Política

Vereadores de Botucatu podem responder por omissão em caso de improbidade administrativa

Se for confirmada a prática de improbidade administrativa pelo prefeito Fábio Leite e pelo secretário de Infraestrutura Rodrigo Taborda no uso de máquinas e servidores públicos em obras dentro da empresa privada Caio Induscar, os vereadores que se recusaram a investigar o caso por meio de uma CPI também podem enfrentar implicações legais.

A omissão da Câmara pode ser interpretada como conivência ou prevaricação, já que os parlamentares têm o dever constitucional de fiscalizar os atos do Executivo (art. 31 da Constituição Federal). Além disso, o Decreto-Lei nº 201/1967 estabelece que vereadores podem ser responsabilizados se deixarem de apurar irregularidades administrativas graves.

Entre as possíveis consequências estão:

Responsabilização política: abertura de processos de cassação por quebra de decoro parlamentar.

Responsabilização civil: inclusão em ações de improbidade administrativa por omissão dolosa ou culposa.

Responsabilização criminal: enquadramento por prevaricação (art. 319 do Código Penal), caso fique provado que a omissão foi intencional para proteger terceiros.

Na prática, se comprovado que os vereadores agiram para blindar o prefeito e o secretário, eles podem responder solidariamente nos processos, tornando-se alvos de investigações do Ministério Público e do Tribunal de Contas.

Vereadores Abelardo, Welintom Japa, Nuno e Mário Ielo defendem a atuação da prefeitura

A Câmara Municipal de Botucatu decidiu não investigar as graves denúncias sobre o uso de máquinas da Secretaria de Infraestrutura e servidores públicos em uma obra de pavimentação dentro do imóvel da empresa privada Caio Induscar.

Na sessão ordinária do dia 09 de setembro, os vereadores Abelardo da Costa Neto, Nuno Garcia e Welinton Souza (Japa) declararam publicamente que o prefeito Fábio Leite agiu corretamente ao autorizar a execução da obra.

Veja a fala de cada um dos vereadores, na íntegra

1. Vereador Abelardo:

Relação aí às máquinas, né, eu fui atrás, tem a lei que permite quando há interesse público. Então, ali, como há o interesse público constatado, com aí vamos dizer, empregos, crescimento, pode-se fazer isso. Então, eu aí, antes de ter falado, querendo aparecer como certas mídias, querendo só criticar, não foi se informar do fato que realmente as máquinas estavam lá e quis aí essa imprensa aparecer e jogar, eu quero ser imparcial. As imprensa que querem jogar alguns leigos, que às vezes também não entende, contra o trabalho da prefeitura. Então esse é um ponto, tá bom? E às vezes joga vereadores falando que não estão vendo, não estão enxergando e fazendo nada. Então tem imprensa que às vezes de ser produtiva, ela atrasa a cidade e às vezes, supostamente, por ter parado de mamar dinheiro público. Algumas imprensa nesse Brasil, quando corta-se a verba, começa a falar só crítica, fala as coisas boas também. Então eu espero que a prefeitura também, como é de utilidade pública essa área que vai trazer benefício.”

2. Nuno Garcia:

“Assim como os nossos colegas já disseram, procurem meios de informação importante, usem a internet de maneira útil. A internet é muito boa, pode nos ajudar para tudo. Procurem saber das coisas sem fazer comentários por conta de uma fala ingrata para não usar outro termo.”

3. Welinton Japa

“Nós não estamos aqui brincando de ser político, nós estamos trabalhando para a população e levando para ela. Existe uma lei, a lei número 4842, de 30 de outubro de 2007, onde essa lei diz assim, autoriza o Poder Executivo a fornecer infraestrutura às empresas já instaladas no município e que pretendem implantar novas unidades. Essa lei foi elaborada pelo Ielo, onde o Poder Executivo autorizado a fornecer às empresas já instaladas no município de Botucatu e obras de infraestrutura que viabilizem a implantação de novas unidades ou ampliação das unidades existentes, que gerem novos empregos ou recursos que tenham impacto no orçamento. Então, eu quero explicar aqui o que aconteceu. A empresa CAIO, por não ter terreno ao seu derredor ali, ela solicitou para o prefeito que fizesse uma, usasse, de 70 mil reais do poder público, para que utilizasse essas máquinas para ampliar um espaço “dentro” da empresa para que pudesse ser organizada, em contrapartida, de 70 mil reais que a prefeitura investiu, ela ia gerar dez novos empregos.”

O vereador Welinton Japa causou mais uma polêmica com sua declaração. A fala abriu um precedente perigoso: Se a lógica for aplicada, qualquer empresário que prometa ao menos 10 empregos em Botucatu poderá exigir obras em seu estabelecimento privado custeadas pela Prefeitura.

Na mesma sessão, Japa citou que a ação da Prefeitura estaria respaldada pela Lei nº 4.842, de 30 de outubro de 2007, sancionada pelo ex-prefeito Mário Ielo, hoje vereador. Apesar de estar presente, Ielo não se manifestou em plenário sobre a utilização da lei para justificar a obra dentro da Caio Induscar.

Hoje 09/09, o Jornalista Fernando Bruder, Diretor da Rede Alpha de Comunicação, entrou em contato com o vereador Ielo para esclarecer o alcance da lei:

FERNANDO BRUDER:
A Lei nº 4.842 de 30 de outubro de 2007, de sua autoria, diz: “Fica o Poder Executivo autorizado a fornecer às empresas já instaladas no Município de Botucatu, serviços e obras de infraestrutura que viabilizem (…)”. Isso autoriza a Prefeitura a fazer obras dentro do imóvel da indústria, com recursos públicos?

VEREADOR IELO:
Fizemos para todas as indústrias de Botucatu, além de implantarmos toda a infraestrutura do Distrito Industrial 3. Na Eucatex, Duratex e Staroup, fizemos os pátios de estacionamento de caminhões e autos. Fizemos toda a terraplanagem da Fiberbus e da Inbrasp. Para a Embraer, fizemos uma nova avenida de acesso contornando a fábrica, proporcionando sua ampliação. Tudo documentado como manda a lei. O número de vagas de empregos na indústria era de 4 mil em 2001 e aumentou para 10 mil em 2008 (150%).

FERNANDO BRUDER:
Mas dentro do imóvel da indústria, a Prefeitura não pode construir então? Apenas no entorno. É isso?

VEREADOR IELO:
Pode sim, conforme as necessidades!

FERNANDO BRUDER:
Que necessidades?

VEREADOR IELO:
Ampliação da indústria e consequente aumento de empregos diretos, com auxílio da Prefeitura. Como a lei de incentivo fiscal.

“Também fizemos parceria com as incubadoras, reformando a 1ª junto com a Fiesp, que foi premiada nacionalmente. E implantamos a incubadora de empresas dentro da FCA, reformando o prédio.”

Leis federais que podem estar sendo desrespeitadas

O caso levanta sérias dúvidas sobre a legalidade das obras da Prefeitura em imóveis privados, mesmo com base em leis municipais.

Especialistas em direito público alertam que a prática pode ferir diversas normas federais, entre elas:

1. Constituição Federal (art. 37, caput e inciso XXI) – princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência; proíbe favorecimento a particulares com uso de recursos públicos.

2. Lei nº 8.429/1992 (Lei de Improbidade Administrativa, atualizada pela Lei nº 14.230/2021) – enquadra como improbidade atos que causem prejuízo ao erário ou que impliquem uso indevido do patrimônio público em benefício de particulares.

3. Lei nº 4.320/1964 – normas gerais de direito financeiro, que exigem destinação de recursos orçamentários exclusivamente para interesse público.

4. Lei nº 8.666/1993 (antiga Lei de Licitações) e Lei nº 14.133/2021 (nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos) – exigem processo licitatório e vedam o direcionamento de recursos públicos para fins privados sem concorrência pública.

5. Decreto-Lei nº 201/1967 – define como crime de responsabilidade de prefeitos o uso indevido de bens e rendas públicas.

6. Código Penal (art. 312 – Peculato) – prevê crime para quem se apropriar ou desviar bens e valores públicos em benefício próprio ou de terceiros.

Um precedente perigoso

A decisão dos vereadores de não investigar o caso abre um precedente grave: ao legitimar obras privadas com recursos públicos, a Câmara de Botucatu sinaliza que empresários locais podem reivindicar investimentos diretos da Prefeitura em seus imóveis, desde que justifiquem a criação de empregos.

O episódio escancara a fragilidade da fiscalização legislativa e levanta questionamentos sobre o papel do Ministério Público e dos órgãos de controle externo diante de um caso que, em qualquer interpretação jurídica, pode configurar desvio de finalidade e uso indevido do dinheiro do contribuinte.

A população solicita investigação

Para muitos moradores, os parlamentares, que deveriam fiscalizar o Executivo, preferiram agir como escudo político do prefeito, ignorando denúncias graves de possível improbidade administrativa. Nas ruas e redes sociais, a indignação é evidente.

É um absurdo, parece que esqueceram que foram eleitos pelo povo e não pelo prefeito”, disse a comerciante Maria Lúcia, moradora da Vila dos Lavradores.

Já o estudante Felipe Andrade foi ainda mais duro: “Se abriram esse precedente, amanhã qualquer empresário que gerar empregos vai poder pedir obras pagas com dinheiro público. Isso não é governar, é privatizar a prefeitura”.

A Rede Alpha segue acompanhamento os próximos desdobramentos desse caso

 

Botucatu é a pior cidade da Região para ser mulher

O estudo mais recente da Tewá, instituto especializado em pesquisas sociais com enfoque em gênero, trouxe dados preocupantes para o interior paulista. A pesquisa avaliou cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes a partir de indicadores como violência contra a mulher, desigualdade salarial, acesso à saúde, educação, mercado de trabalho e representatividade política feminina, classificando os municípios em níveis que vão de “muito baixo” a “muito alto” em igualdade de gênero.

Na 4ª Mesorregião Administrativa do Estado de São Paulo, composta por Lins, Bauru, Jaú, Botucatu e Avaré, o cenário expõe disparidades. Entre os municípios que ultrapassam os 100 mil habitantes, o levantamento aponta que Botucatu é a pior cidade para ser mulher.

Bauru está em melhor colocação da região e recebeu classificação “baixa”, vem seguida por Jaú e depois Botucatu com classificação “muito baixa”. Avaré e Lins nao figuraram no estudo por terem menos de 100 mil habitantes.

Esse ranking reflete índices alarmantes de desigualdade e vulnerabilidade das mulheres da região.

No caso de Botucatu, os números revelam uma combinação crítica de altas taxas de violência de gênero, pouca representatividade política feminina, diferença salarial acentuada entre homens e mulheres, falta de serviços de saúde especializados para as mulheres e carência de políticas públicas eficazes de proteção social.

A comparação com outras cidades paulistas evidencia a gravidade do quadro. Enquanto Araras e São Caetano do Sul alcançaram classificação média, e municípios como Birigui, Osasco, Itapecerica da Serra, Santo André e São José do Rio Preto figuram entre as melhores colocações do estado, Botucatu se mantém entre as piores, mostrando que o Centro-Oeste Paulista ainda está atrasado no enfrentamento das desigualdades de gênero.

O resultado reforça a urgência de ações concretas por parte do poder público municipal e regional para garantir mais segurança, oportunidades e participação às mulheres, sob risco de manter a cidade presa a um cenário de exclusão e vulnerabilidade.

Prefeito de Ourinhos surpreende após enviar cartas à Coca-Cola

Como teve recusa, ele enviou à Pepsi pedindo fábrica na cidade.

O prefeito de Ourinhos, Guilherme Gonçalves (Podemos), tem chamado atenção nas redes sociais por uma iniciativa ousada.

Enviar cartas às gigantes do setor de bebidas pedindo a instalação de uma fábrica no município.

Primeiro, Gonçalves encaminhou uma solicitação formal à Coca-Cola, destacando os atrativos econômicos e logísticos da cidade para receber um investimento de grande porte.

No entanto, a multinacional respondeu negativamente, informando que não há previsão de abrir novas unidades na região.

Sem insistir, o prefeito decidiu tentar com a concorrente direta e escreveu uma nova carta, desta vez à PepsiCo, reforçando que Ourinhos reúne condições favoráveis para receber uma planta industrial e gerar centenas de empregos.

Um vídeo publicado pelo próprio prefeito, em que ele explica a iniciativa, acabou viralizando e gerou ampla repercussão. Moradores elogiaram a postura proativa, enquanto outros avaliaram a ação como simbólica, mas ainda assim positiva.

Ele informou que a BYD Motors irá instalar uma montadora na cidade e até mostrou no vídeo a área já delimitada por tapumes em que a empresa irá se instalar.

Para muitos analistas locais, falta a outros prefeitos a mesma ousadia em buscar investimentos e dar visibilidade ao potencial econômico de seus municípios.

 

Governo de SP vai emitir alertas para celulares com queixa de roubo em todo o estado

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) começou a notificar nesta terça-feira (2) cerca de 700 pessoas que estão em posse de um celular com queixa de roubo ou furto.

A medida faz parte de uma nova fase do programa SP Mobile. O objetivo é recuperar aparelhos roubados que voltaram a ser ativados por terceiros — a maioria sem saber da procedência ilícita.

Desde o início do projeto, em junho, as forças de segurança já recuperaram cerca de 3,5 mil celulares. Mais da metade deles (52%) foi devolvida às vítimas.

Como funciona?

Botucatu é notificada pelo TCE-SP por irregularidades orçamentárias

A cidade de Botucatu foi notificada pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) por apresentar indícios de irregularidades na gestão orçamentária no terceiro bimestre de 2025. A decisão integra o levantamento que apontou falhas em mais de 90% dos municípios paulistas (exceto a Capital) no cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF – Lei Complementar nº 101/2000).

Botucatu foi enquadrada em dois quesitos críticos:

Quesito I da LRF – arrecadação abaixo do previsto, comprometendo o cumprimento das metas fiscais.

Quesito IV da LRF – indícios de irregularidade na gestão orçamentária, com gastos e programas comprometidos em relação ao planejado.

Segundo o secretário-diretor geral do TCE-SP, Germano Fraga Lima, em documento enviado à Prefeitura, o descumprimento das instruções poderá ensejar aplicação de multa, nos termos da Lei Complementar nº 709/1993.

Impactos já perceptíveis na cidade

A população já sente efeitos dessas irregularidades em áreas vitais do município:

1.Saúde:

Problemas antigos e graves na administração dos serviços dos postos de saúde e prontos-socorros, como: atraso de pagamento dos médicos tanto das UBS e dos pronto-socorros; redução de equipes médicas e de enfermagem, falta de reforma das unidades de saúde como o PSI, PSA e Centro de Saúde Escola da Ferroviária; e falta de postos de saúde nos bairros mais periféricos como Bem-te-vi e Vida Nova.

2. Educação:

Escolas sem manutenção adequada e muitas ainda sem quadras esportivas desde sua construção, como a EMEFI Prof. Mozart Morais e a EMEFI Profª Nair Amaral.

3. Infraestrutura:

Obras inauguradas incompletas ou apresentando problemas estruturais, como o Parque Linear do Lavapés, o Hospital do Bairro e a Represa do Rio Pardo.

Obras atrasadas ou não entregues, incluindo a rodoviária e o Centro de Atenção ao Idoso no bairro Itamaraty.

O alerta do TCE-SP reforça que a Prefeitura precisa agir rapidamente para corrigir os rumos da gestão fiscal. Caso contrário, além da aplicação de multas, a execução de serviços essenciais pode ser ainda mais prejudicada, impactando diretamente a vida da população.

A pergunta que fica para os cidadãos é clara: a administração municipal conseguirá equilibrar as contas e recuperar os serviços essenciais de saúde, educação e infraestrutura antes que os problemas se agravem ainda mais?

Coletivo Trem convoca ato em Botucatu para defesa da democracia e da soberania nacional

No próximo dia 6 de setembro, às 10 horas da manhã, a Praça do Bosque em Botucatu será palco de um ato público convocado pelo Coletivo Trem – Movimento pela Transparência e Ética na Política.

O objetivo da mobilização é defender o Estado Democrático de Direito e a soberania do Brasil diante das taxas arbitrárias impostas ao país e perseguições a nossas autoridades por motivos políticos e comerciais que ameaçam nossa Soberania.

O coletivo alerta ainda que nossa região foi e será afetada pelas taxações nos setores de aviação, automotivo, de produtos agrícolas e de celulose, assim como em tantos outros setores que podem gerar impactos diretos na economia local e no emprego.

Segundo o Coletivo Trem, “O ato busca unir as forças democráticas da cidade e região, reforçando a importância de preservar valores civilizatórios em oposição à escalada da barbárie que ameaça não apenas o Brasil, mas diversas nações ao redor do mundo.

“O Brasil é uma nação soberana, com forte inserção internacional e parcerias estratégicas no âmbito dos BRICS – bloco que reúne algumas das maiores economias do mundo. Defendemos o multilateralismo e não aceitamos que o futuro da humanidade se concentre em blocos restritos liderados por interesses norte-americanos e europeus. A geopolítica mudou, e nós, brasileiros, precisamos compreender e defender esse novo contexto”, afirma a nota do Coletivo Trem.

Além da defesa da democracia e da soberania, o movimento propõe que o ato também seja uma celebração da identidade brasileira, valorizando expressões como a cultura, os ritmos e a língua que unem os mais de 200 milhões de brasileiros e brasileiras.

“Queremos reafirmar que o Brasil é feito por um povo que, mesmo com diferenças ideológicas, compartilha laços profundos e defende seu futuro. Aqui em Botucatu, vamos mostrar que existe luta pela democracia”, conclui o coletivo.

Serviço
Data: 6 de setembro de 2025
Horário: 10h
Local: Praça do Bosque – Botucatu/SP
Organização: Coletivo Trem – Movimento pela Transparência e Ética na Política

Contatos

Marcelo Camera
(14) 97600-3050

Letícia França
(14) 99830-9189

E-mail
movimentotrembotucatu@gmail.com

Avião de Alckmin apresenta ‘falha’ e vice-presidente aguarda substituição da aeronave na Colômbia

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) informou nesta sexta-feira (29) que a aeronave na qual o titular da pasta e vice-presidente, Geraldo Alckmin, utilizava para retornar ao país depois da viagem ao México apresentou “falha” em uma de suas mangueiras semi-hidráulicas durante sua parada em Cali, na Colômbia.

Por conta disso, o governo informou que a Força Aérea Brasileira (FAB), “como medida de cautela”, recomendou que Alckmin estendesse sua parada na Colômbia até que outra aeronave fosse deslocada ao locar para trazê-lo de volta a Brasília.

O pouso na capital federal, informou o MDIC, está previsto para cerca de 21h desta sexta. “Todos estão bem e em segurança”, acrescentou.

A comitiva de Alckmin na viagem ao México contou com a presença de outras autoridades. Estiveram presentes o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro; a ministra do Planejamento, Simone Tebet; e a secretária-geral do Ministério das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha.

Também participam os presidentes da ApexBrasil, Jorge Viana; da Conab, Edegar Pretto; da Anvisa, Leandro Safatle; e representantes do Ministério da Saúde, Fiocruz e Instituto Butantan; além de empresários e da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Questionado pelo g1, o Ministério do Desenvolvimento informou somente que os ministros da Agricultura, Carlos Fávaro, e do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, também estavam no voo.

Missão comercial