Geral

Prazo para pagamento de taxa de inscrição no Enem termina dia 21

Termina nesta quarta-feira (21) o prazo para pagamento da taxa de R$ 85, referente à inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O valor, que confirma a participação do candidato no certame, pode ser pago por pix, cartão de crédito, débito em conta ou por boleto gerado na Página do Participante.

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), para pagar por Pix, basta ao candidato acessar o QR code que consta no boleto.

“Quem é isento não precisa fazer o pagamento. Entretanto, a aprovação da isenção da taxa ou da justificativa de ausência (na edição de 2022) não significa que a inscrição no Enem 2023 foi realizada. De qualquer forma, é necessário se inscrever para participar”, informou o instituto.

Provas em novembro

As provas serão aplicadas nos dias 5 e 12 de novembro em todo o país. O edital com o cronograma e as regras para o Enem 2023 foi publicado no início do mês. Além de apresentar as datas e os horários do exame, o texto detalha os documentos necessários e as obrigações do participante, incluindo situações em que o candidato pode ser eliminado.

Os gabaritos das provas objetivas serão publicados no dia 24 de novembro no portal do Inep. Já os resultados individuais serão divulgados no dia 16 de janeiro de 2024 no mesmo site.

Desempenho

O Enem avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica e é a principal forma de acesso à educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e de iniciativas como o Programa Universidade para Todos (Prouni).

Ele é também utilizado por instituições de ensino públicas e privadas para selecionar estudantes, com os resultados sendo utilizados como critério nos processos seletivos. O exame serve também de parâmetros para acesso a auxílios governamentais, como o proporcionado pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Fonte: Agência Brasil

Caixa começa a pagar Bolsa Família com novo adicional de R$ 50

A Caixa Econômica Federal começa a pagar a parcela de junho do novo Bolsa Família. Recebem nesta segunda-feira (19) os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 1. Essa será a primeira parcela com o novo adicional de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos.

Desde março, o Bolsa Família paga outro adicional, de R$ 150 a famílias com crianças de até 6 anos. Dessa forma, o valor total do benefício poderá chegar a R$ 900 para quem cumpre os requisitos para receber os dois adicionais.

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício será superior e atingirá o maior da história do programa. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, a criação do adicional é a última mudança prevista no programa, que teve a implementação concluída neste mês.

Desde o início do ano, o programa social voltou a se chamar Bolsa Família. O valor mínimo de R$ 600 foi garantido após a aprovação da Emenda Constitucional da Transição, que permitiu a utilização de até R$ 145 bilhões fora do teto de gastos neste ano, dos quais R$ 70 bilhões estão destinados a custear o benefício.

O pagamento do adicional de R$ 150 começou em março, após o governo fazer um pente-fino no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), para eliminar fraudes. Segundo o balanço mais recente, divulgado em abril, cerca de 2,7 milhões de indivíduos com inconsistências no cadastro tiveram o benefício cortado.

Apesar do corte, foi concedido prazo de 60 dias para que cerca de 1,2 milhão de pessoas que se cadastraram como de famílias unipessoais no segundo semestre do ano passado regularizem a situação e comprovem os requisitos para retornar ao programa. A principal regra é que a família tenha renda mensal de até R$ 218 por pessoa, conta obtida ao dividir a renda total pelo número de integrantes da família.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Calendário do Bolsa Família
Calendário do Bolsa Família – Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

Auxílio Gás

O Auxílio Gás também será pago nesta segunda-feira às famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com NIS final 1. O valor ainda não foi divulgado, mas deve cair em relação aos R$ 110 pagos em abril, por causa das reduções recentes no preço do botijão.

Com duração prevista até o fim de 2026, o programa beneficia cerca de 6 milhões de famílias neste mês. Com a aprovação da Emenda Constitucional da Transição e da medida provisória do Novo Bolsa Família, o benefício foi mantido em 100% do preço médio do botijão de 13 kg até o fim do ano.

Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Fábia Prates Secom

Inscrições para o Sisu do 2º semestre começam nesta segunda-feira

O prazo de inscrições para o processo seletivo do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do segundo semestre de 2023 começa nesta segunda-feira (19). Os interessados podem se inscrever até as 23 horas e 59 minutos (horário de Brasília) de quinta-feira (22) no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.

O resultado será divulgado no dia 27 deste mês. A classificação dos estudantes será realizada com base na nota obtida na edição de 2022 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As matrículas devem ser feitas de 29 de junho a 4 de julho.

O Sisu é o programa do MEC que reúne as vagas oferecidas por instituições públicas de ensino superior de todo o Brasil, sendo a maioria delas ofertada por instituições federais – universidades e institutos.

As vagas são abertas semestralmente por meio de um sistema informatizado que executa a seleção dos estudantes com base na nota do Enem, de acordo com as escolhas dos candidatos inscritos. Para isso, o candidato não pode ter tirado zero na redação.

O estudante escolhe até duas opções de curso entre as ofertadas em cada processo seletivo do Sisu. É possível alterar as opções de curso durante todo o período de inscrições, sendo que a inscrição válida será a última registrada no sistema.

Quem não for selecionado em nenhuma das duas opções de curso ainda pode disputar uma das vagas por meio da lista de espera do Sisu. Para isso, é preciso manifestar interesse em participar da lista entre os dias 27 de julho e 4 de julho. A convocação dos candidatos em lista de espera será feita pelas próprias instituições a partir de 10 de julho.

As vagas ofertadas também são distribuídas conforme a Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012). Ela determina que as instituições federais de educação superior vinculadas ao MEC reservarão, em cada concurso seletivo para ingresso nos cursos de graduação, por curso e turno, no mínimo 50% das vagas para estudantes que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas, sendo metade delas reservadas para aqueles oriundos de famílias com renda igual ou inferior a 1,5 salário mínimo per capita (renda por cabeça).

As instituições podem adotar as próprias políticas e ações, como vagas reservadas e aplicação de bônus sobre a nota do candidato que atenda ao perfil indicado pela instituição. De acordo com as especificações da instituição, o Sisu faz o cálculo automaticamente e gera nova nota.

Fonte: Agência Brasil

Álcool no trânsito mata 1,2 brasileiro por hora

Marco na luta contra a violência no trânsito no Brasil, a Lei Seca completa 15 anos nesta segunda-feira (19). Para lembrar a data, o Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa) divulgou dossiê sobre os acidentes provocados pelo uso de álcool no país. Os dados foram coletados do Ministério da Saúde.

O documento revela que 10.887 pessoas perderam a vida em decorrência da mistura de álcool com direção em 2021, o que dá uma média de 1,2 óbito por hora.

“Esse número é altíssimo se a gente considerar que as mortes atribuídas ao álcool por acidente de trânsito são completamente evitáveis. É só você não beber”, diz o psicólogo e pesquisador do Cisa, Kaê Leopoldo. Segundo o levantamento, cerca de 5,4% dos brasileiros relataram dirigir após beber, índice que tem apresentado estabilidade no país.

Apesar de alarmante, a taxa de mortes por 100 mil habitantes de 2021 foi 32% menor que a de 2010, quando a Lei Seca ainda tinha apenas dois anos. O número de mortos por ano caiu de sete para cinco por 100 mil habitantes no período.

Para Kaê, o número ainda é excessivamente alto, mas “a gente precisa entender que a tendência é de redução. Vem sempre existindo uma tendência de redução ao longo dos 10 anos analisados”, acentua.

Hospitalizações em alta
O total de hospitalizações cresceu 34% no período, passando de 27 para 36 internações a cada 100 mil habitantes. A pesquisa mostra, também, que esse crescimento foi puxado por acidentes com ciclistas e motociclistas, uma vez que caíram as hospitalizações de pessoas que estavam em veículos e de pedestres envolvidos em acidentes causados pelo consumo de álcool.

O pesquisador do Cisa opina que a expansão das hospitalizações envolvendo ciclistas e motociclistas pode estar relacionada ao aumento da frota no período.

“Principalmente na questão dos motociclistas, que representam um caso que merece atenção especial. Cresceu o total de motoboys e de entregadores. Eles passaram a trabalhar em horários que, às vezes, há outras pessoas dirigindo embriagadas [cujos veículos]  podem [atingir] motoboys”, destaca Kaê.

Diferenças 
Os números de óbitos e hospitalizações variam bastante de acordo com o estado. Enquanto Tocantins (11,8), Mato Grosso (11,5) e Piauí (9,3) registram mais de nove óbitos a cada 100 mil habitantes por acidentes motivados pelo consumo de álcool, Amapá (3,6), São Paulo (3,5), Acre (3,5), Amazonas (3,2), Distrito Federal (2,9) e Rio de Janeiro (1,6) não chegam nem a quatro óbitos por 100 mil habitantes.

Em relação a hospitalizações, elas podem variar de 85,2 a cada 100 mil pessoas, como no Piauí, até 11,8 a cada 100 mil no Amazonas. A diferença é de mais de sete vezes entre os dois estados. Para o pesquisador, é difícil entender essa diferença.

“Temos alguns indicativos como implementação de políticas públicas, fiscalização, densidade de blitzes, fatores culturais, frota de veículos e qualidade da frota e das estradas. Tudo isso entra no cálculo e afeta na diversidade dessas taxas de óbitos e hospitalizações”, argumenta.

A socióloga Mariana Thibes, coordenadora do Cisa, diz que as autoridades locais devem aumentar a fiscalização nas ruas e implementar campanhas de educação.

“A educação da população tem um importante papel na segurança viária e, em relação à fiscalização, sabemos que quando não há continuidade o impacto na redução de mortes viárias tende a diminuir, apesar da existência de leis”, opina.

Perfil das vítimas
O perfil das vítimas de acidentes envolvendo consumo de álcool é majoritariamente masculino. Isso porque 85% das hospitalizações envolvem homens, enquanto 89% das mortes causadas pelo álcool são de pessoas do sexo masculino. “Em relação à faixa etária, a população entre 18 e 34 anos de idade é a mais afetada”, informa o estudo.

O Centro de Informações sobre Saúde e Álcool alerta que não há um volume seguro para ingestão de bebidas alcoólicas antes de dirigir. Arthur Guerra, psiquiatra e presidente do Cisa, acentua que muitas pessoas acreditam que a pouca ingestão de álcool não interfere na capacidade de dirigir.

“Em pequenas quantidades, o álcool já é capaz de alterar os reflexos do condutor e, conforme a concentração de álcool no sangue, [ele] se eleva e aumenta também o risco de envolvimento em acidentes de trânsito graves, uma vez que provoca diminuição de atenção, falsa percepção de velocidade, aumento no tempo de reação, sonolência, redução de visão periférica e outras alterações neuromotoras”, finalizou.

Fonte: JCNET

Foto: Agência Brasil

Prefeitura comunica alterações no trânsito na região do Atacadão

A Prefeitura de Botucatu comunica que a partir de sábado, 17, passam a valer as alterações no trânsito na Vila Pinheiro, na região do Atacadão, empreendimento que será inaugurado nos próximos dias.

Com a inauguração do hipermercado, o local devera receber um fluxo maior de veículos e por isso alterações no sentido de direção de algumas ruas serão necessários.

A principal mudança será a alteração do sentido de tráfego da Rua Lourenço Castanho, próximo a Sabesp. A partir da rotatória com a Avenida Camilo Mazoni, a via passará a ter apenas um sentido de direção Centro-Monte Mor até a Rua Florindo Silva (veja o mapa – cor verde). Já no sentido oposto, Monte Mor – Centro, a via de direção será alterada a partir da Rua Florindo Silva até a Avenida Camilo Mazoni (veja o mapa – cor azul/roxa).

Os motoristas que saírem do Atacadão e desejarem retornar a Avenida Camilo Mazoni poderão utilizar um acesso que está sendo construído no local próximo do cruzamento com a Rua Florindo Silva (veja o mapa – cor roxa).

Já os caminhões deverão utilizar a Rua Florindo Silva, em seguida a Rua Plácido Rodrigues Venegas para retornar a Avenida Camilo Mazoni (veja o mapa – cor laranja).

As vias receberão as melhorias e sinalização adequada para organizar o fluxo de veículos a partir deste sábado, 17. A Prefeitura orienta que os motoristas redobrem a atenção.

Campinas estuda esterilizar capivaras após casos de febre maculosa

A medida em avaliação pelo município seria uma forma de controlar a população do animal, que pode ser encontrado em grande número em diversas áreas públicas e privadas da cidade.

A Prefeitura de Campinas avalia esterilizar capivaras para conter o aumento populacional do animal -um dos principais hospedeiros do carrapato-estrela, que transmite a febre maculosa.

Quatro mortes foram confirmadas no município este mês em decorrência da doença. Todas as vítimas estiveram na fazenda Santa Margarida, no distrito de Joaquim Egídio, local considerado o epicentro da contaminação na região.

A prefeitura de Belo Horizonte começou a esterilizar capivaras em 2017, após uma morte causada por febre maculosa. Com isso, conseguiu diminuir o número de animais na região da lagoa da Pampulha.

As mortes de Campinas assustaram o moradores e comerciantes da cidade, que tem prejuízos com a possível fuga de turistas.

A medida em avaliação pelo município seria uma forma de controlar a população do animal, que pode ser encontrado em grande número em diversas áreas públicas e privadas da cidade.

Os animais da espécie circulam em áreas verdes, inclusive urbanas, especialmente perto de água, como rios, lagos e córregos. O aumento da população acontece em grande parte devido à extinção local da onça-pintada, principal predador do roedor.

“A remoção ou eliminação das capivaras de espaços públicos já se mostrou ineficiente. Quando retiradas, os locais são novamente ocupados por outras. E não adiantaria eliminar as capivaras para acabar com a doença, porque a febre maculosa fica no carrapato e qualquer outro mamífero poderia fazer o papel de hospedeiro”, afirma a Secretaria do Verde.

O abate já foi testado no município e não funcionou. O Lago do Café, parque público ao lado do Parque Taquaral, o principal da cidade, e que tem muitos desses animais, ficou fechado por cinco anos, até 2013, por causa da febre maculosa. Entre 2008 e 2010, três funcionários do local morreram em decorrência da doença.

Em março de 2011, mesmo sob protestos de ambientalistas, 16 capivaras que viviam no Lago do Café foram abatidas na tentativa de reabrir o parque, mas pouco tempo depois novos animais surgiram no local.

O manejo de capivaras cabe ao Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), ligado ao Ministério do Meio Ambiente, e à Secretaria de Meio Ambiente do Estado.

O Departamento de Proteção e Bem-Estar Animal está finalizando a contagem dos animais em Campinas -segundo a Secretaria do Verde, até agora foram computadas 200 capivaras.

“Com base nesses dados, o órgão irá entrar com pedido de licença para manejo e, caso seja concedida, a Prefeitura fará uma licitação para contratar o serviço de castração. A previsão é que o pedido de licença para manejo e as ações decorrentes sejam realizados no segundo semestre deste ano”, finaliza a prefeitura.

Fonte: JCNET

Reajuste de servidores e secretários municipais é pauta de extraordinária. Sessão ordinária também vota campanha de saúde e denominação

Na próxima segunda-feira (19/06), a Câmara de Botucatu realiza sessão ordinária e extraordinária. Na sessão ordinária, constam dois projetos de autoria dos vereadores que tratam da instituição da Semana de Orientação e Combate ao Diabetes e de denominação de rua.

Já em sessão extraordinária, são nove projetos de lei que devem ser debatidos e votados. Eles tratam do reajuste do salário, vale-alimentação e vale-saúde dos servidores municipais da cidade (ativos, inativos e pensionistas), além do reajuste do subsídio dos membros do Conselho Tutelar e dos secretários municipais.

Também há um projeto para celebrar termo de compromisso com o SEBRAE, com o objetivo de instalar o Programa SEBRAE AQUI.

As plenárias têm início às 19h e contam com transmissão ao vivo pelo site, Facebook e TV Câmara Botucatu (canais 31.3 da rede aberta e 2 da Claro NET TV). Confira a ORDEM DO DIA na íntegra:

SESSÃO ORDINÁRIA
1) Projeto de Lei nº 50/2023, de iniciativa do Vereador Palhinha, que institui a Semana de Orientação e Combate ao Diabetes no município de Botucatu.
Discussão e votação únicas com quórum de maioria simples

2) Projeto de Lei nº 62/2023, de iniciativa do Vereador Lelo Pagani, que denomina de “Doutor Amando de Barros Sobrinho”, a Rua 02 do Ecovilla Botucatu Residencial.
Discussão e votação únicas com quórum 2/3

SESSÃO EXTRAORDINÁRIA
1) Projeto de Lei Complementar nº 15/2023, de iniciativa do Prefeito, que recompõe salários e vencimentos dos servidores do Poder Executivo e sua Autarquia.
Discussão e votação única com quórum de maioria absoluta

2) Projeto de Lei nº 60/2023, de iniciativa do Prefeito, que autoriza o Poder Executivo a celebrar termo de compromisso com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de São Paulo (SEBRAE), por intermédio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Relações Institucionais e Trabalho, objetivando a instalação do Programa SEBRAE AQUI.
Discussão e votação única com quórum de maioria simples

3) Projeto de Lei nº 67/2023, de iniciativa do Prefeito, que reajusta o valor do vale compra alimentos e dá outras providências.
Discussão e votação única com quórum de maioria simples

4) Projeto de Lei nº 68/2023, de iniciativa do Prefeito, que reajusta o valor do auxílio saúde dos servidores inativos e pensionistas da Prefeitura.
Discussão e votação única com quórum de maioria simples

5) Projeto de Lei nº 69/2023, de iniciativa do Prefeito, que atualiza o subsídio dos membros do Conselho Tutelar de Botucatu.
Discussão e votação única com quórum de maioria absoluta

6) Projeto de Lei nº 70/2023, de iniciativa do Prefeito, que dispõe sobre a revisão de subsídios dos Secretários Municipais.
Discussão e votação única com quórum de maioria absoluta

7) Projeto de Lei Complementar nº 16/2023, de iniciativa da Mesa Diretora, que revisa os salários e vencimentos dos servidores do Poder Legislativo.
Discussão e votação única com quórum de maioria absoluta

8) Projeto de Lei nº 71/2023, de iniciativa da Mesa Diretora, que reajusta o valor do vale compra alimentos dos servidores ativos da Câmara Municipal.
Discussão e votação única com quórum de maioria simples

9) Projeto de Lei nº 72/2023, de iniciativa da Mesa Diretora, que reajusta o valor do auxílio saúde dos servidores inativos e pensionistas da Câmara Municipal.
Discussão e votação única com quórum de maioria simples

Inflação dos alimentos deve fechar 2023 com menor alta em 6 anos

Os preços dos alimentos para consumo dentro de casa devem fechar 2023 com a menor inflação acumulada no Brasil em seis anos -ou seja, desde 2017. É o que sinalizam projeções de economistas consultados pela Folha de S.Paulo.

Segundo eles, a desaceleração ante 2022 tende a refletir a oferta maior de alimentos a partir das melhores condições climáticas para a produção e o alívio dos custos de insumos que haviam disparado nos últimos anos.

Por ora, as projeções indicam uma alta na faixa de 3% ou menos para os preços da alimentação no domicílio no acumulado de 2023 do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).

Calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o IPCA é o índice oficial de inflação do país. Em 2022, os preços da alimentação no domicílio acumularam alta de 13,23%.

A carestia à época veio na esteira dos problemas climáticos no Brasil, das pressões de insumos usados na produção e dos impactos da Guerra da Ucrânia sobre as cotações de commodities agrícolas.

A alta em 2022 ocorreu após avanços de 8,24% em 2021, de 18,15% em 2020, de 7,84% em 2019 e de 4,53% em 2018.

Houve deflação (queda dos preços) de 4,85% em 2017. Naquele ano, a produção de alimentos também teve incremento de uma safra maior.

“A gente está saindo de praticamente três anos de muitos problemas climáticos para um ano muito bom nesse aspecto”, afirma o economista Matheus Peçanha, do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas).

O FGV Ibre projeta alta de 3% para a alimentação no domicílio no acumulado de 2023. A base de comparação elevada dos preços, segundo Peçanha, também ajuda a explicar a desaceleração prevista para este ano.

“É uma média. Alguns produtos vão ter queda, como a gente tem visto na proteína animal [carnes]. Já os preços das hortaliças e dos legumes são mais voláteis. Em outros produtos, o aumento vai ser menos expressivo do que nos anos anteriores”, aponta o economista.

A safra brasileira deve alcançar o recorde de 305,4 milhões de toneladas em 2023, segundo estimativa divulgada pelo IBGE nesta terça-feira (13).

Os destaques, diz o instituto, são soja, milho e trigo, que indicam máximas de produção neste ano. Soja e milho servem como insumos para a nutrição animal, impactando o custo de produção das carnes. Já o trigo é base para a fabricação de alimentos como pães, massas e biscoitos.

Por ora, a consultoria MB Associados projeta inflação de 3,2% para os alimentos no domicílio no acumulado de 2023. O C6 Bank, por sua vez, prevê uma alta de 2,8%.

O Santander Brasil tem uma estimativa menor. O banco prevê avanço de 1% para a inflação dos alimentos consumidos no domicílio, abaixo dos 5,2% projetados para o IPCA como um todo.

O cenário reflete o “fim dos choques” que pressionaram os preços a partir da pandemia, diz Daniel Karp, economista do Santander Brasil.

“Foi uma tempestade perfeita que fez a inflação como um todo, especialmente de alimentos, subir nos últimos anos.”

Felipe Kotinda, também economista do Santander Brasil, chama atenção para a trégua de insumos como os fertilizantes.

“Teve um choque com a guerra, o mercado achou que iria faltar fertilizante. Agora, é uma questão de dissipar esse risco. Os preços dos fertilizantes caíram bastante em dólar em relação ao ano passado”, aponta Kotinda.

Karp não descarta uma deflação para os alimentos consumidos no domicílio em 2023, mas ressalta que esse movimento não está no cenário base -não é o mais provável de acontecer.

Em maio, os preços da alimentação no domicílio ficaram estáveis (0%) frente a abril no IPCA, segundo o IBGE. Neste ano, de janeiro a maio, o acumulado ficou em 1,24%. Nos últimos 12 meses, a alta foi de 4,66%.

“Há um processo em curso que chamaria de desinflação. Os preços ainda sobem, mas com uma intensidade menor”, diz o economista Jackson Bittencourt, coordenador do curso de ciências econômicas da PUCPR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná).

Um índice de inflação da cesta básica elaborado pela PUC-PR acumulou alta de 2,25% neste ano, de janeiro a maio, no Brasil. Em igual período de 2022, o avanço era mais intenso, de 16,43%.

No acumulado de 12 meses até maio de 2023, a cesta avançou 3,88%. Em igual intervalo até maio de 2022, a alta era de 26,75%.

A inflação da cesta básica é calculada pela PUCPR com base em 13 alimentos pesquisados dentro do IPCA.

“A pandemia e a guerra haviam jogado os preços para cima. A inflação da cesta básica estava subindo vertiginosamente. Agora, os preços estão se alinhando. A tendência é de uma estabilidade maior”, analisa Bittencourt.

Ele destaca que a trégua dos custos de produção dos alimentos começa a chegar aos preços finais dos produtos.

“O dólar influencia muito. A cadeia produtiva da agropecuária é importada, desde sementes e adubos até peças para máquinas agrícolas. A taxa de câmbio está bem mais estável, e o custo para produzir, também”, aponta o professor.

Fonte: JCNET