Saúde

Entidades reagem a vetos de terapias hormonais para menores

A Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) publicou nota de repúdio à resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) publicada nesta quarta-feira (16) que revisa critérios éticos e técnicos para o atendimento a pessoas com incongruência e/ou disforia de gênero.

A entidade avalia que a publicação promove “grande retrocesso” no direito ao acesso à saúde integral da população trans e travesti no Brasil, sobretudo de crianças e adolescentes trans que, segundo a nota, são diretamente impactados pelas normas definidas pelo CFM.

“Estamos diante de mais uma ação coordenada que dialoga com a crescente agenda antitrans em nível global, marcada por políticas e discursos que atacam diretamente a existência, a dignidade e os direitos básicos da nossa população”, destaca a Antra no comunicado.

“A revogação de diretrizes que garantem acompanhamento e cuidado adequados para crianças e jovens trans sem nenhuma justificativa aceitável representa um ataque deliberado ao futuro dessas pessoas, com impactos profundos e irreversíveis em sua saúde mental, segurança e bem-estar coletivo”, alerta a associação.

Para a associação, a decisão do CFM ignora evidências científicas e ocorre em um contexto de falta de escuta qualificada com especialistas, profissionais de saúde que atuam no atendimento a crianças e adolescentes trans e movimentos sociais.

“A resolução ignora o entendimento internacional sobre os cuidados afirmativos em saúde, promovido por instituições como a Organização Mundial da Saúde (OMS), e desconsidera completamente a realidade vivida pelas juventudes trans brasileiras, que enfrentam múltiplas formas de violência, exclusão e abandono social.”

Também em nota de repúdio, a organização não governamental (ONG) Mães pela Diversidade diz ter recebido “com absoluta surpresa e indignação” a aprovação da resolução pelo CFM.

“Nossas famílias vivenciam cotidianamente os enormes desafios de romper estigmas, preconceitos e discriminações e buscam oferecer a suas crianças, adolescentes e jovens ambientes seguros e todas as oportunidades de vivenciarem as experiências necessárias para seu pleno e saudável desenvolvimento.”

A entidade se coloca em defesa da manutenção do atendimento especializado “que, até o momento, vinha sendo prestado a nossas filhas, filhes e filhos que vivenciam a disforia de gênero e que dependem de procedimentos terapêuticos criteriosamente prescritos por equipes multidisciplinares para não sofrerem agravos em sua saúde física e mental.”

Em seu perfil no Instagram, a ONG Minha Criança Trans avalia que a resolução do CFM joga no lixo os direitos trans por proibir que jovens trans e travestis acessem tratamentos classificados como essenciais pela entidade.

“Isso é um golpe na saúde mental e em vidas trans. Esses tratamentos são a salvação para muitos jovens. Sem eles, a depressão, a ansiedade e até riscos de suicídio disparam! O CFM está ignorando a ciência e condenando adolescentes a sofrerem em corpos que não representam quem são”, afirma a ONG.

Entenda

A resolução do CFM proíbe o bloqueio hormonal para crianças e adolescentes com incongruência e/ou disforia de gênero. A entidade estabelece ainda que terapia hormonal cruzada (administração de hormônios sexuais para induzir características secundárias condizentes com a identidade de gênero do paciente) só poderá ser iniciada a partir dos 18 anos.

A publicação também restringe o acesso a cirurgias de redesignação de gênero para pessoas trans antes dos 18 anos de idade e, nos casos em que o procedimento implicar potencial efeito esterilizador, antes de 21 anos.

Por fim, a resolução determina que pessoas trans que mantêm seus órgãos reprodutivos biológicos devem buscar atendimento médico preventivo ou terapêutico com especialistas do sexo biológico e não conforme sua identidade de gênero.

MPF

O Ministério Público Federal (MPF) instaurou procedimento para apurar a legalidade da resolução.

Em nota, a entidade destaca que a publicação altera as normas que definem o atendimento e a realização de procedimentos médicos ofertados a pessoas trans, incluindo crianças e adolescentes.

De acordo com o MPF, o procedimento foi aberto a partir de denúncia feita pela Associação Mães pela Diversidade e de nota técnica publicada pela Antra.

“As entidades comunicaram o fato e demonstraram a preocupação de familiares de crianças com variabilidade de gênero ou adolescentes trans que sofrem de disforia de gênero e que têm acesso a procedimentos terapêuticos como bloqueio puberal e hormonização cruzada”, disse o MPF.

O que diz o CFM

Em coletiva de imprensa, o presidente do CFM, José Hiran Gallo, ressaltou que a resolução foi aprovada por unanimidade pelo plenário da entidade.

“Todos os 28 conselheiros presentes aprovaram essa resolução”, afirmou.

O médico ginecologista Rafael Câmara, conselheiro pelo estado do Rio de Janeiro e um dos relatores da resolução, destacou que se trata de um tema em que as evidências e os fatos mudam a todo instante.

“É natural que essas resoluções sejam alteradas”, avalia.

Ao tratar da vedação da terapia hormonal cruzada para menores de 18 anos de idade, ele lembrou que a resolução anterior do CFM estabeleceu 16 anos de idade como a idade mínima para a administração de hormônios sexuais com essa finalidade.

“Não é algo inócuo”, disse, ao citar riscos como o aumento de doenças cardiovasculares e hepáticas, incluindo câncer, fertilidade reduzida, calvície e acne, no caso da testosterona, e problemas tromboembólicos e câncer de mama, no caso do estrogênio.

Sobre bloqueadores hormonais, o médico destacou que o uso desse tipo de terapia no intuito de suprimir a puberdade em crianças e adolescentes é motivo de discussões e questionamentos frequentes.

Câmara lembrou que, em abril do ano passado, o Reino Unido aboliu o uso de bloqueadores sexuais. Segundo ele, Finlândia, Suécia, Noruega e Dinamarca, “países com sistemas de saúde fortes e de tendência progressista”, também proibiram a terapia.

“A exposição a hormônios sexuais é importante para a resistência óssea, para o crescimento adequado e para o desenvolvimento de órgãos sexuais”, lembrou, ao citar, dentre as consequências, densidade óssea comprometida, altura alterada e fertilidade reduzida.

O médico ressaltou que a vedação do uso de bloqueadores não se aplica a situações clínicas reconhecidas pela literatura médica nas quais o uso é cientificamente comprovado, incluindo quadros de puberdade precoce e doenças endócrinas.

Na coletiva, Câmara citou ainda o aumento de relatos de arrependimento de transição e mesmo de destransição sexual desde 2020, o que levou diversos países a revisarem seus protocolos para lidar com a incongruência e a disforia de gênero.

Outro ponto destacado pelo médico trata do sobrediagnóstico, sobretudo entre menores de idade.

“Mais crianças e adolescentes estão sendo diagnosticados com disforia de gênero e, com isso, levados a tratamentos. Muitos, baseado em estudos, no futuro, poderiam não ser trans, mas simplesmente gays e lésbicas”.

“Estudos mostram que, alguns anos atrás, a tendência, quando se tinha casos diagnosticados [de disforia de gênero], era tentar fazer com que a criança não mantivesse [o quadro]. Hoje, a tendência é fazer um viés de confirmação. Se a criança de 4 anos diz que é trans, muitos serviços acabam mantendo ou estimulando”.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Divulgação

SUS substituirá papanicolau por exame de DNA mais eficaz este ano

O Sistema Único de Saúde (SUS) começou a substituir gradualmente o papanicolau pelo exame molecular de DNA-HPV. O teste com coleta de amostras é mais eficaz para a detecção do vírus causador do câncer de colo de útero.

A técnica, recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), é mais precisa na detecção de casos precoces. Estudos mostram que ela revela a presença do vírus 10 anos antes do aparecimento das lesões visíveis no exame papanicolau, que hoje é padrão. Esse intervalo de diagnóstico precoce reduz o risco de morte pela doença.

“A tecnologia de DNA para a detecção do HPV, junto ao rastreamento periódico, é mais fidedigno que o papanicolau para fazer a prevenção dessa doença”, afirma a ginecologista Sálua Calil, da Rede Mater Dei de Saúde.

A transição no SUS será gradual, conforme diretrizes divulgadas pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca), mas a previsão é que em até 180 dias o exame já seja o padrão de rastreamento na rede pública.

Profissionais de enfermagem já capacitados para o papanicolau poderão realizar a coleta do novo teste. “O material é um pouco diferente, mas com treinamento básico, o enfermeiro consegue fazê-lo”, afirma Gabriela Giacomini, representante do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen).

Intervalo maior entre exames

Com a adoção do teste molecular, o intervalo entre coletas para mulheres sem diagnóstico de HPV passará de três para cinco anos, reduzindo a frequência de realização do exame. A faixa etária recomendada permanece de 25 a 49 anos.

O exame identifica os principais subtipos do vírus que são associados ao aparecimento de lesões, como os tipos 16 e 18, responsáveis por 70% das feridas pré-cancerosas. Caso detectados, a paciente será encaminhada diretamente à colposcopia, em que uma lente amplia a visão das áreas examinadas e aumenta a precisão dos laudos.

HPV e o câncer de colo de útero

O papilomavírus humano (HPV) está ligado a quase todos os casos de câncer de colo de útero. Este tipo de tumor ginecológico é o terceiro mais comum entre mulheres brasileiras. O HPV ainda é ligado a outras neoplasias perigosas, como os tumores de ânus, pênis e faringe.

O HPV atinge mais da metade (54,4%) das mulheres brasileiras que já iniciaram suas vidas sexuais e 41,6% dos homens na mesma circunstância. Ter o vírus não é sinônimo de doença, mas sinal de risco para seu desenvolvimento.

A vacina contra o HPV é uma das formas mais eficazes de prevenir o aparecimento destes tumores. A integração entre vacinação e teste molecular pode acelerar a meta da OMS de eliminar o câncer de colo de útero até 2030.

Em 2024, o Ministério da Saúde atualizou a indicação de imunização com dose única da vacina, visando ampliar a capacidade de imunização e intensificar a proteção contra a doença e outras complicações relacionadas ao HPV.

A vacina está disponível no SUS para: meninas com idade entre 9 a 14 anos; adolescentes e mulheres vítimas de abuso sexual; indivíduos vivendo com HIV, transplantados de órgãos sólidos, de medula óssea ou pacientes oncológicos, com idades entre 9 e 45 anos.

Na maioria dos casos, o câncer de colo de útero é assintomático em seus estágios iniciais. No entanto, sintomas podem aparecer e indicar a presença da doença, explica a oncologista Thais Almeida, oncologista no IBCC Oncologia, hospital especializado no tratamento de câncer.

“À medida que a doença progride, alguns sinais podem surgir, como sangramento vaginal anormal, sangramento durante a relação íntima, dor pélvica e corrimento vaginal incomum com odor desagradável”, detalha.

Fonte: Metrópoles
Imagem: Reprodução

FAMESP abre processo seletivo para unidades de Botucatu

A Fundação para o Desenvolvimento Médico e Hospitalar (FAMESP) comunica a abertura do Processo Seletivo 043/2025 para contratação de profissionais em suas unidades de Botucatu. As inscrições serão realizadas exclusivamente online no período de 13 a 22 de abril de 2025 através do site www.famesp.org.br.

VAGAS DISPONÍVEIS

Área Técnica e Administrativa:

 

  • Técnico de Farmácia (determinado)
  • Técnico de Informática Júnior
  • Analista de Sistemas Júnior
  • Auxiliar de Serviços Gerais

 

Profissionais de Saúde:

  • Farmacêutico
  • Psicólogo Hospitalar (determinado)
  • Fisioterapeuta
  • Terapeuta Ocupacional
  • Enfermeiro Obstetra

 

Médicos Especialistas:

  • Especialista em Dor
  • Ortopedista (Coluna)
  • Ortopedista (Trauma)
  • Ortopedista (Quadril)
  • Mastologista
  • Dermatologista
  • Intensivista
  • Endoscopista
  • Reumatologia Pediátrica
  • Intensivista Pediátrico
  • Cirurgia Cardiovascular
  • Cirurgia de Cabeça e Pescoço
  • Otorrinolaringologista
  • Oftalmologista (Retina e Vítreo)
  • Oftalmologista (Catarata)
  • Cirurgia Pediátrica

Serviço:

Período de Inscrições: 13 a 22 de abril de 2025

Forma de Inscrição: Exclusivamente pelo site www.famesp.org.br

Documentação Necessária: Consultar edital completo no site oficial

Sobre a Famesp

A Famesp é uma fundação privada, sem fins lucrativos, com mais de 40 anos de existência. Hoje, além de possuir um hospital próprio na cidade de Botucatu (o Serviço de Ambulatórios Especializados de Infectologia “Domingos Alves Meira” – SAEI-DAM), onde mantém sede própria, a Famesp também está presente nas cidades de Bauru (SP), Itapetininga (SP) e Tupã (SP) fazendo a gestão de hospitais e ambulatórios médicos por meio de contratos de gestão com a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP).

HCFMB capta coração com apoio da FAB e realiza transplante

Neste final de semana, o Serviço de Transplante Cardíaco do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu – Unesp (HCFMB) contou com o apoio da Força Aérea Brasileira (FAB) para captar um coração na cidade de Sorocaba, no interior de São Paulo.

A equipe concluiu a captação no Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS) e retornou ao HCFMB para a realização do transplante cardíaco. O receptor foi um homem e seu estado de saúde é estável.

Este foi o terceiro transplante realizado pelo Serviço de Transplante Cardíaco do HCFMB em 2025. Em seis anos de serviço, cerca de 75 de transplantes foram realizados.

Dia Mundial do Rim – HCFMB e FMB promoveram atividades de conscientização à população

“Foi um momento em que conseguimos reunir informação, conscientização e ações práticas. Atingimos a finalidade em mais um ano graças a parceria entre as Instituições (HCFMB e FMB|Unesp)”, disse Vanessa dos Santos Silva, médica nefrologista do HCFMB e coordenadora da campanha do Dia Mundial do Rim em Botucatu.

O tema deste ano foi: “Seus rins estão OK? Faça exame de creatinina para saber”. Em Botucatu, a iniciativa congregou diferentes atividades visando à conscientização da saúde renal.

Entre os dias 11 e 13 de março, os profissionais de saúde concederam entrevistas as rádios da cidade para divulgar as ações da campanha. Na ocasião, dúvidas de ouvintes também puderam ser esclarecidas sobre os principais fatores de risco que afetam os rins.

A praça do Bosque, no Centro de Botucatu, foi o palco escolhido, no dia 13, pela equipe multiprofissional do HCFMB e da FMB|Unesp para abordagem das pessoas que receberam orientações dos fatores de risco para a doença renal crônica.

No dia 14 de março, o prédio do ambulatório de especialidades do HCFMB recebeu o “Calendário da Saúde”, com a finalidade de conscientizar os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) e disseminar informações em relação à saúde renal.

Nos dias 19 e 31 de março foi a vez da iniciativa privada participar das atividades. A empresa Eucatex recebeu a equipe multiprofissional para um momento de conscientização, orientação, mensuração de pressão arterial e glicemia capilar, escuta ativa e encaminhamento direcionado pela equipe médica, conforme necessidades individuais.

Já no dia 31 de março foi a vez do Grupo Caio receber a equipe dos profissionais de saúde. Os funcionários da empresa receberam orientações para a saúde dos rins, houve a mensuração de pressão arterial e glicemia capilar e exame de creatinina.

Projeto de Pesquisa

“Participamos do projeto de pesquisa da Sociedade Brasileira de Nefrologia, conseguindo avaliar a função renal de 152 pessoas por meio da creatinina “Point of Care”. Todas estas pessoas já apresentavam algum fator de risco para doença renal e, avaliando os resultados do exame, identificamos que 42% tinham algum grau de doença renal”, explica Vanessa.

Ainda segundo a especialista, estes achados precisam ser confirmados por exames mais padronizados. “Estes números nos deixam ainda mais alertas para a necessidade de campanhas de conscientização e diagnóstico de doença renal”, finaliza Vanessa.

Sobre o Dia Mundial do Rim

É uma campanha mundial idealizada conjuntamente pela Federação Mundial de Fundações do Rim (IFKF) e Sociedade Internacional de Nefrologia (ISN) com o objetivo de informar a população sobre a importância dos cuidados com a saúde renal. Comemorado sempre na segunda quinta-feira do mês de março, no Brasil, as ações são coordenadas pela Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN).

Hemocentro de Botucatu: Funcionamento nos feriados de abril

O Hemocentro do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB) informa os horários de funcionamento do Serviço em virtude dos feriados do mês de abril.

Nos dias 14 (aniversário de Botucatu), 18 (sexta-feira da Paixão) e 21 de abril (Tiradentes), o Hemocentro não terá expediente. No sábado, 19, o Serviço estará aberto das 7h às 12h para coletas de sangue e plaquetas (com agendamento prévio apenas nos casos de plaquetas).

Sobre o Hemocentro

O horário de funcionamento do Serviço é de segunda a sexta, das 8h às 16h30 e, aos sábados, das 7h às 12h. Para obter mais informações sobre os requisitos para doação de sangue ou para esclarecer outras dúvidas, entre em contato diretamente com o Hemocentro do HCFMB pelos telefones: (14) 3811-6041 (ramal 225) ou pelo WhatsApp (14) 99624-7055 / (14) 99631-5650.

Desinsetização vencida na Creche Ruy Amado Piozzi pode ser o motivo do aparecimento de ratos

A creche Ruy Amado Piozzi está enfrentando um problema potencialmente grave: o aparecimento de ratos nas suas instalações. Esse problema pode estar diretamente relacionado à validade expirada do Certificado de Assistência Garantida para serviços de desinsetização e desratização.

Certificado Vencido

O documento, que foi enviado à redação do Alpha Notícias, revela que o certificado expirou em 12 de janeiro de 2025. Os serviços de desinsetização, que incluíram o combate a insetos como lacraias, baratas, traças, moscas, mosquitos, aranhas e escorpiões, foram realizados em 12 de julho de 2024 pela empresa ZEUS. Esta empresa é certificada por entidades respeitadas como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Ibama, CETESB e APRAG.

Problemas de Desratização

Além da desinsetização, o serviço de desratização — que combate especificamente ratos e camundongos — também foi realizado na mesma data. No entanto, com o certificado vencido, é possível que a eficácia do serviço tenha diminuído, resultando no recente aparecimento de ratos.

Ações Necessárias

O levantamento deste documento aponta que a validade vencida do certificado pode ser a causa do problema. Com base nisso, é crucial que a Secretaria de Educação e a Prefeitura Municipal estejam atentas a manutenções periódicas essenciais para garantir a segurança e a saúde das crianças que frequentam esta e outras creches e escolas municipais de Botucatu.

Medidas Recomendadas

– Renovação de Certificados: Garantir que todos os certificados de serviços de desinsetização e desratização estejam atualizados.

– Inspeções Regulares: Realizar inspeções periódicas para identificar e tratar potenciais infestações antes que se tornem problemas maiores.

– Comunicação com Fornecedores: Manter uma linha de comunicação aberta com empresas certificadas para garantir que todos os serviços sejam realizados de acordo com as normas vigentes.

A correta manutenção e atenção a esses detalhes são essenciais para evitar a repetição de incidentes como o observado recentemente. A saúde e o bem-estar das crianças devem ser sempre a prioridade.

Vida Nova Botucatu 1 e 2 precisam urgentemente de um Posto de Saúde

O município de Botucatu está em pleno crescimento, com novos conjuntos habitacionais se formando ao seu redor. Esse desenvolvimento traz consigo uma série de necessidades emergenciais, especialmente na área da saúde. Os desafios enfrentados pela população local refletem a urgência de investimentos em infraestrutura de saúde para atender às novas demandas.

Situação no Distrito de Rubião Junior

A situação no Distrito de Rubião Junior destaca-se como um exemplo claro das dificuldades enfrentadas. Os moradores têm solicitado ao poder público a instalação de novos equipamentos de saúde, com foco especial nos bairros Vida Nova Botucatu 1 e 2. Essa solicitação é uma resposta à superlotação do atual Posto de Saúde de Rubião, que já não consegue atender adequadamente à crescente demanda da população.

Superlotação e Intervenção Necessária

A superlotação do Posto de Saúde de Rubião é um problema grave que necessita de atenção imediata. A infraestrutura existente não é suficiente para suprir as necessidades dos moradores, o que gera um clamor por intervenção urgente do poder público municipal. É essencial que medidas sejam tomadas para resolver essa situação crítica e garantir que todos os cidadãos tenham acesso adequado aos serviços de saúde.

Soluções Potenciais

Para resolver os desafios enfrentados, algumas ações podem ser consideradas:

– Construção de Novos Postos de Saúde: A criação de novos centros de saúde em bairros como Vida Nova Botucatu 1 e 2 pode ajudar a distribuir melhor o atendimento e aliviar a pressão sobre as unidades existentes.

– Reforço na Equipe de Saúde: A contratação de mais profissionais de saúde pode melhorar a capacidade de atendimento e reduzir o tempo de espera dos pacientes.

– Investimento em Infraestrutura: Modernizar e ampliar as atuais instalações de saúde para acomodar o aumento da demanda populacional.

A colaboração entre a comunidade e o governo municipal será crucial para implementar essas soluções e melhorar a qualidade de vida dos moradores de Botucatu.