Saúde

Ministério prorroga por 30 dias custeio de leitos de UTI para covid-19

O Ministério da Saúde informou que vai prorrogar por mais 30 dias a ajuda de custos para a manutenção de leitos de unidades de terapia intensiva (UTIs) dada a estados e municípios. Em nota, a pasta informa que a prorrogação abrange o custeio para 14.254 mil leitos de UTI covid-19 adulto e pediátrico.

A prorrogação das UTIs é uma demanda do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

O país vem registrando aumento de pessoas contaminadas pela covid-19, em especial pelo crescimento do número de doentes infectados pela variante Ômicron.

De acordo com o último balanço do Ministério da Saúde, divulgado ontem (22), 23,9 milhões de pessoas já foram contaminados pela doença, que já matou 622.801 pessoas no país. Deste total, 157.393 contaminações e 238 mortes foram registradas nas 24 horas anteriores ao balanço.

 

Fonte: Agência Brasil 

Menos de 1% do público infantil procurou postos de saúde para receber vacina contra Covid em Lins e Jaú

Dados divulgados pelo Instituto Butantan na semana passada, mostram que a Covid-19 é a segunda causa de mortes entre crianças no país. Desde o início da pandemia, 1,4 mil crianças já morreram pela doença em todo o país.

Por isso a importância de vacinar esse público. A maioria das cidades do centro-oeste paulista está há praticamente uma semana aplicando as doses pediátricas, mas a procura está abaixo da expectativa como mostra o levantamento feito pela produção da TV TEM junto às prefeituras.

A situação mais preocupante é em Lins e em Jaú, nas duas cidades menos de 1% desse público procurou os postos de saúde. Em Lins , das 5,5 mil crianças do público de 5 a 11 anos que já poderiam se imunizar, apenas 28 receberam a dose, o que corresponde a 0,5% desse público.

Já em Jaú apenas 0,13% das 13.760 crianças foi vacinada, ou seja, a cidade tem 180 crianças imunizadas com a primeira dose.

Fonte: g1

Prefeitura de Botucatu abre vacinação para crianças de 5 a 11 anos sem comorbidades

 

Crianças de 5 a 11 anos, com ou sem comorbidades, já podem se vacinar contra a Covid-19 em Botucatu. A partir das 14 horas desta segunda-feira, 24, a Secretaria Municipal de Saúde atenderá a procura pelo imunizante através do seguinte esquema:

– Crianças de 5 anos, com ou sem comorbidades, e crianças imunossuprimidas, devem procurar o Espaço Saúde (Avenida Santana, 323, Centro), de segunda a sexta-feira, das 8 às 16h30;

– Crianças de 6 a 11 anos, 11 meses e 29 dias, devem procurar a unidade de saúde mais perto de casa, de segunda a sexta-feira, das 8 às 16h30.

No ato da vacina a criança precisa estar acompanhada dos pais ou responsáveis, ou apresentar Termo de Assentimento preenchido e assinado disponível no site da Prefeitura (botucatu.sp.gov.br). Além disso, os pais devem levar o CPF da criança e o RG.

Adolescentes de 12 a 17 anos, que ainda não se vacinaram, também podem procurar uma Unidade de Saúde e se imunizar.

 

Orientações

– Se a criança teve ou está com Covid-19, a mesma deverá aguardar o intervalo de 30 dias para receber a vacina;

– Neste momento, será necessário aguardar o intervalo de 15 dias entre a vacina Covid-19 e outras do calendário vacinal da criança;

– Após a vacinação, a criança deverá permanecer na Unidade de Saúde em observação por 20 minutos;

– Para agilizar o processo de vacinação na Unidade de Saúde, os pais ou responsáveis podem fazer o pré-cadastro da criança no site www.vacinaja.sp.gov.br

Vacina Já | Governo do Estado de São Paulo
Sim. A vacinação é recomendada para todas as pessoas aptas a receber o imunizante, inclusive as que já tiveram COVID-19. Embora a maioria das pessoas que tiveram COVID-19 tenham gerado resposta imune, nem sempre essa resposta é protetora e/ou duradoura.
www.vacinaja.sp.gov.br
e clicar na aba laranja (crianças até 11 anos).

 

Mais informações:

Secretaria Municipal de Saúde

Rua Major Matheus, 07, Vila dos Lavradores

Telefone: (14) 3811-1100

 

Fonte: Secretaria Municipal de Saúde

Prefeitura abrirá postos no sábado e domingo, 22 e 23, para atendimento de síndrome gripal e testagem

Neste sábado, 22, e domingo, 23, Unidades de Saúde de Botucatu abrirão as portas para o atendimento de pessoas com síndrome gripal ou possíveis sintomas de Covid-19.

No sábado, as Unidades da Vila Ferroviária, Residencial Caimã, Vila Jardim, Jardim Cristina, Cohab 1 e Vitoriana funcionarão das 09 às 16 horas, com o atendimento e também realizando a testagem rápida de antígeno. O Hospital do Bairro, na Vila dos Lavradores, também fará estes atendimentos e testagem.

Já no domingo, abrirão para o público a Unidade de Saúde da Cecap e também o Hospital do Bairro.

Todos os cidadãos de Botucatu que porventura apresentarem sintomas característicos de Covid-19, como tosse, coriza, gripe, dor de cabeça, diarreia, febre, entre outros, devem procurar primeiramente uma dessas Unidades de Saúde, a fim de que os prontos socorros da Cidade recebam apenas casos graves, desafogando assim o atendimento.

Excepcionalmente neste sábado, 22, e domingo, 23, essas Unidades não farão a aplicação de vacinas.

Mais informações:

Secretaria Municipal de Saúde

Rua Major Matheus, 07, Vila dos Lavradores

Telefone: (14) 3811-1100

Vacinação contra a Covid-19 em Botucatu continua com drive-thru, neste sábado, 22

 Secretaria Municipal de Saúde terá neste sábado, 22, um ponto de vacinação no formato drive-thru, instalado no Largo da Catedral.

A aplicação do imunizante contra a Covid-19 ocorrerá das 8 às 13 horas e permitirá que todos aqueles que ainda não tomaram a 3ª dose da vacina, ou alguma das doses anteriores, sejam imunizados. A exceção fica para crianças de 5 a 11 anos, que têm seu calendário de vacinação ocorrendo durante a semana, no Espaço Saúde.

Os cidadãos deverão comparecer aos locais portando documento de identificação (RG, CNH ou Passaporte), CPF, e a carteirinha de vacinação, podendo ser também o comprovante digital nos aplicativos do Poupatempo ou ConecteSUS.

A Prefeitura sugere que os veículos cheguem com os vidros abertos e que os condutores sigam estritamente as orientações dos profissionais de saúde que estarão no local.

Mais informações:

Secretaria Municipal de Saúde

Rua Major Matheus, 07, Vila dos Lavradores

Telefone: (14) 3811-1100

Parada cardíaca de menina foi causada por doença rara e não por vacina

A Secretaria da Saúde de São Paulo concluiu nesta quinta-feira (20) que a vacina contra a Covid-19 da Pfizer não causou uma parada cardíaca em uma menina de 10 anos, notificada em Lençóis Paulista.

O comitê científico da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, que reúne técnicos da vigilância sanitária e especialistas médicos, analisou o caso e chegou à conclusão. A menina foi hospitalizada na tarde da última quarta-feira (19/01), cerca de 12 horas depois de tomar a dose pediátrica.

De acordo com as informações do prontuário hospitalar da paciente, a parada cardíaca da criança ocorreu em decorrência de uma doença rara pré-existente.

A análise apontou que foi uma doença congênita rara, até então desconhecida pela família, que desencadeou a parada cardíaca. A criança já teve o quadro revertido e se encontra hospitalizada, apresentando quadro estável. Ela foi internada em uma UTI de um hospital de Botucatu, onde permanece em observação.

 

Fonte: iG

Covid-19: esclareça as principais dúvidas sobre a vacinação de crianças no Brasil

Médica pediatra e infectologista do Sistema Hapvida afirma que a vacina é necessária e segura para a faixa etária entre 5 e 11 anos

A vacinação das crianças entre 5 e 11 anos no Brasil está começando. Ao todo, o País deve receber 4,3 milhões de doses de vacina infantil da Pfizer contra a Covid-19 em janeiro. Para fevereiro, a expectativa é que sejam entregues mais 7,2 milhões de doses e, em março, mais 8,4 milhões de imunizantes para o esquema vacinal das crianças que é composto por duas doses, com intervalo de oito semanas. A médica pediatra e infectologista do Sistema Hapvida, Sílvia Fonseca, tira as principais dúvidas dos pais com relação à vacinação e garante que a vacina é realmente necessária para os pequenos. Confira:

 

1. A vacina é realmente necessária para crianças?

Sim. Apesar de que as crianças, em sua maioria, têm quadros mais leves da infecção pelo SARS-CoV 2, com o passar dos meses destes dois últimos anos pudemos registrar um número expressivo de mortes em crianças também. Só no Estado de São Paulo já foram registrados mais de 170 óbitos de crianças entre 0 anos a 10 anos, sendo que 35% delas não apresentavam comorbidades. Além disso, há a síndrome inflamatória multissistêmica (SIM), uma condição grave que necessita de hospitalização e, muitas vezes, Unidade de Terapia Intensiva. O Estado de São Paulo, no período de janeiro de 2020 a dezembro de 2021, confirmou 337 casos de SIM, sendo 229 casos com evolução a alta/cura, 23 com evolução ao óbito e 85 permanecem com desfecho em aberto; no Brasil de abril de 2020 a 27 de novembro de 2021 foram notificados 1.412 casos confirmados de SIM temporalmente associada à Covid-19 em crianças e adolescentes de 0 a 19 anos, sendo que, 85 evoluíram para óbito (letalidade de 6%).

Não sabemos quantas crianças desenvolveram COVID longa, que é a manutenção de sintomas após 4 semanas da infecção aguda; estes sintomas podem variar de febre, cansaço, falta de concentração e falta de ar. E como a pandemia não dá tréguas, principalmente com o surgimento periódico de novas variantes muito transmissíveis, nossos pequenos estão em risco de terem COVID grave e COVID longa.

Outro aspecto importante é que as crianças, mesmo pouco sintomáticas ou assintomáticas, podem transmitir a infecção para pessoas com fatores de risco (por exemplo, avós e bisavós), perpetuando o sofrimento das famílias. Além disso, a vacinação da faixa etária entre 5 e 11 anos vai proteger as crianças menores que não podem receber a vacina e vai permitir que as crianças não fiquem doentes e possam participar da escola e demais atividades tão importantes para o desenvolvimento das crianças.

 

2. A vacina é realmente segura para crianças?

Sim. Antes das vacinas serem liberadas para crianças nos Estados Unidos, testes rigorosos de segurança foram feitos com a vacina da Pfizer envolvendo milhares de crianças. Até agora, estima-se que pelo menos 8 milhões de doses foram aplicadas em crianças desta faixa etária entre 5 e 11 anos, com efeitos colaterais brandos e nenhuma morte atribuída à vacina. A vacina Coronavac, ainda não liberada para crianças no Brasil, mas usada em muitos países, como a China e Chile, teve um efeito excelente na prevenção da doença, sem eventos adversos graves. Uma segunda análise do CDC tornada pública avaliou cerca de 700 hospitalizações por covid-19 entre crianças e adolescentes nos EUA. A principal conclusão foi que entre 77,9% das crianças e adolescentes internados com Covid-19 aguda, apenas 0,4% dos pacientes em idade vacinável haviam recebido o esquema vacinal completo.

 

3. A vacina das crianças vai ser diferente da dos adultos?

Ela é feita da mesma maneira, usando esta segura tecnologia de “RNA mensageiro”, que permite que a vacina nunca se transforme em vírus vivo. Porém, tem doses menores, pois o sistema imune das crianças se mostrou muito eficiente para produzir anticorpos (91% de eficácia) mesmo com uma dose muito menor (cerca de 1/3 menor). Para não ter confusão, o frasco é diferente, com tampa de outra cor, e o Ministério da Saúde propõe locais diferentes para a vacinação das crianças, com agulhas apropriadas para o público infantil.

 

4. A criança pode parar de usar máscara depois de tomar a vacina?

Não. Assim como com os adultos a máscara deve ser usada por todos, acima de 2 anos de idade, pois mesmo vacinadas, as crianças ainda podem ter infecção ainda que leve, mas transmissível. Importante ressaltar que as vacinas protegem contra a doença que leva à hospitalização, necessidade de oxigênio, CTI e morte, mas não impedem completamente as infecções leves. Enquanto o vírus estiver circulando no mundo temos que usar todas as barreiras possíveis: vacina, máscara, distanciamento social e álcool em gel.

 

5. A Covid-19 vai acabar um dia?

Esperamos que sim. Mas, o mundo todo tem que estar vacinado. Infelizmente, temos notícias de que os países mais pobres não conseguiram imunizar a maioria da sua população e isso propicia uma grande replicação viral nos não-vacinados e a possibilidade de variantes cada vez piores. Quando todos estivermos vacinados a esperança é que sim, que a Covid-19 seja apresentada somente em aulas de história.

 

Sobre o Sistema Hapvida

Com mais de 7,4 milhões de clientes, o Sistema Hapvida hoje se posiciona como um dos maiores sistemas de saúde suplementar do Brasil presente em todas as regiões do país, gerando emprego e renda para a sociedade. Fazem parte do Sistema as operadoras do RN Saúde, Medical, Grupo São José Saúde, Grupo Promed, Premium Saúde, além da operadora Hapvida e da healthtech Maida. Atua com mais de 38 mil colaboradores diretos envolvidos na operação, mais de 15 mil médicos e mais de 15 mil dentistas. Os números superlativos mostram o sucesso de uma estratégia baseada na gestão direta da operação e nos constantes investimentos: atualmente são 48 hospitais, 203 clínicas médicas, 49 prontos atendimentos, 176 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial.

Mesmo com pico de casos, Botucatu não tem pacientes em UTI e bate 100 mil vacinados com 3ª dose

A eficiência da vacinação em massa em Botucatu está sendo comprovada na prática neste momento na Cidade.

O município que fechou a última semana com 1919 casos novos de covid-19,maior índice desde o início da pandemia, não possui qualquer morador da Cidade internado em UTI dos hospitais botucatuenses. A título de comparação, no último pico de casos na Cidade, ocorrido no dia 12 de junho de 2021, a Cidade fechou com 988 novos casos semanais. Neste período o município chegou a ter 111 internados, sendo 38 pacientes em UTI.

O resultado diferente que vem ocorrendo neste mês de janeiro de 2022 tem justificativa na cobertura vacinal em Botucatu. Nesta terça-feira, 18, a Cidade bateu 100 mil pessoas vacinadas com a 3ª dose (dose de reforço). O número equivale a quase 70% de toda a população.

“Temos trabalhado com bastante empenho para imunizar a totalidade da nossa população. Desde o estudo da vacina Oxford/Astrazeneca, que contou com uma fundamental mobilização dos pesquisadores da Unesp, nossa população tem entendido que vivemos um verdadeiro milagre em nossa Cidade, e tem colaborado para hoje alcançarmos esse importante número”, afirmou o Prefeito Mário Pardini.

Com duas doses do imunizante, o município chegou a 90,95% da população imunizada, sendo o com maior cobertura vacinal do Estado de São Paulo entre os municípios com mais de 100 mil habitantes.

Segundo dados do ourworldindata.org, se fosse um país, Botucatu só perderia para os Emirados Árabes Unidos entre os países com maior cobertura com a vacinação completa.

“Embora o grande número de casos, devido à característica da nova variante Ômicron, não vemos esse aumento refletido nas internações e nas mortes. Isso demonstra a eficiência da vacina e a importância de cada botucatuense que ainda não se imunizou procurar o quanto antes um posto de saúde. Iniciamos nesta semana a vacinação das crianças de 5 a 11 anos de idade e queremos o quanto antes proteger todas elas”, finalizou o Secretário Municipal de Saúde, André Spadaro.

A Prefeitura de Botucatu continua orientando os moradores da Cidade a manterem as medidas de prevenção a Covid-19, utilizando máscaras, evitando aglomerações e higienizando as mãos com frequência.