu, TV Tem, Instituto Triângulo e com o apoio da Sabesp, foi dado inicio ao Projeto Óleo do Bem no Município, que será realizado através da Secretaria Municipal do Verde e Educação, com a participação de 34 escolas da Rede Municipal de Ensino.

O Projeto Óleo do Bem tem o objetivo de conscientizar e incentivar a população a descartar corretamente o óleo de cozinha, minimizando impactos ambientais e colaborando com uma educação ambiental ampla e efetiva.

O Óleo do Bem nasceu a partir de uma parceria entre o Programa TEM+ da TV Tem, o Instituto Triângulo e a Cerol Óleo Vegetal, visando à necessidade de reduzir danos e de reciclar o óleo usado de cozinha, através da educação ambiental.

O Projeto teve inicio em 2021 na cidade de São José do Rio Preto e atualmente conta com a participação de 14 cidades do interior de São Paulo e mais de 460 pontos de entrega voluntária.

Em Botucatu, o projeto é direcionado aos alunos das escolas municipais, onde contará com um ponto de arrecadação, em que a cada litro de óleo usado entregue em embalagem pet, o aluno recebe uma pedra de sabão. Apesar de a coleta ser realizada nas unidades escolares e num posto da Sabesp no Poupatempo, a entrega é aberta a toda comunidade, que também receberá uma pedra de sabão a cada litro doado.

Postos de coleta:

Emef Prof. Jonas Alves de Araújo

Emef Dr. João Maria de Araújo

Emefi Cardoso de Almeida

Emefei Angelino de Oliveira

CEI Maria Aparecida Caricati Passarelo

Emef Prof. Francisco Marins

CEI Professora Mirva Curi

CEI Maria de Lourdes T. Sardenberg

Emefei Prof. Paulo Guimarães

Emef Profº Elda Moscogliato

Emefei Prof. Martinho Nogueira

Emef Luiz Tácito Virgínio Santos

Emefi Professora Elza Judith

CEI Nair Fernandes Leite Vaz

Emefi Jesumina Domene Dal Farra

Emefi Rafael de Moura Campos

Emefi Professora Dirce Aparecida

Emefi Mozart Morais

Emefi Profª Maria Jacomino

Emef Prof. Raymundo Cintra

CEI Profª Aida Heloísa Ávila

CEI Profª Jurema Ramos Cordeiro

EMEFI Hernani Donatto

CEI Prof. Ruy Amado Piozzi

CEI Rafaela Cristina Francisco Benato

CEI Claudeval Luciano da Silva

CEI Santo Calori

CEI Tereza Rosa Santos Souza

Emefi Therezinha Secco

Emef Prof. Américo V. dos Santos

Emef Francisco Guedelha

CEI Prof. João Queiroz Marques

CEI Profª Luiza de Campos Avellar Pires

CEI Romualdo José Balestrim

Sabesp – Poupatempo